António Costa vence – parece – em Lisboa, depois de “federar”, primeiro, Sá Fernandes, depois, Helena Roseta, esvaziando o Bloco de Esquerda. Ninguém duvide, tal a discrepância de votos entre os eleitores da CDU para a Câmara e para as Juntas e Assembleia Municipal, e depois do “apoio” endossado por Carvalho da Silva a António Costa, que a CDU foi a muleta decisiva – com ou sem acordo “escondido” – para a recta final desta eleição.
Vencer, vendendo a alma à extrema-esquerda, até onde fosse necessário, foi essa a estratégia de António Costa. Diz-me com quem andas, e dir-te-ei quem és…
RAF
E com os votos do BE. Achei imensa lata essa de vir dizer que o PS ganhou sozinho.
Comentário por Ana Silva Fernandes — Outubro 12, 2009 @ 02:08
Quem com ferros mata com ferros morre.
O “acordo” tácito por baixo da mesa dado a Antonio Costa (pelo PCP) em Lisboa e que lhe permitiu a maioria absoluta, reclama Jerónimo do mesmo, feito pelas “forças de direita” em Beja.
Comentário por OLP — Outubro 12, 2009 @ 09:33