Francisco Trotskã. Por Paulo Pinto Mascarenhas.
O que deve preocupar é que um partido como o Bloco de Esquerda consegue ser hoje o terceiro partido português no Parlamento Europeu. O linguajar marxista de Louçã – ao contrário da conversa delicodoce social-democrata de Miguel Portas – mostra o que seria o BE no poder: o regresso às nacionalizações, à miséria e ao empobrecimento crescente do país. Pena que muitos dos “jovens” que votam no BE não se lembrem do que foi o PREC. Com o BE a governar seria o regresso do PREC a Portugal em pleno séc.XXI.
Leitura complementar: O elevadíssimo peso da extrema-esquerda em Portugal; A esquerda perdeu as eleições europeias; Os resultados das eleições europeias em Portugal e a ameaça da extrema-esquerda.
[...] foi preciso o Anacleto dar uma entrevista ao “i” para que o Paulo Pinto de Mascarenhas aqui, tivesse tomado consciência de que a esquerda totalitária representa 21% dos [...]
Pingback por Agora choram… « Anti-tretas — Junho 12, 2009 @ 23:10
O que Louçã defendeu na entrevista (a nacionalização dos “monopólios naturais”, embora ele não lhes tenha chamado esse nome) até não é nada de especificamente “trotskista” (e de “totalitário” muito menos) – muitos economistas “mainstream” não são contra isso (o facto de serem “mainstream” não quer dizer que estejam correctos, claro).
Comentário por Miguel Madeira — Junho 12, 2009 @ 23:21
Os eufemismos são parte integrante do discurso do BE. Uma prática muito utilizada nesse espectro político contemporâneo. A ver: http://oreplicador.blogs.sapo.pt/11267.html
Comentário por Filipe Faria — Junho 13, 2009 @ 18:25