O Insurgente

Setembro 26, 2008

LOL

Filed under: Economia,Internacional,Media — Helder Ferreira @ 23:58

Desculpa lá Rodrigo mas não tens razão pá. Acabo de ver parte do Expresso da Longa-Meia-Noite-Socialista e é impossível não simpatizar com o Rui Tavares, tem que ser um gajo porreiro (pá!). O homem não percebe um cu de mercados financeiros, de nada que esteja relacionado com a histeria das falências dos bancos de investimento, não faz a mínima ideia do que está a dizer quando fala de regulação ou de produtos financeiros sofisticados mas uma coisa é certa: pela solicitação dos media para que verta conhecimento sobre o assunto, acertou na mouche quando disse há dias que está “interessado em salvar o capitalismo”. Há-de consegui-lo. Força Zé!…perdão, Rui!

11 Comentários »

  1. O problema é que o gajo está para os media como certos produtos tóxicos para os bancos. De tanto rodar, passa por um título valioso. No fim, quando se vai a ver o activo, não tem lá nada. É a falência…

    Comentário por Rodrigo Adão da Fonseca — Setembro 27, 2008 @ 01:09

  2. Larquem o osso! Realmente, escrever posts seguidos num blog sobre Rui Tavares, parece-me de gente que não tem muito em que pensar…

    Comentário por JM — Setembro 27, 2008 @ 10:46

  3. Acham correcto dedicarem-se a atacar as pessoas e não as ideias?
    É certo que a descida de nível da conversa trará certamente uma subida do interesse e das audiências.

    Comentário por Miguel Lopes — Setembro 27, 2008 @ 12:14

  4. PS: Quando é que criam uma etiqueta “Rui Tavares” no arquivo do vosso blogue?

    Comentário por Miguel Lopes — Setembro 27, 2008 @ 14:58

  5. Caro Miguel Lopes, quando se diz “O homem não percebe um cu” é que as ideias são mesmo uma asneirada pegada – são “ideias”, não conhecimento. O Rui Tavares diz quem o conhece que é mesmo um gajo porreiro.

    Comentário por AntónioCostaAmaral (AA) — Setembro 27, 2008 @ 22:14

  6. Quando a discussão toma rumos em que uma das partes percebe que perde a razão, então essa mesma parte avança para outro tipo de tácticas, não argumentando e recorre à classificação de ignorante da outra parte.

    São estes os iluminados que temos.

    Comentário por Ricardo Ferreira — Setembro 28, 2008 @ 02:25

  7. Concordo. É isso que eu acho do post “orgulhamente ignorante” escrito pelo Rui Tavares em http://www.ruitavares.net. Entre outros entretanto escritos em http://www.5dias.net

    Comentário por Joaquim das Couves — Setembro 28, 2008 @ 13:05

  8. [...] raparigas (ou mesmo rapazes). Em vez disso, sentam-se em frente ao computador e obcecam-se comigo [1, 2]. De facto, quando acreditamos que a crise financeira não é grave (entre começar e acabar [...]

    Pingback por Nem a minha mãe me liga tanto at ruitavares.net — Setembro 28, 2008 @ 16:17

  9. [...] raparigas (ou mesmo rapazes). Em vez disso, sentam-se em frente ao computador e obcecam-se comigo [1, 2]. [...]

    Pingback por My name is Tavares, Rui Tavares. You are very white. Can I put you some cream? « O Insurgente — Setembro 28, 2008 @ 17:18

  10. Ele pode não perceber, mas o que diz di-lo baseado no q escrevem Stiglitz, Roubini, Krugman, o esquerdalho FT, enfim tudo malta q não vê um boi de mercados financeiros!
    Já os insurgentes, tudo especialistas em mercados financeiros, insistem em dizer mal do Rui Tavares, desconversar, ao invés de tentarem contradizer as opiniões do RT com as v/opiniões ou talvez as de outros especialistas! Argumentem ou pelo menos tentem argumentar e não façam birras!

    Comentário por Nuno — Setembro 28, 2008 @ 19:21

  11. Caro Nuno,
    Tudo o que escrevo sobre mercados financeiros é pago. Não dou consultoria de graça. Depois, o que o RT escreve nem vale a pena refutar, porque o que quer que diga é considerado vindo de ignorantes. Por exemplo, que adianta dizer que aquilo que ele cita do Stiglitz já existe em larga escala na maioria das empresas: as remunerações variáveis são diferidas no tempo; e há até empresas que fazem depender essas remunerações de resultados consistentes a longo prazo. Ainda recentemente vi um caso onde o diferimento de grande parte da remuneração é de sete anos. O que se ganha em tornar essa prática numa norma imperativa? Nada. Perde-se a flexibilidade na fixação da remuenração, que deve recair nos accionistas. Prefiro investir o meu tempo a escrever para quem me paga – e bastante bem, graças a Deus – pessoas que apreciam o meu trabalho.

    Comentário por Rodrigo Adão da Fonseca — Setembro 28, 2008 @ 20:31


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