Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, citado pelo Público:
Perante a necessidade de uma convergência das forças sociais e políticas, não excluindo nenhuma força progressiva de esquerda, temos a proposta de que sem ruptura com esta política não há arrumação de forças que garanta uma alternativa de esquerda.
Admito que seria com alguma emoção, (atrevo-me a dizer: com lágrimas nos olhos) que assistiria a um comício onde a par da cassete estalinista de Jerónimo de Sousa se ouvisse a prédica trotskista de Francisco Louçã.
E no fim, Manuel Alegre poderia recitar uns poemas incentivando à revolução proletária.
Já lhes começa a cheirar a poder.
Comentário por Nuno Nasoni — Outubro 3, 2008 @ 11:15
-Imaginem o cenário, felizmente surrealista é claro, Manuel Alegre-Primeiro Ministro, Ana Jorge-Ministra da Saúde, Jerónimo de Sousa-Ministro da adm interna, Francisco Louçã-Ministro das finanças, Bernardino Soares-neg. estrangeiros, e já agora Urbano Rodrigues-ministro da utopia. Era coisa para emigrar, apanhar o 1º avião para qualquer parte.
Comentário por António de Almeida — Outubro 3, 2008 @ 17:50
Louçã que tenha cuidado com o picador de gelo…
Comentário por lucklucky — Outubro 3, 2008 @ 20:36
As coligações partidárias são uma das maiores jazidas de comédia deste país.
Comentário por Nuno — Outubro 4, 2008 @ 18:31
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