Com o duradouro, hermético e longo silêncio que Manuela Ferreira Leite tem protagonizado ao longo das semanas que nos separam da sua eleição como líder do principal partido da oposição, e com a sucessão de eventos particularmente gravosos e importantes que têm pautado o dia-a-dia político luso (mesmo em tempo de relax e de silly season), começo a pensar que, para que as esperadas palavras da dita no próximo Domingo tenham algum relevo e impacto proporcional à espera e ao autismo, vão ter que ser algo de monta semelhante ao anúncio público da sua imolação nas escadas do parlamento.
Ou então de que vai organizar um movimento armado anti-socrático e, por conseguinte, passar à clandestinidade.
Kutuzov ficaria orgulhoso do PSD (e do seu estratega de serviço, agora que lhe acabou o mês mais cruel).
Comentário por Manel — Setembro 1, 2008 @ 16:30
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