A NATO no século XXI. Por Samuel de Paiva Pires.
A Rússia encara a NATO e o Ocidente cada vez mais como forças estranhas que não quer ver interferir na sua tradicional área de influência geopolítica. Dois casos simbólicos do que aqui falamos são a questão do escudo anti-míssil que os próprios russos sugeriram fosse colocado por exemplo em Itália, especialmente porque não querem ver um dos seus antigos estados satélite, a Polónia, adquirir tal capacidade e, de forma ainda mais representativa, o conflito georgiano que ocorreu no passado Verão de 2008. Com o envio de forças para a Abkhazia e Ossétia do Sul, a Rússia enviou uma mensagem ao mundo e à NATO: não tolerará interferências nos países do seu near-abroad.
O Samuel está cada vez melhor.
Eu sei que é um bocado off-topic, mas leia isto: http://news.bbc.co.uk/2/hi/health/7944334.stm
Querem estabelecer um preço minimo para as bebidas alcoolicas em Inglaterra. Escrevi sobre isto, mas julgo que o Insurgente tenha todo o interesse em escrever sobre o assunto.
Abraço
Comentário por Tiago Moreira Ramalho — Março 21, 2009 @ 10:08
Ocidente finito, foi bom enquanto durou:
Provas:
http://www.cato-at-liberty.org/2009/02/25/is-libertarianism-a-sign-of-mental-illness/
http://isites.harvard.edu/icb/icb.do?keyword=k13943&pageid=icb.page242685
Are we a Banana Republic?
http://www.powerlineblog.com/archives/2009/03/023129.php
Comentário por lucklucky — Março 21, 2009 @ 11:52
E, na lista dos agravos, silenciada mas não esquecida, a “profanação” do Kosovo.
Mais um caso em que o tempo ( e os tempos…) beneficiará a “Santa Rússia”…
Comentário por JJ Pereira — Março 21, 2009 @ 17:36
Grato pela referência André! Um abraço!
Comentário por Samuel de Paiva Pires — Março 22, 2009 @ 17:05