O Insurgente

Abril 23, 2009

Processos TVI

Filed under: Política,Portugal — LT @ 10:21

Não fosse José Sócrates ter já afirmado que tem “pouco jeito para servir de vítima” e até poderiamos pensar que estes processos que lhe vão ser movidos calham mesmo bem, porque sempre ajudam a que não se fale nos 4% de queda do PIB, nos quase 10% de desemprego, nos 5% de défice ou na ausência de perspectivas de melhoria para 2010.

O optimista e os traidores da Pátria

Filed under: Política,Portugal — Miguel Noronha @ 09:58

Carlos do Carmo Carapinha sobre a entrevista de José Sócrates

Ficou (…) patente que José Sócrates pretende levar até às últimas consequências a sua pueril e patética doutrina: quem ousar criticar as respostas do governo à crise; quem denunciar práticas duvidosas da administração fiscal ou central; quem puser em dúvida as certezas que habitam a alma do primeiro-ministro e dos seus ministros, está invariavelmente ao serviço do «pessimismo», do «bota-abaixismo» e, no limite, da «calúnia». Ao pé dele, ninguém – jornalistas, comentadores, «analistas políticos», Zé Povinho – pode confrontá-lo com o país real ou com o real estado do país. Na sua santa e comovente crença, José Sócrates acha-se o melhor. Perante o picaresco queixume do povo, José Sócrates jura-nos que está a fazer tudo o que está ao alcance do melhor dos mortais. Este cerimonial dogmático, saturado de bondade e magnanimidade, exige, na prática, um silêncio de igreja a todos (incluindo jornalistas). Qualquer barulho será próprio dos que o querem derrubar de forma gratuita e ressabiada. O homem é, está visto, um santo.

Os objectivos desta estratégia roçam o prosaico: desqualificar o «maldizente», empurrar o «pessimista» para o grupo dos «miserabilistas» e dos «velhos do Restelo», negar até à exaustão uma evidência: antropologicamente, a postura do optimista de serviço nunca foi causa de desenvolvimento social e económico. Por uma razão clara e, também ela, prosaica: o optimista tende a desvalorizar as evidências e a mascarar a verdade. Coisa que este primeiro-ministro tem feito até à exaustão e de forma artificiosa. No dia da queda, a coisa não vai ser nada bonita

No gira-discos

Filed under: Videos — ruicarmo @ 08:10

The Moneymaker, Rilo Kiley.

27 de Abril no Porto: lançamento do livro “O Estado do Estado”, de Paulo Rangel

Filed under: Agenda,Livros,Política,Portugal,Teoria — André Azevedo Alves @ 01:30

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Lançamento do livro O Estado do Estado, de Paulo Rangel: 27 de Abril, às 21.00, no Salão Árabe do Palácio da Bolsa, no Porto.

Hoje em Lisboa: lançamento do livro “Perceber a crise para encontrar o caminho”, de Vítor Bento

Filed under: Agenda,Economia,Livros,Política,Portugal,Teoria — André Azevedo Alves @ 01:23

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O Irão que se cuide…

Filed under: Comentário,Internacional,Media,Política — André Azevedo Alves @ 00:49

Com os problemas internos a agravarem-se e a inépcia da administração Obama a tornar-se cada vez mais evidente (excepto, claro, para a maioria dos media europeus que continuam acefalamente seguidores do obamismo), é bom que os governantes do Irão levem estes avisos a sério. Especialmente tendo em conta a conhecida (e comprovada) abordagem clintoniana de utilizar as acções militares externas para consolidar o apoio político interno em tempo de dificuldades.

Real hope

Filed under: Internacional,Política,Sondagens — André Azevedo Alves @ 00:44

60% Say Government Has Too Much Power, Too Much Money

Most Americans Say Bailouts Were Bad Idea, Political Class Disagrees

51% View Tea Parties Favorably, Political Class Strongly Disagrees

O caminho para o PS: esconder Vital Moreira (3)

Filed under: Media,Política,Portugal,União Europeia — André Azevedo Alves @ 00:26

Controlo de danos. Por Helena Matos.

Como Vital perdeu o debate assistimos a uma estratégia de controlo de danos que nos próximos dias vai andar à volta disto:

a) apaga-se o candidato Vital quando se fala das Europeias

b) afirma-se repetidamente que a campanha está marcada pela gritaria e pela agressividade

c) não se escreve uma linha sobre o acerto ou desacerto de Vital Moreira para candidato socialista

d) e sobretudo Sócrates não é posto em causa pelo fraco desempenho de Vital Moreira

Leitura complementar: O caminho para o PS: esconder Vital Moreira.

Abril 22, 2009

E agora Pavio Curto?

Filed under: Blogosfera,Cartoons — Helder Ferreira @ 22:49

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A intolerância de Fernanda Câncio

Filed under: Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 21:00

Eduardo Cintra Torres, comentando as prestações televisivas de Fernanda Câncio na TVI 24:

Câncio consegue a proeza de estragar um programa com quatro à volta de uma mesa. Como Santos Silva, mostra-se incapaz de ouvir o outro e aceitar ideias alheias. Revela ao vivo na TV a mesma intolerância que transpira da sua opinião no DN e dos posts em blogues, nestes roçando a má-criação. Acresce que, inesperadamente ou não, ela se tem apresentado no programa, qual Correia de Campos ou Santos Silva, como defensora das posições do PS-Governo. Numa emissão recente, alinhou com a “campanha negra” de Sócrates e Santos Silva a respeito do Freeport, acusando, sem apontar quaisquer falhas factuais, os colegas jornalistas que têm investigado ou noticiado o caso. Câncio transformou-se na menina mimada do regime socretista.

Leitura complementar: Como diria Kraus…

A propensão da esquerda ao delírio de virtude

Filed under: Cultura,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 20:00

“Apesar de…” Por Paulo Tunhas.

Sempre me interessou muito esta fórmula “apesar de seres de direita”, que ouvi vezes sem conta. Por acaso, ainda no outro dia, ao jantar com um casal amigo – esses do tempo do paleolítico (inferior) -, o tema tinha vindo à baila, e discutiram-se exemplos concretos, com amplo proveito. Confirmei mais uma vez, à pala de um caso que me respeitava, que quando o visado não se encontra presente e a sua, por assim dizer, fisionomia política é apresentada aos outros, ele deixa de ser de direita e passa a incluir-se na “extrema-direita”.

(mais…)

Parecer e ser

Filed under: Cartoons,Cultura,Economia,Educação,Teoria — ruicarmo @ 19:50

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Fonte: xkcd

Henrique Aron (ou Raymond Raposo)?

Filed under: Livros — André Abrantes Amaral @ 18:19

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Sai esta sexta-feira, o livro do Henrique Raposo. A não perder.

Sobre a extensão da escolaridade obrigatória

Filed under: Comentário,Educação,Nanny State Watch,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 16:55

Num governo que governa para as estatisticas e que acha que cosegue mudar comportamentos por decreto, é perfeitamente natural que ache que a extensão da escolaridade obrigatória para 12 anos nos vai tornar mais “educados” e “competitivos”. As escolas e o sistema de ensino vão ser os mesmos e até o ME, perante os resultados dos exmes e provas de aferição é obrigado a reconhecer o fraco desempenho das escolas públicas. Se já é difícil garantir a disciplina de criancinhas mais novas, imaginem o que vai acontecer com criancinhas maiores (com mania que já são adultos) e que não desejam e/ou têm vocação para o estudo?

Mas interessa ver também o lado positivo da medida. Atrasa-se a entrada no mercado de trabalho de alguns milhares por mais algum tempo e arranja-se trabalho para mais alguns professores. E, não esquecer, a Ministra da Educação e o Primeiro-Ministro vão ter mais umas estatistias favoráveis para apresentar. Não se preocupem, os “chumbos” continuarão a ser desencorajados.

A culpa é dos outros

Filed under: Economia,Internacional,Portugal — Miguel Noronha @ 15:08

fmi09

Conforme se pode ver no quadro (*) acima (clicar para ampliar), em 2009 ficamos abaixo da média e da mediana da zona euro em termos de crescimento do PIB. Para 2010 o FMI prevê que metade dos países da zona euro e quase todos as restante economias desenvolvidas terão já crescimento positvo. Para Portugal a previsão é de -0.5%.

(*) desonestamente “roubado” ao Jorge Assunção

O candidato 2 em 1

Filed under: Comentário,Política,Portugal — João Luís Pinto @ 14:58

Soviet Order of the Red Banner Hero of Labour

Pela amostra parece que com Vital Moreira o PS ganhou (?) um cabeça de lista às eleições europeias, e simultaneamente o acesso a todo um manancial de oportunos pareceres jurídicos.

Contudo, o parecer parece-me neste caso bastante duvidoso e precipitado. É que quer o vídeo difamatório, por inadmissibilidade deste como prova, dificilmente redundará na condenação por difamação dos seus intervenientes, como a possibilidade de a sua difusão poder constituir um novo crime separado de difamação é mais do que discutível (já para não dizer perigosa).

Como tal, seria da mais elementar prudência (que se esperaria de alguém com o estatuto de Vital Moreira, não estivesse porventura entretido com causas mais prosaicas) que essa possibilidade não fosse anunciada com a certeza taxativa e ex catedra com que o fez.

Leitura adicional: Ironia, injúrias e vídeo.

Novas previsões do FMI

Filed under: Economia,Portugal — Miguel Noronha @ 14:46

As últimas previsões do FMI apontam para uma contracção de 4.5% do PIB (4.2% para a zona euro) e 9.6% para a taxa de desemprego em 2009 (11% em 2010!).

Depois das revisões em forte baixa do Banco de Portugal e do FMI aguarda-se a versão do governo.

Antes e depois da crise

Filed under: Colunas,Comentário,Economia,Media,Política,Portugal,Semana Política — Bruno Alves @ 14:17

Os tempos estão bons é para os crisólogos. As fábricas fecham, as empresas entram em falência, os trabalhadores são despedidos. Mas quem é pago para falar da “crise” vive tempos de bonança. Nos telejornais, não há dia em que não haja uma reportagem sobre como “as pessoas normais” reagem à crise. Tal como não há dia em que a crise não seja apresentada como a causa de tudo. E tal como não há ninguém que não avance a sua “explicação” para a dita. Eu próprio exerço sem grande pudor a minha função de crisólogo de bancada (se algum jornal, orgão de comunicação social ou dona de casa quiser recorrer aos meus serviços, estou à vossa disposição).

Seguindo o espírito do tempo, o Presidente do Banco de Portugal veio há dias anunciar que prevê uma queda de 3,5% do PIB, este ano, em Portugal. Naquele papel servil de aguadeiro do Governo que tanto parece apreciar desempenhar, Vitor Constâncio disse também que Portugal não poderá recuperar crescimento económico enquanto a conjuntura externa não melhorar. O Governo, claro, agradece sempre que alguém vem dizer que o agravamento das condições de vida que os portugueses vão sentir nos próximos tempos não são culpa da sua política, mas “crise” e dos problemas dos outros (“Portugal não está isolado”, lembram-nos, como se antes não tivessem dito que o país passaria incólume pela tempestade global). Mas esquece-se que a “crise” e os problemas dos outros não explicam os problemas que afectavam o país antes da crise, nem serão responsáveis pelas dificuldades que continuaremos a enfrentar muito depois da crise deixar de incomodar os outros.

Há uns anos, enquanto a dra. Ferreira Leite, louvada seja, andava a fazer os possíveis e impossíveis para controlar o défice, Jorge Sampaio disse que “havia vida para além do défice”. Agora, quando todos falam da crise, e a crise serve de justificação para tudo, convinha que alguém viesse lembrar que havia vida antes da crise, que continuará a haver vida depois da crise, e que ela já era difícil antes da crise começar, e continuará a ser difícil depois dela passar. Não foi a crise que fez com que o Estado português consuma metade da riqueza produzida pelos cidadãos. Não foi a crise que fez com que qualquer pessoa ou família esteja seja obrigada a endividar-se para a vida inteira, porque não tem alternativa a comprar casa. Como não foi a crise que fez com que, apesar de o Estado cobrar cada vez mais impostos, estes continuem a ser insuficientes para cobrir as imensas despesas do Estado (ao mesmo tempo que estas continuam sem garantir que os serviços que financiam funcionem como deve ser). E claro, quando a crise passar, continuará ser difícil arranjar emprego em Portugal; muitos portugueses continuarão sem acesso a bons cuidados de saúde; o Estado não deixará de obrigar um número cada vez menor de pessoas a abrir mão de uma parte cada vez maior do seu rendimento, para financiar as pensões (cada vez mais pequenas), de um número cada vez maior de reformados. Quando a crise passar, e outros países começarem a ver a sua economia a crescer, por cá, a crescer, só mesmo os problemas.

Há dias, a líder do PSD veio dizer que o Governo não está a responder bem à crise. Tem razão. Mas bom seria que esse fosse o único problema. Não é. Outro bem mais grave, é o de o Governo, antes da crise, não ter resolvido os problemas que então já existiam, deixando assim que se criassem problemas ainda mais graves, que, no futuro, teremos de enfrentar em ainda menos condições de o fazer. Este sim, é o grande falhanço deste Governo, e, isto sim, é algo que é preciso que as pessoas percebam até Outubro.

Uma medida anti-corrupção eficaz

Filed under: Economia,Política,Videos — Miguel Noronha @ 10:31

“Does Big Government Breed Corruption and Sleaze?” de Daniel J. Mitchell (Cato@Liberty)

Para que serve a supervisão?

Filed under: Comentário,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 10:21

Se o responsável pelo organismo que supervisiona o sistema bancário (*) confessa que uma fraude da dimensão da do BPN só consegue ser detectada com acesso a “inside information” é tempo de perguntarmos qual a utilidade do Banco de Portugal e se quem pede um reforço da supervisão não estará gravemente iludido.

(*) E ao contrário de outras entidades de supervisão estatal como o TdC ou a IGF é uma entidade especializada no tipo de organismos que supervisiona…

Isto está a ficar perigoso… (2)

Filed under: Ambiente,Nanny State Watch,Política,Religião — Miguel Noronha @ 10:04

“O Eco-Capitalismo” de Fernando Gabriel (Diário Económico)

promíscua de ideologias antagónicas: o eco-capitalismo. Se a esquerda esperava que a crise financeira de 2008 fosse o 1989 do capitalismo, pode desiludir-se: a crise financeira não será a ruptura que anuncia novas utopias. Ainda assim, a porta entreaberta do eco-capitalismo permite antever um mundo perturbante em formação. Paradoxalmente, o choque civilizacional decorrente da incorporação de elementos ideológicos ecologistas pode ser maior do que a adaptação do capitalismo ao marxismo. Isto porque o marxismo envolve uma utopia libertária, onde o proletariado assume o papel de redentor da humanidade, enquanto que no cerne do ecologismo está um culto pagão da natureza, que encerra uma visão distópica e anti-humana do mundo, e que se traduz na negação do carácter excepcional do homem – um elemento distintivo da doutrina cristã, basilar na civilização ocidental. (mais…)

Como noticiar um duplo homicídio de Obama

Filed under: Internacional,Media,Política — André Azevedo Alves @ 02:00

Media Having Trouble Finding Right Angle On Obama’s Double-Homicide

More than a week after President Barack Obama’s cold-blooded killing of a local couple, members of the American news media admitted Tuesday that they were still trying to find the best angle for covering the gruesome crime.

(…)

So far, the president’s double-homicide has not been covered by any major news outlets. The only two mentions of the heinous tragedy have been a 100-word blurb on the Associated Press wire and an obituary on page E7 of this week’s edition of the Lake County Examiner.

While Obama has expressed no remorse for the grisly murders—point-blank shootings with an unregistered .38-caliber revolver—many journalists said it would be irresponsible for the press to sensationalize the story.

Falta de sal

Filed under: Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 01:42

A torto e a direito. Por Tiago Moreira Ramalho.

Deixando os paninhos quentes num outro lugar, a verdade é que Fernanda Câncio não tem capacidade intelectual para acompanhar o Francisco José Viegas. Lembro-me do programa em que se discutiu o sal do pão e enquanto o Francisco sustentava que era errado este limitar de liberdades, a Fernanda dizia que quem quer pão salgado mete sal em casa. Acho que me faço entender.

O impacto internacional da saída de Fernanda Câncio da TVI 24

Filed under: Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 01:30

Um rigoroso exclusivo (presumo) do Inimigo Público: Indústria marroquina do cabedal desiludida com saída de Fernanda Câncio da TVI 24

A indústria marroquina de casacos de cabedal manhoso que patrocinava e vestia Fernanda Câncio está consternada com a saída da jornalista do “A Torto e a Direito” da TVI 24, por não se sentir confortável com o rumo do programa.

“Não percebemos porque razão não estava satisfeita com o rumo do programa. Praticamente só ela é que falava”, explicou ao IP um industrial marroquino.

“Tea bagging” vs. “tea parties”

Filed under: Cultura,Internacional,Media,Política — André Azevedo Alves @ 01:12

OBAMA’S RECIPE FOR CHANGE NOT MY CUP OF TEA. Por Ann Coulter.

I had no idea how important this week’s nationwide anti-tax tea parties were until hearing liberals denounce them with such ferocity. The New York Times’ Paul Krugman wrote a column attacking the tea parties, apologizing for making fun of “crazy people.” It’s OK, Paul, you’re allowed to do that for the same reason Jews can make fun of Jews.

(mais…)

Como diria Kraus…

Filed under: Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 01:03

A TONSURA DESTES DIAS. Por masson.

a prosa oratória da sra. Câncio só é perfeita (e consumida) por quem já está disso convencido. Os encómios aos seus textos “testiculares” surgem, curiosamente, da maioria de adeptos das tais causas fracturantes, que (sem inocência) trocam a melíflua nutrição da sua prosa, pretensiosamente radical, que lhes reverdece a alma e lhes adoça a vida privada, pela pouca original atitude de cedência face ao exame do poder autoritário e de pensamento único que tudo corrompe – e que sublimam para o dia de finados. Com ou sem declaração de interesses, a questão em debate não permite esquecer a ostentada (e medíocre) propaganda que se observa e é total. No resto, a converseta é estimulante e, até mesmo, imperiosa. Porque os tempos do jornalismo estão “feios” e a causa “corrompida pela língua”, como diria Kraus. E assim o cremos!

(via João Gonçalves)

Abril 21, 2009

O caminho para o PS: esconder Vital Moreira (2)

Filed under: Política,Portugal,União Europeia — André Azevedo Alves @ 23:17

O que fazer com Vital? Por Nuno Gouveia.

O debate de ontem à noite não foi grande coisa, isso é verdade. Mas um aspecto ficou esclarecido com a prestação dos cinco cabeças de lista: Vital Moreira é um grave erro de casting do Partido Socialista, tendo evidenciado uma total ausência de estofo político para este combate. Mas agora o que pode fazer o PS?

(…)

Nos lugares elegíveis resta um nome com peso político e notoriedade: Correia de Campos. Mas depois da “popularidade” que almejou durante a sua estadia no Ministério da Saúde, este é um dos que o PS mais deseja esconder…

Leitura complementar: O caminho para o PS: esconder Vital Moreira.

Holocaust Memorial, Miami, Florida

Filed under: Diversos — Helder Ferreira @ 22:37

hol-miami

hol-miami-2

Momento de ir embora

Filed under: Comentário,Justiça,Política,Portugal — ruicarmo @ 21:34

Sócrates explica os processos judiciais da literatura. Alguém sabe se a vitíma, processou Charles Smith?

Adenda: Amanhã, a TVI irá anunciar as medidas que tomará em relação às declarações de José Sócrates, sobre o jornal das sextas daquele canal. Isto vai ficar animado.

Momento zen

Filed under: Comentário,Media,Política,Teoria — ruicarmo @ 21:32

Sócrates diz que esta crise precisa de ser olhada com humildade.

Sócrates analista

Filed under: Comentário,Media,Política,Portugal — ruicarmo @ 21:29

Sócrates diz ao José Alberto Carvalho que deixa isso -uma questão-para os analistas fazerem o seu trabalho. Momentos depois, sobre os problemas resolvidos, analisa os ciclos económicos do passado.

Responde antes que te perguntem

Filed under: Comentário,Media,Portugal — ruicarmo @ 21:26

Judite de Sousa está distraída. Faz perguntas a José Sócrates que este já respondeu. Mas a jornalista relembra-O que é a primeira vez que a formula.

Prioridade do investimento público segundo Sócrates

Filed under: Economia,Media,Política,Portugal — ruicarmo @ 21:19

Auto-estradas, , TGV, aeroportos (Beja e deserto) Energia, banda larga e escolas.

O “jornalismo de causas” da CNN (2): Bush = Hitler e Obama = Hitler

Filed under: Internacional,Media,Política,Videos — André Azevedo Alves @ 20:00

Susan Roesgen CNN: Bush Hitler OK Obama Hitler NO?!?!

Yes we can!

Filed under: Economia,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 15:48

“Defice orçamental pode chegar a 7 ou 8% do PIB? Tranquilamente, é a resposta” de Tavares Moreira (Quarta República)

Já ontem, defrontado com a acentuadíssima queda das receitas correntes do Estado, em mais de 11% no 1º trimestre do corrente ano, o Ministro us[ou ] expressão enigmática “a receita está sob controlo”…(…) Estou em crer que o Ministro, nesta altura dos acontecimentos, prefere esperar para ver o que acontece e nomeadamente se acontece…algum milagre que salve o Orçamento/2009 de uma profunda revisão. (…) Tal como as coisas estão neste momento, não me parecendo fácil que melhorem nos trimestres mais próximos, a eventualidade de uma quebra de receita da ordem de grandeza (em %) da verificada até agora poderá significar qualquer coisa como 6 mil milhões de Euros a menos no Estado Central – serviços integrados e serviços e fundos autónomos. (…) Teríamos pois cerca de 3,6% a adicionar na relação défice orçamental/PIB, o que, considerando o défice previsto oficialmente de 3,9% do PIB (não esquecer ainda a esperada contracção nominal deste), colocaria o défice em pelo menos 7,5% do PIB. (…) Se acrescentarmos as inevitáveis derrapagens cíclicas na despesa, designadamente nas despesas sociais (estas até beneficiando do aplauso geral), facilmente se chegaria a 8% do PIB ou mesmo mais.(…) Em minha modestíssima opinião, o Governo só teria a ganhar se neste caso reconhecesse sem demora e com toda a abertura e frontalidade a excepcionalidade da situação, avançando uma proposta de OE Suplementar que traduza a nova realidade em que nos encontramos.

Realidades (políticas) paralelas

Filed under: Blogosfera,Política,União Europeia — Miguel Botelho Moniz @ 15:36

Escreve o João Galamba:

«(…) este debate também torna evidente que o PSD e o CDS não sabem discutir a Europa enquanto realidade política autónoma. Ou melhor, que não têm nada de interessante e relevante para nos dizer sobre o tema. (…) gostava de ver o candidato do PS num debate a três, com os partidos à sua esquerda. Acho que ficavamos todos a ganhar. E sempre aliviavamos o PSD e o CDS desta coisa chata da Europa, que tanto tempo lhes tira e sobre a qual pouco têm para nos dizer.»

Porreiro, pá. Que tal repescar o outdoor da campanha das últimas Europeias, pintar o cartão amarelo de vermelho e tornar a nossa realidade política muito mais autónoma?

europeias2004

A notícia mais triste dos últimos 5 minutos

Filed under: Media,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 15:12

Paulo Pinto Mascerenhas

Parece que houve uma saída no programa “A Torto e a Direito”. Parece que se dizia muito mal do Sr. Engenheiro. Parece que o debate é bom mas só quando nos ouvem com desvelo e plena concordância. João Pereira Coutinho e Francisco José Viegas vão continuar no programa moderado por Constança Cunha e Sá. O ABC conta na sexta quem é o novo convidado. A torto ou a direito.

Metáforas infelizes

Filed under: Justiça,Media — Miguel Botelho Moniz @ 15:06

«Internet deve deixar de ser a aldeia de Asterix»

Nunca disseram a este senhor que nos livros do Astérix os romanos são os vilões?

Dúvida metódica

Filed under: Comentário,Justiça,Política,Portugal — Miguel Botelho Moniz @ 13:38

Comprar um imóvel por um preço inferior em pelo menos 100.000 euros ao seu valor de mercado, assumindo não se tratar de evasão fiscal, constitui enriquecimento ilícito?

O cúmulo

Filed under: Comentário,Política,Portugal — André Abrantes Amaral @ 11:24

O cúmulo do politicamente correcto é o único partido que tem como líder uma mulher, ser acusado de contornar a lei da paridade.

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