O Insurgente

Abril 25, 2009

O “modelo liberal” falhou!

Filed under: Comentário,Política — Miguel Botelho Moniz @ 13:09

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A ideia peregrina, destes capitalistas selvagens que nos governam, de deixar metade do produto interno à discrição do sector privado é a causa de todos os males que nos afligem. Freedom is slavery!

Leituras sobre o 25 de Abril: Recordar os prisioneiros políticos do pós 25 de Abril

Filed under: Justiça,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 12:00

Abril… Prisões Mil!

Recordar os presos políticos do pós 25 de Abril (2)

Recordar os presos políticos do pós 25 de Abril (3)

25 de Abril sempre III

Filed under: Portugal — ruicarmo @ 12:00

Graças a ele as ondas da rádio estão encharcadas de ZecasZé Mários, Vitorinos&Co. Ainda bem que a liberdade trouxe consigo muitos amigos e os leitores de cd’s.

25 de Abril Sempre II

Filed under: Portugal — ruicarmo @ 11:56

Porque graças a ele foi possível comemorar o mesmo dia do mês de Novembro. Um não faz sentido sem o outro.

25 de Abril sempre

Filed under: Portugal — ruicarmo @ 11:55

Corresponde à soma de uma semana à data de um acontecimento relativamente importante para mim.

Ficam a saber: só as palavras e nada mais que as palavras

Filed under: Comentário,Política — Maria João Marques @ 11:28

Depois de um post em que referi a falta de consonância entre a retórica feminista socialista e as decisões (actos) socialistas enquanto governantes de dar a mulheres apenas pastas ministeriais que vão na linha daquele que foi por séculos o papel tradicional da mulher – a mãe educadora, a mãe e esposa e filha que trata dos doentes da família, a senhora caridosa que engendra esquemas para aliviar os sofrimentos dos pobres da paróquia – e nunca em número maior do que duas de cada vez (algo, de resto, partilhado pelos outros PMs do PSD que não Durão Barroso, ainda que esses tenham a vantagem sobre o PS de não pretenderem dar lições de moral quanto ao assunto), a Ana Matos Pires respondeu e, depois de num primeiro parágrafo dar a sua opinião, com a qual não concordo mas que respeito e até entendo e sobre a qual nada se me apraz escrever, usou um segundo parágrafo verdadeiramente curioso: uma vez que os socialistas nunca qualificaram por palavras as pastas ministeriais das suas ministras com as expressões que eu usei, talvez essas expressões afinal viessem da minha cabeça. Ora então, deduzo espantada, devo apenas avaliar as posições e opiniões políticas dos vários senhores e senhoras que fazem da política a sua vida pelas suas palavras e não pelos seus actos? Não devo (ainda que possa, que todos podemos errar) verificar as concretizações, as decisões reais, os actos dos políticos, mas tão-só as suas palavras? Mais: não devo conferir a concordância entre as palavras e os actos de um político? Fascinante. Dou exemplos. Um político que promete baixar radicalmente os impostos e, uma vez no governo, aumenta brutalmente a carga fiscal a famílias e empresas de forma a levar a cabo um intenso programa de obras públicas; devo, presumo, considerá-lo um conservador fiscal, segundo as suas palavras, porque se lhe chamar despesista e intervencionista (além de mentiroso), o que os seus actos permitem, apenas mostro ter macaquinhos na cabeça? Outro político que prometa flexibilizar a nossa caduca legislação laboral e, no poder, termina com os contratos a prazo, restringe os despedimentos por justa causa e reduz o horário laboral para 25 horas por semana; devo, presumo, considerá-lo um grande amigo das empresas e dos investidores, porque se disser que esse político tem uma posição boa para afugentar o investimento estou simplesmente a revelar “coisas” da minha malévola mente? Saindo da política: um marido diz que ama apaixonadamente a sua mulher mas dá-lhe com frequência uns valentes sopapos e engana-a todas as semanas com as vizinhas; devo considerar que este homem é um esposo amantíssimo e não um criminoso? Bom, cada um avalia os políticos (e as pessoas) como entende e o que vai na cabeça dos outros como lhe apetece (se apetecer). Eu, por razões que considero demasiado óbvias, não avalio os políticos e as suas políticas apenas pelas suas palavras.

Selective Moral Outrage

Filed under: Internacional,Médio Oriente,Media — Maria João Marques @ 09:00

“In the Wall Street Journal, Bret Stephens asks a very simple and very obvious question. Observing the fact that while some 6000 Palestinians (many if not most of them terrorists) have been killed by Israeli fire since the beginning of their Second Intifada against Israel compared with between 25,000 and 200,000 Chechen civilians (in a population about one third or one quarter the size of the Palestinians) who have been killed by the Russians during that period, he wonders why the world merely shrugs in indifference at the brutalities in Chechnya while dwelling incessantly and obsessively upon Israel. He asks:
Why, for instance, do high-profile Western writers like Portuguese Nobelist José Saramago make ‘solidarity’ pilgrimages to Ramallah, but not to the Chechen capital of Grozny?”,

 da sempre recomendável Melanie Philips.

Leituras sobre o 25 de Abril: Deverá um liberal festejar o “25 de Abril”?

Filed under: Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 01:00

Deverá um liberal festejar o “25 de Abril”? Por Luís Aguiar Santos.

Apesar da resistência civil ao radicalismo militar e militante, a normalização de 1976 veio a fazer-se com uma vitória ideológica inequívoca do socialismo, que só o pragmatismo dos políticos e a realidade das coisas foi forçando a esbranquiçar em sucessivas revisões constitucionais. Onde, nesta “herança de Abril”, os liberais se podem situar não é nada claro. Em Spínola? Na tímida e lenta liberalização do regime?

Mas será isso ainda o “25 de Abril”?

Leituras sobre o 25 de Abril

Filed under: Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 00:01

Ao longo do dia serão aqui relembrados um conjunto de textos sobre o 25 de Abril de 1974. Stay tuned

Abril 24, 2009

Notas de sexta à noite

Filed under: Comentário,Economia,Política,Portugal — Maria João Marques @ 23:53

1. Estou com o André: gostei da oposição de Rui Rio e outros sociais-democratas ao disparate da criminalização do enriquecimento ilícito proposta pelo PSD. Não terão sido muito leais a Manuela Ferreira Leite, é certo, e isso não é bonito em ano de eleições, mas valores mais altos se levantaram. Em todo o caso, o chumbo do projecto-lei pelo PS teve outra vantagem além de não legalizar a inversão do ónus da prova: revelou que o PS, desde que possa taxar o enriquecimento ilícito, não se preocupa com a parte do ilícito.

2. Eu sei que estamos quase, quase, quase no fim-de-semana seguinte mas não posso deixar de referir, a propósito de disparates fiscais, algo que li nos jornais do último fds: o eminente Vera Jardim propõe a reintrodução do imposto sucessório. A gente sabe que há quem viva ainda com o lema “os ricos que paguem a crise” (mesmo não havendo ricos suficientes por cá e quem paga acabar por ser a classe média) e que não entende a importância da acumulação de capital para o desenvolvimento de um país, por isso eu só pergunto: quando vão os socialistas parar de inventar impostos para aumentarem/criarem/recriarem/reciclarem/reutilizarem/renomearem?

Os controleiros do PS

Filed under: Blogosfera,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 23:31

Controleiros do PS em tudo o que mexe, desde a bloga até ao twitter. Por Henrique Raposo.

Riscos da dupla candidatura de Elisa Ferreira às europeias e à Câmara do Porto

Filed under: Política,Portugal,União Europeia — André Azevedo Alves @ 23:00

De facto, do ponto de vista da percepção do eleitorado portuense, é um dos riscos que Elisa Ferreira corre ao concorrer simultaneamente às eleições europeias e à Câmara Municipal do Porto: Incentivo. Por Gabriel Silva.

Uma fraca votação no Porto da lista de Elisa Ferreira nas europeias pode ser um indício de que o eleitorado a prefere na câmara.

Deflação e crescimento económico

Filed under: Economia,Teoria — André Azevedo Alves @ 22:30

Deflaçãofobia. Por Carlos Novais.

A ignorância histórica, o mau gosto e a desculpabilização do terrorismo

Filed under: Blogosfera,Educação,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 22:00

Não. Por Gabriel Silva.

Só por mau gosto ou puro desconhecimento, que nem a juventude poderá servir de desculpa, se pode confundir as«razões» de violência de um período como PREC, com o período que vai de 1980 a 1987.

Miss California vs. Perez Hilton

Filed under: Cultura,Internacional,Media,Política,Videos — André Azevedo Alves @ 21:29

Miss California I pray and feel sorry for Perez Hilton

Recomendação de leitura

Filed under: Livros,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 20:00

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Leo Strauss, Direito Natural e História (Edições 70, 2009)

Cuidados com os straussianos, que eles andam por aí

Um bom modelo para o novo aeroporto

Filed under: Economia,Internacional,Política — Miguel Noronha @ 17:06

“Welcome to the Airport for Nobody” (ABC News)

The John Murtha Johnstown-Cambria County Airport has an impressive $18 million runway made of reinforced concrete that’s big enough to land any airplane in North America. The airport also has a $7 million air traffic control tower, a $14 million hanger and $8 million radar. Most of the time, the only thing the airport doesn’t have is airplanes.

An average of just 20 people a day flew out of the Murtha Airport last year. But, the airport was just awarded more federal money — $800,000 in stimulus funds to repave an alternate runway.

Located in Johnston, Pa., 56 miles from Pittsburgh, the Murtha Airport is a monument to the power of Rep. John Murtha, D-Pa., who has steered some $150 million in taxpayer dollars to the airport over the last decade.

On one side of the airport’s main entrance, a large photograph of Murtha adorns the wall; on the other side, there’s a bronze plaque with his name. The airport isn’t always deserted. There are three flights a day — all of them to Washington’s Dulles International Airport.

The federal government provides a subsidy for every flight into the Murtha Airport of about $100 dollars per passenger, but even with the subsidy, there are plenty of empty seats.

On a visit to the airport, ABC News found it virtually deserted, with an empty restaurant, vacant lounges and empty runways. An air traffic controller was twiddling his thumbs.

(agradecimentos ao lucklucky)

Pois é

Filed under: Economia,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 15:47

Segundo Rui Pedro Nascimento, a gratuididade dos genéricos para pensionistas “só é possível devido ao combate ao défice que foi efectuado durante esta legislatura“. Pois. Nesse caso talvez não fosse esta a melhor altura para a implementar. Convém também recordar que a redução do défice foi obtida por aumento de receitas continuando a despesa pública a crecer de forma consistente.

Hoje às 18 horas e 5 minutos, Sílvia de Oliveira e João Cândido da Silva

Filed under: Economia,Insurgentes nos media,Internacional,Política,Portugal — André Abrantes Amaral @ 14:29

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Esta semana estarei com Antonieta Lopes da Costa em debate com os jornalistas Sílvia de Oliveira e João Cândido da Silva.

Juntos, analisamos alguns dos principais temas da actualidade:

- Belém/São Bento – Depois dos inúmeros avisos vindos de Belém, José Sócrates respondeu ao Presidente da República, dizendo que ‘cada um tem a sua bicicleta’. O governo governa e o presidente preside. Mas não caberá a Belém supervisionar S. Bento?

- Educação no Parlamento – O primeiro-ministro escolheu a educação e o apoio concedido às famílias, como tema para o debate quinzenal na Assembleia da República. O apoio aos mais desfavorecidos no acesso à educação e a requalificação das 50 escolas, são os trunfos do primeiro-ministro. Chega para convencer o eleitorado?

- Crise acentua-se – De acordo com o Fundo Monetário Internacional, o sistema financeiro mundial terá um prejuízo superior ao inicialmente previsto. O FMI antecipa ainda que o desemprego em Portugal poderá atingir os 11% e a economia nacional contrair mais de 4%. Vítor Constâncio, governador do Banco de Portugal, embora preocupado, entende que não estamos directamente expostos à crise. Podemos ficar descansados?

- Eleições africanas – Realizaram-se esta semana as eleições legislativas na África do Sul. Entretanto, em Moçambique, foram agendadas para Outubro deste ano, as eleições presidenciais e legislativas. Conseguirá Portugal aproveitar a estabilização democrática desta região de África?

O Descubra as Diferenças tem podcast disponível aqui.

“Descubra as Diferenças”… Um programa de opinião livre e contraditório, onde o politicamente correcto é corrido a quatro vozes e nenhuma figura é poupada. No final de cada emissão, fique para ouvir a já clássica “cereja em cima do bolo”: uma música, em irónica dedicatória, ao político/figura/situação em destaque na semana.

Uma boa proposta para estoirar de vez com o USD

Filed under: Economia,Internacional — Miguel Noronha @ 11:46

Libertad Digital

Gregory Mankiw, asesor económico de Bush y prestigioso profesor de Harvard, y el premio Nobel Paul Krugman abogan por eliminar dólares mediante sorteo y así incentivar el consumo y el crédito para salir de la recesión. La respuesta a la crisis es crear una inflación elavada

LEITURA COMPLEMENTAR: O aumento taxa de poupança

Lessons from the Financial Crisis

Filed under: Economia,Livros,Política,Teoria — Miguel Noronha @ 11:06

Uma edição do Cato Journal totalmente dedicada à crise financeira. Com contribuições Jeffrey Miron, Anna Schwartz, Allan Meltzer e Gerald O’Driscoll, entre outros.

Democracia e escolhas democráticas

Filed under: Comentário,Política,Portugal,Teoria — Miguel Noronha @ 09:56

Por ocasião de mais um aniversário do 25 de Abril, e como é costume, vários figuras públicas têm sido convidadas a fazer um balanço das realizações do regime democrático. De forma recorrente, muitos dizem-se desiludidos com a subsistência de pobreza, iliteracia ou desigualdades várias. É frequente a conclusão que a “democracia não foi cumprida”. Um desiderato que considero absurdo.

A Democracia fornece um método de decisão colectivo e de transição pacífica dos governantes. No entanto, o processo político não favorece à priori qualquer distribuição das fortunas (entendida no sentido lato) dos indivíduos. O processo de decisão maioritária também não garante a justeza das decisões (sendo o caso mais gritante o respeito pelos direitos dos indivíduos) ou a boa conduta dos governantes. Deste ponto de vista, a democracia foi “cumprida” a partir do momento em que se devolveu aos indivíduos o poder de voto e, algo mais tarde, quando terminou a tutela militar sobre o sistema político.

Considero um erro grave, e potencialmente perigoso, atribuir ao sistema democrático objectivos que mais não são que escolhas democráticas. Como lembra o Miguel Morgado “o povo troca com facilidade a liberdade por pão”. Qualquer dia já não conseguimos separar o processo democrático do socialismo iliberal que nos empobrece e infantiliza diariamente.

O aumento da taxa de poupança

Filed under: Economia,Nanny State Watch,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 08:58

No meio de toda a turbulência que tem causado, a presente crise tem pelo menos o mérito de nos relembrar que, ao contrário do que nos faz crer o estado-assistêncialista, cabe a cabe aos próprios tomar precauções para assegurar a futura subsistência. Há no entanto quem ache que devemos continuar a viver a crédito e a gastar os recursos que não temos e punir quem poupa.

E ninguém denuncia a SOS Racismo?

Filed under: Comentário,Portugal — André Azevedo Alves @ 02:00

Quem viaja habitualmente nos comboios do Grande Porto, dificilmente duvidará das razões invocadas pelo revisor. O que se lamenta é que este caso seja uma excepção e não a regra na conduta dos revisores da CP perante situações semelhantes.

Totalmente incompreensível – excepto à luz das motivações ideológicas da organização – é a “denúncia” da SOS Racismo. Será que para a associação em causa as regras devem ser aplicadas em função da etnia e/ou nacionalidade dos visados? Mas não será isso… racismo?

O fracasso do keynesianismo (mais uma vez…)

Filed under: Economia,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 01:59

Não tenho no entanto dúvidas de que, para a generalidade dos opinion-makers que ocupam os media portugueses, o aumento simultâneo do desemprego, da despesa pública e do défice do Estado será interpretado como mais um fracasso do “neoliberalismo”: Desemprego registado cresceu 23,8 por cento em Março

O desemprego registado nos centros de emprego atingiu em Março de 2009 484.131 pessoas, o que representa uma subida de 23,8 por cento face ao período de homólogo de 2008. Esta variação mantém a tendência de subida verificada desde Junho de 2008.

Leitura complementar: A crise e o “neoliberalismo”.

O PS esteve bem

Filed under: Justiça,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 01:48

Tal como o Gabriel Silva, acho que o PS esteve bem ao chumbar a proposta conjunta de criminalização do enriquecimento ilícito. São de louvar também as reservas manifestadas por alguns deputados do PSD e por Rui Rio.

Recompensar o terrorismo (2)

Filed under: Justiça,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 01:38

Esteve bem Paulo Portas: CDS-PP condena promoção de Otelo Saraiva Carvalho

“A sua ligação ao 25 de Abril não apaga a sua ligação às FP25 que foram uma organização terrorista responsável pela morte de 17 inocentes. Um Estado de direito não desculpabiliza o terrorismo”, afirmou Portas que enquanto ministro da Defesa sempre rejeitou assinar a promoção.

E Agora Pavio Curto? II

Filed under: Blogosfera,Cartoons — Helder Ferreira @ 01:28

Continuação

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Abril 23, 2009

Mais vómito

Filed under: Ambiente,Comentário,Economia,Media,Religião — Helder Ferreira @ 23:36

vomito1Via tweet do Henrique Monteirocheguei a esta “notícia” que reza assim:
Dia da Terra: Reposição dos recursos vivos já é negativa. Além de Rajendra Pachauri ser um óbvio charlatão, um criminoso sem um mínimo de credibilidade, comparável ao Paul Ehrlich ou à Naomi Klein, resta a questão infantil e idiota da reposição de recursos, no sentido em que ele a apresenta. Imaginem um barril de 250 litros cheio de pistachios. Vai-se tirando e comendo um a um e metendo as cascas dentro do mesmo barril. Chega-se a um ponto em que, mesmo continuando a existir pistachios lá dentro, não compensa procurá-los (não é economicamente viável consumir mais desse recurso). Sabendo isso, muito, mas mesmo muito antes de chegar a esse ponto já se procuraram e encontraram alternativas. Amendoins, tremoços, etc. e assim sucessivamente até voltarmos aos pistachios outra vez. A extinção física dos recursos ou a extinção económica, que os novos religiosos confundem, são coisas diferentes, problemas diferentes, com soluções diferentes.
Quanto à pior situação da América do Norte e à boa situação das Caraíbas e da América Latina é preciso dizer sequer alguma coisa? Ou a revolução castrista/bolivariana são a solução para a religião do IPCC ?

Triste no meio desta merda é que até directores de jornais embarcam nestas charlatanices. Enfim. Já agora quem fodeu o Mar Aral de vez foi o capitalismo norte-americano?

Recompensar o terrorismo

Filed under: Justiça,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 23:00

O crime compensa. Por Manuel Castelo-Branco.

Otelo Saraiva de Carvalho foi o líder operacional das FP-25 de Abril. Este facto foi julgado e provado em tribunal. Entre os crimes de que foi acusado, estavam o assassinato de 17 pessoas, de uma forma fria brutal e cobarde. Apesar disso, Otelo foi promovido a coronel por despacho conjunto do Ministro da Defesa e das Finanças.

Entre as vitimas, estava o meu Pai, Gaspar Castelo-Branco, Director Geral dos Serviços Prisionais, assasinado a sangue frio, de forma cobarde, com dois tiros na nuca. Apesar da sua coragem e sentido de dever, Gaspar Castelo-Branco, foi ostensivamente esquecido pelo poder vigente. No ano da sua morte, foi proposto para uma condecoração, recusada por Mário Soares.

Hoje, Otelo é promovido a coronel, com uma indemnização superior aquela que receberam as vítimas que assassinou. Não vale a pena expressar ainda mais a minha vergonha, revolta e incompreensão. Este Ministro que o promoveu, não tem memória nem vergonha, não merece o meu respeito nem dos Portugueses.

Contra-corrente

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Che, o carniceiro está em maus lençois na Polónia.

Un Gobierno ya sin crédito y cada vez más aislado

Filed under: Comentário,Internacional,Política — Carlos M. Fernandes @ 20:41

Zapatero perdió una oportunidad al optar sólo por un cambio de nombres en el Gobierno. Sólo un cambio radical de política, en pos de un pacto de Estado que incluya estrictas medidas de ahorro en todas las administraciones y una reforma laboral en profundidad, podrán apartarlo -y salvarnos a todos- del precipicio al que nos dirigimos.

Editorial do El Mundo (23 de Abril)

Mas estavam à espera de quê? De um milagre? É um governo socialista, ainda, meu Senhor…

(A conversa do “precipício” recorda-me um episódio passado em Madrid, há quase um ano. Estava na calle de San Bernardo a comer uma tapa quando entra no bar um homem visivelmente bem-disposto que pede uma caña, para celebrar os cem dias do governo de Zapatero. O taberneiro faz um gesto, como se manobrasse um arco num violino invisível, e diz-lhe, tu eres como la orquestra del Titanic. Nessa altura Zapatero ainda insistia que Espanha estava firme como uma rocha, e apelava ao investimento. Mais tarde, quando tudo à sua volta já havia ruído, quando já ninguém comprava o discurso cor-de-rosa, e após levar muitos espanhóis a fazer investimentos pouco apropriados a um momento de crise, o presidente do governo espanhol mudou o tom e jurou que o seu optimismo prévio era resultado da informação de que dispunha na altura. Bem, pelo menos Zapatero ainda assume, e tenta justificar ,as cambalhotas do seu discurso…)

Sobre os filhos da puta que homenageamos todos os anos

Filed under: Diversos — Carlos Guimarães Pinto @ 20:06

Otelo Saraiva de Carvalho foi o líder operacional das FP-25 de Abril. Este facto foi julgado e provado em tribunal. Entre os crimes de que foi acusado, estavam o assassinato de 17 pessoas, de uma forma fria, brutal e cobarde. Apesar disso, Otelo foi promovido a Coronel por despacho conjunto do Ministro da Defesa e das Finanças.
Entre as vitimas, estava o meu Pai, Gaspar Castelo-Branco, Director Geral dos Serviços Prisionais, assasinado a sangue frio, de forma cobarde, com dois tiros na nuca. Apesar da sua coragem e sentido de dever, Gaspar Castelo-Branco, foi ostensivamente esquecido pelo poder vigente. No ano da sua morte, foi proposto para uma condecoração, recusada por Mário Soares.
Hoje, Otelo é promovido a Coronel, com uma indemnização superior aquela que receberam as famílias das vítimas que assassinou. Não vale a pena expressar ainda mais a minha vergonha, revolta e incompreensão. Este Ministro que o promoveu, não tem memória nem vergonha, não merece o meu respeito nem dos Portugueses.

Por Manuel Castelo Branco, no 31 da Armada

O Vaticano e o Nacional-Socialismo

Filed under: Internacional,Política,Religião — André Azevedo Alves @ 20:00

Vatican planned to move to Portugal if Nazis captured wartime Pope

Secret plans were drawn up by the Vatican to elect a new Pope and flee to a friendly country should Hitler have carried out his threat to kidnap the wartime Pontiff, it was claimed yesterday.

(…)

That Hitler considered kidnapping the Pope has been documented before, but this is the first time that details have emerged of the Vatican’s strategy should the Nazis carry out the plan.

(mais…)

Perceber a Europa

Filed under: Livros — André Abrantes Amaral @ 16:38

9789896220174_12296882782 Dicionário de Termos Europeus. São vários os autores, mas uma finalidade: Compreender melhor o emaranhado de termos, palavras, siglas, cargos, nomes, tratados, convenções, regulamentos e directivas da União Europeia. Vale a pena.

Inacreditável…

Filed under: Comentário,Internacional,Política — Miguel Noronha @ 15:57

Num testemunho peranto o procurador-geral de New York, o CEO do BofA revelou que Ben Bernanke e Henry Paulson o aconselharam a esconder dos accionistas informações que poderiam levá-los a opor-se à compra do Merril Lynch. Um negócio ruinoso para o BofA e e que originou a intervenção do Tesouro no banco.

Centralização e hegemonia

Filed under: Política,Portugal — Miguel Noronha @ 15:04

“Os pilares do nosso sistema político e a conversa da treta” de Nuno Garoupa (Jornal de Negócios)

A possibilidade de uma abstenção superior a 60% levou o primeiro-ministro a dizer que esta é o seu principal adversário no fim de semana passada. (…) O mesmo Governo que não fez nenhum esforço para reformar o nosso sistema político de forma a motivar o voto e reduzir a abstenção. Devem pensar que com bonitas palavras agora conseguem fazer o que não fizeram com actos durante os quatros anos da maioria absoluta. (mais…)

A promoção de um terrorista e as vítimas esquecidas

Filed under: Justiça,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 14:44

O Crime Compensa de Manuel Castelo-Branco

Otelo Saraiva de Carvalho foi o líder operacional das FP-25 de Abril. Este facto foi julgado e provado em tribunal. Entre os crimes de que foi acusado, estavam o assassinato de 17 pessoas, de uma forma fria brutal e cobarde. Apesar disso, Otelo foi promovido a coronel por despacho conjunto do Ministro da Defesa e das Finanças.

Entre as vitimas, estava o meu Pai, Gaspar Castelo-Branco, Director Geral dos Serviços Prisionais, assasinado a sangue frio, de forma cobarde, com dois tiros na nuca. Apesar da sua coragem e sentido de dever, Gaspar Castelo-Branco, foi ostensivamente esquecido pelo poder vigente. No ano da sua morte, foi proposto para uma condecoração, recusada por Mário Soares.

Hoje, Otelo é promovido a coronel, com uma indemnização superior aquela que receberam as vítimas que assassinou. Não vale a pena expressar ainda mais a minha vergonha, revolta e incompreensão. Este Ministro que o promoveu, não tem memória nem vergonha, não merece o meu respeito nem dos Portugueses.

Altamente recomendado

Filed under: Educação,Nanny State Watch,Política,Portugal,Videos — Miguel Noronha @ 11:09

Recomendo o visionamento da intervenção de Nuno Crato no Fórum “Portugal de Verdade” sobre a educação.

Podem ver aqui um resumo das ideias centrais feito pelo Nuno Lobo.

Hã?!?

Filed under: Economia,Portugal — LT @ 10:36

A realidade não é tão má como as previsões que estão a sair. Esperamos que as previsões [do Banco de Portugal] se revelem demasiado mecânicas e que a realidade venha a desiludir quem as fez.

- Fernando Ulrich, presidente do Banco BPI, em entrevista ao Jornal de Negócios.

Mas está tudo doido? Ou como costumam dizer por aqui, engana-me que eu gosto…

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