Ed Morrissey sobre as inacreditáveis justificações da administração Obama para o tratamento concedido ao Reino Unido e as sucessivas gaffes no domínio da política externa: Great news: Obama fumbled Brown visit because he’s in over his head
I’m not sure which is worse. At least if he meant to snub Brown, it would suggest a certain competence at this brand of diplomacy. Instead, we’re told that the Obama White House and their staff are just a bunch of incompetents who got in over their heads.
(agradeço ao leitor Luís Cardoso a indicação do link)
Caro André,
A entrada em questão é da autoria do Ed Morrissey.
Cumprimentos,
Comentário por Luís Cardoso — Março 8, 2009 @ 23:52
André: ora aqui está um tema que nos devia preocupar… Ou o desafio é demasiado ou a sua preparação para o cargo foi muito sobrevalorizada. Só nos faltava mais esta…
Comentário por Ana Silva Fernandes — Março 9, 2009 @ 00:47
Caro André Alves,
Experimentemos então a ausência de censura que dizem existir se eu não mencionar o que não posso. Indo às perguntas:
1. Qual a relevância que acha que, num contexto em que a China primeiro e depois a Índia são as potências emergentes do pós crise (tendo a primeira o predicado de deter a maior fatia de dívida externa americana) a Europa a 27 vozes pode ter? Discorda da tese do deslocar do eixo do poder do Atlântico para o Pacífico / Índico? Sabe em que site ou blogue encontrar a justicação da tese.
2. Na política extena, na vertente separável da geoeconomia, cada vez menor a meu ver, a prioridade é o Af-Pak e o Irão Nuclear. Nesse dominio a Europa tem sido duma cobardia notável ao não responder aos apelos de envio de mais pessoal cívil (!) para reconstrução no Afeganistão, meios materiais e apoio militar ao patrulhamento de zonas seguras (!). Ninguém pediu à Europa que fosse combater os talibã ao sul e leste do Afeganistão, na zona tribal Pashtun. A questão é, o que pensa que Joe Biden vai ouvir quando reforçar esse apelo amanhã? As linhas de diálogo com a Síria, o Irão e mesmo com os talibã, além de Moscovo estão a tentar ser abertas. O D. Korski dizia há muito, como citei algumas vezes, que o teste de fogo da Europa para Obama é o Afeganistão. Falhando o teste, que valor tem a Europa que 25 DVDs não paguem?
Melhores cumprimentos,
Carlos Ferreira dos Santos
Comentário por Carlos Santos — Março 9, 2009 @ 03:46
Uma gralha óbvia – o ponto de interrogação…
Perdoem-me a insistência, mas continuo a achar que saiu o “jackpot” à “Santa Rússia”,pelo menos em termos europeus.
Em relação aos USA,alimento fortes dúvidas quanto aos estados manterem-se unidos…
A questão cromática não é tão pacífica como Hollywood,séries telivisivas e “folhas de couve” polÌticamente correctas nos querem fazer crer,e já se tornou evidente que o espécime catapultado para a Casa Branca é um erro de “casting” clamoroso.
A médio prazo saberemos se tudo isto se resume a meras conjecturas sem fundamento…
Comentário por JJ Pereira — Março 9, 2009 @ 14:13
Gralha da minha parte -”televisivas” , e não o que lá está.
As minhas desculpas.
Comentário por JJ Pereira — Março 9, 2009 @ 14:14
O que me surpreende é que o Carlos Santos ainda não tenha desenvolvido um modelo econométrico para as relações internacionais que está a comentar.
E que ceda ao caminho dos apriorismos, de juízos morais e não-científicos de “cobardia”, ou de qualificações nebulosas e difusas como “zonas seguras”.
Definitivamente não é material para constar de artigos publicados em revistas “refereed”.
Comentário por João Luís Pinto — Março 9, 2009 @ 14:26
LC,
Obrigado pela correcção.
Comentário por André Azevedo Alves — Março 10, 2009 @ 16:40