Na base das políticas ambientalistas e das políticas de higienização social das últimas décadas, o medo foi sempre a tónica dominante através do qual a mensagem política passava. As restrições impostas vinham sempre devidamente embrulhadas na fatal opção: ou isto ou a catástrofe. É o que agora se passa com os vários pacotes económicos, carregados por exemplo de nacionalizações desastradas. Veja-se o próprio Obama, via Huffington Post: “Let’s not make the perfect the enemy of the essential,” Obama said as Senate Republicans stepped up their criticism of the bill’s spending and pressed for additional tax cuts and relief for homeowners. He warned that failure to act quickly “will turn crisis into a catastrophe and guarantee a longer recession.”
Este discurso não é perigoso apenas por ser catastrofista. O perigo de discursos como este, devidamente repetidos por quem com eles tem tudo a ganhar, é que favorecem a alienação da crítica e o enxovalho das alternativas, como se uma forma diferente de lidar com a crise, eventualmente menos popular, não pudesse senão ser irresponsável e ligada aos interesses particulares. Aliás, daqui a uns anos, estaremos para ver se não foram precisamente os interesses particulares que mais ganharam com todos estes planos destinados a garantir o interesse geral…
Esta é mais elaborada…tal como a Pré-Engenharia da Morte de Palestinianos usando escudos humanos apoiada pela Extrema Esquerda já chegámos á Pré-Engenharia da Humilhação.
“A WOMAN suspected of recruiting more than 80 female suicide bombers has confessed to organising their rapes so she could later convince them that martyrdom was the only way to escape the shame.”
http://www.news.com.au/heraldsun/story/0,21985,25006349-5005961,00.html
Comentário por lucklucky — Fevereiro 5, 2009 @ 13:34
Excelente post.
Comentário por André Azevedo Alves — Fevereiro 5, 2009 @ 20:10