É como me sinto, depois de o Luís Rainha (who else?) ter demonstrado por argumento de inequívoca autoridade que, contrariamente a todas as evidências, as tiradas populistas de Francisco Louçã sobre a “improdutividade do capital” não estão em grosseira contradição com a teoria subjectiva do valor.
É sempre bom termos um Luís Rainha por perto para nos colocar no nosso devido lugar.
Leitura complementar: Faz muita falta a Louçã ler Menger; Demagogia Bloquista.
A impudência é um passatempo engraçado, mas exibida em público torna-se ligeiramente constrangedora.
Eu não teimei na razão ou falta dela do FL. Apenas anotei o descaramento necessário para andar a recomendar bibliografia básica a um dos economistas portugueses mais publicados e citados no estrangeiro. Só isso.
Comentário por LR — Fevereiro 10, 2009 @ 11:23
««Eu não teimei na razão ou falta dela do FL. »«
Toda a gente percebeu que o Luís Rainha não percebe patavina do assunto.
«« Apenas anotei o descaramento necessário para andar a recomendar bibliografia básica a um dos economistas portugueses mais publicados e citados no estrangeiro. »»
Mas se percebesse alguma coisa do assunto perceberia que o Louçã cometeu um erro básico, pelo que recomendar bibliografia básica é o passo lógico seguinte. E claro, um erro tão básico é capaz de nos fazer duvidar da qualidade das publicações de Louçã bem como da qualidade dos estrangeiros que o citam.
Comentário por JoaoMiranda — Fevereiro 10, 2009 @ 11:41
Toda a gente percebeu que o João Miranda não percebe patavina do assunto.
Comentário por Ricardo Ferreira — Fevereiro 10, 2009 @ 13:02
“Eu não teimei na razão ou falta dela do FL.”
Claro que não.
Comentário por André Azevedo Alves — Fevereiro 10, 2009 @ 13:50
“Apenas anotei o descaramento necessário para andar a recomendar bibliografia básica a um dos economistas portugueses mais publicados e citados no estrangeiro.”
Há quem aceite acriticamente erros de palmatória por virem de alguém que considera colocado numa posição de autoridade. E depois há quem seja pense pela sua própria cabeça e seja “descarado”. Eu prefiro ser “descarado” sempre que possível.
Comentário por André Azevedo Alves — Fevereiro 10, 2009 @ 13:52
Claro que não. Aguardamos ansiosamente pela teoria do Ricardo Ferreira.
Comentário por Miguel — Fevereiro 10, 2009 @ 14:04
[...] Arquivar em: Economia, Política, Portugal, União Europeia — Miguel @ 4:55 pm Se “um dos economistas portugueses mais publicados e citados no estrangeiro” prefere ignorar um dos conceito básicos da teoria económica não nos devemos admirar que o [...]
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Não é que o capital seja improdutivo, mas o capital é trabalho acumulado e cristalizado. Por isso o capital nada é sem o trabalho.
Cumprimentos
Comentário por Miguel Lopes — Fevereiro 11, 2009 @ 03:39
“Não é que o capital seja improdutivo, mas o capital é trabalho acumulado e cristalizado.”
Miguel Lopes,
Faço-lhe a mesma recomendação que ao Louçã: leia Menger.
Comentário por André Azevedo Alves — Fevereiro 11, 2009 @ 15:01