Dois anos depois. Por Pedro Picoito.
Aqui celebram a “vitória”, invocando as pessoas que mais amam ou que conheceram na causa comum.
Eu, pelo contrário, lamento as pessoas que não nasceram, as pessoas que nunca conhecerei, as pessoas que ninguém poderá amar porque se votou a sua inexistência.
é crime gastar dinheiro em abortos de gente descuidada que tem métodos antes, durante e depois.
que pena a mãezinha destes ilustres abortos politicos não ter abortado
Comentário por l.falcão — Fevereiro 12, 2009 @ 07:40
Como se com o aborto legal, as mulheres em vez de irem ao cinema comecem a abortar em massa. Grande visão que têm das mulheres portuguesas.
Quase que vos confundo com fundamentalistas islamicos.
Comentário por Ricardo Ferreira — Fevereiro 13, 2009 @ 01:42
“Quase que vos confundo com fundamentalistas islamicos.”
Vindo de quem vem, todas as confusões são possíveis…
Comentário por André Azevedo Alves — Fevereiro 13, 2009 @ 01:48
De quem vem, vem de uma pessoa que nada liga a qualquer religião, seja ela qual for.
Mas durante a campanha do referendo, vi propaganda cristã que em nada ficava atrás de propaganda de fundamentalistas islamicos. Também pelo que se vê agora.
Desgraçadas as mulheres portuguesas. Quando era proibido não faziam o aborto. Agora que é permitido vai tudo a correr para abortar.
Triste liberalismo este.
Comentário por Ricardo Ferreira — Fevereiro 13, 2009 @ 12:31