
Mamã, eu sou o Robin Hood, não sou o Pinóquio! (imagem "roubada" ao wehavekaosinthegarden.blogspot.com)
Ora, se eu bem percebi, José Sócrates considera legítimo, no plano político, adoptar, até à exaustão, a figura do mítico Robin dos Bosques, como metáfora para algumas das medidas do seu programa (já antes, usada para taxas as petrolíferas). O próprio Ministro Teixeira dos Santos deixou claro que a medida Robin Hood era da exclusiva responsabilidade de José Sócrates.
No Parlamento, ontem, José Sócrates chorou-se todo, resmungando porque a oposição adoptou a metáfora do Pinóquio para explicar que José Sócrates não cumpriu promessas eleitorais.
Ora então, Robin dos Bosques, sim; Pinóquio é que não. Não percebo como é que um partido que, de repente, anda tão preocupado com a igualdade de género, promove esta marginalização, da política activa, da simpática criação de Gepeto.
Mas aconteceu um erro na escolha dos personagens. Na realidade Sócrates interpreta na perfeição o “Principe João” e Teixeira dos Santos está brilhante como “Xerife de Nottingham”.
Comentário por António de Almeida — Fevereiro 12, 2009 @ 14:06