O Insurgente

Abril 16, 2009

Era bem pensado

Filed under: Economia,Videos — Miguel Noronha @ 16:31

Treasury Department Issues Emergency Recall Of All US Dollars

O esplendor da demagogia bloquista

Filed under: Comentário,Economia,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 16:14

Pedro Sales no Arrastão

Posso ter andado muitíssimo distraído, mas não me lembro de ter ouvido nenhuma das vozes que agora se levantam contra a possibilidade das finanças cruzarem os dados fiscais dos contribuintes com o valor das suas contas bancárias, insurgir-se quando a Segurança Social passou a exigir o acesso às contas de todos os candidatos ao Rendimento Social de Inserção ou Complemento Social de Idosos. Não há nenhum problema com o levantamento do sigilo bancário quando é para evitar a fraude nos programas sociais para os mais pobres dos mais pobres, mas quando pretende evitar a despudorada evasão fiscal de quem, tendo rendimentos para ter Porches e Ferraris, declara o ordenado mínimo, ai meu Deus, que é uma invasão da privacidade indigna de um país civilizado. Pois é, já me tinham contado.

Eu explico. Quando alguém pede um subsídios alegando preencher determinados requisitos é natural que lhe seja pedida prova do seu cumprimento. No caso de uma acusação de evasão fiscal parece-me natural que seja a exigência da prova seja feita a quem acuse. A propriedade e a privacidade ainda são, felizmente, direitos. Os subsídios ainda não, mas para lá caminhamos. E é natural que os bloquistas sintam alguma nostalgia pelos “tribunais revolucionários”.

Esqueçam a Qimonda

Filed under: Economia,Portugal — Miguel Noronha @ 15:41

Autoeuropa quer entrar em “lay-off” durante um ano

Mr. Biswas em Bruxelas

Filed under: Comentário,Internacional,Livros,Política,União Europeia — André Abrantes Amaral @ 11:56

european-parliament-brussels

À porta do Parlamento Europeu, em Bruxelas, enquanto alguns portugueses esperavam por entrar, um pouco confusos e espalhados por aqui e por ali, um grupo de indianos aguardava também a sua vez. Faziam-no em fila indiana, alguns ajeitavam os cabelos, outros as gravatas. Todos, e aqui eram mesmo todos, deixavam transparecer um nervoso miudinho de quem visita algo (ou alguém) importante. Um grande instituição. O que julgam ser uma casa da democracia, tão necessário para um país com várias línguas, credos e diferenças. Lembraram-me o Mr. Biswas de V. S. Naipaul. Um certo temor de quem conheceu a miséria (social e política), naquilo que esta tem de pior e vislumbra na casa dos outros, nos seus bons alicerces, na sua excelente base, o que queria ter para si. Era temor, admiração e inconformismo. E um certo orgulho, também. O inconformismo e o orgulho que guiaram a vida de Mr. Biswas, até morrer na sua casa onde o sol da tarde batia nas janelas. Há anos que procuro um Mr. Biswas dentro de mim. A busca de uma casa para a minha vida. A insatisfação própria dos inocentes. O respeito inconformado, como sendo dos melhores sentimentos que um homem pode experimentar. Essa minha busca não terminou, mas eu vi Mr. Biswas (e eram muitos) a passar perto de mim à porta do Parlamento Europeu. Havia nobreza e dignidade. Eu reduzi-me à inveja. Foi esta semana em Bruxelas.

“Protecionismo pode ampliar tempo da crise”

Filed under: Economia,Internacional,Política — Miguel Noronha @ 11:46

Entrevista a Tom Palmer no Diário do Comércio (Brasil)

Para Tom Palmer, a duração da crise dependerá das políticas escolhidas pelos governos. “Em primeiro lugar, é muito importante evitar o protecionismo; em segundo, é preciso parar de estimular a economia com a impressão de dinheiro. A crise poderia terminar até o fim do ano, basta lembrar a crise de 1920/21. Do contrário, poderá durar uma década ou mais”, garante. “Enfatizo que a pior coisa que poderia ocorrer agora seria o aumento do protecionismo

“Sem eira nem beira” – Música de intervenção dos Xutos e Pontapés?

Filed under: Blogosfera,Comentário,Cultura,Media,Política,Portugal,Videos — André Azevedo Alves @ 00:47

Não sou, salvo raras excepções (nas quais não se inclui este tema dos Xutos & Pontapés), apreciador de “música de intervenção” mas, face aos muitos pedidos de divulgação, aqui fica.

XUTOS & PONTAPÉS – Sem eira nem beira

Independentemente da vontade dos autores, parece-me que é bastante provável que o tema assuma de facto a natureza de um manifesto anti-Sócrates e tenha uma difusão viral.

Carvalho da Silva já veio dizer que considera a música “uma síntese extraordinária do que são as práticas não só deste Governo, mas de todos os poderes” e é de esperar que os aproveitamentos políticos não fiquem por aqui.

Entretanto, o Miguel Botelho Moniz pergunta no Twitter:

Será que o PM vai processar os Xutos?

Abril 15, 2009

Não deu para mais

Filed under: Comentário,Desporto,Internacional,Portugal — André Azevedo Alves @ 23:00

Faltou sorte, saber e também alguma qualidade mas não era realista (nem justo) pedir mais a quem defrontava aquela que é provavelmente a melhor equipa do mundo: Com a lança do cavaleiro Ronaldo

Quase a frio, marcou um golo admirável. Daqueles que deixam um estádio de boca aberta, de queixo caído. Daqueles que deixam os adeptos ingleses com os dedos bem esticados no ar e os portugueses com os olhos no ecrã gigante – onde dentro de segundos passa a repetição do golo que não estava nos planos. Aconteceu mesmo. E chegou para lançar mais uma equipa inglesa nas meias-finais da Liga dos Campeões. O FC Porto? Bateu-se bem. Culpe-se um exército de outra dimensão.

Ficou no entanto mais uma vez comprovado que o FC Porto é actualmente o único clube português com capacidade para ser competitivo ao mais alto nível europeu.

O progressismo não tolera a liberdade de educação

Filed under: Cultura,Educação,Internacional,Política — André Azevedo Alves @ 22:00

Ou como o financiamento estatal da educação pode ser utilizado como uma ferramenta de imposição da agenda progressista: Un colegio del Opus Dei deja de ser concertado por no admitir a niñas

La Consejería de Educación de Cantabria ha decidido no renovar el concierto del colegio privado Torrevelo, del grupo Fomento de Centros Enseñanza, vinculado al Opus Dei, porque entiende que vulnera la legislación al admitir sólo niños, pero no a niñas.

(…)

La retirada del concierto público a los colegios de educación diferenciada es una antigua reivindicación de los sindicatos y de la asociación de padres de laicos Ceapa, que el pasado mes de febrero denunciaban que había 64 colegios “segregadores” en España subvencionados por administraciones autonómicas. En Cantabria, el único era el Torrevelo. La mayoría está en Cataluña (15), Andalucía (12) y Madrid (9).

El primer gobierno autonómico que retiró el concierto a un colegio por enseñar sólo a niñas fue el de Castilla-La Mancha. Retiró la subvención a un colegio de Ciudad Real adscrito al Opus Dei. La decisión fue recurrida por la patronal de colegios privados Cece ante el Supremo, pero el Alto Tribunal dio libertad a las administraciones educativas para establecer los requisitos sobre admisión del alumnado a la hora de conceder subvenciones.

CR

Filed under: Videos — ruicarmo @ 21:44

Matou o borrego no Dragão. Azar, falta de saber e de sorte para o Porto. Para o ano há mais. Agora, espero mais escorregadelas da melhor equipa portuguesa.

Educação sexual e totalitarismo progressista

Filed under: Educação,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 20:00

Com a aprovação, pela maioria parlamentar, do projecto de lei relativo à aplicação da educação sexual em meio escolar, estamos perante um caso gritante de ditadura da maioria e de utilização do Estado para propagar uma doutrina particular. Ditadura da maioria porque uma maioria parlamentar, seja ela de que dimensão for, se arroga o direito de impor o que deverá ser leccionado em matéria de sexualidade aos filhos de todos os portugueses, mesmo daqueles que consideram profundamente errada e prejudicial a visão sobre a sexualidade que está subjacente aos conteúdos que constam do referido diploma legal.

- Francisco Vieira e Sousa, “Educação Para a Sexualidade: a ditadura da maioria”, in Público, 11/4/09 (via Cachimbo de Magritte).

Paulo Rangel no PE

Filed under: Comentário,Política,Portugal,União Europeia — Bruno Alves @ 16:10

(também publicado aqui)

O que é que levará o PSD a colocar Paulo Rangel como cabeça de lista do partido às eleições europeias? Não que o homem não tenha valor, mas precisamente por o ter: o que é que leva um partido a enviar o seu melhor parlamentar para fora do parlamento (o CDS fez o mesmo com Diogo Feio)? O que é que leva um partido a prescindir de ter na Assembleia da República uma pessoa que, no tempo em que lá esteve, mostrou ser o único capaz de dizer algo que fizesse um mínimo de sentido? Foi por esta razão que eu não acreditei nos rumores de que Rui Rio não queria que Rangel fosse o cabeça de lista do PSD às europeias por ter “ciúmes” do seu “protagonismo”: se o “protagonismo” de Rangel incomodava Rui Rio, o melhor que lhe poderia acontecer seria precisamente ele acabar por ser enviado para Bruxelas, onde estará longe das atenções do português comum. Por isso, mais uma vez pergunto, o que é que leva o PSD a colocar Paulo Rangel como cabeça de lista do partido às europeias? Aproveitar a sua combatividade para, na campanha europeia, manter as atenções sobre as questões nacionais? Talvez, mas perder um deputado de qualidade (tendo em conta a escassez da espécie) é um preço demasiado alto a pagar por isso. Será que Rangel será cabeça de lista, mas regressará ao parlamento português nas legislativas? Se o fizer, será uma tremenda falta de respeito pelos eleitores, o que só o descredibilizará (e ao PSD). Será que o interesse de Rangel pelas questões europeias fez com que ele próprio quisesse ser cabeça de lista? É possível, mas há circunstâncias em que o dever se sobrepõe aos gostos (algo que Durão Barroso nunca percebeu). Ou será que alguém quis mesmo enviar Rangel para bem longe de Portugal? Honestamente, não sei, mas nenhuma das respostas que consigo conceber me parece dar razão suficiente para que o PSD abdique do seu melhor deputado na Assembleia da República.

Esperemos que não se engane (2)

Filed under: Economia,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 15:06

Nas previsões apresentadas no passado mês de Janeiro, para um crescimento de -0.8% o governo calculava que o défice orçamental se situasse em 3.9%. Na mesma altura, a Comissão Europeia previa, para os mesmos indicadores, -1.6% e 4.9%.

Agora, com o Banco de Portugal a prever uma contracção de 3.5% no PIB alguém quer avançar com uma previsão para o défice orçamental? São compreensíveis, pois, os apelos de Vítor Constâncio (que parece só ter acordado para a realidade há cerca de um mês) para o controlo das finanças públicas.

Obrigado, Engº Pinto de Sousa

Filed under: Ambiente,Economia,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 14:50

Incorporação de biocombustíveis provoca aumento do preço do gasóleo

Esperemos que não se engane

Filed under: Economia,Portugal — Miguel Noronha @ 14:36

Cavaco Silva: previsões do Banco de Portugal “não podiam ser mais negativas

Ainda só estamos em Abril e é muito provável que venham a existir novas revisões.

Endivide-se agora, preocupe-se depois

Filed under: Economia,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 11:26

“Cambada de poupadinhos…” de Pedro Santos Guerreiro (Jornal de Negócios)

Consumismo desenfreado, crédito demasiado fácil, famílias sobreendividadas, economia hipotecada. Lembra-se de todas as lições de moral? Esqueça: agora é preciso que gaste dinheiro. Estes economistas estão loucos.

Se quer ajudar a economia, gaste dinheiro. Consuma! Comprar mais um plasma, adquirir um automóvel e jantar fora, se possível duas vezes no mesmo dia, é mais patriótico que apoiar a recandidatura de Durão Barroso. Quem produz precisa de clientes para manter o presente, que diabo! (mais…)

Banco de Portugal assume falhanço do Estado Social

Filed under: Economia,Política,Portugal — Carlos Guimarães Pinto @ 11:18

Portugal tem 2 milhões de pobres Portugal tinha em 2006 dois milhões de pobres, dos quais 300 mil eram crianças, revela um estudo realizado por Nuno Alves, do Departamento de Estudos Económicos do Banco de Portugal (BP). Estes dados vêm referidos num artigo publicado no boletim económico de Primavera do Banco de Portugal e permitem concluir que 56 por cento desses pobres têm entre 15 e 64 anos.

(Fonte: Correio da Manhã)

Depois de quase 40 anos de Estado Social e numa altura em que o Estado já absorve 50% da riqueza criada no país, continuam a existir 2 milhões de pobres. O Estado Social falhou os objectivos a que se propôs. É altura de se pensar em novas soluções.

Caso Quimonda e a história da “toalha ao chão”…

Filed under: Economia,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 09:18

Tavares Moreira

[H]oje mesmo [ie 3ª Feira] foi anunciado que a Quimonda vai dispensar 85% da sua força de trabalho, uns a título definitivo, outros (a maior parte) a título “temporário” por 6 meses… (…) Curiosamente, o período de 6 meses da dispensa temporária termina, em condições normais, logo a seguir às eleições legislativas…Já imaginaram o que se vai passar a seguir? (…) Esta mania das frases ardilosamente construídas para impressionar os pobres agentes da comunicação social é uma das pragas político-sociais do nosso tempo…quase não há político que lhes resista e os actuais inquilinos do executivo são “useiros e vezeiros” nesse vício que os americanos apelidam sugestivamente de “bullshit”…

O petróleo e a importância do mecanismo de preços

Filed under: Economia,Política — Miguel Noronha @ 08:53

“BIC XXI” de Fernando Gabriel (Diário Económico)

O dia 3 de Julho de 2008 fica na história dos mercados: nesse dia o barril de petróleo atingiu os 145 dólares, um máximo absoluto. À espectacular subida do preço seguiu-se uma não menos espectacular queda no final do ano passado.(…) (mais…)

O anti-neoliberalismo como pensamento único

Filed under: Media,Política,Portugal,Teoria — André Azevedo Alves @ 02:00

A era do pensamento único. Por Filipe Faria.

Vivemos na era do pensamento único. Em Portugal, a direita nunca foi de facto liberal; porém, no momento, está moribunda pois não consegue apresentar qualquer proposta que se desvie do pensamento estatizante da esquerda. Enquanto ela se arrasta, nós vivemos sem pluralidade nem contra-freios direccionais. Como consequência, o estado gasta, aumenta a dívida pública, incrementa a dívida externa e hipoteca as gerações futuras que terão eventualmente que pagar a conta.

Segundo o Jornal de Negócios, o peso do estado chegou pela primeira vez na história aos 50% do PIB nacional, o valor mais alto de sempre. Continuar a criticar-se o suposto liberalismo em que vivemos, quando o estado controla 50% da riqueza produzida no país, é a prova de que estamos a viver dentro de uma peça de teatro do absurdo. Logo agora que esse género artístico nem está na moda.

Serão qualidades suficientes para ganhar eleições em Portugal?

Filed under: Política,Portugal,União Europeia — André Azevedo Alves @ 01:30

Rangem os dentes? Por Paulo Pinto Mascarenhas.

Pelo que conheço do ainda líder parlamentar do PSD, Paulo Rangel é um homem sério, de inteligência claramente acima da média e um conhecedor profundo das questões europeias. Serão qualidades suficientes para ganhar eleições em Portugal?

Please do not feed the trolls (3)

Filed under: Blogosfera,Insurgentologia,Portugal — André Azevedo Alves @ 01:20

dont_feed_the_troll

A esquerda está com medo de Santana Lopes

Filed under: Comentário,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 01:00

Face ao decepcionante mandato de António Costa, resta a aposta frentista numa coligação negativa contra Pedro Santana Lopes: Medo… muito medo! Por Nuno Gouveia.

A esquerda está com receio de Pedro Santana Lopes. Depois do mandato desastrado de António Costa à frente dos destinos da Câmara Municipal de Lisboa e da divisão natural da esquerda na capital, ontem surgiu uma petição de “Apelo à Convergência de Esquerda nas Eleições para Lisboa”.

(…)

Mas convém recordar um discurso ainda fresco de António Costa no congresso de Espinho. Numa intervenção muito violenta contra o Bloco de Esquerda, considerou que este é “um partido oportunista que parasita a desgraça alheia e incapaz de assumir responsabilidades”. Caso este cenário se concretize, será interessante analisar a coluna vertebral de António Costa…

Ética, privacidade e deontologia socratete

Filed under: Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 00:40

Privacidade, qual privacidade? Por Paulo Pinto Mascarenhas.

Leio por aí alguns autores que defendem o direito à privacidade de jornalistas e políticos. Concordo, claro, assim essa privacidade seja preservada pelos jornalistas e políticos. Mas quando são os jornalistas e políticos a divulgarem repetidamente, de um modo ou de outro, dados objectivos que deveriam fazer parte da sua privacidade – um exemplo, fazendo com que uma ópera comece atrasada por causa deles próprios – não vejo onde está a violação de qualquer direito que seja.

Discussões sobre ética no país do amiguismo. por João Miranda.

1. Há quem acredite que ética é o que está escrito no código deontológico.

2. Há quem acredite que ética é o que está escrito na lei.

3. Há quem acredite que uma violação ética implica que essa violação terá que ser necessariamente punida por uma autoridade.

4. Há quem acredite que um comportamento é ético porque existem pessoas que têm um comportamento pior.

Estamos a aguentar bem a crise (3)

Filed under: Economia,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 00:27

A culpa não é da “crise internacional”, caro Czar do Rato. Por Henrique Raposo.

O nosso PM vai continuar a dizer que a culpa é da “crise neoliberal”. É mentira. A culpa é, entre outras coisas, de um Estado, o nosso, que consome cerca de 50% da nossa riqueza. Mais: a culpa é, entre outras coisa, de um Estado, o nosso, que não tem justiça a funcionar e que através da sua burocracia destrói os bolsos e a paciência de qualquer empresa.

Do Helder

Filed under: Diversos — Helder Ferreira @ 00:08

Pronto, está bem. Não meti mais fotos que vos desanimem e, já agora, esta até é bem má mas intitula-se Pescadores, Key Largo, Helder 2009.

key-largo-fishing

Enfim. Já esta aqui abaixo intitula-se Amanhecer. (mais…)

Abril 14, 2009

Ilicitam insultivamente

Filed under: Portugal — Helder Ferreira @ 23:41

Ouvia há pouco um tipo dizer que para combater a corrupção é necessário criminalizar o enriquecimento ilícito. O que é isso? Ocorre-me que a corrupção de que se vai ouvindo falar ou “des-provando” à tangente não envolve tráfego directo de riqueza.

Anónimos, mas pouco… (2)

Filed under: Blogosfera,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 23:25

Em Portugal há vários. Por Paulo Pinto Mascarenhas.

Por cá temos vários exemplos, mas destaco com merecida homenagem o já célebre Câmara Corporativa, liderado pelo anónimo “Miguel Abrantes”. Já merecia uma medalha de mérito pelos serviços prestados ao Governo de José Sócrates. Curiosa é a amizade e apoio que recebe de outros blogues escritos por figuras semi-públicas muito próximas do primeiro-ministro lusitano.

Leitura complementar: Lá e cá.

Estamos a aguentar bem a crise (2)

Filed under: Economia,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 23:22

João Miranda, no Twitter:

Pior desempenho económico da Era Democrática. Falta explicar que desempenho económico da ditadura foi melhor que o da Era Democrática.

Sobre a candidatura de Paulo Rangel (2)

Filed under: Comentário,Política,Portugal,União Europeia — André Azevedo Alves @ 22:56

Embora concorde com o Miguel, acho que Paulo Rangel foi uma boa escolha da direcção do PSD para as europeias. Interessante a referência na notícia do Público dando conta que “Paulo Rangel foi acolhido por unanimidade, não sofrendo qualquer tipo de contestação entre a cúpula do partido”.

Presumo que seja uma admissão implícita de que esta anterior notícia do Público (aqui comentada) foi ou uma pura invenção ou uma grosseira manipulação. Duvido que tal venha a acontecer, mas impunha-se um esclarecimento público por parte dos responsáveis pela notícia.

Sobre a candidatura de Paulo Rangel

Filed under: Política,Portugal,União Europeia — Miguel Noronha @ 22:21

Sinceramente, custa-me que o queiram desterrar para um casa de tão má fama. No entanto, terá o meu voto.

Paulo Rangel + Vital Moreira

Filed under: Política,Portugal,União Europeia — Carlos Guimarães Pinto @ 21:57

70% de abstenção

Os homicídios “modernos” em Portugal

Filed under: Justiça,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 20:00

Anatomia do crime. Por J.M. Coutinho Ribeiro.

Antes, o crime violento era uma forma de lavar a honra ou de salvaguardar a propriedade. Um impulso que, mais tarde, trazia arrependimento. Era o tempo em que o homicida não reagia quando perante a autoridade. E assistia ao seu julgamento de cabeça baixa.

Agora, o crime violento é um modo de vida, calculado, organizado em bando que age com frieza e não se arrepende, porque não distingue o bem e o mal e não se ensaia nada em disparar contra a autoridade. E que encara os seus julgadores com a arrogância de quem sente que detém o supremo poder de ditar quem vive e quem morre.

Mais do que concluir se há mais ou menos crimes violentos, o que importa é perceber que o crime mudou. E que exige novas respostas. Antes que se torne ingovernável.

Graçolas de oportunidade*

Filed under: Diversos — Rodrigo Adão da Fonseca @ 19:32

* Título descaradamente roubado ao RMD

O Carlos Santos afirmar que, e cito, “o Moreira Ramalho (…) é assim um miúdo (…) absolutamente desprovido (…) de capacidade para compreender como se locomover sem caír de 4 a bajular alguém” é o mesmo que ver a Cicciolina a defender a monogamia.

PS: Alguém me explica o que o Carlos Santos quer dizer com a expressão, ”dizem que tenho o pavio curto“? Será que li bem?

Por Tutatis, cheira-me a arenque fumado!

Filed under: Blogosfera,Insurgentologia — Miguel Botelho Moniz @ 19:15

acidonitrix

A esquerda trauliteira ainda se aguenta; mas a esquerda trolliteira ultrapassa todos os limites.

Acho que o nosso PM devia tomar posição sobre o assunto

Filed under: Internacional,Política — Miguel Noronha @ 17:35

bo

(via 31 da Armada)

Estamos a aguentar bem a crise (*)

Filed under: Economia,Portugal — Miguel Noronha @ 16:10

Público

O Banco de Portugal reviu hoje em baixa a previsão para a evolução da actividade económica em 2009, antecipando agora uma contracção de 3,5 por cento no Produto Interno Bruto (PIB).

A instituição liderada por Vítor Constâncio revê assim em forte baixa a sua anterior estimativa que, tal como o Governo, previa uma contracção de apenas 0,8 por cento.(…)

A confirmarem-se estes valores, em 2009, a economia portuguesa entrará na recessão mais forte desde 1974 depois de no ano passado a economia já ter estagnado.

Para esta forte revisão do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) contribuiu decisivamente a forte alteração das estimativas do Banco de Portugal em relação ao consumo das famílias. De facto, nas anteriores projecções, o banco previa um crescimento de 1,4 por cento no consumo privado, prevendo agora uma queda de 0,9 por cento

(*) Pelos menos foi há tempos garantiu o Engº Pinto de Sousa

Recuperação económica no sector não-regulado

Filed under: Economia,Política,União Europeia — Miguel Noronha @ 12:20

EU Observer

While just about every part of Europe’s economy is shrinking in the current recession, one sector – the black market – has started to grow, according to fresh research in Austria.

The “shadow economy” – which includes untaxed trade in goods and services, such as cash-in-hand construction work or car repairs, but excludes serious crime such as illegal drugs and prostitution – is predicted to expand by 0.3 to 0.9 percent this year in 14 rich EU states, which are also members of the OECD.(…)

The turnaround comes after 15 years of decline in black market activity and occurs at a time when the legitimate EU economy is expected to contract by two percent.

The research gathers together motivating factors such as rising taxation, unemployment and mistrust in the state as well as direct indices such as demand for cash from banks and trends in the use of electricity.(…)

The size of the shadow economy varies from region to region. In northern Europe and Scandinavia it represents between 10 and 18 percent of official GDP. In Mediterranean countries such as Portugal and Italy, the sector makes up 20 to 25 percent.

Alguns mitos e erros sobre o nuclear

Filed under: Ambiente,Economia — Miguel Noronha @ 12:00

Post de António Jardim no De Rerum Natura

– O desastre de Chernobyl pode repetir-se?

Sim, mas apenas num dos 11 reactores tipo RBMK ainda em funcionamento, embora actualmente tenham sido feito vários progressos na sua segurança. Os reactores do conceito inicial americano, canadiano ou europeu são dotados, ao contrário do de Chernobyl, de um contentor exterior de betão armado, com mais de 2 m de espessura, projectado para resistir ao impacto directo de um Jumbo 747 e para impedir fugas de radiação em caso de acidentes graves. Por isso o acidente de Three Mile Island, semelhante ao de Chernobyl, não libertou quantidades significativas de radiação para as populações (havia 25.000 habitantes num raio de 10 km, que não precisaram de ser evacuados).(…)

– O custo principal duma central nuclear é o combustível?

Não. O custo do combustível normalmente não ultrapassa os 10% dos custos totais. Os custos principais são a amortização e juros do investimento, seguidos dos de encerramento da central em fim de vida. Um custo que por vezes não é tido em conta (quando é pago só pelo Estado), mas que pode atingir valores unitários elevados no caso de poucas centrais, é o incremento obrigatório do órgão público de regulação para o adequar à nova função. Este custo, no entanto, é muitas vezes cobrado ao operador sob a forma de impostos, taxas, etc. Há também que não esquecer os custos de gestão do combustível usado e, muitas vezes, o reforço importante das linhas eléctricas etc.(…)

– A questão do tratamento e deposição do combustível nuclear e outros materiais irradiados está correctamente resolvida?

Não. Embora tenha havido alguns (poucos) progressos a questão subsiste. Ainda não há processo aceitável para neutralizar os resíduos radioactivos, alguns dos quais com períodos de decaimento (meia-vida) superiores a 10.000 anos. Claro que há materiais recuperados, mas a maior parte é depositada em contentores próprios em cavernas ou minas de sal gema desactivadas, aguardando uma solução futura.

Sobre a situação na Tailândia

Filed under: Internacional,Política — Miguel Noronha @ 10:59

Leiam o que escreve o Miguel Castelo-Branco no Combustões.

Notícia surpreendente do dia

Filed under: Internacional,Política — Miguel Noronha @ 10:29

Coreia do Norte rompe negociações e reactiva instalações nucleares

« Página anteriorPágina Seguinte »

Tema: Rubric. Blog em WordPress.com.

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Join 342 other followers