
José Pedro Aguiar Branco, o 5º deputado mais faltoso da actual legislatura, será o cabeça de lista do PSD, pelo Porto, às próximas legislativas. O PSD em busca da verdade.

José Pedro Aguiar Branco, o 5º deputado mais faltoso da actual legislatura, será o cabeça de lista do PSD, pelo Porto, às próximas legislativas. O PSD em busca da verdade.
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Com «amigos» assim quando conseguiremos remover o PS do Governo?
Comentário por Luís — Julho 18, 2009 @ 17:27
“1.Com «amigos» assim quando conseguiremos remover o PS do Governo?”
Mas porque haveria eu de ser seu “amigo”?
Comentário por ruialbuquerque — Julho 18, 2009 @ 23:11
Caro Rui Albuquerque
Eu confesso que não simpatizo especialmente com o Aguiar Branco, mas desconfio que o seu ranking de faltas, se calhar é mesmo sintoma de “Politica de Verdade”.
É que conheço alguns deputados, e um em particular, que até faz parte da “elite” de zero faltas.
Gostava de saber como adquiriram o poder da ubiquidade, para conseguirem tal feito.
Além disso, acho perfeitamente vergonhosa esta contabilização de faltas a representantes eleitos.
Dá-se o poder a 230 cidadãos para legislarem, sobre a tudo e mais alguma coisa que afecta a nossa vida, e não se lhes reconhece o discernimento de saberem, quando e onde devem estar presentes.
Nem a mim, como director de obra de obras públicas empregado duma empresa particular, me controlavam as presenças.
Isto é a funcionalização absoluta do cargo representativo.
.
Comentário por Mentat — Julho 19, 2009 @ 00:33
Isto é a funcionalização absoluta do cargo representativo. – Mentat
Perfeitamente de acordo com o Mentat.
Este post pretende fazer crer que o valor de um deputado se mede pelo número de faltas que acumula. Enfim, estamos perto do grau zero de capacidade argumentativa.
Comentário por José Barros — Julho 19, 2009 @ 01:41
Caro Rui,
Tanto quanto sei, o José Pedro Aguiar-Branco teve actividade política intensa no último ano, que faz com que por vezes não esteja no Parlamento. Aliás, esse é um critério válido para as chamadas faltas justificadas. Ainda esta semana, na terça e na quinta-feira, esteve no Hotel Tivoli a dirigir o Fórum Portugal de Verdade. O que me oergunto é onde ficou o teu espírito de discernimento para separar o trigo do joio. Francamente…
Comentário por Rodrigo Adão da Fonseca — Julho 19, 2009 @ 01:58
” o José Pedro Aguiar-Branco teve actividade política intensa no último ano, que faz com que por vezes não esteja no Parlamento.”
Ó Rodrigo, francamente, digo eu.
Comentário por ruialbuquerque — Julho 19, 2009 @ 06:36
“Este post pretende fazer crer que o valor de um deputado se mede pelo número de faltas que acumula.”
Não brinque comigo, José Barros. Este pos pretende fazer crer apenas que quem é eleito para cargos públicos deve exercê-los.
Cumprimentos,
Comentário por ruialbuquerque — Julho 19, 2009 @ 06:45
Este pos pretende fazer crer apenas que quem é eleito para cargos públicos deve exercê-los. – Rui A.
Quem lhe diz que o Aguiar Branco não exerce as suas funções como deputado? Voltamos ao mesmo, o post usa como critério da qualidade do trabalho do deputado o número de faltas que este acumula. Quem falta muito, não pode nunca ser cabeça de lista. Se o mesmo se aplicasse a Rangel antes de ser líder da bancada do PSD, era menos um político de direita que tem sido muito elogiado por pessoas como o Rui A.
Comentário por José Barros — Julho 19, 2009 @ 17:50
Chulice.
Comentário por Obrigatório — Julho 19, 2009 @ 21:02
“Quem falta muito, não pode nunca ser cabeça de lista.”
Pois claro que não, ora essa!
E, quanto ao Rangel, por acaso ele faltava muito às sessões da AR? Não era ele líder do grupo parlamentar? E foi ele cabeça de lista do PSD pelo Porto? Ou será que se refere à lista das europeias, antevendo que o mesmo Rangel venha a faltar bastante às sessões do PE?
Ele há coisas indefensáveis e inconciliáveis, por mais que se tente fazer a quadratura do círculo, caro José Barros. Tenha lá paciência, mas o lugar de um deputado faltoso, que não suspende sequer o seu mandato para se fazer substituir por quem tenha mais tempo do que ele para aquilo, é o olho da rua e não exactamente a chefia da lista da segunda cidade do País nas eleições seguintes. É à custa de bandalheiras deste quilate que a política portuguesa atingiu o famoso grau zero a que se referia, a outro propósito, alhures por aí.
Comentário por ruialbuquerque — Julho 19, 2009 @ 23:05
E, quanto ao Rangel, por acaso ele faltava muito às sessões da AR? Rui A.
Faltava.
Não era ele líder do grupo parlamentar? Rui A.
Antes de o ser. E não consta que fosse um mau deputado.
é o olho da rua e não exactamente a chefia da lista da segunda cidade do País nas eleições seguintes…- Rui A.
É uma opinião. Não a minha, visto que não vejo os deputados como funcionários públicos e me estou a marimbar para o número de faltas. Importa-me é que eles façam alguma coisa quando lá vão e não que se comportam como animaizinhos amestrados que carregam no botão certo na hora de votar. A meu ver, é esta última coisa e não a primeira que contribui para o grau zero da política. Atender ao acessório e não ao essencial, também.
Cumprimentos,
Comentário por José Barros — Julho 20, 2009 @ 01:07