Agora sim, parece que se confirma. Tardou, mas arrecadou.
Parabéns Micha!
Agora sim, parece que se confirma. Tardou, mas arrecadou.
Parabéns Micha!
Michael Seufert é eleito pelo círculo do Porto e evita a eleição de mais um deputado do Bloco de Esquerda.
É o que se conclui das suas respostas às perguntas dos jornalistas.
Lembram-se de Manuel Alegre ser interrompido…?
Adenda: Não falou, mas na SIC esteve no écran ao mesmo tempo que Sócrates e exibia sonoro um sorriso de vitória.
No Porto, o Michael Seufert disputa a eleição com o 4º da lista do Bloco.
PS+CDS
PS+BE+CDU
PSD+CDS+BE+CDU
PSD e CDS terão mais deputados que o PS, o que quer dizer que sem o apoio explícito da esquerda (através do voto favorável nos assuntos importantes e não apenas a abstenção), o PS não conseguirá governar. Esta votação encosta a extrema esquerda à parede.
É quase certo: o PS não terá maioria no parlamento coligado com o Bloco de Esquerda.
Fantástico exemplo de arrogância humildade democrática: Louçã acaba de anunciar a remodelação da Ministra da Educação. Terá tido a delicadeza de, ao menos, informar previamente o eng. Sócrates?
O CDS está de parabéns pelo bom resultado. A questão que se coloca, no entanto, é o que fazer com ele. O CDS corre o risco de ser ‘puxado’ para o poder ou para pactuar com o poder. A acontecer tal cenário, poderá tornar-se cumplice dos erros socialistas. Ao PSD cabe afastar-se e lavar as mãos das decisões que vão ser tomadas nos próximos anos.
Nuno Gouveia: Portas é um dos grandes vencedores da noite. Mas se servir de muleta a Sócrates, irá perder todo o capital de confiança de hoje.
Ao contrário do que diz o Miguel, Luís Felipe Menezes não inicia agora as hostilidades. Esta tarde, ainda o acto eleitoral estava a decorrer, e já Menezes dizia aos jornalistas que o PSD precisava de seguir outro rumo. A falta de carácter não espera por resultados.
Parece que está posta de parte a hipótese de uma maioria PS+CDU, e a hipótese PS+BE está tremida. Seria excelente para o país.
Neste país normalmente todos ganham. Nestas eleições parece-me que há dois vencedores claros.
1º – O CDS, o BE e, sobretudo, a abstenção. Estes 3, sobem claramente à custa do descontentamento
2º – O PS, que ganha, embora perca votos. Mas, como está claro para todos, ganha por falta de comparência do adversário.
Michael Seufert está a 6 mil votos de ser eleito, com 25 freguesias por apurar no Porto.
Há alguns anos, após a eleição de Cavaco para a Presidência, eu disse, em conversa com o André Abrantes Amaral, que em 2011, José Sócrates seria o candidato presidencial do PS. Já este ano, a propósito dos planos presidenciais de Alegre para esse ano, mudei ligeiramente a minha “previsão”: se Sócrates ganhasse as eleições de hoje, seria o candidato. Inicialmente, não acreditava muito no que estava a dizer: apenas fiz uma previsão com poucas probabilidades de acertar, para caso ela se viesse a confirmar, eu parecesse genial. Mas o resultado de hoje, e a atmosfera de cortar à faca da política portuguesa nos últimos tempos, fazem-me ganhar mais convicção nessa previsão: sem maioria absoluta, Sócrates ou governa em minoria (como sou contra qualquer coligação pós-eleitoral, o cenário que preferiria) ou com uma coligação com um qualquer partido que lhe será pouco menos que hostil (CDS ou BE). Descanso, é coisa que não terá. Eleições antes do tempo serão praticamente inevitáveis. O potencial de conflito com o presidente é enorme, e a melhor desculpa que o PS poderá usar para se vitimizar, estratégia indispensável em eventuais eleições antecipadas. E nada melhor para radicalizar esse conflito com o Presidente, e assim recorrer à única estratégia que poderá salvar o PS na difícil conjunutra que o espera, será Sócrates candidatar-se ele próprio à Presidência, para remover a “força de bloqueio” (aposto mesmo que este será o termo usado) que “impedirá o PS” de “dar futuro a Portugal”. Se a política portuguesa chafurdou na lama nos últimos anos, agora será muito pior.
O CDS precisa encomendar um mini-bus autocarro ligeiro para o grupo parlamentar.
Confirma-se derrota histórica do PS. PS desce de 35.0% para 19.5% e elege apenas 1 deputado, o mesmo que o CDS.
Atribuído ex-aequo à Avó Manuela e ao Camarada Jerónimo.
Estou a ouvir Jerónimo de Sousa. Confirma-se que os comunistas não vivem numa realidade alternativa. Se não tivesse visto as projecções diria que o PS perdeu para aí metade dos votos e que o PCP teve um resultado histórico
“Com toda a confiança, a CDU avança” cantam os militantes do PCP quando Jerónimo de Sousa entrou na sala
Manuel Monteiro. Apesar da forte aposta em Braga, deverá ficar aquém do resultado de 2005 e bem longe de eleger um deputado como se chegou a pensar.
1. O TGV vai ser bem útil que o Estádio do Algarve
2. O Estádio do Algarve custou muitissimo menos do que vai custar o TGV
3. Passavamos bem sem qualquer um deles
Pior que ter alguém de carácter duvidoso e manipulador como José Sócrates como Primeiro-Ministro, só mesmo ter uma cópia da personagem, Passos Coelho, como líder do PSD e principal “alternativa” de poder.
Como diz o Hélder, nem todos têm o que merecem. Pelo merecido castigo de muitos (cerca de 40% dos eleitores, ao que parece), vão pagar muitos outros.
O PTP continua à frente do POUS. O “efeito Carmelinda” foi chão que deu uvas.
O CDS tem 100% seguro o terceiro deputado. O quarto dependerá dos resultados nas freguesias mais populosas. Continua difícil…
O eleitorado de direita aguarda por um novo discurso. Uma nova abordagem dos problemas. Algo que requer muito estudo, muita preparação, muito tempo e muita paciência.
PSD ganha um deputado ao PS. Resultados finais: 1 deputado para cada um dos três maiores partidos no distrito: PS, PSD e CDU.
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