Ainda sobre isto, gosto particularmente da ideia de que “não deveriam sequer existir ainda empresas a praticar salários mínimos“.
O SMN existe, mas, para o Bruno, está algures acima do valor do SMV, que é o que todos conhecemos.
Um tipo já está proibido de receber menos do que o SMN, mas não deveria, sequer, aceitar esse valor, mas sim um outro secreto, do conhecimento de alguns que não o próprio interessado…
Devem achar que uma mercearia lá no meio do interior (sabem, aqueles sítios fora das auto-estradas) pode pagar o salário mínimo aos aprendizes, que na falta da sua possibilidade, devem pensar algo como “: Nah, vou antes tirar um curso na Sorbonne”.
Ou antes, acham que o “interior” devia fechar.
Comentário por CN — Outubro 29, 2008 @ 16:53
Desculpa Carlos, podes repetir?
Perdi-me na parte “fora das auto-estradas”…
Comentário por Michael Seufert — Outubro 29, 2008 @ 17:34
Socialismo nojento!
Deixem-nos trabalhar! Há um palhaço no blasfémias (tiago fernandes) que diz que quem paga SMN faz concorrência desleal. Foda-se. Tadinho
Comentário por Jason Statham — Outubro 29, 2008 @ 18:43
Overposting…
O “devem achar” era para o Bruno. Quando se fala que 450 euros é pouco lembro.me sempre do exemplo de uma pequena mercearia de aldeia, que costumam (costumavam?) ter um outro ajudante. Nas cidades pode ser pouco, em muitos sítios “fora das autoestradas” que ligam cidades, torna impossível pequenos empregos, ou início de empregos que são a porta de entrada a um mínimo de formação e disciplina.
Comentário por CN — Outubro 29, 2008 @ 21:05
Estava a brincar, Carlos.
Comentário por Michael Seufert — Outubro 30, 2008 @ 16:31