O Insurgente

Fevereiro 9, 2009

Em destaque

Filed under: Blogosfera — Miguel Noronha @ 09:46

Esta semana, em destaque o blog Think Markets.

Pois

Filed under: Blogosfera,Política,Portugal — Helder Ferreira @ 08:50

Rui Albuquerque no Portugal Contemporâneo

Uma das marcas mais salientes da direita portuguesa é, foi sempre, a sua profunda veneração pela esquerda. O fenómeno não é recente e é até mesmo muito anterior ao 25 de Abril: a direita indígena admira os líderes da esquerda (Afonso Costa, Álvaro Cunhal, Mário Soares, José Sócrates, Francisco Louçã), as ideias da esquerda, a “cultura” da esquerda. A direita portuguesa está cheia destes exemplares, verdadeiros basbaques que escancaram as goelas de espanto e de gozo perante a “inteligência” da esquerda. Esta, pelo seu lado, vota-os ao mais profundo desprezo e, de tempos a tempos, quando a ocasião o permite, dá-lhes merecidos tratos de polé. Quem tiver dúvidas acerca disto, facilmente as resolverá numa rápida incursão pela blogosfera portuguesa.

Pedido de desculpas

Filed under: Blogosfera — Helder Ferreira @ 08:45

Ao Rodrigo Moita de Deus pelo insulto que publiquei mais abaixo, as minhas sinceras desculpas. Também ao Rui Albuquerque por ter misturado o excelente texto dele com aquele inqualificável disparate. A eles os dois e a quem mais se possa ter sentido atingido as minhas mais sinceras desculpas.

Retirei do post o texto do Rui que republico acima.

Para ler ou reler

Filed under: Diversos — André Azevedo Alves @ 02:00

Só há emprego com produtividade / Contra a cultura do ressentimento. Por Rodrigo Adão da Fonseca.
Quando se contam as histórias pela metade… (5). Por João Luís Pinto.
Mais uma aposta governamental na criação de emprego. Por LA.
A casa ganha sempre. Por Michael Seufert.
O medo como fundamento político (2). Por Adolfo Mesquita Nunes.

O PS de Sócrates e a extrema-esquerda

Filed under: Comentário,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 01:15

Por entre aumentos de impostos mais ou menos encapotados e bandeirinhas fracturantes para entreter as franjas caviar do “povo de esquerda”, a verdade é que a única oposição relativamente eficiente ao avanço da extrema esquerda em Portugal tem vindo do PS de José Sócrates e Augusto Santos Silva.

O que, para além de ajudar a compreender os resultados deste PS, diz bastante sobre a direita partidária e mediática que temos

Jesualdo e o Jornal do Benfica

Filed under: Comentário,Desporto,Media,Portugal — André Azevedo Alves @ 00:52

Não obstante as declarações de Jesualdo Ferreira, a exibição do FC Porto, mesmo com o descanso extra de todos os jogadores titulares, deixou bastante a desejar.

Entretanto, e mesmo dando por adquirido que o penálti terá sido mal assinalado, este artigo no Público sobre o jogo (especialmente a linguagem empregue na parte inicial) talvez ficasse melhor no Jornal do Benfica (ou publicação equivalente):

Pedro Proença não fez jus ao seu antigo cartão de sócio do Benfica e menos ainda ao estatuto de membro de restrito grupo de árbitros portugueses de elite. Castigou o francês Yebda com um penálti falso como Judas (foi ludibriado por Lisandro) e que permitiu ao FC Porto empatar o clássico do Dragão (1-1) e manter-se na frente do campeonato.

Paulo Bento no FC Porto?

Filed under: Comentário,Desporto,Portugal — André Azevedo Alves @ 00:21

Face aos resultados é natural que as críticas ao actual treinador do Sporting aumentem, mas confesso que a minha impressão sobre o valor de Paulo Bento como treinador tem vindo a melhorar.

Com o plantel que tem ao seu dispor (por comparação com o FC Porto e o Benfica), é notável que o Sporting consiga manter-se, apesar de tudo, na discussão do primeiro lugar. E convém não esquecer o feito assinalável de ter passado a fase de grupos da Liga dos Campeões.

Juntando à performance desportiva uma postura na gestão do plantel e nos contactos com os media que, pese embora um outro acidente de percurso, me parece correcta, creio que Paulo Bento poderá no futuro ser uma hipótese a considerar para treinador do FC Porto.

Leitura recomendada

Filed under: Diversos — Rodrigo Adão da Fonseca @ 00:10

Ganância”, por JPP, no Abrupto:

” (…) Esta ganância vai deixar um lastro muito pesado atrás de si. Ela ajudou a agravar uma crise que na realidade está a ser explicada apenas pela superfície, pelo seu lado financeiro, deixando de parte a crise estrutural das economias e sociedades empresariais e laborais ocidentais face à globalização, que já existia antes da crise e vai continuar a existir quando se deixar de falar dela  (…) Mas há outro lastro da ganância, a proliferação e o reforço das ideias mais erradas e perigosas sobre a economia de mercado, sobre o capitalismo, sobre o papel do Estado. Se desta ganância resultar um mundo e uma sociedade menos livre para indivíduos e empresas, o preço da crise será ainda maior, porque atrasará o confronto com as raízes do declínio ocidental, económico e político, insisto que também político, cujas consequências vão muito mais longe do que o desemprego. É preciso por isso defender desta ganância criminosa, as democracias e a liberdade, porque convém não esquecer que o preço que se paga pelo totalitarismo é muito mais caro (…) “

Fevereiro 8, 2009

Beluga e Cristal

Filed under: Política,Portugal — Helder Ferreira @ 22:49

“A minha geração quer mais velocidade, quer chegar a Madrid no tempo em que agora chega ao Porto”, contrapôs.

Duarte Cordeiro, jovem socialista, via Gabriel Silva.

Da minha parte para o Duarte Cordeiro: olha ó jobem socialista, quando bieres ao Porto, tenta saber primeiro a matrícula da minha biatura e, de seguida, presta atenção ao atrabessar a rua. Oubiste ó filho duma nota de cinco?

Um marialva da direita portuguesa é alguém que gosta que lhe vão ao pacote

Filed under: Política,Portugal — Helder Ferreira @ 22:32

(texto republicado mais acima)

basta que continuem a tratá-los bem. Que não falte a vaselina presumo.

Estamos entregues à bicharada?

Filed under: Comentário,Justiça,Política,Portugal — LA @ 21:04

Em Setúbal, neste fim de semana, a realidade do dia a dia volta a mostrar-se através de mais assaltos à mão armada a estabelecimentos comerciais, com ameaças aos clientes e funcionários.
A vida dos cidadãos de Setúbal tal como a dos demais portugueses país fora, de norte a sul, vale cada vez menos perante a impotência com que o estado enfrenta a bandidagem e o abandono confirmado dessa missão. Por exemplo, ainda há dias, o governo mandou retirar as ATM (Multibanco) do interior dos tribunais não fossem os bandidos cair em tentação.

A falta de resposta do estado a estas situações poderá em breve criar uma situação incontrolável quer por potenciar o aumento da bandidagem quer, eventualmente, levando a que os cidadãos se sintam livres para se substituírem aos funcionários públicos (e respectivas instituições) pagos para de tal tratarem.
Ainda se lembram das “milícias populares” que há alguns anos atrás tanto incomodaram as cabeças pensantes desta democracia?

Não me venham com merdas sobre populismo e o respeito pela lei.
Que respeito merecem legisladores, leis e instituições que permitem que se tenha chegado a este regabofe?

Num ano eleitoral em que todos os partidos estarão nas ruas, feiras e mercados deste país, com bandeirinhas e altifalantes em elogios à capacidade de fazer obra dos respectivos líderes nacionais e locais, não nos devemos esquecer o abandono a que, pelos vistos, chegámos. Se não estamos entregues à bicharada, pouco faltará.

Estamos a falar do mesmo país em que os mais altos membros da magistratura se preocupam mais com as suas intervenções e imagem nos meios de comunicação que em responder aos problemas do crime grave e violento; em que juízes e procuradores trocam galhardetes sobre as suas posições públicas; em que os ministros da Justiça e da Administração Interna desapareceram para parte incerta ou se esconderam; em que os vários órgãos de polícia se degladiam para saber quem vigia quem, quem escuta os telefonemas de quem.

Se os eleitores e cidadãos deste país “os” tiverem grandes e no lugar, este vai ser o ano de recordar aos políticos de todos os partidos que se para algo serve o estado e os seus recursos (os impostos de todos nós), que todos tanto querem controlar, esse algo é a segurança de vidas e propriedade e a execução da justiça.

Alice no país dos comedores de palha

Filed under: Comentário,Economia,Política,Portugal — Helder Ferreira @ 20:35

Título: Sócrates quer reduzir carga fiscal à classe média

Título alternativo: Sócrates mente mais uma vez

O secretário-geral do Partido Socialista (PS) e primeiro-ministro, José Sócrates, disse, este domingo, no Porto, que pretende limitar as deduções fiscais dos mais ricos, para poder aliviar a carga fiscal da classe média. 
«É preciso aliviar a carga fiscal da classe média, fazendo com que aqueles que são mais ricos possam deduzir menos naqueles que são os seus contributos para o Estado», disse na apresentação da moção que vai levar a Congresso aos militantes do norte.

Ou seja, os mais ricos passam a deduzir menos na matéria colectável e, portanto, a classe média fica com a carga fiscal aliviada. Sou só eu ou isto não faz sentido nenhum? Se a carga fiscal do meu vizinho aumenta em que é que isso diminui a minha? Ah, deve ser em percentagem da carga total porque pagar, continuo a pagar o mesmo. Ou mais. Mais uma treta à Sócrates. Nada disto é estranho, afinal, a ideia de igualdade socialista, é sermos todos igualmente pobres ou, ainda melhor, miseráveis.
 

Sócrates recordou o «enorme esforço» que o Governo que encabeça fez, no combate à evasão fiscal, afirmando que o Executivo «bateu todos os recordes» em termos de recuperação das dívidas ao Fisco. «É preciso continuar esse combate, mas, ao mesmo tempo, é preciso aliviar a carga fiscal da classe média», defendeu. 

Não sei se este Governo de aldrabões foi ou não eficaz no combate à evasão fiscal. Não tenho dados e julgo que ninguém tem. O que sei é que a recuperação de dívidas não tem nada que ver com combate à evasão ou fuga fiscais. Nada. SÃO DÍVIDAS DECLARADAS, NÃO TÊM NADA A VER COM EVASÃO.

How to deal with ‘performance issues’

Filed under: Economia,Política,Teoria,Videos — André Azevedo Alves @ 19:00

Stimulis: Because all economies have performance issues

Parabéns

Filed under: Blogosfera,Portugal — André Azevedo Alves @ 16:00

Três anos de Corta-Fitas.

A extrema-esquerda caviar assume-se

Filed under: Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 15:00

Esquerda caviar: uma proclamação. Por Ana Sá Lopes.

Na tribuna da Convenção do BE, um jovem delegado acabou de dizer que faz parte da “esquerda caviar”, daquela que nunca precisou das “honrarias” das câmaras municipais ou do Parlamento para “saber o que era bom”.

Leitura complementar: Só há emprego com produtividade / Contra a cultura do ressentimento; Louçã e os coelhinhos na convenção do Bloco de Esquerda; Demagogia Bloquista.

Gay Rabbits

Filed under: Política,Portugal,Teoria,Videos — André Azevedo Alves @ 14:00

Como são dois coelhos mas não são um casal, não vão “surgir coelhinhos”…

My 2 Cute Gay Rabbits Humping Each Other

Louçã e os coelhos

«surpresa, até indignação e incomodidade»

Filed under: Comentário,Política,Portugal — Michael Seufert @ 10:09

E dúvida: o que é que o BE quer proibir, mesmo?

Cheira-me que a proposta é bonita de se ouvir mas que não quer dizer nada.

Heresias climáticas (3): Red Hot Lies

Filed under: Ambiente,Economia,Educação,Internacional,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 10:00

Charles Pratt, a propósito do livro Red Hot Lies: How Global Warming Alarmists Use Threats, Fraud, and Deception to Keep You Misinformed, de Christopher Horner:

In the 1990s an attorney named Christopher Horner was appropriately disconcerted when Enron, his employer at the time, told him to lobby in favor of restrictions on carbon emissions during negotiations relating to the Kyoto treaty. Enron liked the idea of regulations that would raise the operating costs of coal-fired power stations, because it wanted to make more money from its pipelines supplying gas. (Natural gas creates about half as much CO2 as coal per unit of energy released, according to DoE figures.)

Thus one of the most despised corporations in history shared the interests of environmental activists. In fact, according to Horner, Enron donated almost a million dollars to the Nature Conservancy. Meanwhile some provisions of the Kyoto treaty were endorsed by BP (which owns companies that manufacture solar power systems) and General Electric (which has a substantial interest in wind power).

Massive government programs always create a feeding frenzy among large corporations. If we fight a war against climate change, how many new Halliburtons will profit from it? How many are exaggerating the consequences of warming right now, simply to further their own interests?

Christopher Horner’s recent book, Red Hot Lies, is an angry denunciation of “green” lobbyists who have a vested interest in subsidies for alternative energy. High on his list is Al Gore. He wants to know how Gore’s Alliance for Climate Protection came up with $300 million for a public education campaign, and what the donors of this huge sum may be hoping to gain in return. During a 60 Minutes episode, Gore refused to reveal their names.

According to an estimate by Bloomberg News, Gore was worth about $2 million when he left office; but Fast Company reported that after pursuing his new career as an environmental activist for a few years, his net worth had grown to more than $100 million.

Inspirada em Sócrates

Filed under: Diversos — Michael Seufert @ 09:57

Hillary Clinton, para quem não sabe, sempre foi uma grande fã de José Sócrates. A sério…

(via)

Só há emprego com produtividade / Contra a cultura do ressentimento

Filed under: Comentário,Economia,Media,Política,Portugal,Teoria — Rodrigo Adão da Fonseca @ 01:25

1. Muito se tem falado sobre o “oportunismo” subjacente a muitos processos de despedimento. Haverá empresas que estão a “aproveitar” a crise para despedir gente, só para “engordar” os lucros? Do ponto de vista sistemático, só há emprego quando as empresas são produtivas; ninguém despede se sentir que os empregados são necessários.

Em Portugal, a palavra “produtividade” desapareceu do discurso político. Só se fala em “ajuda”: “ajudar” a empresa “x”, o sector” y”, como se fosse possível acorrer a tudo e todos, como se houvesse vasos comunicantes na comunidade que nos obrigassem a funcionar como que por osmose, e como se as ajudas não tivessem um custo, fossem uma espécie de liberalidade sem consequências: pois é, sempre que se promove uma determinada ajuda, há o enorme risco de se estar a enfraquecer o sistema, criando as condições para empurrar as empresas e sectores remanescentes para a agonia.

A situação do país não anda longe do cenário da anedota em que dois esfomeados se degladiam por um frango: estamos, mesmo, a ficar pobres, e num beco sem saída. Os erros de hoje vão custar muito mais num futuro próximo. Todo o dinheiro que está literalmente a ser atirado para cima da fogueira vai ter de ser pago. Se desperdiçamos recursos, em ajudas mal medidas, o efeito é perverso, porque vamos ter de trabahar muito mais para pagar as asneiras dos nossos responsáveis políticos actuais.

2. A demagogia de Louçã e do Bloco de Esquerda é perigosíssima: assenta num novo populismo e num falso moralismo , o Bloco vende como receita para tudo uma sociedade tutelada pelo Estado, a partir de uma ética socialista e justicialista que despreza a liberdade e os valores das classes médias. O Bloco faz política fomentando uma cultura de ressentimento; dar voz ao Bloco afasta-nos para muito longe daquilo que precisamos: liberdade, iniciativa, desburocratização, inovação, produtividade. Precisamos de um país moderno, motivado, esforçado, com gosto pelo risco e pelo trabalho, onde cada um cumpre o seu papel, num ambiente de cooperação; dispensamos bem quem nos quer empurrar para soluções de classe, que promovem a divisão da sociedade, de uma forma artificial e básica, entre ricos e pobres, entre opressores e oprimidos, entre os que criam e os que aspiram a sobrevivem apenas pela redistribuição e pela captura daquilo que, infelizmente, não existe em Portugal: riqueza.

Fevereiro 7, 2009

Faz muita falta a Louçã ler Menger

Filed under: Economia,Política,Portugal,Teoria — André Azevedo Alves @ 23:50

O Capital Improdutivo. Por JCD.

Principles of Economics (disponível online aqui). Por Carl Menger.

Leitura complementar: Demagogia Bloquista.

Eles vivem

Filed under: Economia — Helder Ferreira @ 23:34

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Palha

Filed under: Comentário,Media,Política,Portugal — Helder Ferreira @ 23:10

Um dos telejornais de hoje abriu com a notícia do que disse o Grande Líder Anacleto na Convenção Fanife. Que as empresas com lucros deviam ser proibidas de despedir. A frase manteve-se em rodapé enquanto o Anacleto dos Anacletos ia dizendo a homilia. Caríssimos comedores de palha, notícia seria se o Pastor Anacleto tivesse proposto a proibição do emprego. O efeito da proposta “concreta” (como o comedor de palha da SIC chamou à homilia do Anacleto-Mor) é exactamente o mesmo e pelo menos seria honesta.

Pacheco Pereira no Twitter?

Filed under: Blogosfera,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 23:00

Há um Abrupto em testes no Twitter. Admitindo que se trata do legítimo, José Pacheco Pereira está provavelmente a tentar descobrir uma forma de encaixar fotografias de bancos de jardim e os poemas da secção EARLY MORNING BLOGS em 140 caracteres.

Dois coelhinhos numa cova, mas “um casal”! (3)

Filed under: Política,Portugal,Videos — André Azevedo Alves @ 22:24

Aqui fica um video centrado no grande momento comunicacional do Querido Líder bloquista:

Louçã e os coelhos

O fim do Twitter?

Filed under: Blogosfera,Internacional,Media — André Azevedo Alves @ 21:33

Provavelmente não, mas será interessante acompanhar a evolução comparativa do Facebook relativamente ao Twitter depois das mais recentes alterações: Facebook Opens Status API, Say Goodbye to Twitter

Tonight Facebook has made a number of updates to the Facebook platform one of which is the opening of status updates. In order to get Facebook statuses, you no longer need to use a session ID to access statuses. This is a huge update and one that I think is going to take Facebook to the next level.

(mais…)

O SIS e o caso Freeport

Filed under: Justiça,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 21:13

Caso Freeport: SIS nega qualquer interferência e diz que notícias de escutas são “falsas e fantasiosas”

A posição do SIS surge depois da notícia de hoje do semanário “Expresso”, segundo a qual os procuradores envolvidos no Freeport dizem estar a ser “vigiados por elementos do SIS”. O semanário adianta ainda que o procurador-geral da República, Pinto Monteiro, mandou investigar as suspeitas dos procuradores, apesar do SIS desmentir.

OS PEREGRINOS SECRETOS. Por João Gonçalves.

Todavia, alguém espera que um “serviço de informações”, por muito mau que seja, confirme ou infirme alguma coisa?

FANTÁSTICO! Por Jorge Ferreira.

Alguém esperava razoavelmente que o SIS ou algum dos seus elementos confessasse alguma coisa? Seria fantástico! O que já me parece grave é o facto de existirem magistrados que se dizem sob vigilância.

Dois coelhinhos numa cova, mas “um casal”! (2)

Filed under: Política,Portugal,Teoria,Videos — João Luís Pinto @ 20:10

A não perder, a partir do primeiro minuto e 32 segundos.

Ninguém esperava…

Filed under: Política,Portugal,Teoria — André Azevedo Alves @ 19:34

Enver Hoxha
Convenção do BE: Francisco Louçã volta a liderar lista à mesa nacional do Bloco

Adenda: Sobre a liderança bloquista, vale a pena ler também o post UM FUTURO RISONHO, de Jorge Ferreira.

Louçã e os coelhinhos na convenção do Bloco de Esquerda

Filed under: Comentário,Cultura,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 19:28

Francisco LouçãDepois do célebre deslize do incontestado líder supremo bloquista quando atacou Paulo Portas por este não ter filhos, Francisco Louçã volta à carga desvalorizando de forma preconceituosa, reaccionária e – acima de tudo – inoportuna o casamento entre coelhos do mesmo sexo.

Para além de constituir um inequívoco rude golpe no interesse social e colectivo do casamento homossexual, a repetição deste tipo de incidentes protagonizados por Louçã começa a ser francamente embaraçosa.

Das duas uma: ou nem Louçã acredita nos disparates da agenda LGBT – limitando-se a alinhar com eles por lhe ser politicamente conveniente – ou então estamos perante alguma espécie de recalcamento que, de tempos e tempos, perturba o discurso público do Querido Líder do BE.

Demagogia bloquista

Filed under: Comentário,Economia,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 19:03

Depois de Francisco Louçã ter defendido uma medida ultra-demagógica que seria uma óptima forma de liquidar empresas e reduzir ainda mais os incentivos à criação de emprego, Ana Drago fechou o círculo defendendo uma medida para o aumento do desemprego com especial incidência nos trabalhadores menos qualificados.

E o pior é que a ignorância é tanta e o enviesamento pró-bloquista dos media é tão acentuado que tudo isto passa praticamente sem qualquer contraditório ou espírito crítico…

O feto não é um ser humano?

Filed under: Justiça,Política,Portugal,Teoria — André Azevedo Alves @ 17:00

O argumentário pró-aborto (3). Por Tiago Moreira Ramalho.

Dois coelhinhos numa cova, mas “um casal”!

Filed under: Comentário,Política,Portugal — João Luís Pinto @ 16:49

A metáfora dos coelhinhos do Louçã na convenção do BE foi um rude golpe no interesse social e colectivo do casamento homossexual.

jugular

Filed under: Internacional,Justiça,Política — André Azevedo Alves @ 16:00

Mais um triunfo do “progressismo” fracturante em acção: Lawsuit: Florida Clinic Botched Abortion, Threw Out Live Baby

Eighteen and pregnant, Sycloria Williams went to an abortion clinic outside Miami and paid $1,200 for Dr. Pierre Jean-Jacque Renelique to terminate her 23-week pregnancy.

Three days later, she sat in a reclining chair, medicated to dilate her cervix and otherwise get her ready for the procedure.

Only Renelique didn’t arrive in time. According to Williams and the Florida Department of Health, she went into labor and delivered a live baby girl.

What Williams and the Health Department say happened next has shocked people on both sides of the abortion debate: One of the clinic’s owners, who has no medical license, cut the infant’s umbilical cord. Williams says the woman placed the baby in a plastic biohazard bag and threw it out.

Police recovered the decomposing remains in a cardboard box a week later after getting anonymous tips.

Os custos humanos do socialismo e da desorganização na saúde

Filed under: Economia,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 15:50

Falta de equipamentos de radioterapia é um dos maiores problemas – Médicos alertam para resultados “sofríveis” no cancro

Maria Emília Pereira, presidente do colégio da especialidade de Radioterapia, reconhece que há listas de espera para radioterapia nalguns hospitais públicos. Mas frisa que os doentes são tratados. Já Rui Rodrigues, que dirige a unidade privada de radioterapia do Hospital Cuf Descobertas (que deixou de receber doentes dos hospitais públicos após a saída da circular do MS), traça um panorama mais preocupante. “Há listas de espera e deverá haver milhares de doentes a quem está a ser sonegado o tratamento”, avisa.

Se se tiver em conta a disponibilidade de equipamentos (há 24 aparelhos nos hospitais públicos e 16 nos privados, quando as recomendações internacionais apontam para um mínimo de cinco aparelhos por milhão de habitantes), percebe-se que o défice é grande. A agravar, alguns aparelhos necessitam de ser substituídos, porque têm mais de dez anos. Tendo em conta a incidência do cancro na Europa, Rui Rodrigues estima que o número de doentes com indicação para radioterapia deverá oscilar entre os 25 e os 30 mil, quando actualmente são submetidos a este tratamento apenas cerca de 18 mil em Portugal. “O que acontece aos outros?”

VI Convenção do Bloco de Esquerda (2)

Filed under: Economia,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 15:30

Francisco LouçãAbsurdo. Por Tiago Moreira Ramalho.

No seu discurso na sexta Convenção do Bloco, Francisco Louça defendeu que as empresas com lucros deveriam ser proibidas de despedir empregados. Ao ouvir tamanho disparate, cujo objectivo é apenas manipular quem está em situações difíceis sinto verdadeiro nojo daquilo que o BE representa.

VI Convenção do Bloco de Esquerda

Filed under: Media,Política,Portugal,Religião — André Azevedo Alves @ 14:54

Francisco LouçãSó faz falta quem está. Por Ana Sá Lopes.

No complexo Casal Vistoso (auditório com piscinas junto à praça do Areeiro, em Lisboa), Francisco Louçã arranca em tom religioso – o seu de sempre, agora mais popular desde que o evangélico de Barack Obama se tornou politicamente irresistível. “Estamos aqui”, repete Louçã, desfilando sucessos, do primeiro deputado eleito nos Açores à integração nos quadros dos trabalhadores precários da Câmara Municipal de Lisboa (como o “Zé” já não faz falta, é omitido) e as lutas ao lado da CGTP de Manuel Carvalho da Silva, o convidado-sensação da manhã, e contra a discriminação de gays e lésbicas e das mulheres a quem “o Presidente da República quer impor um casamento forçado” – vidé as declarações desta semana de Cavaco Silva contra a nova lei do divórcio que aumentaria o número de pobres.

O argumento pelo livre comércio

Filed under: Economia,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 14:00

Contra as novas ameaças protecionistas. Por Diogo Costa.

O argumento pelo livre comércio deve frisar que as principais vítimas do protecionismo de determinado país são os habitantes do próprio país, empobrecidos por causa de preços mais altos. Principalmente em tempos de crise, o governo que quiser ajudar a população deve sempre priorizar pela abertura do comércio, seja ela multilateral, bilateral ou unilateral.

A voz de Chesley Sullenberger

Filed under: Cultura,Videos — André Azevedo Alves @ 12:00

Sullenberger: ‘We’re Going To Be In The Hudson’

O que é a idade. Por Pedro Rolo Duarte.

As respostas de Chesley Sullenberger à Torre são secas e firmes, serenas e exactas, mesmo quando anuncia que vai amarar no rio. O tom da sua voz nunca se altera, seja quando percebe que fica sem os dois motores ou na decisão de não voltar para La Guardia, não arriscar o aeroporto alternativo, e optar pela amaragem. Ao ouvi-lo, qualquer pessoa percebe o sucesso da operação: a voz transpira segurança, saber, e convicção. Talvez também um pouco de fé, não consigo avaliar.

Mas consigo, qualquer pessoa consegue, sentir no tom de voz, na economia das palavras, na ausência de qualquer descontrolo, o peso e o valor da idade, da experiência, e da sabedoria que os anos podem trazer. Está ali uma lição para aplacar o culto da “eterna juventude”.

Smile: Big Brother is Watching Your Car

Filed under: Justiça,Nanny State Watch,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 10:00

Do chipismo socialista. Por Gabriel Silva.

A questão base é mesmo a instalação do chip e a sua obrigatoriedade, pouco importando quaisquer alegadas «garantias» que por agora se enunciem.

Chip nas matrículas e privacidade. Por João Miranda.

a ideia que os dispositivos de detecção têm alcance local não protege a privacidade de ninguém, tendo em conta que o gestor do sistema vai gerir dezenas ou centenas de dispositivos de alcance local que podem detectar o veículo em vários pontos. O suposto alcance local torna-se nacional.

Este tipo de argumentos, em vez de fazerem diminuir os receios de perda de privacidade, só servem para os aumentar. Isto porque só há duas possibilidades, ou o legislador não percebe os riscos da legislação que produziu, ou percebe e está de má fé. Não sei qual das alternativas é pior.

Leitura complementar: Mais uma aposta governamental na criação de emprego.

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