Para que não restem dúvidas, devem existir proporcionalmente mais judeus a viver no Dubai do que na maioria das capitais europeias. Certamente existirão mais judeus no Dubai do que em todas as cidades portuguesas.
Fevereiro 28, 2009
22 Comentários »
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Insurgentes, eu não sei se repararam, mas ontem fizeram 4 anos. É no mínimo assinalável!
Cumprimentos e parabéns
Comentário por Tiago Moreira Ramalho — Fevereiro 28, 2009 @ 19:41
Pelo menos é o que aqui dizem: http://bloganiversario.wordpress.com/2009/02/27/o-insurgente/#respond
Comentário por Tiago Moreira Ramalho — Fevereiro 28, 2009 @ 19:42
Olha! É verdade e não nos lembrámos
Comentário por Helder — Fevereiro 28, 2009 @ 19:55
E certamente com os mesmos direitos dos nacionais do Dubai, razão pela qual o Dubai não deveria ter tido qualquer problema em autorizar a presença da ténista de Israel no seu torneio de ténis.Ou será que !!!!
Comentário por João Santos — Fevereiro 28, 2009 @ 20:20
Julgo que nos Emiratos nenhum estrangeiro tem os mesmos direitos dos nacionais, certo CGP? Não é por aí.
Comentário por Helder — Fevereiro 28, 2009 @ 20:21
Está explicada a razão da proibição de entrada da tenista no Dubai. Já lá vivem judeus em excesso…..
Comentário por Joao Carlos — Fevereiro 28, 2009 @ 20:25
Obrigado Tiago. Hoje de manhã já tinha reparado mas ainda não tive tempo de escrever alguma coisa.
Vou ver se pelo menos faço um post a assinalar o aniversário…
Comentário por André Azevedo Alves — Fevereiro 28, 2009 @ 23:33
“devem existir proporcionalmente mais judeus a viver no Dubai do que na maioria das capitais europeias”
Ah sim? Qual é a proporção no Dubai? E nas principais europeias?
Comentário por Luís Oliveira — Março 1, 2009 @ 01:40
principais cidades europeias
Comentário por Luís Oliveira — Março 1, 2009 @ 01:40
principais cidades* europeias
Comentário por Luís Oliveira — Março 1, 2009 @ 01:41
Obviamente, o Dubai tem uma politica de imigracao que nao garante os mesmos direitos (sociais e de nacionalidade) que os locais, independentemente da religiao. Aplica-se o mesmo aos judeus e aos muculmanos de outros paises. Talvez por isso seja um pais com 90% da populacao composta por imigrantes que parecem nao se importar muito com isso.
Comentário por Carlos Guimarães Pinto — Março 1, 2009 @ 07:01
Luis, nao sei. Falo por experiencia, usando como amostra os meios sociais que convivo. Amostra pequena, admito.
Comentário por Carlos Guimarães Pinto — Março 1, 2009 @ 07:05
“Para que não restem dúvidas, devem existir proporcionalmente mais judeus a viver no Dubai do que na maioria das capitais europeias.”
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“…seja um pais com 90% da populacao composta por imigrantes…”
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Caro CGP
Nesse caso deve ser relativamente fácil aí no Dubai existirem “proporcionalmente” mais elementos de qualquer etnia(religião, cor, etc.) do “que na maioria das capitais europeias”.
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Comentário por Mentat — Março 1, 2009 @ 11:20
Não CGP, não é “independentemente da religião” e você sabe isso muito bem.
Uma sociedade islâmica admite a presença de infiéis, mas dentro de condições bem definidas pela lei divina. Com melhor estatuto estão as “Gentes do Livro”, fiéis das religiões de que o Islão se considera o estádio fechado e definitivo.É o caso dos judeus. São dhimnis (protegidos), protecção que resulta do facto de se submeterem. Os dhimmis devem um imposto especial (jiziyya, que paga o direito de viver na umma), não podem usar armas, chefiar muçulmanos, manifestar publicamente a sua fé, exercer proselitismo, ou ter relações sexuais com muçulmanos. Os seus testemunhos são inadmissíveis perante tribunais muçulmanos.
São sujeitos a humilhações, de quando em quando, porque “para o verdadeiro crente é uma obra pia expressar publicamente a sua aversão para com o dhimmi” (Juifs et Chrétiens sous l’Islam, Bat Ye’or, 1994).
Não conheço a lei fundamental do Dubai, mas nesta matéria o Irão é um dos melhores exemplos. A sua Constituição reintroduziu legalmente a dhimmitude, devidamente pormenorizada nos artigos 13º e 14º. E o artº 20º, estabelece claramente que os direitos individuais são iguais para todos, mas dentro dos critérios da lei islâmica ( e esses estão explicados acima)
Externamente, os países muçulmanos entendem que Israel ocupa uma parte do dar-al-islam, o que justifica e exige a jihad. Os judeus, sendo gente do livro, não devem ser exterminados, mas também não podem ser aceites na região senão na condição de dhimmis, estatuto incompatível com soberania política. Logo não é possível, à luz da lei islâmica, aceitar um Estado Hebraico. Esta é a razão pela qual nem o Irão nem os movimentos islamistas (Hamas, Hezbolah, etc) podem aceitar a existência de Israel. Opõem-se por isso à solução dos dois estados e entendem que deverá apenas haver um estado, no qual os judeus poderão ser autorizados a viver, com o estatuto que a lei islâmica para eles prevê.
Mas você sabe isto tudo, CGP.
Porque faz este frete?
Comentário por Lidador — Março 1, 2009 @ 14:56
Judeus de religião, ou de origens familiares?
Há em Portugal muitas pessoas de ascendência judaica (como se vê pelos seus apelidos) mas que não são de religião judaica. Muitas são até fervorosas católicas.
Comentário por Luís Lavoura — Março 1, 2009 @ 15:18
LL, o termo “judeu”, não se aplica apenas às pessoas que professam uma certa religião ou são de uma certa etnia, embora seja isso que pretendem os islamistas, a esquerda tonta e os neonazis, porque assim podem “argumentar” que Israel, sendo um “estado judeu”, ou é “teocrático”, ou “racista”.
Os “judeus”, não são apenas os “praticantes do judaísmo”, nem são uma etnia ou raça de gajos escuros e gananciosos, de nariz adunco.Nem sequer é uma língua. O conceito é muito mais abrangente do que isso. É civilizacional e cultural, define uma “pertença”, enraíza-se numa tradição.
É essa acepção que permitia a Einstein definir-se como judeu, (e sionista) apesar de não ser religioso.
É essa acepção que define como judeus personalidades como Woody Allen, Spielberg, George Lucas, Debra Winger, Sarah Jessica Parker, Ben Afleck, Jorge Sampaio. Egaz Moniz, Ben Gurion, Hannah Arendt, Marx, Trostky, Espinosa, Freud, Jesus Cristo, Virgem Maria, S.Pedro, Mendelssohn, Andre Agassi, Barbra Streisand, Mel Brooks, Stanley Kubrick, Noam Chomsky, Sammy Davis, Jr., Lenny Kravitz, etc,etc.
O problema com o Dubai, é Israel e os judeus israelitas. Não pode haver judeus israelitas, aquela terra é do Islão, os judeus como “protegidos”, não podem exercer soberania política. É o Corão que comanda.
Mas será que ninguém se dá ao trabalho de tentar olhar o problema a partir da matriz islâmica, que é neste momento a que conta?
Comentário por Lidador — Março 1, 2009 @ 16:00
Penso que o erro dos sionistas foi terem chamado Israel a Israel. Se lhe tivessem chamado Judeia, acabava-se o “argumento”.
Comentário por Lidador — Março 1, 2009 @ 16:03
“Mas você sabe isto tudo, CGP.
Porque faz este frete?”
Caro Lidador
O CGP que me desculpe mas não parece um frete, parece mais síndroma de Estocolmo…
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Comentário por Mentat — Março 1, 2009 @ 18:27
Uma questão ao CGP (vagamente parecida com uma que fiz há uns tempos).
Li algumas coisas sobre o Dubai que me dão a entender que a sharia é aplicada com mais rigor aos muçulmanos que aos não-muçulmanos. É assim (ou a interpretação leve é para todos)?
Comentário por Miguel Madeira — Março 1, 2009 @ 19:54
“a sharia é aplicada com mais rigor aos muçulmanos”
Não sei se o CGP consegue ver (por vezes quem está dentro da floresta é quem menos lhe entende os contornos), mas as notícias de agências internacionais de pessoas detidas, fustigadas e deportadas por beijos, partilha de apartamentos, e outras ofensas à sharia, etc, são inúmeras-
É uma questão de pesquisar.
Comentário por Lidador — Março 1, 2009 @ 20:35
Miguel Madeira está falar de questões públicas suponho, como o Lidador dá como exemplos? Certamente para divórcios entre cristãos a Sharia não se aplica.
Esta entrevista com o Bispo Católico da Arábia dá algumas ideias:
http://pajamasmedia.com/blog/a-cross-under-one9s-clothing-is-okay-an-interview-with-the-bishop-of-arabia/
Comentário por lucklucky — Março 1, 2009 @ 22:59
O problema dos judeus não é com os árabes.
Inclusive existe judeu árabe.
O problema é entre russos israelenses facistas e racistas que odeiam os árabes.E vice versa
Comentário por Lucy — Março 18, 2011 @ 14:44