O Insurgente

Setembro 26, 2009

[música]

Filed under: Cultura,Videos — Miguel Noronha @ 19:22

EDWARD SHARPE & THE MAGNETIC ZEROS – 40 Day Dream

A campanha e a realidade

Filed under: Comentário,Política,Portugal — Bruno Alves @ 18:50

Tem-se tornado hábito, nas últimas campanhas eleitorais, assistir-se a lamentos da intelligentsia acerca de como as campanhas dos principais partidos são incapazes de “mobilizar os portugueses”, acerca de como falham nas suas tentativas de “ultrapassar a descrença” dos portugueses. Em parte, têm razão em lamentar. Mas por outro, este é um facto que só abona a favor dos portugueses. Quando o país enfrenta problemas que, se não forem defrontados, nos deixarão um futuro negro, e a resolução desses problemas nos obrigará a enfrentar dificuldades hoje, a “descrença” e a “falta de esperança” são sinais de que os portugueses, ou pelo menos, uma parte significativa deles, compreendem a realidade. Algo que não se pode dizer, por exemplo, de José Sócrates. Pena que, com o começo do circo das duas últimas semanas, se tenha falado pouco disso.

O sorriso de Obama

Filed under: Internacional,Media,Política — André Azevedo Alves @ 16:39

Bem adestrado. Por Luís Cardoso.

O presidente Obama tem sido muito criticado pela direita, a qual o acusa de não estar preparado para o cargo que desempenha, de ser, essencialmente, um amador eleito em virtude da maior e mais bem sucedida campanha de marketing já realizada na história da humanidade.
Esta série de fotografias, aqui em sequência acelerada, ilustra aquilo para que Obama foi treinado.

A sequência pode ser vista aqui.

Grandioso Passatempo Insurgente – Legislativas 2009

Filed under: Legislativas 2009 — Carlos Guimarães Pinto @ 09:13

Até agora, e apesar da ausência importante do Luis Lavoura, já deixaram as suas apostas 32 pessoas. A média das apostas até hoje é a seguinte (versus a sondagem Intercampus):

PS: 33.6% (38.0%)
PSD: 31.4% (29.9%)
BE: 11.2% (9.4%)
PP: 10.1% (7.7%)
CDU: 9.1% (8.4%)

O passatempo continua nesta caixa de comentários até ao final do dia.

Change

Filed under: Médio Oriente,Política — Miguel Noronha @ 08:29

Obama não afasta a opção militar contra o Irão

Hey Joe

Filed under: Videos — André Azevedo Alves @ 00:27

Nick Cave, Charlie Haden and Toots ThielemansHey Joe

Setembro 25, 2009

Razões para votar CDS e razões para não votar CDS

Filed under: Blogosfera,Comentário,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 18:26

Razões para votar CDS:

1 – Para quem vota no Porto, é uma oportunidade de votar no Michael Seufert, insurgente, líder da Juventude Popular e número 4 na lista do CDS pelo Porto.

2 – O excelente Rua Direita e as ideias e propostas lá discutidas.

3 – As posições mais assertivas do CDS em alguns (ainda que poucos) temas importantes.

Razões para não votar CDS:

1 – O Michael Seufert, insurgente e líder da Juventude Popular, é apenas o número 4 na lista do CDS pelo Porto.

2 – As várias – e infelizmente já habituais – incursões demagógicas de Paulo Portas prometendo mais despesa pública e mais intervencionismo estatal sempre que acha que isso pode render alguns votinhos adicionais.

3 – A lamentável falta de atenção e prioridade dada pela actual direcção CDS ao combate à agenda social progressista e fracturante.

Razões para votar PSD e razões para não votar PSD

Filed under: Comentário,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 17:38

Razões para votar PSD:

1 – Manuela Ferreira Leite não é José Sócrates.

2 – O programa menos mau.

3 – O discurso menos estatista em algumas áreas, ainda que com muitas limitações teóricas e comunicacionais.

Razões para não votar PSD:

1 – Demasiadas semelhanças com o PS.

2 – Incapacidade de fazer oposição à governação PS de forma mais assertiva e completa inabilidade para contrariar a quase hegemonia mediática, cultural e educacional da esquerda.

3 – Apostar na implosão do PSD como um cenário potencialmente favorável à reorganização do panorama político-partidário português.

O descalabro socialista

Filed under: Economia,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 16:56

O que interessa. Por Gabriel Silva.

- Desde 1999 o país tem vindo a ficar mais pobre, afastando-se da média de rendimento dos seus parceiros da União Europeia
- Todos os anos, a despesa corrente do Estado tem crescido, acima da taxa de inflação.
- A carga fiscal aumentou nos últimos anos.
- O endividamento público atingirá este anos os 85% do PIB e em 2010 passará dos 100%,
- O peso do Estado na economia é de 50%, tendência crescente há anos;
- Todos os anos, o peso das receitas extraordinárias do Estado (venda de património e antecipação de receitas futuras) foi superior a 1% do PIB;
- Dentro de 2 ou 3 anos, chegará ao orçamento de Estado o grosso da factura de compromissos assumidos ou prometidos assumir (tgv, aeroporto, scuts, parcerias, auto-estradas) com sério risco de bancarrota;

Ferreira Leite não é Sócrates

Filed under: Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 16:38

Domingo se verá se essa motivação é suficiente: Balanço da campanha III. Por João Miranda.

Voto útil à esquerda: PS ou BE ?

Filed under: Comentário,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 16:00

Cada voto que vá para o PS em vez de ir para o BE é para mim uma boa notícia. Lamento que na desorientada “direita” partidária portuguesa continue a haver muita gente com responsabilidades a pensar o contrário.

Fiquem à espera, que o DN está quase a esclarecer-nos

Filed under: Diversos — Maria João Marques @ 15:37

Ontem, na SICN, Pacheco Pereira afirmou que os e-mails do Público publicados pelo DN chegaram a este último através de uma agência de comunicação que trabalha com o PS.

Certamente o DN – que tão desgostoso fica por a comunicação social se deixar usar pelo poder político, ao mesmo tempo que não respeita grandemente o anonimato das fontes que pretendem permanecer anónimas – está neste momento a preparar-se para revelar a fonte que lhe forneceu os e-mails, de forma a demonstrar a sua lisura e a independência face ao governo socialista (aliás bem patente no jornalismo oh tão isento que tem praticado nos últimos meses). Isto, claro, se conseguirem tirar o DN do esgoto onde o colocaram.

Esperem só mais um bocadinho.

E que tal privatizar a TAP? (3)

Filed under: Economia,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 15:18

TAP admite abertura para o regresso às negociações – Pilotos da TAP reconhecem “efeitos negativos” da greve e dizem que já foram cancelados 50 voos

TAP admite dia mais difícil e garante solução para mil passageiros

Instalou-se o caos no aeroporto de Lisboa

Quem Precisa dos Pilotos da Tap?

Daniel de Carvalho da Ryanair, disse que:

“É inacreditável que um pequeno grupo de pilotos possa afectar 40.000 passageiros em período de recessão. Os passageiros Portugueses já pagam elevadas tarifas e suplementos de combustível à TAP e, como resposta, são afectados com pilotos em greve. Os passageiros da Ryanair podem agora voar “livre de greves” do Porto e de Faro num total de 35 tarifas de baixo custo. Nós somos mais baratos e não incomodamos os passageiros com greves. Aconselhamos todos os passageiros da TAP a reservarem um dos lugares da Ryanair a €4.99, para viajarem em Novembro. Esta oferta termina esta sexta-feira à meia-noite.”

Leitura complementar: Gozar com os contribuintes (2); Gozar com os contribuintes; Para que serve a TAP?; E que tal privatizar a TAP?; Cada vez mais urgente um novo mega-aeroporto de Lisboa.

Hoje às 18 horas, Pedro Lomba e Nuno Amaral Jerónimo

Filed under: Educação,Insurgentes nos media,Política,Portugal — André Abrantes Amaral @ 15:11

jazzamemuito1

Esta semana vou estar com a Antonieta Lopes da Costa em debate com Nuno Amaral Jerónimo e Pedro Lomba.

Como motivo de conversa, temos:

- Escutas e demissões – Depois  de suspeitas de escutas em Belém, Cavaco Silva demitiu o seu assessor de imprensa, Fernando Lima. O presidente não falou mas, agindo, interferiu na campanha eleitoral. Porquê?

- Legislativas – Depois de uma das mais quentes campanhas eleitorais dos últimos tempos, tudo parece em aberto na vida política portuguesa, aceitando-se apostas para a formação do próximo governo.

- Irving Kristol - O pai do neoconservadorismo (que faleceu na semana passada) conseguiu fazer a ponte entre os conservadores e o estado social, mas deixou uma herança pesada que tem a marca da presidência de George W. Bush.

– Praxes académicas – Com o regresso das aulas, voltam as praxes. Até que ponto a violência de algumas destas práticas não nos mostra os fanáticos do futuro?

O “Descubra as Diferenças” tem podcast disponível aqui.

“Descubra as Diferenças”… Um programa de opinião livre e contraditório, onde o politicamente correcto é corrido a quatro vozes e nenhuma figura é poupada. No final de cada emissão, fique para ouvir a já clássica “cereja em cima do bolo”: uma música, em irónica dedicatória, ao político/figura/situação em destaque na semana.

Confusão na Presidência… (2)

Filed under: Justiça,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 15:06

Too little, too late: é impressão minha ou Portugal está cada vez mais parecido com uma República das Bananas?

Expresso diz que Belém mantém suspeitas de vigilância

Quatro dias depois de o Presidente da República ter afastado Fernando Lima da chefia do gabinete de assessoria para a Comunicação Social, o “Expresso” noticia que a Presidência da República “insiste” em manter as informações sobre a suspeita de que assessores de Cavaco Silva tenham estado sob vigilância. Isto apesar de o SIS (Serviço de Informações de Segurança) continuar a negar quaisquer escutas a Cavaco Silva. O “Expresso” cita mesmo um informador de Belém que diz que o caso é “sério e delicado”.

Uma fonte citada pelo mesmo semanário, mas que pediu anonimato, assegura que “há substância para as suspeitas levantadas pela Presidência”, apesar de reconhecer que “o momento para as revelar é o pior”.

Leitura complementar: Confusão na Presidência…

Portugal e a crise económica internacional

Filed under: Economia,Internacional,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 14:38

Índice Caranguejo. Por Luís Aguiar-Conraria.

Não basta ver quanto caiu o PIB no último ano, é também necessário saber quanto cresceu nos anteriores. Afinal de contas, se um país tem crescido a uma taxa anual média de 10%, uma queda de 10% traduz-se num recuo de apenas um ano, já se um país tem crescido à taxa média de 1% ao ano, uma queda de 5% no PIB representa quase 5 anos de atraso. Mais concretamente, se é verdade que Portugal caiu menos do que a Roménia (3,7 contra 4% negativos), também é verdade que a Roménia teve em 2008 um crescimento de 7%. Ou seja A Roménia recuou pouco mais de meia dúzia de meses.

Assim, lembrei-me de calcular um outro indicador. Usando os dados disponíveis para o PIB real, vejo quando foi a primeira vez que cada país teve um PIB trimestral igual ou superior ao do último trimestre. Isto dá-nos uma medida de quantos anos recuou cada país. Usando os dados da OCDE para alguns países obtemos o gráfico exposto. Como se vê, neste Índice Caranguejo, a Itália lidera, mas Portugal não está bem colocado.

O elucidativo gráfico pode ser visto aqui.

A herança da Avó Manuela

Filed under: Política,Portugal — jtcb @ 14:22

Eu sei bem que até ao lavar dos cestos é vindima. Mas, receio bem que se ninguém trouxer um milagroso balão de oxigénio ao PSD, a auto-asfixia seja inevitável.

Feliz ou infelizmente, o grande momento desta campanha foi o debate televisivo que colocou Sócrates e Louçã frente a frente. Essa foi a única ocasião em que vi o Inquisidor-mor do Bloco encostado à parede. O contraste com a converseta anterior entre o fogoso Francisco, o enfant-terrible da esquerda, e a Avó Manuela, que no seu tom complacente lá ia repetindo “concordo, concordo”, foi impressionante. Foi esse o momento, creio eu, em que o sempre confiante Sócrates, virou o curso da campanha, ganhando votos junto de um eleitorado que, apesar de descontente com o Governo, viu, talvez pela primeira vez, a verdadeira face do Bloco.

Se antes da campanha me parecia que a hipótese da vitória do PSD se ficaria a dever à derrota do PS, hoje penso exactamente o oposto. Se o PS vencer as eleições, espero que o eng. Sócrates tenha o bom gosto de ser o primeiro a fazer o telefonema da praxe, agradecendo à Avó Manuela a enorme gentileza que o seu partido lhe fez.

Receio bem que esta, por seu turno, tenha o triste destino que muitos Avós têm neste país ingrato: uma vez esgotados os seus préstimos à família, despacham-na para uma casa de repouso e lá ficam os herdeiros entretidos em processos de partilhas fratricidas.

A armadilha diabólica

Filed under: Comentário,Economia,Política,Portugal — André Abrantes Amaral @ 14:13

Uma das mensagens que o PSD passou nesta campanha foi a do risco do endividamento público e privado que se agravou durante esta legislatura. É este endividamento que tem esmagado a economia, as empresas e as famílias. É este endividamento que trucida a nossa competitividade, impede a renovação do nosso tecido empresarial, o crescimento económico e tem conduzido ao desemprego milhares e milhares de pessoas.

O PS não olha com preocupação para o endividamento. Se o fizesse, assustava-se. Pelo contrário, o PS está eufórico. Há 13 anos que os socialistas carregam na Procura e estimulam o consumo, para fazer crescer a economia. Sempre à custa da qualidade dos serviços, à custa da rentabilidade do trabalho, à custa da evolução normal de uma economia que não pode respirar, porque o Estado a atrofia com impostos, regras e directivas. O preço está ser alto. O desastre vai ser atroz.

Hoje trabalhamos para pagar o peso em que se tornou o Estado. Amanhã, trabalharemos para pagar o monstro em se que vai tornar a dívida pública. Uma armadilha diabólica.

Também publicado no ‘Jamais’ e no ‘Novas Políticas.

Assim se fazem as cousas

Filed under: Educação,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 12:50

É certo e sabido que os partidos quem governam não cessam de aumentar o chamado “partido do estado” tentando captar e fidelizar o votos destes. Para isso inventam toda a especie de subsídios, “rendimentos mínimos” ou serviços universalistas. Porém, isto implica continuados aumentos da carga fical que têm um “limite físico” e desincentivam a criação de riqueza colocando em risco a solvabilidade do sistema.

O “Novas Oportunidades” foi um inteligente programa de compra de votos por um custo bem mais baixo que o RSI ou quejandos. Tomando por bons os números do PS (**), se 900.000 pessoas tiveram um “upgrade” administrativo nas suas qualificações aquele que se atraver a revelar esta fraude arrisca-se a perder muitos votos. É certo que, a prazo, a frustração das expectivas de progressão profissional (como já demonstram os dados divulgados) pode levar muitos a aperceberem-se do logro. Mas em política é perigoso ter razão antes do tempo.

(*) Isto é, aqueles que cuja subsitência depende directa ou indirectamente de subvenções estatais
(**) Ainda que possam aqui existir a dupla contagem de pessoas que frequentaram vários módulos

Para que servem as sondagens II

Filed under: Diversos — filipeabrantes @ 11:37

A Marktest foi a única empresa de sondagens a ter acertado nas últimas eleições europeias. Viu assim a sua cota de credibilidade crescer junto do público. Está em melhores condições para renegociar os seus preços junto dos seus clientes. Este simples facto prova que as sondagens são previsões e que os melhores vêm a sua cota subir.

Tenho dinheiro para uma sondagem. Encomendo-a à Marktest ou à Eurosondagem?

Para que servem as sondagens

Filed under: Diversos — filipeabrantes @ 11:24

Os especialistas das sondagens não se cansam de nos dizer que as mesmas não são previsões, e muito menos que tentam adivinhar os resultados finais. A conversa habitual é que o produto consumido (pelos media e pelas pessoas que os compram) não corresponde ao produto preparado. Isto não faz nenhum sentido. Em primeiro lugar, porque nas sondagens é perguntado em que partido iria a pessoa votar se as eleições fossem àquela data. Assim, pretende-se antecipadamente uma amostra do sentido de voto. Temos aqui uma tentativa de aproximação à realidade (se isto não é uma previsão..). Segundo, são os clientes que ditam o que é um produto. Os clientes das sondagens querem saber que governo irão ter no dia a seguir às eleições, por isso fiam-se nas sondagens como barómetro daquilo que é mais provável acontecer nas urnas. Não é por os especialistas repetirem que o produto não é aquele que as pessoas verão o produto de outra forma. Ninguém quer sondagens como instrumentos, até porque ninguém (tirando, claro, os especialistas e interessados) as reagrupa para retirar ilações sobre tendências.

A minha ideia é que estas conversas da sondagem como “instrumento”  são desculpas de mau pagador, por parte de empresas de sondagens (involuntariamente ou voluntariamente) incompetentes. Podem sempre vir dizer depois do falhanço “nós avisámos que não fazíamos previsões”. Assim tudo continua bem, acertem ou errem, está tudo bem, o que conta é apresentar uma ficha técnica e dados com percentagens e umas siglas partidárias quaisquer.

Ainda sobre a última maquinação do Fernando Lima

Filed under: Justiça,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 10:00

A militante socialista afirma que o deputado do PS, actual responsável pelo departamento de Relações Internacionais do partido, “evidencia hoje total descontracção” na “gestão contabilística criativa de campanhas eleitorais off-shore” e “demonstra apurado faro” para escolher “representantes socialistas e consulares devidamente encartados no Jogo do Bicho e engenharias similares”.

Ana Gomes acrescenta que Lello “se aplicou ao longo dos anos, na aparelhagem socialista e do Estado, a desenvolver múltiplos talentos empilhadores que in illo tempore o terão feito (dizem-me) vendedor na Caterpillar”.

A deputada europeia conclui aludindo à polémica em torno do empresário Licínio Soares Bastos, que che- gou a ser nomeado cônsul honorário pelo actual secretário de Estado das Comunidades, António Braga. “[Lello] evidencia hoje total descontracção no accionamento em simultâneo de várias ‘expertises’ – da promoção de qualquer banha-da- cobra, à penetração do submundo futebolístico, passando pela gestão contabilística criativa de campanhas eleitorais ‘off-shore’

(via Nuno Gouveia)

Infelizmente recusou responder

Filed under: Media,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 09:28

Pacheco Pereira para António Costa, ontem na Quadratura do Círculo: “Pode garantir que não foi nenhum assessor do PS, ou agência do PS, a levar os mails?

Só com autorização do Sr. Ministro

Filed under: Media,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 09:14

Vasco Graça Moura

Veja-se o que o ministro Santos Silva, émulo dos Torquemadas e Savonarolas da pureza de sangue ideológico e da repressão da batota eleitoral, acaba de debitar sobre o facto de José Manuel Fernandes se ter deslocado a Rio Maior para assistir a um acto de campanha eleitoral do PSD e do CDS.

Espera-se que a lição tenha escarmentado José Manuel Fernandes e que, para a próxima, ele não se esqueça de pedir autorização, livre-trânsito e passaporte ao Partido Socialista ou a algum dos seus responsáveis mais grados. Porque o respeitinho é muito bonito, este Governo é muito poderoso e quem se atreva a não bajular devidamente o PS leva nas trombas ou na carreira profissional…

obscenidades deploráveis. mas compreensíveis

Filed under: Justiça,Media,Nanny State Watch,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 09:00

em caso de vitória folgada do ps, sugiro a nomeação da cidadã (e “jornalista de causas”) fernanda câncio para dirigir a comissão da carteira de jornalistas de acordo com os mais rigorosos critérios deontológicos, de forma a que essa instituição pública volte a estar “à altura das funções e da dignidade que lhe é conferida”.

Guia do voto útil à direita

Filed under: Legislativas 2009 — Carlos Guimarães Pinto @ 07:18

Tomando como base os resultados das últimas eleições, o voto útil à direita (entendido com a transferência de votos do CDS para o PSD) poderia resultar num aumento de 7-8 deputados para o PSD sem qualquer perda para o CDS se realizado nos distritos certos. Se o voto útil acontecer nos distritos errados poderá causar a perda de 3-4 deputados para o CDS sem qualquer benefício para o PSD.
Em resumo, os distritos em que vale a pena o voto útil à direita são Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Portalegre, Vila Real e Madeira. Os distritos em que o voto útil retiraria força à direita no parlamento são: Aveiro, Braga, Porto e Setúbal. Nos restantes distritos o efeito seria nulo.

Eis o resumo, distrito por distrito, do possível efeito de uma transferência de votos do CDS para o PSD no número de deputados dos dois partidos:
(mais…)

As eleições de Domingo e a credibilidade das sondagens

Filed under: Comentário,Política,Portugal,Sondagens,Teoria — André Azevedo Alves @ 02:03

Face às sondagens divulgadas na recta final da campanha, uma coisa é certa: ou o PS ganha as legislativas com uma margem razoável ou a já muito debilitada credibilidade dos centros e institutos que realizam sondagens em Portugal fica definitivamente posta em causa.

Público exulta com Sócrates

Filed under: Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 01:54

Vale a pena ler esta peça “noticiosa”:

Foi um autêntico banho, sauna e massagens de multidão, a descida da Rua de Santa Catarina por José Sócrates e a comitiva socialista. Da Praça da Batalha até ao Mercado do Bolhão, milhares de pessoas juntaram-se para tentar ver e tocar no líder do PS, “esmagando” a memória deixada pouco antes pela arruada social-democrata.

(…)

Apesar do reforçado cordão de segurança à volta do líder, por várias vezes houve momentos em que a multidão balançava como se fosse cair. Pelo meio, houve quem não resistisse, entre apertos, pisadelas e cotoveladas, mas nada fazia demover as pessoas da determinação de ver o primeiro-ministro.

(…)

Sócrates passou com distinção nesta prova de rua que, juntamente com o Chiado (Lisboa) no último dia de campanha, costumam funcionar como barómetros da mobilização popular. Um prenúncio de vitória a juntar às muitas sondagens que dão uma margem folgada aos socialistas.

Setembro 24, 2009

Dia 27, vou votar no PSD

Filed under: Diversos — Rodrigo Adão da Fonseca @ 23:56
A menina Eva concorda. E tu?

A menina Eva concorda. E tu?

São critérios

Filed under: Diversos — Maria João Marques @ 23:41

António Costa está agora na Quadratura do Círculo na SICN a fazer o elogio de um bufo.

À atenção do Louça e demais socialistas

Filed under: Diversos — Rui Oliveira @ 23:34

Parece-me que o governador de Nova Iorque chegou a uma conclusão brilhante:

“You heard the mantra, ‘Tax the rich, tax the rich,’ ” Gov. David Paterson said Wednesday at a gathering of newspaper editors at an Associated Press event in Syracuse. “We’ve done that. We’ve probably lost jobs and driven people out of the state.”

Zapatero que esteve em Nova Iorque por estes dias devia ter falado com Paterson para não andar a dizer que os rendimentos mais altos suportarão os aumentos.

Continuem com as ideias brilhantes (e que tão brilhantes resultados têm dado ao longo do tempo)

Confundir a causa com o sintoma

Filed under: Economia,Política,Portugal — Maria João Marques @ 23:20

PS, PCP e BE coincidem numa coisa: dizem que os (malvados) dos portugueses não querem investir nos próximos tempos e, logo, o Estado tem que se substituir aos privados e investir (e recolher impostos actuais ou futuros para pagar esses investimentos, retirando fundos às empresas e famílias e engordando o estado) para garantir o crescimento económico.

Deixemos de lado por agora discussões sobre o cercear da liberdade dos indivíduos (que não podem dispor dos recursos que os próprios criam) que representam os impostos (e, consequentemente, deveriam estar num nível mínimo). O facto é que se passa exactamente o contrário do que acredita e afirma a nossa esquerda. É porque o Estado é um devorador dos recursos das famílias e das empresas que lhes é retirada capacidade de poupar (os recursos que restam vão para o consumo), nas famílias, e de investir. A causa da falta de investimento privado não são os particulares, é o Estado.

Vamos votar em quem nem percebe isto?

Provavelmente é outra maquinação do Fernando Lima

Filed under: Justiça,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 16:46

Os socialistas José Lello e António Braga são acusados de negociarem cargos em troca de financiamento partidário com o empresário português Licínio Bastos que chegou a ser detido no Brasil, apurou a TSF. A acusação partiu do antigo cabeça-de-lista socialista pelo círculo Fora da Europa, Aníbal Araújo.

Um partido absolutamente normal

Filed under: Política,Portugal — Miguel Noronha @ 13:26

O cabeça-de-lista do Bloco de Extrema-Esquerda por Castelo Branco defende o final da “democracia representativa” e abolição do inglês no primeiro ciclo por esta língua representar o “império e pensamento único”.

(via Simplex)

A “superioridade moral” da esquerda

Filed under: Política — Miguel Noronha @ 11:24

“Os Incorruptíveis” de Rui Albuquerque (Portugal Contemporâneo)

O Prof. Cardoso Rosas tem ultimamente abusado da paciência dos leitores do i com uma abundância generosa. Mas, hoje excedeu os limites, ao estabelecer mais uma das suas já célebres dicotomias sociológicas entre esquerda e direita, desta feita caracterizada pela falsa “moralidade” supostamente reclamada pela direita e por uma evidente superioridade intelectual da esquerda.(…) [o] exemplo maior da superioridade moral na política, de que ele se deve, de resto, orgulhar: o velhinho Maximilien Robespierre, o “Incorruptível”, o virtuoso dirigente do Comité de Salvação Pública, homem acima de qualquer suspeita que apenas queria moralizar a República, e que, entre 1794 e 1795, se entreteve a guilhotinar centenas de “corruptos” sem moral. Gente estúpida de direita, sem dúvida, guilhotinada pela melhor inteligência da esquerda.Andam por aí, de resto, alguns virtuosos que o fazem lembrar, e que sacrificadamente se sentarão ao lado do Eng. Sócrates, caso ele venha a chefiar o governo saído das próximas eleições, para generosamente se dedicarem a distribuir as nossas liberdades e riquezas.

Um “abrantes” apanhado a trabalhar

Filed under: Política,Portugal — Miguel Noronha @ 11:09

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Manuel Castelo-Branco (31 da Armada)

Foi um dos momentos mais difíceis da campanha de Paulo Portas na rua: em Guimarães um homem travou-se de razões com o líder do CDS, por causa dos cortes no rendimento mínimo defendidos pelos centristas.Logo nesse momento os responsáveis pela campanha do CDS desconfiaram do argumentário daquele cidadão que espontaneamente se tinha atravessado no caminho de Portas. “Cheira a PS”, comentavam. Agora, o CDS diz que tem a prova: o mesmo homem aparece em fotos da arruada de José Sócrates em Guimarães, integrado na multidão que seguia o secretário-geral do PS, poucos passos atrás deste e da deputada socialista Sónia Fertuzinhos.”Bem me parecia que não era um espontâneo. Afinal, era um enviado especial do PS”, disse Paulo Portas ao Expresso.

Grandioso Passatempo Insurgente – Legislativas 2009 (Update 1)

Filed under: Legislativas 2009 — Carlos Guimarães Pinto @ 08:24

Até agora participaram 17 pessoas no grandioso concurso Legislativas 2009.
De acordo com a média das apostas até agora, o resultado será:

PS – 32.9%
PSD – 31.8%
BE – 11.6%
CDU – 9.4%
PP – 9.1%
MEP – 1.2%

Neste momento aquele que mais se aproxima deste resultado é o leitor JMCerdeira e o mais distante é o leitor João Sousa.

Dos 17 apostadores, 9 acreditam na vitória do PS, 7 na vitória do PSD e um leitor de nome esquisito acredita que irão empatar. Todos acreditam numa maioria de esquerda no parlamento (ou seja, ninguém acredita que o CDS possa eleger metade dos deputados). O Luis Lavoura ainda não votou.

O concurso continua na mesma caixa de comentários.

Grandes títulos

Filed under: Diversos — Helder Ferreira @ 01:02

PS afirma que PSD fracassou e pede vitória estrondosa n’O Público

De facto. O PSD que nos governa desde 2005 foi um fracasso.

Setembro 23, 2009

É proibido não ter dívidas de gratidão II

Filed under: Diversos — Helder Ferreira @ 23:05

Não tenho nenhuma gratidão a Mário Soares, pelo contrário, desde há muitos anos (mais de trinta) que a única sensação que me provoca é asco.

The Welfare State we’re in…

Filed under: Educação,Internacional,Justiça,Nanny State Watch,Política — André Azevedo Alves @ 23:00

Feral youths: How a generation of violent, illiterate young men are living outside the boundaries of civilised society

White boys from low-income families perform worst: 63 per cent are unable to read and write properly at 14 (compared with 43 per cent of white girls from a similar background).

Black working- class boys do not do much better: at age 14, 54 per cent cannot read or write properly.

The scale of the crisis in our education system is going unrecognised – but we ignore it at our peril.

(…)

Unlike previous generations, the boys who spill out onto our streets don’t quickly grow out of delinquent behaviour.

What happens in school smashes their lives, leaving them antisocial-semi- criminal and dependant on welfare.

Which means we, the taxpayers, have to pay astronomical sums to keep fit young men idle. Youth unemployment, which has just hit 726,000 – its highest level in 16 years – is now costing us well over £90million a week.

And that’s not all, of course. Illiterate young men with no other way of proving themselves or of making a living are likely to turn to crime. In 2004, the annual cost of youth crime in Britain was calculated at more than £1 billion – and it will be far higher now.

Worst of all, the number of violent crimes carried out by children and teenagers has increased by a third in just three years.

The number of boys under 18 who were convicted or cautioned over violent offences jumped by 37 per cent over the same period – compared with a rise among adults of less than one per cent.

And most of those who were caught went straight back to crime: 82 per cent of these boys aged 15-18 were reconvicted within two years.

(…)

When Dave did finally manage to secure a job for the minimum wage, he encountered the other major problem facing young men – benefits.

In fact, the financial adviser at the Job Centre – whose wages are paid by the taxpayer – gave him a staggering piece of advice. He told him to turn down the job.

‘I’d have had to pay my rent, council tax and utility bills and lost my benefits,’ Dave explains.

‘At the end of the day, I would have been £30 worse off.’

Far from being ‘work-shy’, most of the young men I met were still eager to find jobs – but all were well aware that the welfare system hands out more than they can legitimately earn.

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