
Presumo que muitos se recordam das fraudes jornalísticas que nos foram impostas aquando da intervenção de Israel no Líbano. Para aqueles que se não recordam, ou que acham que é impossível ter, por exemplo, a Reuters, a fabricar e manipular imagens, basta darem uma olhadela aqui. Pois bem, como já se esperava, a história parece vir a repetir-se. É uma questão de ficarmos atentos. Não é que todos os excessos, de um lado e do outro, não devam ser assumidos e, quando necessário, criticados, Apenas há que saber, ao certo e com rigor, quando é que esses excessos efectivamente acontecem. E não quando eles são encenados. Ou contados apenas pela metade. A este propósito, aliás, linko para o vídeo que tenho n’A Arte da Fuga, onde se procura evidenciar que, às vezes, até as escolas das Nações Unidas podem esconder terroristas.
