O Insurgente

Março 15, 2009

5.ª frase completa da página 161

Filed under: Blogosfera,Livros — Rodrigo Adão da Fonseca @ 22:23

Respondendo ao desafio do AAA, junto a tal mágica 5.ª frase completa da página 161 do livro mais próximo (no meu caso, “Jogos Africanos”, de Jaime Nogueira Pinto, Esfera dos Livros):

Toni explicaria que a ausência de Savimbi se devera a uma alteração de última hora na agenda da sua viagem europeia: tivera que regressar urgentemente a Angola para implementar os Acordos de Lisboa e fora por isso obrigado a suprimir as visitas a Itália, Santa Sé, Holanda e Luxemburgo.

Começou a temporada…

Filed under: Diversos — Carlos M. Fernandes @ 22:14

…e o “fenómeno” José Tomás avisa que está aqui para mais um ano nos píncaros da glória, perto do céu*.

El esperado inicio de temporada de José Tomás no decepcionó a nadie. La plaza de toros de Valencia colgó el “no hay billetes” para la primera corrida del año del genio de Galapagar, que redondeó una gran tarde de toros y salió a hombros tras cortar una oreja de cada uno de sus enemigos.

*Literalmente, porque Tomás é um dos poucos que interpreta hoje o confronto homem-besta de uma forma “pura”, sem esquivas, e ou sai em ombros pela porta grande ou sai numa ambulância. Um dia talvez lhe toque a (única, para ele) terceira hipótese. Esperemos que não.

Gran Torino

Filed under: Comentário,Cultura — Bruno Alves @ 22:02

(publicado, há dias, aqui)
Clint Eastwood como Walt Kowalski

Quando a mulher de Walt Kowalski (Clint Eastwood) morre, os seus filhos ficam sem saber “o que fazer com o pai”, preocupados com o facto de ele, um veterano da Guerra da Coreia, intratável e propenso a tiradas racistas, viver num bairro repleto de emigrantes. E de facto, Kowalski parece pouco confortável na convivência com os seus vizinhos. Mas quando o jovem Taoh (Bee Vang) e a sua irmã Sue (Ahney Her), são ameaçados pelo gang de um primo, Walt irá protegê-los (apesar de Taoh ter tentado roubar o seu Ford Gran Torino), tornando-se um herói para a comunidade hmong do seu bairro. À medida que a amizade entre Kowalski e os seus vizinhos cresce, crescerá também no entanto a sensação de que algo de terrível estará para acontecer.
(mais…)

Richard Lindzen at the International Conference on Climate Change in New York

Filed under: Ambiente,Economia,Educação,Internacional,Media,Política,Teoria,Videos — André Azevedo Alves @ 18:00

MIT Climatologist Richard Lindzen on the Politics of Global Warming

MIT’s Richard Lindzen, one of the most-respected climatologists on the planet, speaks to the second annual International Conference on Climate Change in New York. Lindzen warns that scientists who embrace global warming alarmism are not necessarily good researchers. And that skeptics of global warming are not necessarily good researchers either. The point, he argues, is to stay focused on the facts as they can be determined and to follow the science, not the political debate.

Obama vs. Lula

Filed under: Internacional,Política — André Azevedo Alves @ 14:00

Obama’s talking progressive policies, Lula is talking about free trade and business.

(mais…)

Uma proposta de descentralização para Portugal

Filed under: Política,Portugal,Teoria — André Azevedo Alves @ 10:00

Reforma tranquila das Freguesias em (muito) poucas palavras. Por Carlos Novais.

Tal como o vejo, as freguesias deviam ser directamente financiadas pelo IMI liquidado pelos proprietários locais, os quais deviam constituir uma Assembleia Geral onde fosse eleito um “Presidente da Junta” e a sua equipe, e fosse aprovado um orçamento e actividades (como cuidar do espaço comum, limpeza, seguranças, etc).

Tal Reforma não deve ser imposta, deve ser adoptada pelas Frequesias quando e se o quiserem.

Março 14, 2009

5ª frase completa da página 161

Filed under: Blogosfera,Livros — André Azevedo Alves @ 23:48

Respondendo à solicitação do Tiago Moreira Ramalho, aqui fica a 5ª frase completa da página 161 do livro mais próximo (que é no meu caso: The Theory of Dynamic Efficiency (Routledge, 2009), de Jesús Huerta de Soto):

Likewise, there are traces of similar phenomena in the remaining cases of fractional-reserve free banking systems which have existed historically.

Passo a corrente para o RAF, o Miguel Noronha, o Michael Seufert, o João Marchante e o Vítor Jesus.

O PS de Sócrates e a extrema-esquerda (2)

Filed under: Comentário,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 23:19

Mais uma vez, é Sócrates a criticar (acertadamente) o PCP e o Bloco de Esquerda, enquanto na direita partidária e mediática que temos continua a imperar (salvo honrosas mas raras excepções) uma peculiar condescendência para com a extrema-esquerda.

Leitura complementar: O PS de Sócrates e a extrema-esquerda; Basbaques.

O falhanço do “Estado Social”

Filed under: Comentário,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 22:08

O mesmo Estado que absorve cerca de 50% do PIB anuncia agora um programa especial de mais 75 milhões de euros dirigido aos sem-abrigo.

Não seria melhor explicar antes (ou tentar compreender) porque foram incapazes de cumprir esse objectivo os anteriores milhares de milhões de euros gastos pelo chamado “Estado Social”?

Leitura complementar: Mas ainda existem sem-abrigo?

Clarificador

Filed under: Comentário,Desporto,Portugal — André Azevedo Alves @ 20:57

Uma vitória justa do Guimarães e um resultado que ajudará a colocar o Benfica mais próximo da posição que o valor das exibições da equipa no campeonato justifica.

Só não se compreende a estranha e persistente tolerância do árbitro face aos exuberantes protestos de alguns jogadores do Benfica – com destaque para Pablo Aimar que espantosamente só perto do fim do jogo viu o cartão amarelo apesar das constantes manifestações de indisciplina…

Prisão

Filed under: Comentário,Nanny State Watch — Carlos M. Fernandes @ 18:08

Leio e nem acredito. Dos deputados socialistas esperamos tudo. A sua fúria legisladora aliada ao pouco respeito que a Liberdade lhes merece não pode dar bons resultados. Mas o que não me deixa de surpreender é a passividade de uma das alas do panorama político português. Apenas cinco deputados votaram contra a proposta de lei do PS que pretende regulamentar a quantidade de sal no pão! Cinco! Portugal não é um país, é uma prisão.

Os governos Thatcher e a redução da pobreza no Reino Unido

Filed under: Economia,Educação,Internacional,Media,Política — André Azevedo Alves @ 17:00

An alternative history: how poverty fell under Thatcherism. Por Kristian Niemietz.

According to the fixed-threshold measure, more than half of the population lived in poverty in the early 1960s. The rate fell rapidly over that decade, while in the 1970s it showed marked volatility. Most strikingly, the explosion of poverty of the 1980s that the conventional figure shows is not mirrored. Poverty now falls from 1982 to 1988, and then stagnates for a while to fall again after 1995.

Why this extreme divergence? Plotting both poverty measures against GDP (at constant prices) gives a straightforward answer: the absolute measure has a strong negative correlation with economic growth; the relative one does not. Clearly, this does not mean that growth alone will solve all poverty-related problems. However, misrepresenting the policy outcomes of an era which set Britain on a path of greater prosperity will do nothing to improve the lot of the poor.

Olivença e Gibraltar

Filed under: Internacional,Justiça,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 14:00

If Spain wants Gibraltar, when it it planning to give up Olivença? Por Daniel Hannan.

What if it had been the other way around? What if Spain had helped itself to a slice of someone else’s territory, forced the defeated nation to cede it in a subsequent treaty, and hung on to it? Would Madrid behave as it wants Britain to behave over Gibraltar? ¡Ni pensarlo!

How can I be so sure? Because there is precisely such a case. In 1801, France and Spain, then allies, demanded that Portugal abandon her ancient friendship with England and close her ports to British ships. The Portuguese staunchly refused, whereupon Bonaparte and his Spanish confederates marched on the little kingdom. Portugal was overrun and, by the Treaty of Badajoz, forced to give up the town of Olivença, on the left bank of the Guadiana.

RAF @ Portugal de Verdade

Filed under: Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 12:00

raf

Devo confessar que a expressão maquiavélica do RAF nesta imagem me perturba um pouco, mas conhecendo-o estou certo que foi tudo por uma boa causa…

Explain it to me like I was a 13 year old…

Filed under: Política,Teoria,Videos — Michael Seufert @ 11:49


(Já não sei em que blogue ou twit li sobre Jonathan Krohn)

Os cinco magníficos (2)

Filed under: Comentário,Nanny State Watch,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 02:00

Os cinco deputados que tiveram o bom senso de votar contra uma lei que – além de ser uma intromissão injustificada do Estado – é um perfeito disparate foram:

Helder Amaral
Nuno Melo
Mota Soares
Telmo Correia
António Carlos Monteiro

No grupo do CDS-PP, não votaram Paulo Portas e Nuno Magalhães. Votaram – lamentavelmente – a favor Diogo Feio (o que me surpreendeu), João Rebelo, Abel Batista e Teresa Caeiro (o que não me surpreendeu de todo).

(informações via Facebook)

Moeda única mundial?

Filed under: Economia,Internacional,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 01:00

Freedom Alert: World (statist) Currency. Por Carlos Novais.

E porquê? Para anularem a última forma de punição via taxas cambiais.

E conseguir o quê? Ainda uma maior capacidade de praticarem a sua religião pagã de misticismo inflacionista: uma espécie de “Money creates its own demand”.

Março 13, 2009

Uma ideia que desenvolve

Filed under: Ambiente,Cultura,Teoria — ruicarmo @ 22:42

Pelos vistos, os apagões aumentam a natalidade.

No gira-discos

Filed under: Videos — ruicarmo @ 22:03

Nina Simone-A Senhora-, Eretz Zavat R’á’lav U’dvash.

O falhanço do keynesianismo e a importância da Escola Austríaca para compreender a crise

Filed under: Economia,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 21:00

Um artigo com algumas imprecisões mas genericamente bastante razoável, no Barron’s:Ignoring the Austrians Got Us in This Mess. Por Randall Forsyth.

The standard construct of the economy used by virtually all forecasters, from the Federal Reserve on down, is basically Keynesian, with varying opinions about how the model works. That none of them predicted the current crisis is telling, and indeed damning of the approach.

What definitely is ignored in academe is the Austrian school of economics, especially for baby boomers brought up on Samuelson’s economics text, which was pure Keynesian orthodoxy. I did not learn the names von Mises and Hayek or their ideas until a decade or more after graduation (with a degree in economics, by the way.)

(…)

Austrian economists assert the current crisis is the inevitable result of the Fed’s successive efforts to counter each previous bust. As the credit expansion pumped up asset values to unsustainable levels, the eventual collapse would result in a contraction of credit as losses decimate banks’ balance sheets and render them unable to lend. That sounds like an accurate diagnosis of the current problems.

Gaudí

Filed under: Cultura — ruicarmo @ 20:20

A obra divina de Antoni Gaudí.

gaudi1

A imagem é do interior da Sagrada Família e data de 2005.

Rothbard vs. the Keynesian “multiplier”

Filed under: Economia,Teoria — André Azevedo Alves @ 20:00

Re: O multiplicador keynesiano. Por Carlos Novais.

Freeport II

Filed under: Ambiente,Blogosfera,Política,Portugal — ruicarmo @ 19:03

Olhem, temos outro Freeport. Por Pedro Almeida Viera.

Viva o pão saudável

Filed under: Comentário,Nanny State Watch,Política,Portugal — Michael Seufert @ 18:05

Ao contrário do que muita gente acha, a liberdade que está em causa na lei que regula o teor de sal no pão, não é a liberdade de comer pão com muito sal. Ou o direito a comprar esse mesmo pão. Não existe nenhum direito (positivo) a comprar pão com um determinado teor de sal.
Mas existe o direito a contratar com um padeiro um determinado pão. Essa transação envolve quem produz e quem consome, e como tal não infringe quaisquer direitos de terceiros. O leitor sabe que ninguém contrata directamente os ingredientes do pão com o padeiro. Mas o mercado encarrega-se de nos oferecer todo o tipo de pão em todas as formas, sabores e níveis de sal. Assim, o direito do padeiro produzir e nos vender o pão que nós escolhemos é um direito fundamental. Na verdade uma sucessão de direitos: o direito a comprar ingredientes, o direito a misturá-los como lhe aprouver, o direito a cozer a mistura e o direito a colocar o pão feito no expositor para que o cliente lho possa comprar. E por fim o direito do cliente a comprar o bem que o padeiro lhe oferece. Não há nesta sucessão de acontecimentos nenhuma coacção sobre terceiros, nem é infringido nenhum direito de ninguém. A intervenção do estado neste processo equivale a proibir as pessoas a cozerem pão em casa da maneira que melhor entenderem.
Hoje dá-se poder ao estado para legislar o sal no pão. Na mesma linha de ideias o estado poderá legislar o teor de gordura numa francesinha. Depois virá o menú nos restaurantes saudável por decreto, e o frigorífico chipado para garantir o pequeno-almoço saudável das crianças.

Claro que não. Claro que isto é um devaneio. Claro que uma coisa é o sal no pão, outra coisa a nossa casa. Claro que o autor é um maluquinho liberalóide com fobia ao estado.
Claro.

Tem piada…

Filed under: Diversos,Portugal — LT @ 16:57

… mas em dias como o de hoje nunca se ouvem críticas ao excesso de centralização em Lisboa… que cá temos tudo, que o resto do país é sempre esquecido. Tenho pena que estes senhores nunca se lembrem do resto do país para estas maravilhosas manifs

Quantitative easing

Filed under: Comentário,Economia,Media — João Luís Pinto @ 16:41

Dada a generalizada pobreza e comprometimento ideológico e técnico dos artigos económicos disponibilizados pela imprensa generalista e económica, é de saudar e recomendar o artigo de Sérgio Aníbal disponível hoje no suplemento de Economia do Público.

Com uma linguagem simples e de forma extremamente didáctica (e sustentada num discurso neutro), descreve os cenários de política monetária que estão em cima da mesa.

Fica a recomendação de leitura.

Os cinco magníficos

Filed under: Política,Portugal — Miguel Noronha @ 16:26

Pelos vistos, na AR apenas existem cinco deputados que acham que não é dever do Estado intrometer-se na vida privada. (*)

O projecto de lei do PS que impõe uma redução do teor do sal no pão foi aprovado hoje com os votos a favor de todas as bancadas, à excepção de cinco deputados do CDS e da abstenção de um deputado do PSD. No primeiro caso, os centristas que votaram em sentido diferente do resto da bancada alegam que a imposição de um tecto máximo de sal no pão é uma intromissão directa do Estado num hábito pessoal

(*) Neste caso, pelo menos.

O legado de Obama

Filed under: Economia,Internacional,Política — Miguel Noronha @ 14:34

“O princípio de uma longa viagem” de Luciano Amaral

A desculpa do legado de Bush tem servido para muita coisa, mas já não colhe aqui. A expansão da despesa não tem que ver com aquilo que ele deixou, mas com planos próprios, nomeadamente de expansão dos sistemas públicos de saúde e educação, para além dos gastos em infraestruturas e salvamento do sistema financeiro. E tem também que ver com a incapacidade de cobrar impostos na proporção necessária para financiar os programas. Prepara-se, portanto, uma verdadeira explosão da dívida pública americana. O orçamento prevê uma redução do défice para cerca de 3% em 2013, mas para isso assenta numa previsão da expansão da economia a partir de 2010 à volta de 4% anuais, que não se está bem a ver actualmente como vai ser obtida. No mínimo, trata-se de optimismo perigoso.

Hoje às 18 horas e 5 minutos, Luciano Amaral e Alexandre Relvas

Filed under: Comentário,Economia,Insurgentes nos media,Media,Política,Portugal — André Abrantes Amaral @ 11:46

jazzamemuito13

Debate político avesso ao politicamente correcto… com um pé, às vezes dois, na blogosfera.

- Orçamento Obama – O presidente Obama apresentou, há dias, o seu primeiro orçamento. Este passa por um forte estímulo governamental dado à economia e um défice de 1,75 biliões de dólares, o que equivale a 12% do PIB norte-americano. Será que a supressão da crise implica maior endividamento?

- Sonho presidencial? – Manuel Alegre, em entrevista ao jornal Expresso, afirmou que só não se candidata ao Parlamento como independente, porque a lei não o permite. Qual é a estratégia de Alegre? Belém, ou o desgaste político de José Sócrates?

- Reformas em risco - Segundo um estudo elaborado pela OCDE e divulgado há dias, os portugueses que se aposentarem após 2030, poderão contar com uma pensão equivalente a 54,1% do último vencimento recebido. Qual é o futuro do sistema de Segurança Social universal? Até que ponto não estamos a sacrificar as gerações mais novas?

- Futuro em risco – Com cada vez menos nascimentos, Portugal corre o risco de ver a sua população diminuir. Qual o futuro do nosso país? Será correcto que pais com mais filhos eduquem aqueles que sustentarão o país e o nível de vida dos restantes cidadãos?

Esta semana estarei com Antonieta Lopes da Costa em debate com o professor universitário Luciano Amaral e o administrador da Logoplaste, Alexandre Relvas.

“Descubra as Diferenças”… Um programa de opinião livre e contraditório, onde o politicamente correcto é corrido a quatro vozes e nenhuma figura é poupada. No final de cada emissão, fique para ouvir a já clássica “cereja em cima do bolo”: uma música, em irónica dedicatória, ao político/figura/situação em destaque na semana.

O Descubra as Diferenças está disponível, em podcast, aqui.

Oh, oh, Obama

Filed under: Economia,Internacional — Miguel Noronha @ 10:36

Diário Económico

O primeiro-ministro chinês afirmou hoje que o país está “preocupado” com as obrigações norte-americanas que detém e quer garantias de que o seu investimento está seguro.

O multiplicador keynesiano

Filed under: Economia,Internacional,Política — Miguel Noronha @ 08:58

“Old Europe Is Right on Stimulus” no WSJ

While he’s in the U.K., perhaps Mr. Geithner should also ask his European counterparts whether any of them have ever seen a 1.5 Keynesian “multiplier” in the wild. That’s the idea — promoted by Mr. Summers — that every $1 of deficit spending yields $1.5 in economic growth. If that were true, Italy would be the richest country in Europe, instead of merely one of the most indebted.

And if the Treasury Secretary is looking for something to read on the plane, we recommend a recent paper by a trans-Atlantic team of four economists — two Germans and two Americans. The authors — John Cogan and John Taylor of Stanford and Tobias Cwik and Volker Wieland of Goethe University — subject the Administration’s stimulus to the most recent Keynesian scholarship.

The White House estimates of 3.6 million new jobs is based on an “Old Keynesian” model on the impact of government spending, while the new models adjust for the rational behavioral response to the stimulus by businesses and consumers. The White House figures, by economists Christina Romer and Jared Bernstein, also assume zero interest rates for a minimum of four years. The alternative assumes, more reasonably, that as growth returns interest rates will also rise.

What the four economists found is that the Administration’s estimates for stimulus growth were six times as high as they could produce under a modern Keynesian simulation. By their estimates, the stimulus would produce, at most, 600,000 jobs and add perhaps 0.6% to GDP at its peak. That’s nowhere near a multiplier of 1.5 and suggests the $800 billion would have been better devoted to business tax cuts or fixing the financial system. That’s $1.3 million in spending per job, for those keeping score at home.

A propósito do impacto do plano de Obama relembro a proposta que Greg Makiw fez a Paul Krugman aqui resumida por Diogo Costa.

É utilizador do Facebook?

Filed under: Blogosfera,Portugal — André Azevedo Alves @ 01:00

Nova sondagem Insurgente na coluna da direita: É utilizador do Facebook?

Recordo que, para além da presença no Twitter, O Insurgente está também no Facebook.

Soundbytes

Filed under: Media,Política,Portugal — Helder Ferreira @ 00:52

Queria só chamar a atenção para o sound byte perfeito acerca destes anos de socratismo. Foi dito por Manuela Ferreira Leite e bem podemos esperar sentados que alguém o agarre, é demasiado bom. Na verdade desde a implosão das torres da Torralta em que o PM fez figura de parvo agarrado a um detonador falso, até à entrega falsificada dos Magalhães logo devolvidos pelos miúdos, que

temos vivido num longo intervalo publicitário

Na mouche.

É utilizador do Twitter? (2)

Filed under: Blogosfera,Portugal,Sondagens — André Azevedo Alves @ 00:29

Resultados finais, para um total de 214 votos:

Não: 64%
Sim: 36%

As nomeações de Obama

Filed under: Internacional,Política — André Azevedo Alves @ 00:23

Comentário do leitor Luís Cardoso ao post Obama demasiado cansado para cumprir as suas obrigações de Estado (2):

Mais uma nomeação em risco, e desta vez não é por problemas fiscais: Obama tech appointee office raided; Update: Bribery sting

Do topo da Administração caíram Daschle e Killefer por problemas fiscais (Geithner foi nomeado apesar de também os ter, e Ron Kirk aceitou pagar uma dívida depois de ter sido escolhido), Robertson por alegado envolvimento num caso de corrupção. Gupta desistiu de ser General Surgeon, Freeman dos Serviços de Informação, e agora este caso.

Ainda assim, todos estes casos são reveladores da qualidade das estruturas e dos processos democráticos dos EUA: se fosse cá, só descobriríamos estes problemas daqui a alguns anos, se alguma vez viéssemos a saber deles.

Leitura complementar: WaPo: Freeman choice shows how political Obama is; Get Ready for Obama’s Department of ‘Extreme’ Justice.

“Zombies in Popular Media”

Filed under: Cultura,Educação,Internacional,Política — André Azevedo Alves @ 00:14

The 15 Strangest College Courses In America

Tudo em aberto para o jogo em Braga

Filed under: Desporto,Internacional,Portugal — André Azevedo Alves @ 00:10

Mais um excelente resultado do Braga nas competições europeias, provando mais uma vez que as diferenças de orçamento nunca explicam tudo: Taça UEFA: Luz de Paris não foi suficiente para ofuscar o Braga

Jorge Jesus tinha pedido um empate com golos, mas saiu certamente feliz do Parque dos Príncipes, depois de empatar a zero com o segundo classificado da Liga francesa, o Paris Saint-Germain. Os minhotos dominaram a primeira parte e aguentaram, na segunda, um PSG que tentou revoltar-se sem sucesso. O ritmo imparável, o rigor táctico e a cabeça fria dos minhotos voltaram a fazer a diferença, em mais uma jornada de excelência europeia do Sporting de Braga.

Março 12, 2009

Entrevista de Clint Eastwood no Meia Hora

Filed under: Cultura,Internacional,Política — André Azevedo Alves @ 23:59

Uma entrevista de Clint Eastwood no Meia-Hora que vale a pena ler:

O sistema político actual é ou não um bocado estranho?

– Acho que temos de voltar a …. Sei bem que mudei. Quem me dera que houvesse um partido mais libertário que impedisse que o governo se intrometesse tanto na vida das pessoas. Basta de impor regras às pessoas. Deixem as pessoas em paz. E as pessoas deviam voltar a viver de acordo com os seus meios. Ter a economia a reagir desta maneira é um bocado estúpido. Há já muito tempo que devíamos andar a ensinar a ideia da responsabilidade fiscal, mas como é que isso vai ser possível quando estamos a ser, diariamente, bombardeados por anúncios que nos dizem que é possível comprar tudo apesar de não termos os meios necessários? Sei bem que os programas de apoio social têm benefícios, mas, a meu ver, o problema começou com a ideia do Estado como suporte. Foi aí que as pessoas meteram na cabeça que podiam ter algo mesmo sem trabalhar. Depois disso vieram as promessas. O povo começou a votar de acordo com as promessas dos políticos, que prometem tudo porque não estão a gastar o dinheiro deles. Era tão bom que metêssemos todos na cabeça que não vamos receber caridade de ninguém e que, mesmo assim, poderemos viver as nossas vidas como nos apetece. Garanto que ficava tudo melhor. Com as gerações mais novas ainda é pior. Vão a uma festa e, depois, à saída, ainda recebem um saco com prendinhas várias. É a geração gift bag.

(via Gabriel Silva)

Ui ca bom

Filed under: Blogosfera — ruicarmo @ 20:46

Sonho com um país mais livre e mais justo, onde as empresas não tenham lucro.

Sonho com um país mais livre e mais justo onde não haja capital para investir, criar emprego ou riqueza. Sonho com um país mais livre e mais justo, onde o Estado seja obrigado a financiar cada obra, cada inovação, cada posto de trabalho. Onde empresas e empresários estejam dependentes do dinheiro dos meus impostos. Onde empresas e empresários não contribuem porque não têm lucros. Onde empresas e empresários dependem de linhas de crédito, avais do estado e subsídios para manter a porta aberta. Esse é o país do meu sonho. Um país onde as empresas não têm lucro. Sonho, sim, Mas sinto que esse país está cada vez mais próximo.

Era tão bom, por Rodrigo Moita de Deus, no 31 da Armada

A festa dos tolos II

Filed under: Blogosfera,Comentário,Internacional,Política,Portugal — ruicarmo @ 19:54

Caro Miguel Dias não me traga problemas: pelo que até hoje sei,  sou pai apenas das minhas crias. O objectivo do post não foi conduzir os angolanos pelo caminho certo-Deus me livre- mas dirigido às espantosas palavras de Bernardino Soares.

Voltando a Angola, acho óptimo os negócios privados e a circulação de trabalhadores e turistas entre Portugal e Angola. A questão que coloco é que a combinação de abundantes recursos naturais e a existência de uma pobreza endémica, ao que se junta uma tradição histórica de governos socialistas autocráticos, ajuda a criar o mito (nalguns casos bem real) de que África é sinónimo de corrupção. É essa a sensação que tenho.
Apesar de alguns progressos democráticos e de direitos humanos, as elites continuam a usufruir dos rendimentos provenientes da exploração dos recursos naturais e das ajudas bi e multilarais, privadas e públicas.

Os funcionários públicos serão tão mal pagos que têm que recorrer a “esquemas” para garantirem o sustento das suas famílias. Este “socialismo esquemático”, em que cada um procura arranjar um “esquema” para melhor orientar a sua vida é transversal a toda a sociedade e tem vindo a impedir melhores resultados na luta contra a pobreza e corrupção.

Para além da sociedade semi-destruída pela guerra, a economia de Angola foi gravemente atingida pela guerra civil, colocando o país a par da Guiné-Bissau entre os mais pobres do planeta. O afluxo de milhões de refugiados a Luanda, leva a que as condições de vida estejam longe de ser razoáveis e ao colapso das infra-estruturas (também nas restantes províncias): saneamento básico, hospitais sem equipamentos, escolas sem livros… O poder político de Angola está concentrado, por inteiro na Presidência da República. O ramo executivo do governo está a cargo do Presidente (José Eduardo dos Santos), Apesar de todas as dificuldades, a evolução da economia Angola é notável. Dizer evidências não me parece paternalista, não me venham é dizer que querem ter um filho concebido pela punjante democracia angolana.

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