Preservativos nas escolas. Por João Miranda.
Não há razão nenhuma para que as escolas não sejam um sítio onde se pensa em sexo, se fala de sexo e se pratica sexo. Seja como for, aos 16 anos, os rapazes não pensam noutra coisa. Aquela professora de Espinho, pelos vistos também não. Poderá haver quem defenda que, perante a juvenilização da escola e do Parlamento, devia haver alguém a desempenhar o papel de educador. Não concordo. Que se eduquem uns aos outros.