Ainda há mais ou menos um mês, aproveitando o enfraquecimento relativo do Presidente causado pelo “Caso BPN”, o primeiro-ministro ignorou estrepitosamente a sua “magistratura de influência”, preparando-se para ignorar em absoluto o Presidente daqui até às eleições. Ainda dizem que a justiça não é célere: um mês depois, quem está seriamente no caminho para o esquecimento é o primeiro-ministro. Um mês depois, quem implora “cooperação institucional” é o primeiro-ministro. Um mês depois, é o Presidente quem tem o primeiro-ministro preso pelo colarinho à espera de cair no precipício. Nunca me pareceu boa ideia o primeiro-ministro meter-se com o Presidente.
Resta saber se estes dois não se conduzirão mutuamente ao precipício e, com eles, nós.
Nós já estamos no fundo do precipício, caro Luciano. Resta saber se eles os dois nos vão agora fazer companhia.
Comentário por john — Janeiro 29, 2009 @ 16:58