Poucos meses depois de empossar o governo de Santana Lopes, Jorge Sampaio decide dissolver a assembleia da república por ‘trapalhadas’ não especificadas do governo, desde logo uma justificação leviana para uma acção tão grave. Não se limitou a demitir o governo das tais trapalhadas, o que, a existirem (e o PR a mim não mas comunicou), até se justificaria, uma vez que isso garantiria a continuidade da coligação PSD-CDS. Numa decisão com objectivo único de ajudar o PS, Sampaio dissolveu uma maioria absoluta na AR.
Ainda bem que só agora com Cavaco Silva temos um presidente que atacou o partido político do governo.
Maria João
Concordo completamente. E na altura a maioria no governo era estável. E penso que até mais representativa do que a votação PS actual.
Comentário por Ana Silva Fernandes — Outubro 1, 2009 @ 08:45