Infelizmente em Portugal – e especialmente no micro-cosmos muito peculiar que se consolidou no Banco de Portugal – o mais provável é as demissões serem “evitáveis”: Banco de Portugal: demissões inevitáveis. Por Camilo Lourenço.
Já ouvimos várias coisas, graves, no caso BPN. Até contradições entre governador e vice-governador (que na altura tutelava a supervisão). Mas nada tão grave como o que disse António Franco. Em condições normais, estas declarações corriam o risco de não ser levadas a sério. De tão graves que são… O problema é que elas batem certo com outras coisas que a investigação jornalística apurou. Depois disto só faltam as demissões…
(via Gabriel Silva)
E por que raio é que havia de haver demissões?!? Era o que faltava, serem penalizados os polícias, enquanto os ladrões andam a jogar golfe!
Comentário por clara martins — Fevereiro 16, 2009 @ 16:09
[...] Faltam as demissões no Banco de Portugal (2) Arquivar em: Comentário, Justiça, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 1:02 am Aceito de bom grado este reparo do Miguel Morgado ao meu post Faltam as demissões no Banco de Portugal. [...]
Pingback por Faltam as demissões no Banco de Portugal (2) « O Insurgente — Fevereiro 18, 2009 @ 01:02