Sim, sou liberal, por Henrique Raposo.
Março 18, 2009
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“Portugal deveria olhar para este exemplo nórdico. O nosso Estado, quando necessário, deve intervir na “vida virtual” dos bancos, mas essa intervenção na virtualidade bancária não retira legitimidade à seguinte ideia: Portugal precisa de reformas liberais no código de trabalho e no sistema de ensino.”
Ou seja, ser liberal é estar de olho nos bancos, esses marotos, sempre que necessário (ou seja sempre…) e institucionalizar os vouchers para o Ensino e “flexibilizar a lei do trabalho”. Ora não faltarão por aí então liberais, com mais ou menos flexibilidade laboral, maior ou menor cheque voucher e… quanto aos bancos todos concordamos afinal que são “uma cambada de ladrões” ou suficentemente marotos para o inconveniente Estado ter a maçada de vigiar e regular. E tantos rios de tinta se gastaram a discutir a semântica do “liberalismo”, quando tão douta sapiência nos brinda a imprensa de referência nacional.
Comentário por PF — Março 19, 2009 @ 00:45