“The Dark Knight” on Sunday became the second movie in Hollywood history to top $500 million at the domestic box office, raising its total to $502.4 million, according to estimates from distributor Warner Bros.
The film hit that mark in just over six weeks, half the time it took “Titanic,” which reached $500 million in a little more than three months. “Titanic,” the biggest modern blockbuster, remains No. 1 on the domestic charts with $600.8 million.
(…)
Factoring in today’s higher admission prices, “The Dark Knight” would need to take in about $900 million to match the number of tickets sold by “Titanic.”
O problema de comparar o box office de dois filmes produzidos com vários anos de distância é que as receitas de bilheteira são medidas em “diferentes” moedas.

Caro BZ,
A defesa das convicções é louvável. A obstinação nem tanto. Lá vai: o valor da moeda pode ser o inverso do nível geral de preços. Para isso existem deflatores. Para se compararem grandezas em termos reais.
Nada disto tem a ver com o seu link para o seu épico post sobre moeda e inflação. Porque a ideia de que a massa monetária determina o nível de preços supõe antes de mais uma velocidade de circulação constante. E se há coisa que a EVIDÊNCIA EMPÍRICA mostra, é que a velocidade de circulação não tem sido constante: compare-a antes e depois da liberalização financeira dos anos 80.
O mal destes iniciados é que tomam por certo que estão na luz!
Carlos Santos
Comentário por Carlos Santos — Setembro 1, 2008 @ 22:19
Caro Carlos Santos,
Nos últimos 11 anos (o filme Titanic foi produzido em 1997) a quantidade de dólares aumentou… consideravelmente!!! Essa é a razão porque a comparação em termos nominais não é relevante. Julgo que, como ecomomista, compreende tal conceito.
Comentário por BZ — Setembro 2, 2008 @ 11:38
“Nada disto tem a ver com o seu link para o seu épico post sobre moeda e inflação.”
Pelo contrário, caro Carlos Santos. O facto das moedas fiduciárias não terem uma função de reserva de valor (devido à inflação da quantidade de moeda em circulação) é a razão porque no referido artigo se estão a considerar “diferentes” moedas.
Comentário por BZ — Setembro 2, 2008 @ 12:13
Meu caro,
Um economista sabe que o contrário de “termos nominais” é “termis reais”. Daí eu ter dito “Para isso existem deflatores. Para se compararem grandezas em termos reais.”
Agora no que ao aumento da quantidade de moeda em circulação toca, o seu comentário é inócuo: ignora que a velocidade de circulação de moeda aumentou? E com esse aumento a causalidade modea — inflação não é sequer teoricamente válida?
Carlos Santos
Comentário por Carlos Santos — Setembro 2, 2008 @ 14:11
“ignora que a velocidade de circulação de moeda aumentou? E com esse aumento a causalidade moeda — inflação não é sequer teoricamente válida?”
Ignora que maior velocidade de circulação permite aos bancos “criar” mais moeda???
Comentário por BZ — Setembro 2, 2008 @ 14:48
Caro BZ,
Mostre-me um artigo CIENTÍFICO onde se demonstre que a maior velocidade de circulação da moeda induziu inflação. Faça de mim um crente:)
Carlos Santos
Comentário por Carlos Santos — Setembro 2, 2008 @ 18:02
Caro Carlos Santos,
Verifico que centenas de comentários de anteriores posts não o convenceram sobre a relação entre aumentos da quantidade de moeda em circulação e ciclos de negócios (por exemplo, a recente “bolha” no mercado imobiliário).
Podia sugerir-lhe vários artigos e livros de autores “austríacos” mas, infelizmente, nenhum deles lhe pode oferecer a garantia econométrica que tanto parece apreciar. Não posso, por isso, fazer de si um “crente”. A sua “religião” não o permite.
PS: como afirmei em anteriores posts, considero inflação como o aumento da quantidade de moeda em circulação, não “aumento generalizado dos preços”.
Comentário por BZ — Setembro 3, 2008 @ 10:06