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	<title>Comentários em: Memória curta</title>
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		<title>Por: José Barros</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2009/07/03/memoria-curta/#comment-53135</link>
		<dc:creator><![CDATA[José Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 17:58:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quem defende a existência de um ministério da economia tem como pressuposto de base a bondade de uma economia dirigida pelo Estado. Isto posto, pondo de lado tal objecção de base, há duas lógicas de actuação de um tal ministério:

a) os benefícios que o ministério atribui às empresas são gerais e abstractos, no sentido de que abrangem - efectiva ou, pelo menos, potencialmente - todas as empresas. 

b) os benefícios que o ministério atribui são atribuídos segundo uma estratégia comercial ou política desenvolvida pelo respectivo ministro que selecciona de entre as empresas existentes no mercado aquelas que devem ser protegidas. 

Manuel Pinho seguiu sistematicamente a estratégia b), transformando-se numa espécie de especulador bolsista com o dinheiro dos contribuintes, passando cheques de acordo com as suas simpatias políticas ou comerciais. Com isso, não só aumentou os níveis de promiscuidade e tráfico de influências existente entre a classe política e a classe empresarial, como, sobretudo, fomentou a concorrência desleal e a cultura do encosto ao Estado. É por isso que o &quot;obviamente demitido&quot; do Público de hoje devia respeitar o mandato de Pinho no seu todo e não o fait-divers de ontem.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quem defende a existência de um ministério da economia tem como pressuposto de base a bondade de uma economia dirigida pelo Estado. Isto posto, pondo de lado tal objecção de base, há duas lógicas de actuação de um tal ministério:</p>
<p>a) os benefícios que o ministério atribui às empresas são gerais e abstractos, no sentido de que abrangem &#8211; efectiva ou, pelo menos, potencialmente &#8211; todas as empresas. </p>
<p>b) os benefícios que o ministério atribui são atribuídos segundo uma estratégia comercial ou política desenvolvida pelo respectivo ministro que selecciona de entre as empresas existentes no mercado aquelas que devem ser protegidas. </p>
<p>Manuel Pinho seguiu sistematicamente a estratégia b), transformando-se numa espécie de especulador bolsista com o dinheiro dos contribuintes, passando cheques de acordo com as suas simpatias políticas ou comerciais. Com isso, não só aumentou os níveis de promiscuidade e tráfico de influências existente entre a classe política e a classe empresarial, como, sobretudo, fomentou a concorrência desleal e a cultura do encosto ao Estado. É por isso que o &#8220;obviamente demitido&#8221; do Público de hoje devia respeitar o mandato de Pinho no seu todo e não o fait-divers de ontem.</p>
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		<title>Por: lucklucky</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2009/07/03/memoria-curta/#comment-53133</link>
		<dc:creator><![CDATA[lucklucky]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 16:32:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[É assim o País, ninguém vai fazer contas do que foi o Ministério Pinho. Quanto se gastou, resultados nada.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É assim o País, ninguém vai fazer contas do que foi o Ministério Pinho. Quanto se gastou, resultados nada.</p>
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