Até ao dia 27 de Setembro próximo, a direita portuguesa é intocável. Não se pode criticar, não se pode censurar. Não se pode sequer perguntar o que nos pretende ela fazer, após essa data, com o nosso voto, caso e se vier a conquistar o poder. Expulsar o eng.º do governo é uma missão patriótica e quem se lhe “opuser” comete crime de lesa-pátria. Até 27 de Setembro, despojar o eng.º do poder é o verdadeiro programa do PSD. Depois daí, se o partido ganhar as eleições e formar governo, com ou sem o CDS a tiracolo, logo se verá. Faça-se silêncio pois, e não se perturbem as eminências que, na S. Caetano à Lapa e um pouco por esse país rural fora, têm sobre os seus ombros tão pesada e transcendente responsabilidade.
Julho 19, 2009
27 Comentários »
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mas qual direita? é triste ver que ainda persiste o logro da papa mayzena… ou melhor… se aquela coisa informe e laranjada que é o psd é a direita… Portugal vai continuar f*dido o resto do sec. XXI…
Comentário por caodeguarda — Julho 19, 2009 @ 09:02
Ah ah ah ah ah! É por isso (e por outras razões também) que, no dia 27 de Setembro,o engº, como voc<ê diz,continuará de pedra e cal ao leme deste país.
Comentário por Clara França Martins — Julho 19, 2009 @ 11:01
“Não se pode criticar, não se pode censurar.”
desde que a Drª Manuela Ferreira Leite chegou à liderança do PSD, os Passistas como você, não se tem cansado de criticar e censurar a actual liderança do PSD, juntamente com os xuxas e com o mesmo tipo de argumentario!! Da mesma forma, que os apoiantes da actual liderança do PSD, tem criticado e censurado os Passistas! A liberdade de criticar e censurar tem dois sentidos, era só o que faltava, é que essa liberdade fosse pertença dos Xuxas Passistas! entramos na fase da vitimização Passista…
Comentário por tric — Julho 19, 2009 @ 12:52
“os Passistas como você”
Como diz?
Comentário por ruialbuquerque — Julho 19, 2009 @ 12:55
Rui: “… por esse pais rural fora”?
A que pais se refere?
Cumprimentos. Ana
Comentário por Ana Silva Fernandes — Julho 19, 2009 @ 14:08
O PSD desde os tempos de Cavaco que tem fugido de qualquer ideologia, quase como fugindo da sombra, a Europa passou a ser a receita do PSD e tornou-o naquilo que é:um partido de gestores, que diga-se nem sabem fazer contas. Agora não sei porque se pensa que o PSD venha a ser algo diferente do que tem sido, parece-me um pouco como a lenda de D.Sebastião.
Comentário por lucklucky — Julho 19, 2009 @ 14:24
“Não se pode criticar …”
Claro que se deve poder criticar (e aceitar ser criticado, ja agora)…
E ha muito por onde !
Convém apenas faze-lo com conta, peso, e medida, considerando alguma nuance entre “males” menores e maiores.
“…com o nosso voto …”
Ja pode ser uma nuance importante !…
“… caso …”
Precisamente …
Para além do salutar e necessario confronto de ideias, existe actualmente alguma alternativa “liberal” de voto no PSD ?…
O voto no CDS/PP, a abstenção ou o voto em branco, o voto à esquerda ?…
Comentário por Fernando S — Julho 19, 2009 @ 14:32
lucklucky : “Agora não sei porque se pensa que o PSD venha a ser algo diferente do que tem sido,…”
Se for alguma vez … não vai ser certamente este PSD agora representado pela liderança de MFL !…
É um bom pressuposto !
Comentário por Fernando S — Julho 19, 2009 @ 14:42
Esta semana ficou marcada pelo início de mais um debate nacional, desta vez em trono dos poderes presidenciais. Como de costume, os debates nacionais começam como manobras de manipulação, alguém que não está convencido de que os portugueses vão beber o óleo de fígado de bacalhau da marca Manuela Ferreira Leite achou por bem defender o aumento dos poderes presidenciais para enfrentar a crise política. O argumento não é novo, as crises políticas sempre foram um bom argumento para promover o autoritarismo o que não é novidade, desde há alguns meses s personalidades de direita têm vindo a promover o perfume da ditadura. Com o poder de Belém na manga a solução política encontrada foi a escolha de um pau-mandado para primeiro-ministro e perante o falhanço provável desta estratégia nada melhor do que transformar o semi-presidencialismo, pelo menos enquanto Belém for dirigido segundo o signo de Boliqueime.
Comentário por mariana — Julho 19, 2009 @ 15:02
Não se pode criticar, não se pode censurar. – Rui A.
Eu só posso notar que o Rui A. escreve o mesmo post dezenas de vezes semanas a fio. Quando as mesmas ideias já foram contrariadas, aparentemente sem o convencer, nada há para dizer, senão respeitar a divergência de opiniões e aconselhá-lo a não jogar a carta da vitimização que tanto mal faz ao debate público em Portugal.
Comentário por José Barros — Julho 19, 2009 @ 17:44
Rui,
Obviamente, ninguém vai silenciar ninguém, a menos que permaneça o PS versão socrática no governo, esse sim, com algumas apetências nesse plano.
Não deixa de ser curiosa a tua fixação recente pelo PSD, quando há tanto para analisar no plano do PS, mas enfim, são opções, respeitáveis obviamente.
Ab.
RAF
Comentário por Rodrigo Adão da Fonseca — Julho 19, 2009 @ 18:27
O carácter patético deste tipo de posts tornou-se de tal modo evidente que já enjoa.
Mas, ante o previsível efeito da coisa, só posso aconselhar que continuem a insistir na tecla.
Vão ver o resultado…
Comentário por Tiago Lima — Julho 19, 2009 @ 18:44
Não falar o “mais do mesmo” que aí é vem é que é curioso, RAF. Assim, não se vai lá.
Comentário por Filipe Abrantes — Julho 19, 2009 @ 19:17
“Expulsar o eng.º do governo é uma missão patriótica e quem se lhe “opuser” comete crime de lesa-pátria.”
Caro Rui Albuquerque
Mas se conhece outra tarefa, ainda mais patriótica, não se acanhe, proclame-a e tome a liderança.
Vai ver, que muitos dos que acham patriótico afastar o engº técnico do governo, o seguirão com todo o empenho.
Eu sou um deles.
Quem esteve com o PPD na rua, os anos de 74 e 75, aguenta tudo o que possa ser necessário.
Vamos para a frente.
Quando há um problema grave a resolver, só há duas escolhas possíveis, fazer parte da solução ou do problema.
Qual é a sua?
.
Comentário por Mentat — Julho 19, 2009 @ 19:34
“…continuará de pedra e cal ao leme deste país.”
Ora aqui está um aforismo popular bem adequado ao “engº técnico”:
Uma argamassa de cal chama-se bastarda, e uma parede feita com pedra e essa argamassa, chama-se “ordinária.
A Clara França Martins tem efectivamente o dom da palavra.
.
Comentário por Mentat — Julho 19, 2009 @ 19:41
Rodrigo,
Não tenho qualquer “fixação recente pelo PSD”. A haver alguma “fixação” minha nessa patusca agremiação de políticos e estatistas profissionais, ela é antiga, e poderás encontrar dezenas (centenas?) de textos meus espalhados pelos blogs e até nalguns jornais sobre o tema da direita, do PSD e do CDS. Nesta fase mais recente, a dita “fixação” começou no próprio dia da derrota eleitoral das últimas legislativas, e da prometida e por várias eminências anunciada “refundação” da direita. Prometi que ficaria muito atento ao fenómeno e cá estou, como poderás ler nos muitos post que escrevi nessa altura sobre o assunto.
Posto isto, deixa-me dizer-te que o sentido deste post não era, como me parece que o terás entendido, de ordem pessoal, insinuando que alguém me pretenderia eventualmente “calar”, ou coisa que o valha. Eu não sofro do bacilo do Manuel Alegre, e, por isso, nem me acho “calável”, nem julgo ter estatuto para alguém pretender calar-me, eventualmente desagradado com o que possa por aí andar a dizer. Trata-se, o post, de uma análise linear do que é a atitude típica da direita portuguesa quando lhe cheira a poder: andar tudo caladinho, deixar o “chefe” trabalhar e fazer o mínimo ruído possível, para não incomodar o “chefe” e os seres pensantes que brilhantemente o rodeiam. Obviamente que criticar o “chefe” é uma heresia a que o não passa pela cabeça ao direitista português médio. A tradição da nossa direita, meu caro Rodrigo, é, infelizmente e para nossa desgraça, essa, como certamente concordarás.
Posto isto, deixa-me terminar dizendo-te que, em minha opinião, a atitude normal de um liberal, pelo menos, de um liberal que não esteja politica e partidariamente comprometido (o que, nota, não tem mal nenhum, mas não deixa de ser uma limitação à objectividade) é criticar o poder e ser particularmente exigente para com aqueles que o pretendem exercer em seu nome, ou próximo dele.
Nessa medida, como já escrevi por aí diversas vezes, não tenho, nunca tive, qualquer esperança no eng.º e na sua trupe, que acho deverem ser afastados da governação o mais depressa possível. Agora, por favor, não me peças para analisar o que ele anda a fazer, mais o Vieira da Silva e aquele rapaz pequenino da Defesa, cujo nome não me vem, de momento, à cabeça. Presumo que façam tudo mal, mas deixo essa tarefa a quem a aprecie. Mas já me interessa e preocupa o que os “meus”, como patuscamente alguém chamava por aí à malta do PSD e do CDS, pretendem fazer com o meu voto, na esperança de que eu venha a votar neles, como sempre fiz em trinta e cinco anos de gloriosa democracia. É que, entre outras coisas, não me apetece levar novamente, por daqui a um ano ou dois, com uma nova maioria absoluta do PS, como aconteceu nas últimas legislativas, graças à absoluta incompetência governativa da direita, e ao facto de ter intencionalmente mentido aos eleitores, propondo-lhes um programa de governo que desrespeitou mal lá chegou (lembras-te do que fez, acto imediato e muitíssimo bem, o Miguel Frasquilho?)
Infelizmente, não consegui ainda perceber o que pretende o PSD de Manuela Ferreira Leite fazer no governo. Erro meu, certamente, que sou muito estúpido e preciso que me expliquem tudo direitinho, de preferência a soletrar, como se faz aos deficientes mentais. Mesmo assim, não garanto que perceba, quando a explicação chegar ao fim.
Por mim, a ideia que este PSD me dá, é que é o mais anódino e indefinido da sua história, que não passa de uma aliança muito circunstancial de interesses, aos quais, em boa verdade, a Drª Ferreira Leite é praticamente alheia, e que nem mesmo o de Pinto Balsemão – essa espécie de Olof Palme da Quinta da Marinha – foi tão irrelevante quanto o que agora temos. Esperemos que eu esteja errado e vocês certos, é o que sinceramente desejo.
Abç.,
Comentário por rui a. — Julho 19, 2009 @ 20:10
E dessa mexerufada retira-se a conclusão de que vai (ou aconselha a) votar em quem, rui a.?
Comentário por Tiago Lima — Julho 19, 2009 @ 20:43
Rui,
A questão não é a direita ser intocável. A verdade é que a direita corrói-se sempre por dentro. Porque há sempre uma liberdade de opinião e de expressão muito maior.
), etc, etc, etc…
E isso é uma desvantagem na luta eleitoral. A esquerda ruma sempre para o mesmo lado, com o objectivo fundamental de “lutar contra a direita”, de “tirar a direita do poder”, contra o “neo-liberalismo
Até nos mais pequenos pormenores isso se vê. Vá a um blog de esquerda e tenta apresentar uma ideia discordante, será logo censurado. Aqui toda a gente diz o que quer e o que bem entende. Não deixa de estar correcto, mas tem as suas consequências.
A questão fundamental acho que até é saber onde está a direita em Portugal…
Comentário por Pizarro — Julho 19, 2009 @ 20:50
Ainda não descobriu onde está? É fácil de ver. Está no PS.
Comentário por António Fiúza — Julho 19, 2009 @ 21:33
“Quando há um problema grave a resolver, só há duas escolhas possíveis, fazer parte da solução ou do problema.
Qual é a sua?”
Vejo que faz parte do problema. PSD ou PS são parte do problema. Parece que os últimos 20 anos não ensinaram nada.
Comentário por lucklucky — Julho 19, 2009 @ 21:59
Para quem não percebeu o que é o PSD http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1392372&idCanal=2100
“Proposta para taxar sacos plásticos nas grandes superfícies adiada para a próxima legislatura
19.07.2009 – 07h38 Maria Lopes
A falta de informação das grandes distribuidoras e os problemas técnicos de reciclagem dos sacos de plástico biodegradáveis fizeram com que o PSD tenha desistido, para já, de avançar com a proposta de taxar o uso deste tipo de sacos nas superfícies comerciais.”
…
Comentário por lucklucky — Julho 19, 2009 @ 22:01
Caro Rui,
“Posto isto, deixa-me dizer-te que o sentido deste post não era, como me parece que o terás entendido, de ordem pessoal, insinuando que alguém me pretenderia eventualmente “calar”, ou coisa que o valha”
Longe de mim achar que era essa a intenção do teu post.
“Trata-se, o post, de uma análise linear do que é a atitude típica da direita portuguesa quando lhe cheira a poder: andar tudo caladinho, deixar o “chefe” trabalhar e fazer o mínimo ruído possível, para não incomodar o “chefe” e os seres pensantes que brilhantemente o rodeiam. Obviamente que criticar o “chefe” é uma heresia a que o não passa pela cabeça ao direitista português médio. A tradição da nossa direita, meu caro Rodrigo, é, infelizmente e para nossa desgraça, essa, como certamente concordarás”.
Concordo.
“Posto isto, deixa-me terminar dizendo-te que, em minha opinião, a atitude normal de um liberal, pelo menos, de um liberal que não esteja politica e partidariamente comprometido (o que, nota, não tem mal nenhum, mas não deixa de ser uma limitação à objectividade) é criticar o poder e ser particularmente exigente para com aqueles que o pretendem exercer em seu nome, ou próximo dele”.
Faço minhas as tuas palavras.
“Infelizmente, não consegui ainda perceber o que pretende o PSD de Manuela Ferreira Leite fazer no governo. Erro meu, certamente, que sou muito estúpido e preciso que me expliquem tudo direitinho, de preferência a soletrar, como se faz aos deficientes mentais. Mesmo assim, não garanto que perceba, quando a explicação chegar ao fim”.
É aqui que eu me permito a relembrar-te aquilo que te disse faz um mês. Até ao fim de Julho, inícios de Agosto, o PSD pretende apresentar um programa eleitoral, que seja suficientemente claro mas ao mesmo tempo perceptível para o cidadão médio, com o seu programa de governo. Esse esforço está a ser feito de forma genuína – eu tenho acompanhado os trabalhos na área da saúde, e constato abertura e vontade sincera de proceder a uma análise séria – e merece, por isso, um período de tréguas.
Há um tempo para preparar o programa, e um tempo para o discutir, que é o da campanha eleitoral. Nesta fase, as baterias deviam estar a ser apontadas para quem nos governa, e mal, a um PS a quem ninguém pede “um programa” de governo.
Não é fácil, numa altura em que o lado menos bom do PSD se mobiliza para colocar as pequenas figurinhas do costume em “lugares”, ainda ter de assistir a um processo de degradação de quem tem feito um esforço razoavelmente sério para fugir de uma partidarite algo siciliana.
MFL está sob escrutínio, mas merece a oportunidade de levar o PSD a eleições. Na campanha, aí sim, devem as pessoas aguçar o seu sentido crítico. Até lá, seria bom ver as pessoas que têm alguma independência, e que não andam a reboque de pequenos grupinhos, a darem-lhe algum espaço para se organizar.
É esse o sentido do meu comentário, caro amigo.
Ab.
RAF
Comentário por Rodrigo Adão da Fonseca — Julho 19, 2009 @ 23:39
Manter José Sócrates no poder é mau demais para ser verdade, mas não espero muito melhor do PSD, acreditei neles em 2002, gostei da ideia de choque fiscal, mas depois foi o que se viu, o que lhes custou o meu voto em 2005, nesta altura sinceramente hesito, nas Europeias não votei PSD, nunca votaria em europeístas apoiantes do Tratado que dá má fama à capital do rectângulo, numas eleições para o Parlamento Europeu.
Comentário por António de Almeida — Julho 20, 2009 @ 00:42
É aqui que eu me permito a relembrar-te aquilo que te disse faz um mês. Até ao fim de Julho, inícios de Agosto, o PSD pretende apresentar um programa eleitoral – RAF
Bem, o Rui A. já sabe isso há um mês, quer pelo que o RAF lhe disse, quer pelo que outros comentadores não se cansam de dizer (incluo-me nesse lote). Não o incluo no que direi no resto do comentário, até porque o tenho em bem melhor conta.
A crítica à falta de programa do PSD é misteriosa. Nenhum partido até agora apresentou a sua carta de intenções. Mais: o PSD foi o primeiro, tanto quanto sei, a anunciar uma data para a sua apresentação. E, no entanto, depois de Sócrates e Passos Coelho lançarem a lebre, foi um fartote. Aparentemente, o drama consiste em o programa não ser apresentado duas ou três semanas antes da data programada. Que diferença faz? Ninguém sabe dizer, nem interessa. O que é que une o Pedro Marques Lopes, o Paulo Gorjão ao Passos Coelho, todos eles useiros e vezeiros nessas críticas? Também um mistério. Vá lá que a crítica durará duas semanas ou algo que valha. Até para os homens não se cansarem muito e terem tempo de mudar a cassete.
Comentário por José Barros — Julho 20, 2009 @ 00:59
O problema é não só a falta de credibilidade da MFL como os sucessivos tiros no pé que o psd vem dando com o do “rasgar” e não “rasgar”… como já alguém escreveu aqui o psd é parte do problema, não da solução…
Comentário por caodeguarda — Julho 20, 2009 @ 13:50
Pizarro – “A questão não é a direita ser intocável. A verdade é que a direita corrói-se sempre por dentro. Porque há sempre uma liberdade de opinião e de expressão muito maior.
E isso é uma desvantagem na luta eleitoral. A esquerda ruma sempre para o mesmo lado, com o objectivo fundamental de “lutar contra a direita”, de “tirar a direita do poder”, contra o “neo-liberalismo ), etc, etc, etc…”
A mim parece-me que é exactamente o contrário – nós na esquerda é que temos tendência para nos dividirmos em facções rivais por causa dos assuntos mais insignificantes
Comentário por Miguel Madeira — Julho 22, 2009 @ 10:13
Bem, há casos piores que outros. Os trotskystas são disso o exemplo acabado. Quantas facções existem actualmente? Só em Portugal há pelo menos 3.
ADENDA: São mais que muitas! Vejam aqui
Comentário por Miguel — Julho 22, 2009 @ 10:55