O Insurgente

Outubro 31, 2009

O estranho fenómeno do “catolicismo” pró – aborto e pró – “casamento” homossexual (2)

Filed under: Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 23:50

Sempre suportado no habitual apoio entusiástico da generalidade dos media, o Bloco de Esquerda não brinca em serviço: Católico e praticante. Por José Cerca.

O que me surpreendeu e, de certo modo me revoltou, foi ver a intenção que está por detrás desta referência religiosa a este deputado, a qual estará certamente ligada aos temas fracturantes, tão do agrado do Bloco de esquerda, como é o caso dos “casamentos” entre pessoas do mesmo sexo, mais conhecido por “casamentos gay”.

(…)

Parece-me, pois intencional e intelectualmente desonesta, esta referência ao “catolicismo praticante” deste deputado bloquista, como que a induzir os mais incautos que também os católicos apoiam os “casamentos gay”.

Já estamos, infelizmente, demasiado habituados a estas manipulações da opinião pública, tão do agrado de certas forças políticas e tão habilmente conseguidas por determinados órgãos de comunicação social.

É que, para a defesa e promoção dos temas fracturantes da sociedade de hoje, os média são o palco apetível e poderoso tão bem utilizado pelos seus promotores.

Benfica: a época do tudo ou nada

Filed under: Desporto,Economia,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 20:00

É uma abordagem financeira e contabilística, no mínimo, peculiar: Luís Filipe Vieira: “Resultado positivo ou negativo não importa. Interessa é o desportivo”

Luís Filipe Vieira, presidente do Benfica, não se mostra preocupado com o resultado negativo apresentado pela SAD, de 34 milhões de euros. Para o responsável, “interessa é o [resultado] desportivo”, até porque o “objectivo do Benfica é ser campeão”, sublinhou o responsável.

Só espero que caso a situação do Benfica se venha a revelar financeiramente insustentável, a conta não acabe por sobrar para todos os contribuintes…

O estranho fenómeno do “catolicismo” pró – aborto e pró – “casamento” homossexual

Filed under: Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 19:21

Um fenómeno com a inconfundível marca bloquista: O estranho catolicismo de José Manuel Pureza, actual líder parlamentar do BE. Por Nuno Lobo.

Fidel na vanguarda da extrema-esquerda mundial

Filed under: Internacional,Media,Política — André Azevedo Alves @ 19:06

O facto de o culpado já não ser Bush é um avanço muito significativo: Fidel Castro responsabiliza Obama pela Gripe A em Cuba

Fidel Castro responsabiliza o Presidente dos EUA pela propagação da gripe A em Cuba, na medida em que facilitou as viagens de cubanos residentes nos EUA à ilha, noticia a «Associated Press».

O antigo Presidente, de 83 anos, assina este sábado um texto nos jornais cubanos, em que aponta o dedo aos visitantes dos EUA pela propagação do vírus H1N1 em Cuba.

«Nós vivemos uma situação estranha: os Estados Unidos, por um lado, autorizam mais viagens para um grande número de pessoas portadoras do vírus e, por outro lado, nós estamos proibidos de obter equipamentos e medicamentos para combater o vírus», escreve Castro.

Então e o Vara?

Filed under: Justiça,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 00:36

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Outubro 30, 2009

Continua a lenta agonia dos jornais

Filed under: Economia,Media,Portugal — André Azevedo Alves @ 22:00

Face à generalizada falta de qualidade do que se vai lendo e à proliferação de meios alternativos de obter informação e opinião, não são dados que surpreendam: Principais jornais generalistas vendem menos 50 mil exemplares

Os cinco diários generalistas portugueses venderem, em média, cerca de menos 50 mil exemplares diários nos meses de Julho e Agosto deste ano, quando comparados com o mesmo período de 2008, altura em que a média de circulação paga foi de cerca 356 mil exemplares.

Circulação de jornais desce, mesmo com mais um título em banca este ano

Os dados referentes a 2009 (Janeiro a Agosto) da Associação Portuguesa para o Controlo de Vendas e Tiragens (APCT), espelham aquilo de que toda a gente fala: as vendas de jornais estão em queda generalizada. Apesar do relatório deste ano já contabilizar as vendas do mais recente diário do mercado, o “i”, a circulação média paga (vendas+assinaturas) conjunta é menor do que no ano passado.

(…)

Entre as descidas, a mais acentuada foi do “24 Horas”, do grupo Controlinveste, cuja circulação paga desceu de 38165 para 29574, o que quer dizer que o diário vendeu menos 8591 exemplares por edição.

Ainda nos diários da Controlinveste, a segunda maior queda aconteceu no “Diário de Notícias”, que perdeu 7688 números por dia, com uma queda de 43870 para 36182.

Mais um com falta de espírito corporativo (2)

Filed under: Economia,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 17:45

Ernâni Lopes

Portugal vai conseguir sair mais cedo desta crise?
Lamentavelmente, não. Acredito mesmo que sairá mais devagar e com maiores dificuldades, falando da actividade macro, medida pelo PIB. E, se falarmos sobre o emprego e questões sociais, não há nenhuma recuperação à vista. A evolução dos últimos anos implicou destruição de riqueza e emprego a níveis a que não se assistia há décadas à escala internacional. Resulta da conjugação do quadro macro – a evolução económica e financeira geral – com a evolução tecnológica e a competição global.

Este post é dedicado ao Gonçalo Pires que acha que as reformas estruturais podem ser substituidas por um reforço do “espírto coporativo”. “Tudo pela Nação, nada contra a Nação”

Mais um com falta de espírito corporativo (1)

Filed under: Economia,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 17:23

Vítor Bento

“Nesta última década nós tivemos o pior crescimento desde a década de 1912 a 1921, isto é, [para encontrarmos] uma década com o crescimento mais baixo do Produto Interno Bruto (PIB) temos que recuar a 1912 a 1921″

Este post é dedicado ao Gonçalo Pires que acha que as reformas estruturais podem ser substituidas por um reforço do “espírto coporativo”. “Tudo pela Nação, nada contra a Nação”

O PSD tem de provar que é necessário

Filed under: Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 16:23

Em nome de quê? Por Jorge Costa.

O PSD vai ter que provar aos portugueses que é necessário, e isso, hoje, está longe de ser óbvio.

Hoje às 18 horas, João Villalobos e Vasco Campilho

Filed under: Insurgentes nos media,Internacional,Política,Portugal,União Europeia — André Abrantes Amaral @ 16:01

jazzamemuito1

Esta semana eu e a Antonieta Lopes da Costa vamos estar com Vasco Campilho e João Villalobos, em conversa sobre alguns temas da actualidade:

- Novo governo: Tomou posse o novo executivo socialista. Estamos perante uma renovação, ou ‘está tudo como dantes no quartel d’Abrantes’?

- PSD: Depois da reunião do Conselho Nacional que decidiu a escolha da futura liderança para depois da discussão do orçamento de Estado,  continuam as dúvidas quanto ao futuro do PSD.

- Presidente europeu: O chefe de Governo do Luxemburgo mostrou-se interessado na presidência do Conselho Europeu, mesmo correndo contra Tony Blair. Será o regresso das divisões na Europa que o Tratado de Lisboa queria evitar?

- Violência no Rio de Janeiro: Depois de escolhida para o Jogos Olímpicos de 2016, a cidade do Rio de Janeiro foi palco de uma onda de violência sem precedentes. Estamos perante um caso de polícia ou de um estado de guerra?

O “Descubra as Diferenças” tem podcast disponível aqui.

“Descubra as Diferenças”… Um programa de opinião livre e contraditório, onde o politicamente correcto é corrido a quatro vozes e nenhuma figura é poupada. No final de cada emissão, fique para ouvir a já clássica “cereja em cima do bolo”: uma música, em irónica dedicatória, ao político/figura/situação em destaque na semana.

Doug Hoffman for Congress: principle over party

Filed under: Internacional,Política — André Azevedo Alves @ 16:00

Take back the Party! Por Doug Hoffman.

Taxes, the deficit, red tape and regulation are breaking the back of the nation, mortgaging the future of our children and grandchildren.

Americans have had enough and are vocalizing their anger in town hall meetings and on the streets of Washington. They are mad as hell and they’re not going to take it anymore!

That’s why I am running. I am one of them!

Freedom is what Americans want. Economic freedom to reap the rewards of the free enterprise system, personal freedom from the intrusion of big government in our lives, freedom from the nanny state that is being forced upon us.

I’m a lifelong Republican running as the nominee of the New York State Conservative Party. I didn’t leave the Republican Party, the party left me.

(…)

We are not going to win by becoming more like the Democrats. We’re going to win by standing up for our beliefs.

It’s principle over party.

It’s a fight for the heart and soul of the Republican Party. It’s a fight for fiscal responsibility and the return of common sense to those who govern us.

This is a fight for our children’s future. It’s a fight for America.

Partido Socialista Desorientado (reloaded)

Filed under: Política,Portugal — Helder Ferreira @ 11:57

a coisa disforme por Rui a.

Porque há-de esta coisa disforme chamada PSD, uma espécie de bordel onde entra sempre mais um desde que traga algum no bolso, uma agremiação de gente desencontrada, maldicente e incapaz de conviver civilizadamente num espaço comum,

psdesorientado1

(Cartoon originalmente publicado em 2006)

Crédito, criação monetária e inflação

Filed under: Economia,Teoria — André Azevedo Alves @ 11:50

Sobre paradoxos do actual sistema monetário. Por Carlos Novais.

Pela primeira vez leio aquilo que já tinha escrito em tempos sobre paradoxos do sistema monetário actual (um onde o crescimento do stock de crédito se dá pela criação monetária).

E um deles era que quando o stock de empréstimos bancários diminui, isso faz “desaparecer” massa monetária, sendo o reverso óbvio de que quando o sistema bancário aumenta o stock de crédito, o faz pela pura criação de moeda, não porque a poupança monetária disponível para ser transferida aumentou.

E daí os ciclos de expansão, bolhas e crises económicas e bancárias (por isso, de certa forma, a falência potencial dos bancos nestas crises seria a consequência natural e até justa…mas que nominalmente nunca ocorrerá, será sempre a solução quantitativa inflacionista a prevalecer ).

Os frutos do intervencionismo

Filed under: Economia,Justiça,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 11:47

Infelizmente, mesmo face às sucessivas evidências, continuará a não faltar quem julgue possível defender simultaneamente o intervencionismo do Estado na economia e o combate ao tráfico de influências e à corrupção: Investigadores dizem que “rede tentacular” incluía Vara e Penedos

O mandado judicial da operação Face Oculta refere a criação de uma “rede tentacular integrada” que incluía 11 indivíduos, entre os quais se encontram Armando Vara e José Penedos. Esta “rede” visava assegurar negócios com quatro grandes empresas da órbita do Estado – REN, Refer, Galp e EDP – tendo como contrapartida o pagamento de luvas e a oferta de bens valiosos, nomeadamente algumas viaturas de topo de gama.

Recuar Portugal (2)

Filed under: Economia,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 11:21

Taxa de desemprego aumenta para 9,2 por cento em Portugal

A taxa de desemprego em Portugal aumentou para 9,2 por cento em Setembro, revelou esta sexta-feira o Eurostat.

Leitura complementar: Recuar Portugal.

Sobre á imposição de limitações políticas ao pagamento de gestores

Filed under: Economia,Nanny State Watch,Política — Miguel Noronha @ 10:23

“Government Meddling in Bank Executive Pay is Not Going to Help” de Steven Horwitz

Although banks who took bailout funds last fall have no real ethical grounds for now complaining about stricter government oversight of pay, it still seems that such meddling is nothing more than an attempt to satisfy some irrational need to find a scapegoat for the misguided policies of the last 20 years. The irony is that bank executives weren’t the primary cause of the crisis, the very politicians and Federal Reserve who are now on their moral high horse were. Capping executive pay may make them feel good, but the consequences will be that the talent needed to restore confidence in the financial system will not see the lower pay as worth the trouble and will take their skills elsewhere.

More generally such meddling in markets sends broader anti-capitalist signal to the private sector. Other executives and investors, whether or not they were bailed out, will quite reasonably wonder “are we next?” And as they do, we may well begin to see their confidence in the system fall, leading to a broader withdrawal of financial and human capital. Obama and the Fed are playing with fire by flexing their political muscle this way. An understanding of the Great Depression suggests that they will get burned, further scorching an already crispy economy.

[música para ajudar quem tem problemas na ligação à net]

Filed under: Cultura,Videos — Miguel Noronha @ 09:41

PENGUIN CAFE ORCHESTRA – Telephone and Rubber Band

Problemas na ligação à net?

Filed under: Blogosfera,Justiça,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 09:24

Estranho que certas pessoas, normalmente muito atentas a “casos mediaticos”, ainda não tenham dado conta do último caso de corrupção. Falta de oportunidade, certamente

Nota: o Jornal de Negócios tem uma resenha dos últimos desenvolvimentos do caso “Vara & sus muchachos”.

Outubro 29, 2009

Mark Littlewood on minimum wage legislation

Filed under: Economia,Internacional,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 23:50

O novo Director do IEA, Mark Littlewood, começa da melhor forma, chamando a atenção para os efeitos prejudiciais do salário mínimo sobre o emprego: The Tories need a rethink on the minimum wage

The full, and substantial, cost of Britain’s minimum wage legislation is becoming increasingly plain to see. In times of plenty, the impact it had on pricing employees out of the labour market was less dramatic. But in the depths of a recession, it acts as a real barrier in getting people back to work. This is especially true of the young.

It’s George Bush’s fault

Filed under: Internacional,Media,Política — André Azevedo Alves @ 22:00

Top 10 Reasons Chicago Didn’t Get the Olympics

10. Dead people can’t vote at IOC meetings
9. Obama distracted by 25 min meeting with Gen. McChrystal
8. Who cares if Obama couldn’t talk the IOC into Chicago? He’ll be able to talk Iran out of nukes.
7. The impediment is Israel still building settlements.
6. Obviously no president would have been able to acomplish it.
5. We’ve been quite clear and said all along that we didn’t want the Olympics.
4. This isn’t about the number of Olympics “lost”, it’s about the number of Olympics “saved” or “created”.
3. Clearly not enough wise Latina judges on the committee
2. Because the IOC is racist.
1. It’s George Bush’s fault.

Liberalismo, conservadorismo e direita

Filed under: Política,Portugal,Teoria — André Azevedo Alves @ 20:00

A direita que a esquerda quer. Por Rui Albuquerque.

A crítica mais pertinente que alguns “liberais” (cuja seriedade de intenções não questiono) move à direita, pretendendo afastá-la do liberalismo, está na sua identificação com o tradicionalismo e com o conservadorismo. É uma abordagem recorrente, na qual o próprio Hayek caiu (em relação ao conservadorismo, que não à tradição), embora, note-se, o tenha feito noutros tempos, e sem nunca afirmar que, embora um liberal possa não ser conservador (do que duvido), um conservador não possa ser liberal. A questão está em que o liberalismo – que se pressupõe na teoria da mão invisível, o mesmo é dizer, a ordem espontânea – exige a convicção na tradição e na necessidade de a não modificar violentamente por actos públicos do governo. Admito que, neste ponto, muitos conservadores entendam que é ao governo que compete a manutenção da ordem tradicional, e que esse seja o grande equívoco que continua a separar alguns liberais de alguns conservadores. Mas não é isso necessariamente que defende todo o pensamento conservador, e não vejo incompatibilidade em aceitar a tradição como o motor fundamental da ordem social espontânea, e o conservadorismo defensor da tradição e de um governo mínimo como a melhor expressão prática da política e do governo. Julgo até que eles casam muito bem.

Ron Paul on the Swine Flu panic

Filed under: Nanny State Watch,Política,Videos — André Azevedo Alves @ 18:39


(via Portugal Contemporâneo: Ron Paul, médico)

Ser ou não ser, eis a questão

Filed under: Diversos — Rodrigo Adão da Fonseca @ 18:12

(…) VPV fala do “liberalismo” do Presidente Klaus. É verdade que o presidente checo gosta de citar a Escola de Chicago, de elogiar a senhora Thatcher e defender o mercado. Mas isso não chega para se ser liberal (…)

João Marques de Almeida, no DE

Admito que não, que a defesa da Escola de Chicago, da senhora Thatcher e do mercado não seja suficiente para se qualificar alguém de “liberal”. Mas seria tão bom, quase óptimo, se muitos dos auto-apelidados “liberais” portugueses cumprissem estas quotas mínimas…

Óscar Manuel de Oliveira Gaspar e Carlos Henrique Graça Correia da Fonseca

Filed under: Diversos — André Azevedo Alves @ 18:00

A título de curiosidade, no que diz respeito a’O Insurgente, os dois Secretários e Estado responsáveis por mais visitas através de motores de pesquisa são Óscar Manuel de Oliveira Gaspar (Secretário de Estado da Saúde) e Carlos Henrique Graça Correia da Fonseca (Secretário de Estado dos Transportes).

A crise tem as costas largas

Filed under: Economia,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 16:43

Apesar da Moody’s ter sido bem explicita acerca da razão porque alterava a avaliação da nossa dívida pública (“os desafios estruturais para a economia” e a “aparente falta de motivação dos políticos para os resolverem”), o Ministro das Finanças acha que esta se deveu apenas à crise económica. O problema é exactamente esse. Como refere o Pedro Bráz Teixeira: “O problema começa em o governo nem sequer ter assumido que Portugal está em divergência estrutural com a UE, o que venho considerando como sendo o mais grave problema económico com que nos defrontamos. Se o governo não reconhece um problema porque carga de água há-de tomar medidas para o resolver?

Com a sua reacção, Teixeira dos Santos acaba por confirmar as suspeitas da Moody’s.

A gripe A e a vacina Pandemrix: risco de danos ao sistema nervoso e toxicidade

Filed under: Economia,Internacional,Justiça,Nanny State Watch,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 15:26

Glaxo apaga vacina ‘Pandemrix’ do ‘site’

Informação a que o DN acedeu desapareceu da página da farmacêutica. Portugal não foi seleccionado para estudos sobre efeitos da vacina da gripe A por incapacidade de resposta.

A GlaxoSmithKline eliminou do seu site nacional todas as referências à vacina da gripe A que foi adoptada para Portugal. Se alguém quiser informar-se sobre a vacina Pandemrix directamente na página da Internet do gigante farmacêutico já não o poderá fazer. O mesmo acontece se desejar esclarecer se as substâncias polémicas – tiomersal e escaleno – estão na composição do produto, apesar de até esta segunda-feira ter sido possível, como fez o DN.

(…)

Ou seja, é impossível aceder, como acontecia, à composição da vacina que as autoridades dos EUA recusaram por conter o adjuvante escaleno e o derivado do mercúrio, tiomersal, como o DN noticiou. Alegadamente, por danos ao sistema nervoso e toxicidade.

Schwarzenegger to Ammiano: Fuck You

Filed under: Internacional,Política — André Azevedo Alves @ 14:49

Mensagem de Schwarzenegger com insulto escondido faz estalar a polémica

O destinatário da mensagem era Tom Ammiano, autor de um proposta de lei sobre o Porto de São Francisco, que no início do mês de Outubro criticou Schwarzenegger, tendo-lhe inclusivamente dito que “lhe beijasse o seu rabo gay” (kiss my gay ass).

Dias depois, a resposta de Schwarzenegger, apesar de mais críptica, foi sucinta: juntando as sete últimas letras da mensagem que o governador endereçou a Ammiano rejeitando a sua proposta, forma-se, na vertical, a palavra “Fuck You”.

Os abrantes e o burro

Filed under: Blogosfera,Media,Nanny State Watch,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 14:47

Onde estão ‘os’ “Miguel Abrantes” – e o burro? Por Paulo Pinto Mascarenhas.

Socialismo chavista às escuras

Filed under: Economia,Internacional,Política — André Azevedo Alves @ 14:42

Com o socialismo chavista a produzir os resultados esperados, resta a opção do racionamento: Futebol na Venezuela passa a jogar-se de dia para poupar energia

Salazar e o Estado Novo

Filed under: Política,Portugal — Miguel Noronha @ 14:33

Entrevista com Filipe Ribeiro de Meneses autor de “Salazar – A Political Biography”.

[Há] necessidade de separar Salazar, enquanto homem de Estado e pensador, do Estado Novo. Muitas vezes falamos de salazarismo (um termo que ele abominava) e Estado Novo como sendo a mesma coisa: mas o Estado Novo nunca cessou de evoluir, enquanto as ideias de Salazar foram sempre mais ou menos as mesmas. O regime nos anos 50 e 60 era muito diferente do que tinha sido nos anos 30, e sugiro que não devemos cair na tentação de ver no Estado Novo dos anos 30 a verdadeira face do salazarismo. A sua principal prioridade era manter-se no poder; para o fazer precisava de pactuar com uma série de forças nacionais e internacionais. Conseguiu sempre impedir a instalação permanente de qualquer facção no poder, porque precisava de ambiguidade para ter espaço de manobra. Tinha muitas maneiras de fazer asfixiar as iniciativas de que desconfiava, mas que pela força dos seus apoiantes era obrigado a aceitar.

Este facto traz-me à segunda grande surpresa: o sentimento de fraqueza muitas vezes manifestado por Salazar e aqueles que o cercavam. A lista de inimigos, rivais e potenciais traidores era enorme, mas Salazar não podia lidar com eles como fizera Franco, fuzilando-os. Salvo algumas excepções que não cabiam dentro do regime, era preciso ouvir, negociar e pactuar constantemente e, sobretudo, manter a ambiguidade dominante em torno das grandes questões. República ou monarquia? O que fazer com a Assembleia Nacional? O que era, afinal de contas, o corporativismo português? O melhor era não dizer nada de concreto, para não hostilizar ninguém.(…)

[N]ão devemos privilegiar uma época do Estado Novo e ver nela o “verdadeiro” Salazar, ou a aplicação sem restrições das suas ideias. Os anos 50, com os planos económicos e a internacionalização da economia europeia, são tão dignos de registo como os anos 30, marcados pela criação do Estado corporativo e pelo estabelecimento de organizações tais como a Mocidade Portuguesa e a Legião Portuguesa. Foi nesta capacidade de evolução do regime – fruto da enorme ambiguidade sobre questões essenciais que alimentou ao longo dos anos – que residiu o segredo da longevidade de Salazar. Teria sido impossível ao Estado Novo sobreviver nos anos 50 e 60 se mantivesse a fachada e as práticas dos anos 30.

Ó Gaspar, vai-te catar

Filed under: Internacional — filipeabrantes @ 12:52

Mete nojo o texto hoje escrito pelo Miguel Gaspar, no Público, sobre Vaclav Klaus e a sua “teimosia” em não assinar o Tratado de Lisboa. Diz ele: “sozinho contra a evidência, sozinho contra a História, sozinho contra um continente: é esta a teimosia do homem [Vaclav Klaus] que queria destruir o Tratado de Lisboa”.

Mas onde é que este idiota vai buscar a ideia de que o continente europeu (pressupondo que se refere à maioria da população do dito) quer a porcaria do tratado e que a teimosia de Klaus tem contrariado esta vontade? Só na sua cabecinha, certamente poluída com balelas progressistas (a UE seguindo o sentido da “História”) e mitos grandiloquentes (a UE como uma “evidência”!, o paradigma do Bem na Política Democrática em grande escala, promotora da Paz e do Desenvolvimento).

Não acredito que o Miguel Gaspar desconheça que se não fossem os governos a inviabilizarem a realização de referendos, o tratado já estaria morto e enterrado há muito. É triste ver a nossa elite intelectual (salvo seja), representada pela totalidade da nossa classe política e pela grande maioria dos jornalistas, submissa e entregue à vontade dos governos que não fazem mais do que seguir a vontade da História…

Este Gaspar ainda tem o desplante de chamar “casmurro” a Vaclav Klaus por – pasme-se – ser um céptico do aquecimento global! Vamos lá ver, com jornalistas destes não precisamos de jornalismo para nada. Se fossem para o desemprego, não se perdia nada.

USA, Inc

Filed under: Economia,Nanny State Watch,Política — Miguel Noronha @ 12:12

As empresas “intervencionadas” pelo governo americano começam agora a pagar o preço pela sua “salvação”. Não sei como alguém se pôde iludir ao ponto de pensar que a interferência política poderia melhorar a gestão de empresas falidas pela inépcia dos seus gestores e accionistas.

Federal support for companies such as GM, Chrysler Group LLC and Bank of America Corp. has come with baggage: Companies in hock to Washington now have the equivalent of 535 new board members — 100 U.S. senators and 435 House members.

Since the financial crisis broke, Congress has been acting like the board of USA Inc., invoking the infusion of taxpayer money to get banks to modify loans to constituents and to give more help to those in danger of foreclosure. Members have berated CEOs for their business practices and pushed for caps on executive pay. They have also pushed GM and Chrysler to reverse core decisions designed to cut costs, such as closing facilities and shuttering dealerships.

E a isto ainda temos acrescentar os milhões de USD que nelas estão “enterrados”.

Justiça?

Filed under: Justiça,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 10:31

O Ministério Público demorou dois anos para deduzir a acusação no caso “Verde Eufémia” e apenas conseguiu descobrir 3 responsáveis pelo vandalismo. É claro que o agricultor continua (e continuará) sem receber qualquer indemnização pelos prejuízos.

O grupo que encetou o ataque ao campo de milho transgénico em Agosto de 2007, em Silves, tinha cerca de 50 pessoas mas apenas três pessoas foram pronunciadas pela acusação do Ministério Público (MP) de Silves. Helena Carp, Diana Dias e Gualter Baptista foram considerados pelo MP como promotores da acção e são acusados dos crimes de dano com violência, pena de um a oito anos de prisão e desobediência qualificada, com pena até dois anos.

Recuar Portugal…

Filed under: Economia,Internacional,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 10:27

O outlook da Moody’s para Portugal é pessimista, mas não se pode dizer que esteja mal fundamentado face ao muito pouco animador panorama político em Portugal: Moody’s revê em baixa avaliação da dívida portuguesa

Uma alteração em baixa da notação financeira traduz-se num aumento do custo que o Estado terá de suportar para contrair dívida no estrangeiro.

A Moody’s justifica o corte com “os desafios estruturais para a economia” e a “aparente falta de motivação dos políticos para os resolverem”.

Proposta alternativa

Filed under: Diversos — Miguel Noronha @ 10:16

pbento

Professores querem sistema de avaliação que José Eduardo Bettencourt utiliza no Sporting com Paulo Bento

Renovação no Câmara Corporativa?

Filed under: Política,Portugal — Miguel Noronha @ 09:25

José Sócrates promove três membros do seu gabinete a secretários de Estado

{h/t: Filipe Abrantes)

Mais uma vez um “timing” fantástico

Filed under: Justiça,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 08:36

Segundo o Público, o controleiro socialista no BCP Armando Vara terá sido constituido arguido num processo de corrupção.

ADENDA: O Paulo Pinto Mascarenhas recorda que Armando Vara é mais um “universitário independente”.

50 anos a insurgirem-se contra os romanos

Filed under: Cultura — Miguel Noronha @ 08:31

asterix09

Outubro 28, 2009

Obama’s golf-cart fiasco

Filed under: Ambiente,Economia,Internacional,Nanny State Watch,Política — André Azevedo Alves @ 23:30

Cash for Clubbers: Congress’s fabulous golf cart stimulus.

We thought cash for clunkers was the ultimate waste of taxpayer money, but as usual we were too optimistic. Thanks to the federal tax credit to buy high-mileage cars that was part of President Obama’s stimulus plan, Uncle Sam is now paying Americans to buy that great necessity of modern life, the golf cart.

The federal credit provides from $4,200 to $5,500 for the purchase of an electric vehicle, and when it is combined with similar incentive plans in many states the tax credits can pay for nearly the entire cost of a golf cart. Even in states that don’t have their own tax rebate plans, the federal credit is generous enough to pay for half or even two-thirds of the average sticker price of a cart, which is typically in the range of $8,000 to $10,000. “The purchase of some models could be absolutely free,” Roger Gaddis of Ada Electric Cars in Oklahoma said earlier this year. “Is that about the coolest thing you’ve ever heard?”

(…)

This golf-cart fiasco perfectly illustrates tax policy in the age of Obama, when politicians dole out credits and loopholes for everything from plug-in cars to fuel efficient appliances, home insulation and vitamins. Democrats then insist that to pay for these absurdities they have no choice but to raise tax rates on other things—like work and investment—that aren’t politically in vogue. If this keeps up, it’ll soon make more sense to retire and play golf than work for living.

Lista dos novos Secretários de Estado

Filed under: Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 21:14

- Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro, Dr. José Manuel Gouveia Almeida Ribeiro

- Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Prof. João Titterington Gomes Cravinho

- Secretário de Estado dos Assuntos Europeus, Mestre Pedro Manuel Carqueijeiro Lourtie

- Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Dr. António Fernandes da Silva Braga

- Secretário de Estado Adjunto e do Orçamento, Mestre Emanuel Augusto dos Santos

- Secretário de Estado do Tesouro e Finanças, Mestre Carlos Manuel Costa Pina

- Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Prof. Dr. Sérgio Trigo Tavares Vasques

- Secretário de Estado da Administração Pública, Mestre Gonçalo André Castilho dos Santos

- Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Dr. Laurentino José Monteiro Castro Dias

- Secretária de Estado da Modernização Administrativa, Profª. Drª. Maria Manuel Leitão Marques

- Secretário Estado da Administração Local, Dr. José Adelmo Gouveia Bordalo Junqueiro

- Secretária de Estado da Igualdade, Drª. Elza Maria Henriques Deus Pais – Secretário de Estado da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar, Dr. Marcos da Cunha e Lorena Perestrello de Vasconcellos

- Secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna, Dr. José Manuel Vieira Conde Rodrigues

- Secretário de Estado da Administração Interna, Drª. Maria Dalila Correia Araújo Teixeira

- Secretário de Estado da Protecção Civil, Dr. Vasco Seixas Duarte Franco

- Secretário de Estado da Justiça, Dr. João José Garcia Correia

- Secretário de Estado da Justiça e da Modernização Judiciária, Dr. José Manuel Santos de Magalhães

- Secretário de Estado Adjunto, da Indústria e do Desenvolvimento, Mestre Fernando Medina Maciel Almeida Correia

- Secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, Dr. Fernando Pereira Serrasqueiro

- Secretário de Estado do Turismo, Dr. Bernardo Luís Amador Trindade

- Secretário de Estado da Energia e da Inovação, Prof. Doutor José Carlos das Dores Zorrinho

- Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Eng. Rui Pedro de Sousa Barreiro

- Secretário de Estado das Pescas e Agricultura, Dr. Luís Medeiros Vieira

- Secretário de Estado Adjunto, das Obras Públicas e das Comunicações, Dr. Paulo Jorge Oliveira Ribeiro de Campos

- Secretário de Estado dos Transportes, Dr. Carlos Henrique Graça Correia da Fonseca

- Secretário de Estado do Ambiente, Prof. Doutor Humberto Delgado Ubach Chaves Rosa

- Secretária de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades, Dra. Fernanda Maria Rosa do Carmo Julião

- Secretário de Estado da Segurança Social, Mestre Pedro Manuel Dias de Jesus Marques

- Secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, Mestre Valter Victorino Lemos

- Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, Idália Maria Marques Salvador Serrão de Menezes Moniz

- Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Dr. Manuel Francisco Pizarro Sampaio e Castro

- Secretário de Estado da Saúde, Dr. Óscar Manuel de Oliveira Gaspar

- Secretário de Estado Adjunto e da Educação, Prof. Doutor José Alexandre da Rocha Ventura Silva

- Secretário de Estado da Educação, Dr. João José Trocado da Mata

- Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Prof. Doutor Manuel Frederico Tojal de Valsassina Heitor

- Secretário de Estado da Cultura, Dr. Elísio Costa Santos Summavielle

(via Expresso)

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