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	<title>Comentários em: Como se faz um país de maus empresários II</title>
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		<title>Por: BZ</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2009/01/09/como-se-faz-um-pais-de-maus-empresarios-2/#comment-40752</link>
		<dc:creator><![CDATA[BZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 10:56:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&lt;i&gt;&quot;Penso que, durante muitos anos, o mercado de autocarros “expressos” Lisboa-Portimão era dominado por um único proprietário [(...até é possível que houvesse regulamentação que estimulasse a monopolização)]&quot;&lt;/i&gt;

Pois Miguel Madeira... o mais provável era a existência de uma barreira &quot;legal&quot; à entrada de novos concorrentes (atribuição de alvará!).

Mas o mercado de viagens para o Algarve não se limita aos autocarros. Também existe o comboio (outro monopólio estatal!), avião (monopólio estatal) e... viatura própria (por autoestrada com portagem ou por estradas nacionais).]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>&#8220;Penso que, durante muitos anos, o mercado de autocarros “expressos” Lisboa-Portimão era dominado por um único proprietário [(...até é possível que houvesse regulamentação que estimulasse a monopolização)]&#8220;</i></p>
<p>Pois Miguel Madeira&#8230; o mais provável era a existência de uma barreira &#8220;legal&#8221; à entrada de novos concorrentes (atribuição de alvará!).</p>
<p>Mas o mercado de viagens para o Algarve não se limita aos autocarros. Também existe o comboio (outro monopólio estatal!), avião (monopólio estatal) e&#8230; viatura própria (por autoestrada com portagem ou por estradas nacionais).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: BZ</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2009/01/09/como-se-faz-um-pais-de-maus-empresarios-2/#comment-40750</link>
		<dc:creator><![CDATA[BZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 10:47:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caro Tiago Moreira Ramalho,

A TST é monopolista. Não tem concorrência porque o Estado - autarquia ou governo central? - atribuiu o alvará apenas aquela empresa.

O mesmo acontece nos concelhos de Lisboa (Carris), Oeiras/Amadora (Vimeca-LT), Cascais/Sintra (Scotturb), Mafra (Mafrense), Loures/Odivelas/V. Franca Xira (Rodoviária de Lisboa).

PS: é contra a prática comercial de &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Loss_leader&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;loss leader&lt;/a&gt; em todos os sectores de actividade ou só no transporte público de passageiros?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Tiago Moreira Ramalho,</p>
<p>A TST é monopolista. Não tem concorrência porque o Estado &#8211; autarquia ou governo central? &#8211; atribuiu o alvará apenas aquela empresa.</p>
<p>O mesmo acontece nos concelhos de Lisboa (Carris), Oeiras/Amadora (Vimeca-LT), Cascais/Sintra (Scotturb), Mafra (Mafrense), Loures/Odivelas/V. Franca Xira (Rodoviária de Lisboa).</p>
<p>PS: é contra a prática comercial de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Loss_leader" rel="nofollow">loss leader</a> em todos os sectores de actividade ou só no transporte público de passageiros?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Moreira Ramalho</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2009/01/09/como-se-faz-um-pais-de-maus-empresarios-2/#comment-40743</link>
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Moreira Ramalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 10:16:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A permeabilidade é mínima pelo simples facto que basta uma política de preços agressiva (dumping) para que qualquer empresa gerida por um óptimo empresário seja destruída, ou seja, qualquer um pode entrar, mas a manutenção é quase impossível. Vamos a um exemplo: Em Almada, Margem Sul do Tejo, há apenas uma empresa de autocarros - a TST. Vamos agora supor que um aventureiro tinha descoberto que a TST tinha uma falha e havia um percurso muito rentável por explorar. O aventureiro - empreendedor e óptimo empresário - compra então um autocarro e explora esse percurso. A seguir a TST, para além de colocar um autocarro nesse percurso também, faz uma promoção excepcional de bilhetes a a metade do preço para todas as pessoas que façam esse percurso - obviamente vende abaixo do custo de produção, mas como tem outros percursos que dão lucro, o prejuízo dilui-se. O aventureiro, que não tem mais percursos porque ainda não tinha conseguido ter dinheiro para ter mais autocarros, não consegue acompanhar a descida de preços e acaba por ter de sair do mercado. Eu não vos estou a dar novidade nenhuma, isso é que me está a confundir.

E Helder, nunca deveríamos &quot;deixar lá isso&quot; da concorrência perfeita ;)

Cumprimentos]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A permeabilidade é mínima pelo simples facto que basta uma política de preços agressiva (dumping) para que qualquer empresa gerida por um óptimo empresário seja destruída, ou seja, qualquer um pode entrar, mas a manutenção é quase impossível. Vamos a um exemplo: Em Almada, Margem Sul do Tejo, há apenas uma empresa de autocarros &#8211; a TST. Vamos agora supor que um aventureiro tinha descoberto que a TST tinha uma falha e havia um percurso muito rentável por explorar. O aventureiro &#8211; empreendedor e óptimo empresário &#8211; compra então um autocarro e explora esse percurso. A seguir a TST, para além de colocar um autocarro nesse percurso também, faz uma promoção excepcional de bilhetes a a metade do preço para todas as pessoas que façam esse percurso &#8211; obviamente vende abaixo do custo de produção, mas como tem outros percursos que dão lucro, o prejuízo dilui-se. O aventureiro, que não tem mais percursos porque ainda não tinha conseguido ter dinheiro para ter mais autocarros, não consegue acompanhar a descida de preços e acaba por ter de sair do mercado. Eu não vos estou a dar novidade nenhuma, isso é que me está a confundir.</p>
<p>E Helder, nunca deveríamos &#8220;deixar lá isso&#8221; da concorrência perfeita <img src='http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Cumprimentos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Miguel Madeira</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2009/01/09/como-se-faz-um-pais-de-maus-empresarios-2/#comment-40685</link>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Madeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Jan 2009 22:13:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.org/?p=19925#comment-40685</guid>
		<description><![CDATA[&quot;a razão porque não consegue dar exemplo nenhum é simples: não existe.&quot;

Penso que, durante muitos anos, o mercado de autocarros &quot;expressos&quot; Lisboa-Portimão era dominado por um único proprietário (já que acho que o Sol-Expresso, a Renex e a Mundial Turismo tinham o mesmo dono).

Mas não tenho certeza disso e, de qualquer forma, não conheço o enquadramento legal do sector (logo, até é possível que houvesse regulamentação que estimulasse a monopolização).]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;a razão porque não consegue dar exemplo nenhum é simples: não existe.&#8221;</p>
<p>Penso que, durante muitos anos, o mercado de autocarros &#8220;expressos&#8221; Lisboa-Portimão era dominado por um único proprietário (já que acho que o Sol-Expresso, a Renex e a Mundial Turismo tinham o mesmo dono).</p>
<p>Mas não tenho certeza disso e, de qualquer forma, não conheço o enquadramento legal do sector (logo, até é possível que houvesse regulamentação que estimulasse a monopolização).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Helder</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2009/01/09/como-se-faz-um-pais-de-maus-empresarios-2/#comment-40670</link>
		<dc:creator><![CDATA[Helder]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Jan 2009 20:29:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.org/?p=19925#comment-40670</guid>
		<description><![CDATA[Tiago, primeiro esqueça lá isso da &quot;concorrência perfeita&quot;, depois, a razão porque não consegue dar exemplo nenhum é simples: não existe.

&lt;i&gt;Se um mercado estiver todo “ocupado” por uma empresa, a permeabilidade desse mercado é mínima.&lt;/i&gt;

Porquê? Há um mercado e uma empresa monopolista. Porque é que a permeabilidade é mínima?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tiago, primeiro esqueça lá isso da &#8220;concorrência perfeita&#8221;, depois, a razão porque não consegue dar exemplo nenhum é simples: não existe.</p>
<p><i>Se um mercado estiver todo “ocupado” por uma empresa, a permeabilidade desse mercado é mínima.</i></p>
<p>Porquê? Há um mercado e uma empresa monopolista. Porque é que a permeabilidade é mínima?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Miguel Madeira</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2009/01/09/como-se-faz-um-pais-de-maus-empresarios-2/#comment-40668</link>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Madeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Jan 2009 19:57:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;Tiago, dê-me um exemplo de um monopólio privado, em que isso aconteça, que não exista exclusivamente via restrições de oferta promovidas pelo estado (actualmente, por licenciamento, ou no passado, como quando de privatizações de monopólios estatais).&quot;

Para começar, temos que definir o que é um monopólio...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Tiago, dê-me um exemplo de um monopólio privado, em que isso aconteça, que não exista exclusivamente via restrições de oferta promovidas pelo estado (actualmente, por licenciamento, ou no passado, como quando de privatizações de monopólios estatais).&#8221;</p>
<p>Para começar, temos que definir o que é um monopólio&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Elizabete Dias</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2009/01/09/como-se-faz-um-pais-de-maus-empresarios-2/#comment-40659</link>
		<dc:creator><![CDATA[Elizabete Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Jan 2009 17:23:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;Tem que ir a um veterinário!&quot; 

ou a uma farmácia.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Tem que ir a um veterinário!&#8221; </p>
<p>ou a uma farmácia.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Moreira Ramalho</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2009/01/09/como-se-faz-um-pais-de-maus-empresarios-2/#comment-40656</link>
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Moreira Ramalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Jan 2009 15:25:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.org/?p=19925#comment-40656</guid>
		<description><![CDATA[O Miguel sabe o suficiente de economia para que eu não tenha de lhe dar um exemplo concreto. Não conheço nenhum, até porque não conheço muitos monopólios privados e sobre os que conheço não tenho informação sobre o quadro legal. Mas a questão é abstracta, e o Miguel sabe-o. Se um mercado estiver todo &quot;ocupado&quot; por uma empresa, a permeabilidade desse mercado é mínima. Por alguma razão no mercado de concorrência perfeita existe atomicidade: para que a permeabilidade, ou seja, a liberdade de entrada no mercado (um dos pilares do liberalismo, creio que concorda comigo neste ponto) não seja posta em causa. A partir do momento em que a atomicidade é posta de parte e se chega ao ponto do monopólio, sendo certo que não é impossível entrar no mercado, a dificuldade é muito maior pois o combate é, logo à partida, desigual.

Bem sei que o sector financeiro é extremamente regulado, e é até graças a essa estúpida regulação que muitas vezes leva para caminhos duvidosos que estamos na crise em que estamos. Mas mesmo que não estivesse regulado e mesmo que fosse legalmente facílimo abrir um banco, acredita que um banco criado de raiz conseguiria entrar no sector, competindo num mercado completamente dominado.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Miguel sabe o suficiente de economia para que eu não tenha de lhe dar um exemplo concreto. Não conheço nenhum, até porque não conheço muitos monopólios privados e sobre os que conheço não tenho informação sobre o quadro legal. Mas a questão é abstracta, e o Miguel sabe-o. Se um mercado estiver todo &#8220;ocupado&#8221; por uma empresa, a permeabilidade desse mercado é mínima. Por alguma razão no mercado de concorrência perfeita existe atomicidade: para que a permeabilidade, ou seja, a liberdade de entrada no mercado (um dos pilares do liberalismo, creio que concorda comigo neste ponto) não seja posta em causa. A partir do momento em que a atomicidade é posta de parte e se chega ao ponto do monopólio, sendo certo que não é impossível entrar no mercado, a dificuldade é muito maior pois o combate é, logo à partida, desigual.</p>
<p>Bem sei que o sector financeiro é extremamente regulado, e é até graças a essa estúpida regulação que muitas vezes leva para caminhos duvidosos que estamos na crise em que estamos. Mas mesmo que não estivesse regulado e mesmo que fosse legalmente facílimo abrir um banco, acredita que um banco criado de raiz conseguiria entrar no sector, competindo num mercado completamente dominado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: A. R</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2009/01/09/como-se-faz-um-pais-de-maus-empresarios-2/#comment-40632</link>
		<dc:creator><![CDATA[A. R]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 20:56:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Hoje fui a uma loja de animais pedir desparasitante interno para o meu cão. Não vendiam!!
Ainda refilei! Mas já venderam!
Estamos proibidos. Tem que ir a um veterinário!
Bolas ... é só reguladores.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje fui a uma loja de animais pedir desparasitante interno para o meu cão. Não vendiam!!<br />
Ainda refilei! Mas já venderam!<br />
Estamos proibidos. Tem que ir a um veterinário!<br />
Bolas &#8230; é só reguladores.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mentat</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2009/01/09/como-se-faz-um-pais-de-maus-empresarios-2/#comment-40612</link>
		<dc:creator><![CDATA[Mentat]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 15:04:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;...para uma PME pedir apoios ao Estado, basta que a empresa não tenha dividas ao fisco e à segurança social, ou é também necessário que os gestores e/ou accionistas (a titulo inidividual) não tenham dividas (isto não é uma pergunta de retórica - estou mesmo a perguntar)?...&quot;

Caro Miguel Madeira

O meu gestor de conta enviou-me a documentação para um desses programas do QREN.
Não li com atenção mas acho que não perguntam se uso slips ou boxers, de resto, querem saber muita coisa.
Por isso não é uma questão de legalidade ou moralidade, é uma questão técnica.
Sendo os recursos escassos, e os projectos muitos, não vejo como é possivel que qualquer empresa, cujos sócios e/ou gerentes tenham dívidas para com o Estado, possa receber apoios desse mesmo Estado.
Só por compadrio ou corrupção.
Se quiser envio-lhe o Guia de Ajuda para esses projectos, é um ficheiro em PDF apenas com 64KB que também deve estar no site do IAPMEI.
.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;&#8230;para uma PME pedir apoios ao Estado, basta que a empresa não tenha dividas ao fisco e à segurança social, ou é também necessário que os gestores e/ou accionistas (a titulo inidividual) não tenham dividas (isto não é uma pergunta de retórica &#8211; estou mesmo a perguntar)?&#8230;&#8221;</p>
<p>Caro Miguel Madeira</p>
<p>O meu gestor de conta enviou-me a documentação para um desses programas do QREN.<br />
Não li com atenção mas acho que não perguntam se uso slips ou boxers, de resto, querem saber muita coisa.<br />
Por isso não é uma questão de legalidade ou moralidade, é uma questão técnica.<br />
Sendo os recursos escassos, e os projectos muitos, não vejo como é possivel que qualquer empresa, cujos sócios e/ou gerentes tenham dívidas para com o Estado, possa receber apoios desse mesmo Estado.<br />
Só por compadrio ou corrupção.<br />
Se quiser envio-lhe o Guia de Ajuda para esses projectos, é um ficheiro em PDF apenas com 64KB que também deve estar no site do IAPMEI.<br />
.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2009/01/09/como-se-faz-um-pais-de-maus-empresarios-2/#comment-40611</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Azevedo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 14:58:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;a questão é que se não há concorrência, não há mercado&quot;

A concorrência que importa é a contestabilidade de mercados, não o número de empresas num dado momento.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;a questão é que se não há concorrência, não há mercado&#8221;</p>
<p>A concorrência que importa é a contestabilidade de mercados, não o número de empresas num dado momento.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Migas</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2009/01/09/como-se-faz-um-pais-de-maus-empresarios-2/#comment-40609</link>
		<dc:creator><![CDATA[Migas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 14:53:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&lt;i&gt;«Ao haver um monopólio a permeabilidade do mercado é drasticamente reduzida o que leva a que muitos potenciais bons empresários se fiquem pelo caminho. Basta uma política de preços agressiva e kaput, lá se foi a concorrência.»&lt;/i&gt;

Tiago, dê-me &lt;b&gt;um&lt;/b&gt; exemplo de um monopólio &lt;b&gt;privado&lt;/b&gt;, em que isso aconteça, que não exista exclusivamente via restrições de oferta promovidas pelo estado (actualmente, por licenciamento, ou no passado, como quando de privatizações de monopólios estatais). E não sugira a Microsoft, pois a sua posição dominante não advém de monopólio (existem múltiplas ofertas concorrentes, e os últimos anos têm demonstrado que o alegado monopólio da Microsoft não era assim tão à prova de bala).

&lt;i&gt;«acreditam que neste momento é possível a criação de um banco em Portugal sem que este se socorra de “atalhos” como o BPN? Penso que é pacifíco assumir que a criação de um banco de raiz em Portugal, sem que tenha por detrás um grupo qualquer, é praticamente impossível, mesmo que o aventureiro seja o melhor gestor da História.»&lt;/i&gt;

Ao contrário da banha da cobra que nos têm querido vender nos últimos meses, o sector financeiro é brutalmente regulado. As barreiras à entrada no mercado bancário não são resultado de políticas comerciais dos bancos existentes mas antes das restrições regulatórias que dificultam a abertura de novos bancos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>«Ao haver um monopólio a permeabilidade do mercado é drasticamente reduzida o que leva a que muitos potenciais bons empresários se fiquem pelo caminho. Basta uma política de preços agressiva e kaput, lá se foi a concorrência.»</i></p>
<p>Tiago, dê-me <b>um</b> exemplo de um monopólio <b>privado</b>, em que isso aconteça, que não exista exclusivamente via restrições de oferta promovidas pelo estado (actualmente, por licenciamento, ou no passado, como quando de privatizações de monopólios estatais). E não sugira a Microsoft, pois a sua posição dominante não advém de monopólio (existem múltiplas ofertas concorrentes, e os últimos anos têm demonstrado que o alegado monopólio da Microsoft não era assim tão à prova de bala).</p>
<p><i>«acreditam que neste momento é possível a criação de um banco em Portugal sem que este se socorra de “atalhos” como o BPN? Penso que é pacifíco assumir que a criação de um banco de raiz em Portugal, sem que tenha por detrás um grupo qualquer, é praticamente impossível, mesmo que o aventureiro seja o melhor gestor da História.»</i></p>
<p>Ao contrário da banha da cobra que nos têm querido vender nos últimos meses, o sector financeiro é brutalmente regulado. As barreiras à entrada no mercado bancário não são resultado de políticas comerciais dos bancos existentes mas antes das restrições regulatórias que dificultam a abertura de novos bancos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Moreira Ramalho</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2009/01/09/como-se-faz-um-pais-de-maus-empresarios-2/#comment-40605</link>
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Moreira Ramalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 14:12:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.org/?p=19925#comment-40605</guid>
		<description><![CDATA[“mesmo que a Zon e a Lusomundo acabassem por ficar com o monopólio da distribuição de cinema, isso só seria um problema se fossem criadas barreiras artificiais à entrada de outros operadores”

Não, não é exacto e tanto o André como o Helder o sabem. Ao haver um monopólio a permeabilidade do mercado é drasticamente reduzida o que leva a que muitos potenciais bons empresários se fiquem pelo caminho. Basta uma política de preços agressiva e kaput, lá se foi a concorrência. Eu sou um acérrimo defensor do mercado liberalizado e da concorrência, a questão é que se não há concorrência, não há mercado. Uma empresa detentora de monopólio, na minha visão, é o mesmo que ter um sector completamente nas mãos do estado.
Vamos a um exemplo concreto: acreditam que neste momento é possível a criação de um banco em Portugal sem que este se socorra de &quot;atalhos&quot; como o BPN? Penso que é pacifíco assumir que a criação de um banco de raiz em Portugal, sem que tenha por detrás um grupo qualquer, é praticamente impossível, mesmo que o aventureiro seja o melhor gestor da História.

Cumprimentos,

TMR]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>“mesmo que a Zon e a Lusomundo acabassem por ficar com o monopólio da distribuição de cinema, isso só seria um problema se fossem criadas barreiras artificiais à entrada de outros operadores”</p>
<p>Não, não é exacto e tanto o André como o Helder o sabem. Ao haver um monopólio a permeabilidade do mercado é drasticamente reduzida o que leva a que muitos potenciais bons empresários se fiquem pelo caminho. Basta uma política de preços agressiva e kaput, lá se foi a concorrência. Eu sou um acérrimo defensor do mercado liberalizado e da concorrência, a questão é que se não há concorrência, não há mercado. Uma empresa detentora de monopólio, na minha visão, é o mesmo que ter um sector completamente nas mãos do estado.<br />
Vamos a um exemplo concreto: acreditam que neste momento é possível a criação de um banco em Portugal sem que este se socorra de &#8220;atalhos&#8221; como o BPN? Penso que é pacifíco assumir que a criação de um banco de raiz em Portugal, sem que tenha por detrás um grupo qualquer, é praticamente impossível, mesmo que o aventureiro seja o melhor gestor da História.</p>
<p>Cumprimentos,</p>
<p>TMR</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Sousa</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2009/01/09/como-se-faz-um-pais-de-maus-empresarios-2/#comment-40596</link>
		<dc:creator><![CDATA[João Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 09:31:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.org/?p=19925#comment-40596</guid>
		<description><![CDATA[Há muitos paralelismos entre este caso e os sucessivos casos Microsoft no mercado da informática (Microsoft, já agora, de onde veio o director da Zon). Ora se há alguma coisa que me tem parecido evidente na informática é que, uma vez estabelecido um monopólio, este torna-se muito difícil de combater.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Há muitos paralelismos entre este caso e os sucessivos casos Microsoft no mercado da informática (Microsoft, já agora, de onde veio o director da Zon). Ora se há alguma coisa que me tem parecido evidente na informática é que, uma vez estabelecido um monopólio, este torna-se muito difícil de combater.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Miguel Madeira</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2009/01/09/como-se-faz-um-pais-de-maus-empresarios-2/#comment-40590</link>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Madeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 02:38:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“mesmo que a Zon e a Lusomundo acabassem por ficar com o monopólio da distribuição de cinema, isso só seria um problema se fossem criadas barreiras artificiais à entrada de outros operadores”

Poderiamos imaginar uma situação em que uma empresa que tenha o monopólio da distribuição de cinema (ou melhor, da exibição) usasse os lucros dos cinemas que teria por todo o país para seguir uma politica de, em cada localidade, fazer uma guerra de preços a qualquer concorrente que apareça (o que faria com que, na maior parte dos sítios, nunca chegassem a aparecer concorrentes).

Por outro lado, isso talvez levasse a que os concorrentes, sabendo que não poderiam vencer a Lusomundo nos preços, se dedicassem a exibir ciclos de cinema &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Gagauz_people&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;gagauze&lt;/a&gt; em vez de passarem os mesmo filmes que a Lusomundo (assim, sempre podia ser que aparecessem lá algumas pessoas, mesmo que o bilhete fosse mais caro), logo até poderia (eventualmente) aumentar a diversidade de filmes exibidos (duvido, mas é uma possibilidade teórica).]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>“mesmo que a Zon e a Lusomundo acabassem por ficar com o monopólio da distribuição de cinema, isso só seria um problema se fossem criadas barreiras artificiais à entrada de outros operadores”</p>
<p>Poderiamos imaginar uma situação em que uma empresa que tenha o monopólio da distribuição de cinema (ou melhor, da exibição) usasse os lucros dos cinemas que teria por todo o país para seguir uma politica de, em cada localidade, fazer uma guerra de preços a qualquer concorrente que apareça (o que faria com que, na maior parte dos sítios, nunca chegassem a aparecer concorrentes).</p>
<p>Por outro lado, isso talvez levasse a que os concorrentes, sabendo que não poderiam vencer a Lusomundo nos preços, se dedicassem a exibir ciclos de cinema <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gagauz_people" rel="nofollow">gagauze</a> em vez de passarem os mesmo filmes que a Lusomundo (assim, sempre podia ser que aparecessem lá algumas pessoas, mesmo que o bilhete fosse mais caro), logo até poderia (eventualmente) aumentar a diversidade de filmes exibidos (duvido, mas é uma possibilidade teórica).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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		<title>Por: Miguel Madeira</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2009/01/09/como-se-faz-um-pais-de-maus-empresarios-2/#comment-40589</link>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Madeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 02:10:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Acerca das PMEs e dos apoios: para uma PME pedir apoios ao Estado, basta que a empresa não tenha dividas ao fisco e à segurança social, ou é também necessário que os gestores e/ou accionistas (a titulo inidividual) não tenham dividas (isto não é uma pergunta de retórica - estou mesmo a perguntar)?

É que, de acordo com o post do 31daArmada, quem recebe subsidios é a Medeia Filmes e quem deve ao fisco é o contribuinte Paulo José Condeixa de Araújo Branco. Claro que, mesmo que tal seja legal, poderá ser contestada a sua moralidade.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acerca das PMEs e dos apoios: para uma PME pedir apoios ao Estado, basta que a empresa não tenha dividas ao fisco e à segurança social, ou é também necessário que os gestores e/ou accionistas (a titulo inidividual) não tenham dividas (isto não é uma pergunta de retórica &#8211; estou mesmo a perguntar)?</p>
<p>É que, de acordo com o post do 31daArmada, quem recebe subsidios é a Medeia Filmes e quem deve ao fisco é o contribuinte Paulo José Condeixa de Araújo Branco. Claro que, mesmo que tal seja legal, poderá ser contestada a sua moralidade.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2009/01/09/como-se-faz-um-pais-de-maus-empresarios-2/#comment-40588</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Azevedo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 01:23:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;mesmo que a Zon e a Lusomundo acabassem por ficar com o monopólio da distribuição de cinema, isso só seria um problema se fossem criadas barreiras artificiais à entrada de outros operadores&quot;

Exacto.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;mesmo que a Zon e a Lusomundo acabassem por ficar com o monopólio da distribuição de cinema, isso só seria um problema se fossem criadas barreiras artificiais à entrada de outros operadores&#8221;</p>
<p>Exacto.</p>
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