Mr. Popular? Ron Paul Wins Supporters to Fed Sunshine Bill
All of a sudden, Congress is paying close attention to Ron Paul.
The feisty congressman from Texas, whose insurgent “Ron Paul Revolution” presidential campaign rankled Republican leaders last year, now has the GOP House leadership on his side — backing a measure that generated paltry support when he first introduced it 26 years ago.
Paul, as of Tuesday, has won 245 co-sponsors to a bill that would require a full-fledged audit of the Federal Reserve by the end of 2010.
Paul attracted just 18 co-sponsors when he authored a similar bill, which died, in 1983. While the impact Fed policies have on inflation is once again a concern, fears about loose monetary policy and excessive federal spending appear even more widespread in 2009.
“In the past, I never got much support, but I think it’s the financial crisis obviously that’s drawing so much attention to it, and people want to know more about the Federal Reserve,” Paul told FOXNews.com.
With the Federal Reserve holding interest rates at rock-bottom levels, pumping trillions into the economy and now poised to have new powers to oversee the financial system under President Obama’s proposed regulatory overhaul, Paul said lawmakers want transparency.
offtopic: http://news.yahoo.com/s/ap/20090630/ap_on_el_se/us_minnesota_senate
Comentário por Ricardo Sebastião — Junho 30, 2009 @ 23:05
É um primeiro pequeno passo mas muito pouco. Acordem-me quando a outra proposta de lei que ele colocou (para acabar com a FED) tenha metade desses apoiantes. Isso sim seriam progressos no caminho da liberdade, auditar o FED (se passar) vai fornecer muitas páginas de blogs devido à confusão que vai gerar mas sou muito céptico quanto a qualquer tipo de resultado prático que vá sair disto.
Comentário por Nuno Branco — Junho 30, 2009 @ 23:30
O Ron Paul é um bom exemplo de como um partido liberal poderia fazer a diferença em Portugal. Demora o seu tempo? Claro, mas não se muda um regime de um dia para o outro.
Comentário por José Barros — Junho 30, 2009 @ 23:55
O Ron Paul faz parte do partido republicano e perdeu as primárias. Um exemplo de quê exactamente? De como alguém em Portugal podia perder um congresso partidário se fosse liberal?
Comentário por Nuno Branco — Julho 1, 2009 @ 00:17
O Ron Paul faz parte do partido republicano e perdeu as primárias. Um exemplo de quê exactamente? De como alguém em Portugal podia perder um congresso partidário se fosse liberal? – Nuno Branco
O ponto não é que Ron Paul seja um candidato vencedor às primárias do partido republicano, mas sim que, fazendo parte do sistema e jogando o jogo partidário, tenha capacidade de influenciar as políticas desse partido e, consequentemente, a longo prazo, da Casa Branca, como sugere a notícia citada no post.
Esse papel relevante pode ser desempenhado pelos liberais de duas formas: por dentro, ou seja, por uma facção no seio um catch-all party, como o partido republicano, ou por fora, por um partido liberal que funcionaria à direita como o bloco de esquerda funciona à esquerda do espectro partidário português. Mas a forma é de somenos importância; importante mesmo é estar dentro do sistema partidário, apresentar propostas e concorrer a eleições – internas ou externas -, porque é através do jogo político que o efeito de contaminação das propostas relativamente aos outros partidos se torna possível. E com algum sucesso, como demonstra a carreira política Ron Paul nos últimos tempos.
Comentário por José Barros — Julho 1, 2009 @ 01:37
Completamente de acordo. Só um cego não vê a contaminação que o Ron Paul está a dar aos Republicanos e a toda a alternative right. Pensemos no sucesso de glenn Beck, na mudança editoral que, paulatinamente, a fox news está a operar ou na geraçao de ron paulites que, com um trabalho de formiga, estão a tomar conta de estruturas locaise estaduais do GOP. Daqui a 10 anos falamos.
Comentário por terrivel — Julho 1, 2009 @ 02:36
Ron Paul é a única pessoa honesta que existe no congresso dos EUA. Quer acabar com a FED (banco central da américa) que não é mais do que um cartel de banqueiros privados (Rockefeller, Rosthschild, JP Morgan, etc.) que imprimem dinheiro e cobram juros por cada dollar que emprestam ao governo americano. Por isso, os EUA têm uma dívida tão grande. É básicamente um engodo assinado pelo presidente Wolldrow wilson que faz destes banqueiros donos dos EUA, e por consequência de todo o mundo. Não interessa se Ron paul é Republicano ou democrata, a luta é a mesma.
Existem vários documentários que denunciam este esquema:
http://documentaries2bseen.blogs.sapo.pt/29137.html
http://documentaries2bseen.blogs.sapo.pt/20322.html
http://documentaries2bseen.blogs.sapo.pt/12910.html
Estes documentários denunciam todo este engodo; não vale a pena entender de macroeconomia, economia, inflacção ou circulação de moeda porque o que se passa é bastante mais simples;
A FED empresta dinheiro que não existe ao povo americano e cobra juros por isso;
abraço!
Comentário por Peixe Assado — Julho 1, 2009 @ 03:25
Eu percebo essa vontade de termos um Ron Paul português mas o nosso sistema politico e eleitoral não se coaduna muito com “mavericks”. Veja-se casos como Manuel Alegre em que a discordância pontual na AR originou o “festival” que todos conhecemos e até um partido novo.
Daniel Campelo foi expulso da bancada do CDS por ter aprovado um orçamento de Guterres.
Ron Paul por outro lado votou consistentemente contra todos os pedidos de Bush para financiar a guerra no Iraque e teve represálias internas? Não.
Para haver espaço para estes lobos solitários (e decerto haverá alguns no CDS e PSD ainda iludidos com o que o partido é e o que poderá ser) seria necessário primeiro uma reforma do sistema eleitoral. A criação de circulos uninominais seria um excelente começo.
Comentário por Nuno Branco — Julho 1, 2009 @ 09:11
Caro Nuno,
julgo que mais do que a alteração dos circulos eleitorais, que também veria com bons olhos, uma “privatização” dos partidos, passando a ser financiados exclusivamente por receitas de privados e militantes, seria bem mais relevante para criar as condições para aparecerem esses tais lobos solidários, obrigando os partidos a ter uma militância com um substracto mais popular e, portanto, menos refens do cacique, do quadro, da jota ou da aritemética e dança de lugares.
Comentário por terrivel — Julho 1, 2009 @ 13:06
solitários
Comentário por terrivel — Julho 1, 2009 @ 13:09
Já devem ter visto mas de qualquer forma aqui fica: http://www.youtube.com/watch?v=4fTVn2tMI3E
Comentário por Bargeld — Julho 1, 2009 @ 14:43
Eu percebo essa vontade de termos um Ron Paul português mas o nosso sistema politico e eleitoral não se coaduna muito com “mavericks”. Veja-se casos como Manuel Alegre em que a discordância pontual na AR originou o “festival” que todos conhecemos e até um partido novo. – Nuno Branco
Alegre é um péssimo exemplo.
Em primeiro lugar, porque se trata de alguém que teve a oportunidade criar um partido capaz de valer, pelo menos, 5% dos votos e preferiu, ainda assim, sacrificar o seu projecto à unidade do partido. Segundo, porque não é um “maverick”, mas alguém que fez parte do núcleo duro do partido socialista durante dezenas de anos e que apenas se afastou do partido por este não o ter escolhido para as presidenciais, ou seja, por uma questão de ego. Sinceramente, não vejo em que o sistema político português tenha impedido o sucesso de Alegre, muito pelo contrário. A votação nas presidenciais mostra que candidatos não alinhados podem ter muito sucesso, em parte, por más razões que têm que ver com o cansaço e a desilusão que os portugueses sentem em relação aos partidos. É por isso que Alegre com um discurso anti-partidos poderia valer, pelo menos, 5% dos votos em legislativas.
Mas numa coisa concordamos. Num regime como o nosso, aquilo a que impropriamente se chama “carisma” é relevante: os liberais teriam de arranjar alguém “conhecido”. Talvez o Rui Moreira. E também é facto que os círculos uninominais ajudariam, mas não condição “sine qua non”. Muito mais do que isso, o importante seria ter um estratégia razoável, moderada. Nisso o Ron Paul tem tido bastante sucesso.
Comentário por José Barros — Julho 1, 2009 @ 15:43