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	<title>Comentários em: 1 ano de Médio Oriente &#8211; Oportunidades para todos</title>
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		<title>Por: Rosa Carlos Maia Rodrigues Vieira</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/24/1-ano-de-medio-oriente-oportunidades-para-todos/#comment-107148</link>
		<dc:creator><![CDATA[Rosa Carlos Maia Rodrigues Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 21:23:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Encontrei este artigo, pois tenho vindo a fazer uma pesquisa sobre a emigração nos emirados.Gostaria de deixar aqui expressa a minha opinião, apesar de este artigo já ter sido escrito há 5 anos. Estive nos Emirados Árabes Unidos em 2003, concretamente no Dubai e  Ajman, como turista. Toda a cultura árabe me interessa, por ser tão polémica e, porque a maioria do ser humano pouco informado, discute estes temas, simplesmente porque leu ou viu algures num livro, documentário ou revista, falarem sobre isto. O que eu acho, e não querendo com isto dizer que tenho mais cultura do que os outros, é que, aquela velha máxima &quot;Não fales do que não viste&quot;, tem tudo a ver com a vossa discussão. O ir aos sitios, ver com os nossos olhos, falar com os locais, árabes de lá e árabes de fora, é que serve para moldarmos a nossa opinião das coisas. E não é ir de férias para ficar presa num resort de luxo a saborear, como umas raparigas alemãs que sairam uma noite connosco, pois estavam cheias de medo de sair do hotel sozinhas. È isto, mas também sair a pé, de autocarro, de taxi para tentar perceber a realidade do país, sem ideias pré-concebidas de coisas que nos foram impostas, sabe-se lá por quem. Assim se processa no nosso cérebro com emoções e razões á mistura, a verdadeira opinião. aquela que realmente importa.
È um país altamente seguro. Já vi assaltos em pleno dia de carteiristas a turistas, em Barcelona e Sevilha, aqui mesmo ao lado!
Como podem perceber pela data que coloquei como a minha ida lá, ainda não se falava do Dubai como agora e raríssimos eram os turistas que iam para lá, pois achavam que aquilo era deserto, sub mundo e arriscado. Como gosto de desafios, vou sempre onde poucos vão, e na altura a viagem era barata e a vida lá, fora dos hoteis de luxo também era barata, em comparação com o dinheiro que o português médio tem para gastar em férias. 
O Dubai não são os Emirados Àrabes Unidos. O Dubai é UM dos emirados. Existem outros SEIS. A maioria das pessoas, (não me refiro a vós que postaram comentários), acha que só existe o Dubai como país, capital e cidade! Ajman, um dos locais onde estive, é um dos sete emirados e os locais vivem do seu dia a dia mundano de comércio, tal como em outros locais que visitei de países árabes. E só fica a 200 Km do Dubai! Não achei que fossem uns desgraçados. Andavam a trabalhar como qualquer mortal. Tive pena de não poder ir á capital ou mesmo a Sharjah para conhecer outra dimensão, mas não se pode ir a todos.
Achei interessantes os vossos pontos de vista , cada um a defender os seus valores adquiridos, gerou-se uma boa troca de ideias, que é sempre estimulante e enriquecedor, mas lamento dizer que percebo perfeitamente o artigo do Carlos e a forma como o redigiu, denota a tal perspectiva que falei de quem lá esteve e falou com os locais e emigrantes e percebe que os emigrantes paquistaneses, libaneses, sudaneses (os que eu falei mais) , pois os indianos eram mais fechados e tinham uma comunidade excessiva lá, estavam todos satisfeitos, por poderem enviar dinheiro para as famílias, que como sabem neste tipo de cultura são numerosas, e muito carecidas de bens essenciais. São pessoas de uma grande simplicidade que nunca tiveram acesso a nada (a àgua é escassa), como nós europeus que temos pelo menos algumas coisas, basta ir ao Minipreço comprar pão, leite, queijo e água, e já não passamos fome. Estou a exagerar um pouco, mas a comparação será mais ou menos esta.
A preocupação destes emigrantes era trabalhar para enviar dinheiro á família e um dia poder levar a família para lá. Eles não estão assim tão preocupados com as condições do dormitório ou com o calor. Estão habituados a calor intenso no país de origem e a dormir com poucas condições, que no entender dos ocidentais, são condições sub humanas. Se calhar são nos nossos parâmetros  de sociedade, e não quero com isto dizer que eles não queiram um dia ter melhores condições. Só conhecem aquela realidade e nós conhecemos várias realidades. Uma coisa interessante é comum a quase todos os países árabes: o conceito de família está completamente enraizado, e os ocidentais estão a perdê-lo cada vez mais.
Esta foi a realidade que eu vi com os meus olhos lá, não quer dizer que o que eu vi como realidade seja o que está correcto ou não, mas foi o que senti e como ocidental habituada a alguns mimos, não me senti mal com isso. Existem outras barbaries humanas com as quais me sinto pior. 
E assim me despeço deixando este meu contributo para quem quiser perder tempo a ler. Obrigado por lerem.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Encontrei este artigo, pois tenho vindo a fazer uma pesquisa sobre a emigração nos emirados.Gostaria de deixar aqui expressa a minha opinião, apesar de este artigo já ter sido escrito há 5 anos. Estive nos Emirados Árabes Unidos em 2003, concretamente no Dubai e  Ajman, como turista. Toda a cultura árabe me interessa, por ser tão polémica e, porque a maioria do ser humano pouco informado, discute estes temas, simplesmente porque leu ou viu algures num livro, documentário ou revista, falarem sobre isto. O que eu acho, e não querendo com isto dizer que tenho mais cultura do que os outros, é que, aquela velha máxima &#8220;Não fales do que não viste&#8221;, tem tudo a ver com a vossa discussão. O ir aos sitios, ver com os nossos olhos, falar com os locais, árabes de lá e árabes de fora, é que serve para moldarmos a nossa opinião das coisas. E não é ir de férias para ficar presa num resort de luxo a saborear, como umas raparigas alemãs que sairam uma noite connosco, pois estavam cheias de medo de sair do hotel sozinhas. È isto, mas também sair a pé, de autocarro, de taxi para tentar perceber a realidade do país, sem ideias pré-concebidas de coisas que nos foram impostas, sabe-se lá por quem. Assim se processa no nosso cérebro com emoções e razões á mistura, a verdadeira opinião. aquela que realmente importa.<br />
È um país altamente seguro. Já vi assaltos em pleno dia de carteiristas a turistas, em Barcelona e Sevilha, aqui mesmo ao lado!<br />
Como podem perceber pela data que coloquei como a minha ida lá, ainda não se falava do Dubai como agora e raríssimos eram os turistas que iam para lá, pois achavam que aquilo era deserto, sub mundo e arriscado. Como gosto de desafios, vou sempre onde poucos vão, e na altura a viagem era barata e a vida lá, fora dos hoteis de luxo também era barata, em comparação com o dinheiro que o português médio tem para gastar em férias.<br />
O Dubai não são os Emirados Àrabes Unidos. O Dubai é UM dos emirados. Existem outros SEIS. A maioria das pessoas, (não me refiro a vós que postaram comentários), acha que só existe o Dubai como país, capital e cidade! Ajman, um dos locais onde estive, é um dos sete emirados e os locais vivem do seu dia a dia mundano de comércio, tal como em outros locais que visitei de países árabes. E só fica a 200 Km do Dubai! Não achei que fossem uns desgraçados. Andavam a trabalhar como qualquer mortal. Tive pena de não poder ir á capital ou mesmo a Sharjah para conhecer outra dimensão, mas não se pode ir a todos.<br />
Achei interessantes os vossos pontos de vista , cada um a defender os seus valores adquiridos, gerou-se uma boa troca de ideias, que é sempre estimulante e enriquecedor, mas lamento dizer que percebo perfeitamente o artigo do Carlos e a forma como o redigiu, denota a tal perspectiva que falei de quem lá esteve e falou com os locais e emigrantes e percebe que os emigrantes paquistaneses, libaneses, sudaneses (os que eu falei mais) , pois os indianos eram mais fechados e tinham uma comunidade excessiva lá, estavam todos satisfeitos, por poderem enviar dinheiro para as famílias, que como sabem neste tipo de cultura são numerosas, e muito carecidas de bens essenciais. São pessoas de uma grande simplicidade que nunca tiveram acesso a nada (a àgua é escassa), como nós europeus que temos pelo menos algumas coisas, basta ir ao Minipreço comprar pão, leite, queijo e água, e já não passamos fome. Estou a exagerar um pouco, mas a comparação será mais ou menos esta.<br />
A preocupação destes emigrantes era trabalhar para enviar dinheiro á família e um dia poder levar a família para lá. Eles não estão assim tão preocupados com as condições do dormitório ou com o calor. Estão habituados a calor intenso no país de origem e a dormir com poucas condições, que no entender dos ocidentais, são condições sub humanas. Se calhar são nos nossos parâmetros  de sociedade, e não quero com isto dizer que eles não queiram um dia ter melhores condições. Só conhecem aquela realidade e nós conhecemos várias realidades. Uma coisa interessante é comum a quase todos os países árabes: o conceito de família está completamente enraizado, e os ocidentais estão a perdê-lo cada vez mais.<br />
Esta foi a realidade que eu vi com os meus olhos lá, não quer dizer que o que eu vi como realidade seja o que está correcto ou não, mas foi o que senti e como ocidental habituada a alguns mimos, não me senti mal com isso. Existem outras barbaries humanas com as quais me sinto pior.<br />
E assim me despeço deixando este meu contributo para quem quiser perder tempo a ler. Obrigado por lerem.</p>
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	<item>
		<title>Por: Manel</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/24/1-ano-de-medio-oriente-oportunidades-para-todos/#comment-34462</link>
		<dc:creator><![CDATA[Manel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 19:32:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=14446#comment-34462</guid>
		<description><![CDATA[A falta de educação da sua resposta deveria merecer apenas o meu silêncio mas não consigo deixar de contribuir para a educação de um ignorante.

Quando o &quot;Paquistanês&quot; vai para o Eldorado do Dubai à procura de uma vida melhor, não julgo que esteja à espera de encontrar as condições que têm sido mostradas na maior parte dos documentários que tenho visto (Panorama BBC, etc.). Ninguém se torna escravo de livre e espontânea vontade, mas se a única saída da miséria que têm é uma outra, dourada, é praticamente o mesmo, sendo que esta última tem implícita a aprovação de todos os que usufruem do sistema que o inclui (eu, por exemplo) - para além de merecer discussão quanto deveria ser o salário de um &quot;Paquistanês&quot; para ter maior qualidade de vida no Dubai do que tinha no Paquistão. 
Antes deste Eldorado existiram muitos outros (Brasil, EUA, França, Alemanha, Angola, etc.) aos quais muitos (quase um terço da população portuguesa, p.e.) recorreram para tentar uma vida melhor. Muitos conseguiram, através do trabalho, melhorar a sua condição económica, outros, apesar do trabalho, nem por isso e voltaram em piores condições do que foram. Não conheço balanços globais para pesar os prós e contras, mas conheço bastante gente que se saiu muito bem, muitos outros que se saíram muito mal, sem terem sido escravizados e um que, infelizmente, se saiu mal por ter sido escravizado (na Alemanha).  Os efeitos da liberalização da economia e do mercado de trabalho não são todos positivos e muitas vezes não garantem o mínimo da dignidade humana (Declaração Universal dos Direitos do Homem, artº 22º a 25º, por exemplo), mas não me parece que valha a pena entrarmos por aqui porque a seguir vem a lenga-lenga do salário mínimo que deveria deixar de existir para as pessoas poderem ir ganhar experiência em troca de gratificações e géneros (como se pretende legalizar por cá à imagem do que já se faz na SONAE, p.e.), abaixo do que se possa considerar o mínimo adequado à sobrevivência. Abaixo disso prefiro que estejam desempregados a viver à custa dos meus impostos, porque não existe nenhum serviço que implique 40 horas semanais de trabalho que mereça menos que os miseráveis 426 euros que o Estado define.
Se temperasse a sua raiva extremista (típico reflexo condicionado de Pavlov) perceberia que não tenho nada contra muitas das ideias que se discutem neste blogue, nem contra as oportunidades que o &quot;Paquistanês&quot; ou o Carlos Guimarães Pinto vão procurar para o Dubai. 
O que me incomoda é ver muitas ideias merecedoras de discussão tratadas como ideologia ou dogma, como se fosse tudo perfeito (O Joaquim do Portugal Contemporâneo dizia há tempos que não há pobres na América). Não sei onde viu demonstrado que foi este &quot;sistema&quot; que provocou todas essas melhorias na qualidade de vida dos que têm menos rendimentos. Eu, pela minha parte, por muitos documentários e relatórios de Think Tanks Nórdicos e Grandes Pensadores Liberais que veja, consigo concordar que a riqueza mundial tem aumentado exponencialmente, mas se formos ver a distribuição de rendimentos, não partilho das suas &quot;evidências&quot; finais.
Talvez se ler o Mandarim do Eça (que é curtinho e está escrito em Português) consiga perceber o que eu encontro de errado no post do Carlos Guimarães Pinto.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A falta de educação da sua resposta deveria merecer apenas o meu silêncio mas não consigo deixar de contribuir para a educação de um ignorante.</p>
<p>Quando o &#8220;Paquistanês&#8221; vai para o Eldorado do Dubai à procura de uma vida melhor, não julgo que esteja à espera de encontrar as condições que têm sido mostradas na maior parte dos documentários que tenho visto (Panorama BBC, etc.). Ninguém se torna escravo de livre e espontânea vontade, mas se a única saída da miséria que têm é uma outra, dourada, é praticamente o mesmo, sendo que esta última tem implícita a aprovação de todos os que usufruem do sistema que o inclui (eu, por exemplo) &#8211; para além de merecer discussão quanto deveria ser o salário de um &#8220;Paquistanês&#8221; para ter maior qualidade de vida no Dubai do que tinha no Paquistão.<br />
Antes deste Eldorado existiram muitos outros (Brasil, EUA, França, Alemanha, Angola, etc.) aos quais muitos (quase um terço da população portuguesa, p.e.) recorreram para tentar uma vida melhor. Muitos conseguiram, através do trabalho, melhorar a sua condição económica, outros, apesar do trabalho, nem por isso e voltaram em piores condições do que foram. Não conheço balanços globais para pesar os prós e contras, mas conheço bastante gente que se saiu muito bem, muitos outros que se saíram muito mal, sem terem sido escravizados e um que, infelizmente, se saiu mal por ter sido escravizado (na Alemanha).  Os efeitos da liberalização da economia e do mercado de trabalho não são todos positivos e muitas vezes não garantem o mínimo da dignidade humana (Declaração Universal dos Direitos do Homem, artº 22º a 25º, por exemplo), mas não me parece que valha a pena entrarmos por aqui porque a seguir vem a lenga-lenga do salário mínimo que deveria deixar de existir para as pessoas poderem ir ganhar experiência em troca de gratificações e géneros (como se pretende legalizar por cá à imagem do que já se faz na SONAE, p.e.), abaixo do que se possa considerar o mínimo adequado à sobrevivência. Abaixo disso prefiro que estejam desempregados a viver à custa dos meus impostos, porque não existe nenhum serviço que implique 40 horas semanais de trabalho que mereça menos que os miseráveis 426 euros que o Estado define.<br />
Se temperasse a sua raiva extremista (típico reflexo condicionado de Pavlov) perceberia que não tenho nada contra muitas das ideias que se discutem neste blogue, nem contra as oportunidades que o &#8220;Paquistanês&#8221; ou o Carlos Guimarães Pinto vão procurar para o Dubai.<br />
O que me incomoda é ver muitas ideias merecedoras de discussão tratadas como ideologia ou dogma, como se fosse tudo perfeito (O Joaquim do Portugal Contemporâneo dizia há tempos que não há pobres na América). Não sei onde viu demonstrado que foi este &#8220;sistema&#8221; que provocou todas essas melhorias na qualidade de vida dos que têm menos rendimentos. Eu, pela minha parte, por muitos documentários e relatórios de Think Tanks Nórdicos e Grandes Pensadores Liberais que veja, consigo concordar que a riqueza mundial tem aumentado exponencialmente, mas se formos ver a distribuição de rendimentos, não partilho das suas &#8220;evidências&#8221; finais.<br />
Talvez se ler o Mandarim do Eça (que é curtinho e está escrito em Português) consiga perceber o que eu encontro de errado no post do Carlos Guimarães Pinto.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nuno</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/24/1-ano-de-medio-oriente-oportunidades-para-todos/#comment-34455</link>
		<dc:creator><![CDATA[Nuno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 17:37:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Como o Carlos Guimarães acha que para se ter um crescimento económico comparável ao Dubai é preciso fechar os olhos aos direitos humanos o lucklucky considera que o único modo de um trabalhador poder a passar a ganhar para viver não é trabalhar no duro mas ir directa e resignadamente pela via do esclavagismo.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como o Carlos Guimarães acha que para se ter um crescimento económico comparável ao Dubai é preciso fechar os olhos aos direitos humanos o lucklucky considera que o único modo de um trabalhador poder a passar a ganhar para viver não é trabalhar no duro mas ir directa e resignadamente pela via do esclavagismo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: lucklucky</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/24/1-ano-de-medio-oriente-oportunidades-para-todos/#comment-34449</link>
		<dc:creator><![CDATA[lucklucky]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 16:45:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pergunto-me se as pessoas lêem e preocupam-se em valorizar e pesar os diversos prós e contras ou apenas têm uma reacção pavloviana. 

Então um trabalhador que ganha $1 no paquistão e 20$ no Dubai passou de livre a voluntáriamente escravizado?

&quot; E tenho consciência que cada vez que visto uma camisola, seja da Zara ou da Gant, valido o sistema que esmaga milhões dos meus semelhantes e os obriga a trabalhar longas horas para terem o suficiente para viver, uns na China, outros no Vale do Ave. E custa-me viver com isso.&quot;

É esta ignorància que custa. Sabe que é este &quot;sistema&quot; que dá de comer a muita gente que se não existisse ainda vivia mais miserávelmente? Sabe que é este sisteama por via da concorrência e do aumento de competências que está a aumentar exponencialmente os rendimentos dos mais pobres? Sabe que a maioria deles agradece que tenha comprado GANT ou ZARA?
Sabe que pobreza mundial tem diminuido como nunca?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pergunto-me se as pessoas lêem e preocupam-se em valorizar e pesar os diversos prós e contras ou apenas têm uma reacção pavloviana. </p>
<p>Então um trabalhador que ganha $1 no paquistão e 20$ no Dubai passou de livre a voluntáriamente escravizado?</p>
<p>&#8221; E tenho consciência que cada vez que visto uma camisola, seja da Zara ou da Gant, valido o sistema que esmaga milhões dos meus semelhantes e os obriga a trabalhar longas horas para terem o suficiente para viver, uns na China, outros no Vale do Ave. E custa-me viver com isso.&#8221;</p>
<p>É esta ignorància que custa. Sabe que é este &#8220;sistema&#8221; que dá de comer a muita gente que se não existisse ainda vivia mais miserávelmente? Sabe que é este sisteama por via da concorrência e do aumento de competências que está a aumentar exponencialmente os rendimentos dos mais pobres? Sabe que a maioria deles agradece que tenha comprado GANT ou ZARA?<br />
Sabe que pobreza mundial tem diminuido como nunca?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nuno</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/24/1-ano-de-medio-oriente-oportunidades-para-todos/#comment-34441</link>
		<dc:creator><![CDATA[Nuno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 13:21:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;A questão do tráfico humano, embora interligada, não deve ser confundida com a emigração.&quot;

Concordo plenamente! 
O que acontece no caso do Dubai é que a emigração laboral foi pervertida para servir o tráfico humano. 
Se reler o seu próprio texto verá que a confusão foi sua...

Na sua perspectiva os emigrantes ou trabalham 14 horas por dia com 40º á sombra por uma miséria que chega (?) para a alimentação ou então são mamões que vivem á custa de subsídios para comprar plasmas.

Aconselho-o a visitar uma das ONG que apoiam o emigrante em Lisboa para pelo menos poder dizer que sabe do que é que está a falar e para acabar com essa perspectiva extremista e generalizadora de um grupo que inclui tanta gente de bem e trabalhadora como qualquer outro segmento da sociedade.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A questão do tráfico humano, embora interligada, não deve ser confundida com a emigração.&#8221;</p>
<p>Concordo plenamente!<br />
O que acontece no caso do Dubai é que a emigração laboral foi pervertida para servir o tráfico humano.<br />
Se reler o seu próprio texto verá que a confusão foi sua&#8230;</p>
<p>Na sua perspectiva os emigrantes ou trabalham 14 horas por dia com 40º á sombra por uma miséria que chega (?) para a alimentação ou então são mamões que vivem á custa de subsídios para comprar plasmas.</p>
<p>Aconselho-o a visitar uma das ONG que apoiam o emigrante em Lisboa para pelo menos poder dizer que sabe do que é que está a falar e para acabar com essa perspectiva extremista e generalizadora de um grupo que inclui tanta gente de bem e trabalhadora como qualquer outro segmento da sociedade.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Manel</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/24/1-ano-de-medio-oriente-oportunidades-para-todos/#comment-34439</link>
		<dc:creator><![CDATA[Manel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 11:55:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=14446#comment-34439</guid>
		<description><![CDATA[Antes de começar, digo que nunca visitei o Dubai e que não tenho grande vontade de o fazer, não por qualquer preconceito ideológico mas apenas porque não me atrai como destino turístico ou profissional. O que conheço, aprendi em livros e documentários.

Aconselhava-lhe (humildemente) a leitura de O Mandarim, do Eça e do Le Génie du Christianisme do Chateaubriand, se quiser entender melhor o meu ponto de vista.

Não estou nada convencido que apesar da extraordinária criação de valor que certamente existe no Dubai, uma parte importante (a maior?) dos proveitos gerados não esteja baseada na exploração dessa mão-de-obra escrava que vive acampada em condições miseráveis nos arredores dos condomínios de que fala o Carlos (um jogo de soma quase-zero no global). Essa aceitação pacífica de que fala (um pragmatismo amoral, típico do mundo pós-moderno) só se torna possível se não se atender demasiado aos contrastes em que vivem essas duas &quot;castas&quot;, porque não me parece correcto dizer que todos escolhem a realidade em que vivem de livre vontade - se assim fosse, mais taxistas paquistaneses viveriam na Palm Island.

A mim angustiam-me as condições miseráveis em que vivem muitas das pessoas que me costuram a roupa, os sapatos e as bolas de futebol. Tanto as que vivem cá como as que vivem do outro lado do mundo. E tenho consciência que cada vez que visto uma camisola, seja da Zara ou da Gant, valido o sistema que esmaga milhões dos meus semelhantes e os obriga a trabalhar longas horas para terem o suficiente para viver, uns na China, outros no Vale do Ave. E custa-me viver com isso.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de começar, digo que nunca visitei o Dubai e que não tenho grande vontade de o fazer, não por qualquer preconceito ideológico mas apenas porque não me atrai como destino turístico ou profissional. O que conheço, aprendi em livros e documentários.</p>
<p>Aconselhava-lhe (humildemente) a leitura de O Mandarim, do Eça e do Le Génie du Christianisme do Chateaubriand, se quiser entender melhor o meu ponto de vista.</p>
<p>Não estou nada convencido que apesar da extraordinária criação de valor que certamente existe no Dubai, uma parte importante (a maior?) dos proveitos gerados não esteja baseada na exploração dessa mão-de-obra escrava que vive acampada em condições miseráveis nos arredores dos condomínios de que fala o Carlos (um jogo de soma quase-zero no global). Essa aceitação pacífica de que fala (um pragmatismo amoral, típico do mundo pós-moderno) só se torna possível se não se atender demasiado aos contrastes em que vivem essas duas &#8220;castas&#8221;, porque não me parece correcto dizer que todos escolhem a realidade em que vivem de livre vontade &#8211; se assim fosse, mais taxistas paquistaneses viveriam na Palm Island.</p>
<p>A mim angustiam-me as condições miseráveis em que vivem muitas das pessoas que me costuram a roupa, os sapatos e as bolas de futebol. Tanto as que vivem cá como as que vivem do outro lado do mundo. E tenho consciência que cada vez que visto uma camisola, seja da Zara ou da Gant, valido o sistema que esmaga milhões dos meus semelhantes e os obriga a trabalhar longas horas para terem o suficiente para viver, uns na China, outros no Vale do Ave. E custa-me viver com isso.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Guimarães Pinto</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/24/1-ano-de-medio-oriente-oportunidades-para-todos/#comment-34436</link>
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Guimarães Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 10:16:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=14446#comment-34436</guid>
		<description><![CDATA[Caro Nuno,

O que propõe? Que se proiba a emigração? Que se forcem salários elevados fechando a porta a muitos que não se importariam de entrar para receber os salários actuais? Que se obriguem os empreiteiros a colocar os trabalhadores em quartos individuais com wc e televisão privativas? Ou pretende perseguir aqueles que enganam e escravizan (uma pequeníssima minoria como deverá perceber)? É que se a sua resposta só for positiva em relação ao último ponto, então estamos de acordo.

A questão do tráfico humano, embora interligada, não deve ser confundida com a emigração. É como confundir sexo com violação.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Nuno,</p>
<p>O que propõe? Que se proiba a emigração? Que se forcem salários elevados fechando a porta a muitos que não se importariam de entrar para receber os salários actuais? Que se obriguem os empreiteiros a colocar os trabalhadores em quartos individuais com wc e televisão privativas? Ou pretende perseguir aqueles que enganam e escravizan (uma pequeníssima minoria como deverá perceber)? É que se a sua resposta só for positiva em relação ao último ponto, então estamos de acordo.</p>
<p>A questão do tráfico humano, embora interligada, não deve ser confundida com a emigração. É como confundir sexo com violação.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nuno</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/24/1-ano-de-medio-oriente-oportunidades-para-todos/#comment-34432</link>
		<dc:creator><![CDATA[Nuno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 09:47:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=14446#comment-34432</guid>
		<description><![CDATA[O &quot;word of mouth&quot; ocorre em quase todos os cenários de emigração, para resultados variados.
Para dar um exemplo na Europa, aqui vai um muito conhecido em que mulheres do Leste europeu são recrutadas para &quot;servir á mesa&quot; ou ser &quot;recepcionistas&quot; na Europa Ocidental e acabam como escravas sexuais em que as famílias no país de origem são ameaçadas fisicamente. 
São casos amplamente publicitados mas ocorrem todos os dias. Mas percebo agora que na perspectiva de alguns estas mulheres estavam mesmo a pedi-las e é por isso que estas situações perduram:

http://www.cbsnews.com/stories/2005/02/23/48hours/main675913.shtml

(uma de milhões de notícias)

Caro Carlos Guimarães, volto sempre ao Insurgente porque aborda muitas vezes sem pruridos temas essenciais da nossa sociedade e não só e compreendo que num blogue o botão &quot;Publicar&quot; está sempre disponível mas procure  ler o que escreve antes de dar uma imagem pública de si que não abona a favor da sua humanidade...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O &#8220;word of mouth&#8221; ocorre em quase todos os cenários de emigração, para resultados variados.<br />
Para dar um exemplo na Europa, aqui vai um muito conhecido em que mulheres do Leste europeu são recrutadas para &#8220;servir á mesa&#8221; ou ser &#8220;recepcionistas&#8221; na Europa Ocidental e acabam como escravas sexuais em que as famílias no país de origem são ameaçadas fisicamente.<br />
São casos amplamente publicitados mas ocorrem todos os dias. Mas percebo agora que na perspectiva de alguns estas mulheres estavam mesmo a pedi-las e é por isso que estas situações perduram:</p>
<p><a href="http://www.cbsnews.com/stories/2005/02/23/48hours/main675913.shtml" rel="nofollow">http://www.cbsnews.com/stories/2005/02/23/48hours/main675913.shtml</a></p>
<p>(uma de milhões de notícias)</p>
<p>Caro Carlos Guimarães, volto sempre ao Insurgente porque aborda muitas vezes sem pruridos temas essenciais da nossa sociedade e não só e compreendo que num blogue o botão &#8220;Publicar&#8221; está sempre disponível mas procure  ler o que escreve antes de dar uma imagem pública de si que não abona a favor da sua humanidade&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Guimarães Pinto</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/24/1-ano-de-medio-oriente-oportunidades-para-todos/#comment-34426</link>
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Guimarães Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 08:40:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=14446#comment-34426</guid>
		<description><![CDATA[Caro Nuno, 
Os problemas com agências de recrutamento existem onde existem grandes fluxos de emigração. No Dubai, se considerarmos que 90% da população é emigrante, é normal que os problemas sejam mais visíveis. A questão é que, apesar de tudo isto, hoje em dia  as agências de recrutamento são cada vez menos importantes. Hoje funciona mais o word of mouth. Ou seja, grande parte dos novos operários já vem chamado por vizinhos e amigos. Há uns dias falava com um taxista paquistanês que me dizia que tinha convencido todos os seus irmãos a mudarem-se para o Dubai. Fala-se de razias em aldeias no sul da Índia, Sri Lanka e na região de Peshawar no Paquistão. Dizia-me ele que quando juntasse 20 mil euros, se poderia reformar...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Nuno,<br />
Os problemas com agências de recrutamento existem onde existem grandes fluxos de emigração. No Dubai, se considerarmos que 90% da população é emigrante, é normal que os problemas sejam mais visíveis. A questão é que, apesar de tudo isto, hoje em dia  as agências de recrutamento são cada vez menos importantes. Hoje funciona mais o word of mouth. Ou seja, grande parte dos novos operários já vem chamado por vizinhos e amigos. Há uns dias falava com um taxista paquistanês que me dizia que tinha convencido todos os seus irmãos a mudarem-se para o Dubai. Fala-se de razias em aldeias no sul da Índia, Sri Lanka e na região de Peshawar no Paquistão. Dizia-me ele que quando juntasse 20 mil euros, se poderia reformar&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: PF</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/24/1-ano-de-medio-oriente-oportunidades-para-todos/#comment-34423</link>
		<dc:creator><![CDATA[PF]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 00:57:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=14446#comment-34423</guid>
		<description><![CDATA[Tenho lido com bastante interesse as crónicas do Carlos sobre o Dubai. Muitos preconceitos e ideias feitas têm sido desmitificadas nestes textos, nos quais o Médio Oriente surge como um exemplo autêntico de mercado livre e com repercussões na liberdade efectiva na população, bastante heterogénea.
Contudo, por todos os relatos está implícito e por vezes também explícito uma quase impossibilidade de tal realidade ser vivida no mundo ocidental, com os actuais modelos sociais e políticos - para não falar de outros aspectos tais como as mentalidades.
Está na hora de muitos ocidentais, em especial quem tem responsabilidades políticas e de liderança, começarem a questionar o futuro do actual modelo social e político europeus. Não, não estou a dizer que serão os do Médio oriente que servirão de modelo! 
As democracias de modelo ocidental estagnaram, e o pensamento democrático pressupunha ser mais dialéctico e estar e em evolução e &quot;revolução&quot; permanentes...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho lido com bastante interesse as crónicas do Carlos sobre o Dubai. Muitos preconceitos e ideias feitas têm sido desmitificadas nestes textos, nos quais o Médio Oriente surge como um exemplo autêntico de mercado livre e com repercussões na liberdade efectiva na população, bastante heterogénea.<br />
Contudo, por todos os relatos está implícito e por vezes também explícito uma quase impossibilidade de tal realidade ser vivida no mundo ocidental, com os actuais modelos sociais e políticos &#8211; para não falar de outros aspectos tais como as mentalidades.<br />
Está na hora de muitos ocidentais, em especial quem tem responsabilidades políticas e de liderança, começarem a questionar o futuro do actual modelo social e político europeus. Não, não estou a dizer que serão os do Médio oriente que servirão de modelo!<br />
As democracias de modelo ocidental estagnaram, e o pensamento democrático pressupunha ser mais dialéctico e estar e em evolução e &#8220;revolução&#8221; permanentes&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: CNT</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/24/1-ano-de-medio-oriente-oportunidades-para-todos/#comment-34421</link>
		<dc:creator><![CDATA[CNT]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 00:37:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=14446#comment-34421</guid>
		<description><![CDATA[Ve-se bem este tipo de gente. Este tipo de capitalismo. Pior... nao podias pois nao???

&quot;Uma das grandes lições que se aprende no Dubai, é que só é possível criar oportunidades para todos, se se aceitar viver com diferenças&quot;. Sobretudo as diferenças de uns a ganharem os tais 400 euros ao mes e outros a gastarem 4000 por dia. Se aceitarmos vamos todos para o ceu... mas na terra uns sao escravos e outros senhores.
Aceitar o que??? a escravidao?? Nao... nao queremos.

Mas nao fiquemos impressionados. O capitalismo nao è uma ideologia (alias... malguem conyhece uma ideia saida da boca de um capitalista???). O capitalismo è niilista. O lixado sao mesmo è os capitalistas. Escoria que vive a custa do trabalho dos outros. mas nao passam de uns tristes cobardes... pois vivem medrosos com a sua corja de capangas para sujarem as maos por eles.

Marx?? Nao!!! Revoluçao??? Tb nao!!! Cristianismo??? isso è que nao mesmo. Alias os melhores dos cristaos praticantes sao a mais alta escumalha da humanidade... MAFIOSOS.

Educaçao. respeito e justiça. E se ela vier na ponta de uma espingarda nao tenham medo... pois foram voces que escolheram o caminho... da justiça. As mortes?!?!? Inocentes, por tudo o mais sagrado espero que nao as hajam... as vossas??? Danos colaterais!!! Mas... ate os codigos penais preveem o legitimo uso deforça para sobreviver. Quem nao tiver de comer??? de trabalhar etcetc... Rua. è na rua que conquistamos os nossos direitos (nao foram adquiridos... nao vinham escritos nas tabuas)... o parlamento??? nem resposta merece. por isso tem tanto medo da rua...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ve-se bem este tipo de gente. Este tipo de capitalismo. Pior&#8230; nao podias pois nao???</p>
<p>&#8220;Uma das grandes lições que se aprende no Dubai, é que só é possível criar oportunidades para todos, se se aceitar viver com diferenças&#8221;. Sobretudo as diferenças de uns a ganharem os tais 400 euros ao mes e outros a gastarem 4000 por dia. Se aceitarmos vamos todos para o ceu&#8230; mas na terra uns sao escravos e outros senhores.<br />
Aceitar o que??? a escravidao?? Nao&#8230; nao queremos.</p>
<p>Mas nao fiquemos impressionados. O capitalismo nao è uma ideologia (alias&#8230; malguem conyhece uma ideia saida da boca de um capitalista???). O capitalismo è niilista. O lixado sao mesmo è os capitalistas. Escoria que vive a custa do trabalho dos outros. mas nao passam de uns tristes cobardes&#8230; pois vivem medrosos com a sua corja de capangas para sujarem as maos por eles.</p>
<p>Marx?? Nao!!! Revoluçao??? Tb nao!!! Cristianismo??? isso è que nao mesmo. Alias os melhores dos cristaos praticantes sao a mais alta escumalha da humanidade&#8230; MAFIOSOS.</p>
<p>Educaçao. respeito e justiça. E se ela vier na ponta de uma espingarda nao tenham medo&#8230; pois foram voces que escolheram o caminho&#8230; da justiça. As mortes?!?!? Inocentes, por tudo o mais sagrado espero que nao as hajam&#8230; as vossas??? Danos colaterais!!! Mas&#8230; ate os codigos penais preveem o legitimo uso deforça para sobreviver. Quem nao tiver de comer??? de trabalhar etcetc&#8230; Rua. è na rua que conquistamos os nossos direitos (nao foram adquiridos&#8230; nao vinham escritos nas tabuas)&#8230; o parlamento??? nem resposta merece. por isso tem tanto medo da rua&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nuno</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/24/1-ano-de-medio-oriente-oportunidades-para-todos/#comment-34417</link>
		<dc:creator><![CDATA[Nuno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 00:09:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=14446#comment-34417</guid>
		<description><![CDATA[&quot;As vantagens de uma economia livre (também de preconceitos) e de portas abertas é precisamente esta: a possibilidade de criar oportunidades para todos.&quot;

Compreendo. O &quot;livre de preconceitos&quot; é lido aqui na perspectiva de uma flexibilidade moral que torna aceitável a troca de favores sexuais em troca da não-deportação, p.e., no interesse de &quot;criar oportunidades&quot;.

Os expatriados no Dubai que não têm dinheiro para voltar e que existem á margem da sociedade (não podem recorrer a ajudas ou apoios ou justiça) na sua perspectiva então têm o que merecem. Como procuraram outras condições de vida diferentes das que encontraram colocaram-se num contexto que legitimiza ameaças á sua liberdade individual e integridade física. Tenho uma vívida imagem sua a dizer &quot;Olha, Azar!&quot;

http://news.sky.com/skynews/Home/Sky-News-Archive/Article/20082851281723

Como está em causa um crescimento económico explosivo devemos procurar aceitar (ou forçar como neste caso) a vivência quotidiana com as &quot;diferenças&quot; estatutárias no ponto de vista dos direitos dos indivíduos dentro da mesma sociedade. Coisas como uma &quot;consciência&quot; fazem obviamente parte de uma enorme farsa que para si é atribuída ao politicamente correcto e que é impeditiva de um crescimento de 12% ao ano.

Um &quot;salto&quot; que está a precisar de fazer (para além do de uma era pré-abolicionista para o ano 2008):

http://en.wikipedia.org/wiki/Human_rights]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;As vantagens de uma economia livre (também de preconceitos) e de portas abertas é precisamente esta: a possibilidade de criar oportunidades para todos.&#8221;</p>
<p>Compreendo. O &#8220;livre de preconceitos&#8221; é lido aqui na perspectiva de uma flexibilidade moral que torna aceitável a troca de favores sexuais em troca da não-deportação, p.e., no interesse de &#8220;criar oportunidades&#8221;.</p>
<p>Os expatriados no Dubai que não têm dinheiro para voltar e que existem á margem da sociedade (não podem recorrer a ajudas ou apoios ou justiça) na sua perspectiva então têm o que merecem. Como procuraram outras condições de vida diferentes das que encontraram colocaram-se num contexto que legitimiza ameaças á sua liberdade individual e integridade física. Tenho uma vívida imagem sua a dizer &#8220;Olha, Azar!&#8221;</p>
<p><a href="http://news.sky.com/skynews/Home/Sky-News-Archive/Article/20082851281723" rel="nofollow">http://news.sky.com/skynews/Home/Sky-News-Archive/Article/20082851281723</a></p>
<p>Como está em causa um crescimento económico explosivo devemos procurar aceitar (ou forçar como neste caso) a vivência quotidiana com as &#8220;diferenças&#8221; estatutárias no ponto de vista dos direitos dos indivíduos dentro da mesma sociedade. Coisas como uma &#8220;consciência&#8221; fazem obviamente parte de uma enorme farsa que para si é atribuída ao politicamente correcto e que é impeditiva de um crescimento de 12% ao ano.</p>
<p>Um &#8220;salto&#8221; que está a precisar de fazer (para além do de uma era pré-abolicionista para o ano 2008):</p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Human_rights" rel="nofollow">http://en.wikipedia.org/wiki/Human_rights</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ferro</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/24/1-ano-de-medio-oriente-oportunidades-para-todos/#comment-34408</link>
		<dc:creator><![CDATA[ferro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Aug 2008 21:43:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=14446#comment-34408</guid>
		<description><![CDATA[entretanto nos &quot;nazis&quot; espectaculos do encerramento olimpico tocam-se musicas dos led zepellin e o beckham desfila.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>entretanto nos &#8220;nazis&#8221; espectaculos do encerramento olimpico tocam-se musicas dos led zepellin e o beckham desfila.</p>
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