O Insurgente

Novembro 20, 2008

Dizem que é um Estado de Direito

Filed under: Economia,Internacional,Nanny State Watch,Política — Miguel Noronha @ 16:35

Os três maiores bancos suecos recusam-se a participar no “plano de salvação” do sector financeiro elaborado pelo respectivo governo. Até agora, estes bancos não utilizaram os fundos colocados à sua disposição e temem que a sua utilização implique uma maior intromissão política na sua gestão. Furioso com a recusa destes em submeter-se ao poder político, o Ministro das Finanças promete obrigá-los a rever a sua posição.

10 Comentários »

  1. Também foi assim cá. Os Bancos foram forçados a dizer que concordavam.

    Comentário por lucklucky — Novembro 20, 2008 @ 17:06

  2. Espantoso, os neo-socialistas pretendem inclusivamente salvar quem não quer ser salvo por não necessitar de salvamento, eh, eh!!!

    Comentário por António de Almeida — Novembro 20, 2008 @ 17:42

  3. E o IKEA se se recusar também, leva com uma nacionalização como deve ser. Se o ministro das finanças sueco precisar de uma ajudinha do homologo mais incompetente de todos os 25 da Europa que diga qualquer coisita, que a gente manda-o para lá com todo o gosto.

    Comentário por otapi — Novembro 20, 2008 @ 21:47

  4. Eles querem ser pastores. Mas não se pode ser pastor sem ter um rebanho obediente.

    Comentário por A. R — Novembro 20, 2008 @ 23:33

  5. [...] @ 1:10 pm O caminho do sector financeiro para a servidão é, cada vez mais, evidente. Depois das ameaças do Estado sueco, é a vez dos bancos britânicos: The Chancellor is believed to be growing increasingly angry that [...]

    Pingback por Dizem que é um Estado de Direito (2) « O Insurgente — Novembro 21, 2008 @ 13:11

  6. E faz muito bem. É tempo de acabar com “o direito do mais forte à liberdade”. É necessária mais e melhor regulação para que muitos mais sejam livres. Porque, se todos nascemos livres e iguais, também é certo que no decurso da vida não é livre quem quer, mas quem pode. Por isso, a intervenção correctiva e, se for caso, punitiva (do Estado) é tão necessária. E cada vez mais urgente nos tempos que correm.
    O “privado” é tão-só a lei da força em estado bruto, desprovida de mecanismos simbólicos. É ver a empresa de segurança que impediu deputado da Nova Democracia de entrar na Assembleia Regional da Madeira, ou de como, no Iraque, os mercenários da Blacwater agem à margem do Direito, assassinado e torturando a seu bel-prazer.

    Comentário por Luís Marvão — Novembro 21, 2008 @ 17:04

  7. “Blackwater”

    Comentário por Luís Marvão — Novembro 21, 2008 @ 17:06

  8. O teu conceito de liberdade é muito estranho. Para ser aplicado implicado que os outros sejam obrigados a fazer o que tu queres. Liberdade para ti, escravidão para os outros.

    Quanto aos exemplos que dá são perfeitamente descabidos.

    Comentário por Miguel — Novembro 21, 2008 @ 17:36

  9. E já que pareces saber tanto sobre regulação podias explicar que normas é necessário introduzir.

    Comentário por Miguel — Novembro 21, 2008 @ 17:37

  10. E já que pareces saber tanto sobre regulação podias explicar que normas é necessário introduzir.

    Comentário por Miguel — Novembro 21, 2008 @ 17:39


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