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	<title>Comentários em: 1 ano de Médio Oriente &#8211; O motor de crescimento</title>
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		<title>Por: Ricardo Duarte</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/19/1-ano-de-medio-oriente-o-motor-de-crescimento/#comment-34305</link>
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 10:38:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Não querendo discordar de algumas ideias que apresenta, eu detestava que Portugal fosse como o Dubai. Detesto o cheiro a fórmica.

Abraço
Ricardo Duarte]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não querendo discordar de algumas ideias que apresenta, eu detestava que Portugal fosse como o Dubai. Detesto o cheiro a fórmica.</p>
<p>Abraço<br />
Ricardo Duarte</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Moreira Ramalho</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/19/1-ano-de-medio-oriente-o-motor-de-crescimento/#comment-34293</link>
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Moreira Ramalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:11:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[CGP a questão da sustentabilidade era secundária, a questão essencial era que o Dubai é uma monarquia em que o poder é absoluto para uma só pessoa. Como tal, é incomparável à realidade portuguesa em que tudo é sujeito a debate. Acho estranho que se considerem essas políticas boas aqui no Insurgente que é o blogue que conheço que melhor defende os valores do liberalismo (dos quais partilho).

um abraço]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>CGP a questão da sustentabilidade era secundária, a questão essencial era que o Dubai é uma monarquia em que o poder é absoluto para uma só pessoa. Como tal, é incomparável à realidade portuguesa em que tudo é sujeito a debate. Acho estranho que se considerem essas políticas boas aqui no Insurgente que é o blogue que conheço que melhor defende os valores do liberalismo (dos quais partilho).</p>
<p>um abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Escarpão</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/19/1-ano-de-medio-oriente-o-motor-de-crescimento/#comment-34286</link>
		<dc:creator><![CDATA[Escarpão]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 14:20:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Lucklucky: Nem iria pensar nisso, dado que devido aos meus antecedentes, teria de trabalhar do nascer ao pôr-do-sol.
Não existiam soluções tecnológicas energéticas alternativas ao carvão, talvez só a madeira, que era mais cara. 
A questão é que hoje estamos na segundo lustro do século XXI e temos informação  que não estava disponível no século XXI. Hoje há &quot;liberdade para escolher&quot; como dizia Friedman. 
Existe sempre como diz, e muito bem um custo-benefício ambiental. A questão e creio que é neste ponto que divergimos    
 é que na minha opinião quando a relação é demasiado assimétrica em desfavor do ambiente devem existir, regulamentações, restrições, ou mesmo até proibições. 

&quot;Os Holandeses por exemplo passaram o Séc XX a afectar o ambiente, veio daí mal ao mundo?&quot;
Será que o progressivo aumento do nível médio do mar se deve apenas ao aquecimento global, ou ganhar terra ao mar, tem efeitos negativos.

Quanto à rigidez, ela existe a alguns níveis, mas não é para todos. Vejam-se por exemplo os projectos PIN ou a &quot;falta de rigidez&quot; no sector segurador. A regra parece ser quanto maior e abonado o agente menor a rigidez.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lucklucky: Nem iria pensar nisso, dado que devido aos meus antecedentes, teria de trabalhar do nascer ao pôr-do-sol.<br />
Não existiam soluções tecnológicas energéticas alternativas ao carvão, talvez só a madeira, que era mais cara.<br />
A questão é que hoje estamos na segundo lustro do século XXI e temos informação  que não estava disponível no século XXI. Hoje há &#8220;liberdade para escolher&#8221; como dizia Friedman.<br />
Existe sempre como diz, e muito bem um custo-benefício ambiental. A questão e creio que é neste ponto que divergimos<br />
 é que na minha opinião quando a relação é demasiado assimétrica em desfavor do ambiente devem existir, regulamentações, restrições, ou mesmo até proibições. </p>
<p>&#8220;Os Holandeses por exemplo passaram o Séc XX a afectar o ambiente, veio daí mal ao mundo?&#8221;<br />
Será que o progressivo aumento do nível médio do mar se deve apenas ao aquecimento global, ou ganhar terra ao mar, tem efeitos negativos.</p>
<p>Quanto à rigidez, ela existe a alguns níveis, mas não é para todos. Vejam-se por exemplo os projectos PIN ou a &#8220;falta de rigidez&#8221; no sector segurador. A regra parece ser quanto maior e abonado o agente menor a rigidez.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: CN</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/19/1-ano-de-medio-oriente-o-motor-de-crescimento/#comment-34283</link>
		<dc:creator><![CDATA[CN]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 13:35:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;vivemos num sistema democrático de constante fiscalização do governo (admito que por vezes isto seja preverso, mas é uma conversa para outra altura) enquanto o Dubai é uma monarquia&quot;

Ser uma monarquia (principalmente num pequeno país) é uma enorme vantagem, um príncipe sabe que tem de deixar o seu &quot;real state&quot; à geração seguinte e em contínuo, isso aumenta em muito a sua capacidade de pensar a longo prazo procurando rentabilizar por um lado e não explorar os cidadãos por outro precisamente porque a sustentação do seu poder é baseada mais num &quot;convenant&quot; do que num processo eleitoral, as democracias de voto universal têm todos os incentivos para pensar a curto prazo e à tentativa de exploração (ainda que inconsciente) de uns aos outros.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;vivemos num sistema democrático de constante fiscalização do governo (admito que por vezes isto seja preverso, mas é uma conversa para outra altura) enquanto o Dubai é uma monarquia&#8221;</p>
<p>Ser uma monarquia (principalmente num pequeno país) é uma enorme vantagem, um príncipe sabe que tem de deixar o seu &#8220;real state&#8221; à geração seguinte e em contínuo, isso aumenta em muito a sua capacidade de pensar a longo prazo procurando rentabilizar por um lado e não explorar os cidadãos por outro precisamente porque a sustentação do seu poder é baseada mais num &#8220;convenant&#8221; do que num processo eleitoral, as democracias de voto universal têm todos os incentivos para pensar a curto prazo e à tentativa de exploração (ainda que inconsciente) de uns aos outros.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Guimarães Pinto</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/19/1-ano-de-medio-oriente-o-motor-de-crescimento/#comment-34282</link>
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Guimarães Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 13:33:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caro Tiago,

Os monumentos que hoje apreciamos em muitas cidades pelo Mundo fora, já foram todos &quot;empreendimentos com menos de 10 anos&quot;. Existe mais valor numa atracção turística do que a sua idade. Quando a FalconCity estiver terminada, certamente haverá muitos turistas a querer visitá-la. Estarei errado?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Tiago,</p>
<p>Os monumentos que hoje apreciamos em muitas cidades pelo Mundo fora, já foram todos &#8220;empreendimentos com menos de 10 anos&#8221;. Existe mais valor numa atracção turística do que a sua idade. Quando a FalconCity estiver terminada, certamente haverá muitos turistas a querer visitá-la. Estarei errado?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: lucklucky</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/19/1-ano-de-medio-oriente-o-motor-de-crescimento/#comment-34281</link>
		<dc:creator><![CDATA[lucklucky]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 13:17:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;Conheço o trabalho de Chang o “Kicking away the ladder” e
fortalece esse argumento, no entanto não considero que se aplique às políticas
ambientais devido às externidades(à portuguesa) negativas.&quot;

Não se consegue fazer nada sem afectar o ambiente, mais ou menos existe sempre uma perda e um ganho, por vezes desiguais , mas  sem  o carvão nunca teríamos chegado ao desenvolvimento económico onde chegámos, sem o petróleo também não, as torres de betão existem por causa da nossa pobreza, senão toda a gente tinha vivendas... são só exemplos . Os Holandeses por exemplo passaram o Séc XX a afectar o ambiente, veio daí mal ao mundo?  Resumindo somos pobres mas fazemos tudo para que a nossa produção seja cara. Queremos estar na frente do desenvolvimento económico mas a rigidez a todos os níveis é norma.

Faça um exercício imagine-se no Séc XIX e tente imaginar a sua atitude em relação ao carvão e a chaminés fumegantes.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Conheço o trabalho de Chang o “Kicking away the ladder” e<br />
fortalece esse argumento, no entanto não considero que se aplique às políticas<br />
ambientais devido às externidades(à portuguesa) negativas.&#8221;</p>
<p>Não se consegue fazer nada sem afectar o ambiente, mais ou menos existe sempre uma perda e um ganho, por vezes desiguais , mas  sem  o carvão nunca teríamos chegado ao desenvolvimento económico onde chegámos, sem o petróleo também não, as torres de betão existem por causa da nossa pobreza, senão toda a gente tinha vivendas&#8230; são só exemplos . Os Holandeses por exemplo passaram o Séc XX a afectar o ambiente, veio daí mal ao mundo?  Resumindo somos pobres mas fazemos tudo para que a nossa produção seja cara. Queremos estar na frente do desenvolvimento económico mas a rigidez a todos os níveis é norma.</p>
<p>Faça um exercício imagine-se no Séc XIX e tente imaginar a sua atitude em relação ao carvão e a chaminés fumegantes.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: JC</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/19/1-ano-de-medio-oriente-o-motor-de-crescimento/#comment-34267</link>
		<dc:creator><![CDATA[JC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 10:32:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um artigo recente, sobre a tensão que, no Dubai, está em crescendo, entre &quot;ocidentalização&quot;, &quot;valores islâmicos&quot; e o comércio com o Irão....

http://news.yahoo.com/s/ap/20080817/ap_on_re_mi_ea/abu_dhabi_vs_dubai;_ylt=AuI2eYlHN1zFNecToM.3S0oLewgF]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um artigo recente, sobre a tensão que, no Dubai, está em crescendo, entre &#8220;ocidentalização&#8221;, &#8220;valores islâmicos&#8221; e o comércio com o Irão&#8230;.</p>
<p><a href="http://news.yahoo.com/s/ap/20080817/ap_on_re_mi_ea/abu_dhabi_vs_dubai;_ylt=AuI2eYlHN1zFNecToM.3S0oLewgF" rel="nofollow">http://news.yahoo.com/s/ap/20080817/ap_on_re_mi_ea/abu_dhabi_vs_dubai;_ylt=AuI2eYlHN1zFNecToM.3S0oLewgF</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Moreira Ramalho</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/19/1-ano-de-medio-oriente-o-motor-de-crescimento/#comment-34263</link>
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Moreira Ramalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 09:55:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caro CGP, existem comparações que nem sempre funcionam. Repare que em Portugal, felizmente, vivemos num sistema democrático de constante fiscalização do governo (admito que por vezes isto seja preverso, mas é uma conversa para outra altura) enquanto o Dubai é uma monarquia (eles têm um nome específico, emirado ou coisa assim), ou seja, as decisões só dependem de uma pessoa. O Dubai até pode ter enormes investimentos e não sei o que mais, mas coloco dúvidas à sustentabilidade do caminho que eles estão a seguir, aliás, como o próprio CGP referiu, eles não têm tradição nenhuma e a única atracção que têm é um monte de empreendimentos com menos de dez anos...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro CGP, existem comparações que nem sempre funcionam. Repare que em Portugal, felizmente, vivemos num sistema democrático de constante fiscalização do governo (admito que por vezes isto seja preverso, mas é uma conversa para outra altura) enquanto o Dubai é uma monarquia (eles têm um nome específico, emirado ou coisa assim), ou seja, as decisões só dependem de uma pessoa. O Dubai até pode ter enormes investimentos e não sei o que mais, mas coloco dúvidas à sustentabilidade do caminho que eles estão a seguir, aliás, como o próprio CGP referiu, eles não têm tradição nenhuma e a única atracção que têm é um monte de empreendimentos com menos de dez anos&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Escarpão</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/19/1-ano-de-medio-oriente-o-motor-de-crescimento/#comment-34261</link>
		<dc:creator><![CDATA[Escarpão]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 08:13:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caro lucklucky, eu reconheço que sou um idiota, não sei considera a Costa Rica um país rico mas têm um modelo de desenvolvimento sustentável. 
Concordo que países em diferentes estados de desenvolvimento devem ter restrições diferentes. Conheço o trabalho de Chang o &quot;Kicking away the ladder&quot; e 
 fortalece esse argumento, no entanto não considero que se aplique às políticas 
 ambientais devido às externidades(à portuguesa) negativas. 
Políticas económicas diferenciadas sim, aplicando o princípio da subsídiaridade. 
Realmente tenho de concordar a toda a linha com Dorean Paroxales.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro lucklucky, eu reconheço que sou um idiota, não sei considera a Costa Rica um país rico mas têm um modelo de desenvolvimento sustentável.<br />
Concordo que países em diferentes estados de desenvolvimento devem ter restrições diferentes. Conheço o trabalho de Chang o &#8220;Kicking away the ladder&#8221; e<br />
 fortalece esse argumento, no entanto não considero que se aplique às políticas<br />
 ambientais devido às externidades(à portuguesa) negativas.<br />
Políticas económicas diferenciadas sim, aplicando o princípio da subsídiaridade.<br />
Realmente tenho de concordar a toda a linha com Dorean Paroxales.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: lucklucky</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/19/1-ano-de-medio-oriente-o-motor-de-crescimento/#comment-34254</link>
		<dc:creator><![CDATA[lucklucky]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 00:06:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Só se cresce fazendo todos os passos. Países ricos podem colocar mais exigências, há mais riqueza para se tolerar crescer menos. Mas é completamente idiota Portugal mais pobre colocar as mesmas restrições que se colocam em países mais ricos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só se cresce fazendo todos os passos. Países ricos podem colocar mais exigências, há mais riqueza para se tolerar crescer menos. Mas é completamente idiota Portugal mais pobre colocar as mesmas restrições que se colocam em países mais ricos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Escarpão</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/19/1-ano-de-medio-oriente-o-motor-de-crescimento/#comment-34251</link>
		<dc:creator><![CDATA[Escarpão]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 22:59:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caríssimo aceito (uma vez infelizmente não conheço o Dubai) que os emiritis amam os estrangeiros!Sem problemas, na boinha...
Também aceito, que os emiratis estejam a fazer &quot;maravilhas&quot; na urbanização Dubai! Aliás se não fossem os constrangimentos ambientais que a UE impõe, baseados nas melhores práticas de certos países da Escandinávia, e do Centro da  Europa. Ainda bem que nos EAU não existem esses bloqueios ao desenvolvimento! 
Apenas que para o argumento que defendeu o projecto Nautilus não se adequa. 
Aliás aquilo nunca deveria ter sido chamado de projecto, pois quem olhasse para aquilo com olhos de ver via que por várias razões não tinha pernas para andar. Pela qualidade da desinformação que temos tido nos últimos anos mais uma vez a comunicação social apanhou as coisas pela rama, indizundo muitos em  erro.  

Demasiado ambicioso sou eu e mais uns poucos que estão fartos deste modelo de desenvolvimento associado ao cimento para o Algarve. Aliás, fui (sou) sócio de uma empresa de construção civil. É que por rimarem, não significa que sejam sinónimos. 
O Algarve quer mais, o Algarve merece tudo, o Algarve pode e deve ser melhor. 
Saudações Remexidas.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssimo aceito (uma vez infelizmente não conheço o Dubai) que os emiritis amam os estrangeiros!Sem problemas, na boinha&#8230;<br />
Também aceito, que os emiratis estejam a fazer &#8220;maravilhas&#8221; na urbanização Dubai! Aliás se não fossem os constrangimentos ambientais que a UE impõe, baseados nas melhores práticas de certos países da Escandinávia, e do Centro da  Europa. Ainda bem que nos EAU não existem esses bloqueios ao desenvolvimento!<br />
Apenas que para o argumento que defendeu o projecto Nautilus não se adequa.<br />
Aliás aquilo nunca deveria ter sido chamado de projecto, pois quem olhasse para aquilo com olhos de ver via que por várias razões não tinha pernas para andar. Pela qualidade da desinformação que temos tido nos últimos anos mais uma vez a comunicação social apanhou as coisas pela rama, indizundo muitos em  erro.  </p>
<p>Demasiado ambicioso sou eu e mais uns poucos que estão fartos deste modelo de desenvolvimento associado ao cimento para o Algarve. Aliás, fui (sou) sócio de uma empresa de construção civil. É que por rimarem, não significa que sejam sinónimos.<br />
O Algarve quer mais, o Algarve merece tudo, o Algarve pode e deve ser melhor.<br />
Saudações Remexidas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Dorean Paxorales</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/19/1-ano-de-medio-oriente-o-motor-de-crescimento/#comment-34250</link>
		<dc:creator><![CDATA[Dorean Paxorales]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 22:53:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=14282#comment-34250</guid>
		<description><![CDATA[&quot;O Dubai, não tendo qualquer tipo de passado&quot;

&quot;no Dubai cerca de 90% dos cidadãos são estrangeiros.&quot;

Não é um país, é uma empresa.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O Dubai, não tendo qualquer tipo de passado&#8221;</p>
<p>&#8220;no Dubai cerca de 90% dos cidadãos são estrangeiros.&#8221;</p>
<p>Não é um país, é uma empresa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Guimarães Pinto</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/19/1-ano-de-medio-oriente-o-motor-de-crescimento/#comment-34240</link>
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Guimarães Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 18:24:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=14282#comment-34240</guid>
		<description><![CDATA[&quot;Sabe o quão mal classificados estão aos EAU em termos de Desenvolvimento Sustentável e o Dubai?&quot;
Sabe o quanto se preocupam com isso os habitantes da cidade?

&quot;O Sr saberá melhor do que eu que mesmo com todos os benefícios que os cidadãos têm do seu “déspota iluminado” há cada vez mais fricção face aos estrangeiros?&quot;
Sinceramente a única fricção que noto é entre os estrangeiros, à noite. Daquela fricção que também o Algarve tem no Verão: a boa, se é que me faço entender.
Mais a sério, fricção com estrangeiros existe em todo o lado. No entanto, no Dubai cerca de 90% dos cidadãos são estrangeiros. Nos EAU, apenas um emirato tem mais emiratis que estrangeiros. E a tendência é para aumentar. Se chama a isto fricção...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Sabe o quão mal classificados estão aos EAU em termos de Desenvolvimento Sustentável e o Dubai?&#8221;<br />
Sabe o quanto se preocupam com isso os habitantes da cidade?</p>
<p>&#8220;O Sr saberá melhor do que eu que mesmo com todos os benefícios que os cidadãos têm do seu “déspota iluminado” há cada vez mais fricção face aos estrangeiros?&#8221;<br />
Sinceramente a única fricção que noto é entre os estrangeiros, à noite. Daquela fricção que também o Algarve tem no Verão: a boa, se é que me faço entender.<br />
Mais a sério, fricção com estrangeiros existe em todo o lado. No entanto, no Dubai cerca de 90% dos cidadãos são estrangeiros. Nos EAU, apenas um emirato tem mais emiratis que estrangeiros. E a tendência é para aumentar. Se chama a isto fricção&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Escarpão</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/19/1-ano-de-medio-oriente-o-motor-de-crescimento/#comment-34239</link>
		<dc:creator><![CDATA[Escarpão]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 17:49:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=14282#comment-34239</guid>
		<description><![CDATA[&quot;Demasiado ambicioso para o Algarve&quot;!!!
Sou um leitor ocasional deste blog e como algarvio que ama a sua terra vejo-me obrigado a sair a terreiro em defesa de um pormenor ao qual me parece o Sr Carlos Guimarães Pinto dá pouca importância. 
Refiro-me claro está, à Verdade. 
Parabéns pela sua estada no Dubai, mas os efeitos secundários  dos petrodólares e a isenção fiscal parecem estar a fazer-se sentir. 
 O Nautilus nunca foi uma possibilidade séria. Quer em termos de engenharia civil, solos arenosos e as correntes atlânticas. Quer em termos ambientais, implantar uma estrutura destas no Parque Natural da Ria Formosa? 
Curioso seria falar com os técnicos que efectuaram os desenhos e o projecto que foi alvo de uma grande publicidade e reportagens no Expresso. Visto que entretanto O Vale do Lobo foi vendido à CGD. Já era sabido que não seria possivel mas entretanto cravou-se mais uns milhõies a uns gestores públicos  
 incautos e irresponsáveis.


&quot;Claro que tal só é possível com uma administração pública ágil a aprovar projectos, que tenha em maior consideração qualidade de vida dos seres humanos que de outros seres vivos.&quot;

Sabe o quão mal classificados estão aos EAU em termos de Desenvolvimento Sustentável e o Dubai? 
O Sr saberá melhor do que eu que mesmo com todos os benefícios que os cidadãos têm do seu &quot;déspota iluminado&quot; há cada vez mais fricção face aos estrangeiros?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Demasiado ambicioso para o Algarve&#8221;!!!<br />
Sou um leitor ocasional deste blog e como algarvio que ama a sua terra vejo-me obrigado a sair a terreiro em defesa de um pormenor ao qual me parece o Sr Carlos Guimarães Pinto dá pouca importância.<br />
Refiro-me claro está, à Verdade.<br />
Parabéns pela sua estada no Dubai, mas os efeitos secundários  dos petrodólares e a isenção fiscal parecem estar a fazer-se sentir.<br />
 O Nautilus nunca foi uma possibilidade séria. Quer em termos de engenharia civil, solos arenosos e as correntes atlânticas. Quer em termos ambientais, implantar uma estrutura destas no Parque Natural da Ria Formosa?<br />
Curioso seria falar com os técnicos que efectuaram os desenhos e o projecto que foi alvo de uma grande publicidade e reportagens no Expresso. Visto que entretanto O Vale do Lobo foi vendido à CGD. Já era sabido que não seria possivel mas entretanto cravou-se mais uns milhõies a uns gestores públicos<br />
 incautos e irresponsáveis.</p>
<p>&#8220;Claro que tal só é possível com uma administração pública ágil a aprovar projectos, que tenha em maior consideração qualidade de vida dos seres humanos que de outros seres vivos.&#8221;</p>
<p>Sabe o quão mal classificados estão aos EAU em termos de Desenvolvimento Sustentável e o Dubai?<br />
O Sr saberá melhor do que eu que mesmo com todos os benefícios que os cidadãos têm do seu &#8220;déspota iluminado&#8221; há cada vez mais fricção face aos estrangeiros?</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Carlos Guimarães Pinto</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/19/1-ano-de-medio-oriente-o-motor-de-crescimento/#comment-34235</link>
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Guimarães Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 11:51:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Miguel,

É verdade que algumas das empresas imobiliárias que iniciam estes projectos são, pelo menos parcialmente, públicas. Mas os projectos são vendidos a privados ainda em plano. O papel dessas empresas é apenas o de criar o conceito dos desenvolvimentos e, claro, ter a reputação de concluir os conceitos que imagina. De resto, concordo, o mais semelhante em Portugal aos desenvolvimentos imobiliários do Dubai será Vilamoura. Claro que isto refere-se apenas aos empreendimentos mais simples...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Miguel,</p>
<p>É verdade que algumas das empresas imobiliárias que iniciam estes projectos são, pelo menos parcialmente, públicas. Mas os projectos são vendidos a privados ainda em plano. O papel dessas empresas é apenas o de criar o conceito dos desenvolvimentos e, claro, ter a reputação de concluir os conceitos que imagina. De resto, concordo, o mais semelhante em Portugal aos desenvolvimentos imobiliários do Dubai será Vilamoura. Claro que isto refere-se apenas aos empreendimentos mais simples&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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		<title>Por: ferro</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/19/1-ano-de-medio-oriente-o-motor-de-crescimento/#comment-34234</link>
		<dc:creator><![CDATA[ferro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 11:43:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[não sei até que ponto -o carlos guimarães saberá dize-lo- os &quot;empreendimentos&quot; serão descaracterizadores/perturbadores da paisagem. A minha ideia do dubai é aquilo deve parecer uma disneylandia do betão.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>não sei até que ponto -o carlos guimarães saberá dize-lo- os &#8220;empreendimentos&#8221; serão descaracterizadores/perturbadores da paisagem. A minha ideia do dubai é aquilo deve parecer uma disneylandia do betão.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: JC</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/19/1-ano-de-medio-oriente-o-motor-de-crescimento/#comment-34233</link>
		<dc:creator><![CDATA[JC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 10:44:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tanto entusiasmo com o Dubai, esquece que este emirado é apenas a porta de negócios dos EAU e que a sua prosperidade é uma espécie de labareda cuja perenidade é igual à de todas as labaredas.
É justamente pelo Dubai que passa o grosso dos negócios com os quais o Irão vai fugindo às sanções. Neste preciso momento o emirado está a ser encostado à parede por causa disso. De facto vive do petróleo e dos negócios com ele relacionados e a maior parte dos 400 000 iranianos que vivem nos EAU estão precisamente no Dubai. O Dubai é de resto o principal parceiro comercial do Irão.
Quando e se o petróleo deixar de ser o paradigma, o Dubai terá areia, como sempre, porque os negócios com o petróleo deixarão de ser tão lucrativos.

E quando as coisas aquecerem com o Irão, o Dubai vai tb por água abaixo. As empresas ocidentais que aqui se estabeleceram, já estão a sentir o lume a aquecer debaixo do rabo, devido ao endurecimento das sanções.

O Dubai é um mero castelo de cartas, assente em areia...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tanto entusiasmo com o Dubai, esquece que este emirado é apenas a porta de negócios dos EAU e que a sua prosperidade é uma espécie de labareda cuja perenidade é igual à de todas as labaredas.<br />
É justamente pelo Dubai que passa o grosso dos negócios com os quais o Irão vai fugindo às sanções. Neste preciso momento o emirado está a ser encostado à parede por causa disso. De facto vive do petróleo e dos negócios com ele relacionados e a maior parte dos 400 000 iranianos que vivem nos EAU estão precisamente no Dubai. O Dubai é de resto o principal parceiro comercial do Irão.<br />
Quando e se o petróleo deixar de ser o paradigma, o Dubai terá areia, como sempre, porque os negócios com o petróleo deixarão de ser tão lucrativos.</p>
<p>E quando as coisas aquecerem com o Irão, o Dubai vai tb por água abaixo. As empresas ocidentais que aqui se estabeleceram, já estão a sentir o lume a aquecer debaixo do rabo, devido ao endurecimento das sanções.</p>
<p>O Dubai é um mero castelo de cartas, assente em areia&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Miguel Madeira</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/19/1-ano-de-medio-oriente-o-motor-de-crescimento/#comment-34232</link>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Madeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 10:42:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Diga-se que, quando vejo imagens do Dubai na televisão, acho aquilo horroroso (faz-me lembrar Vilamoura, que também não gosto), mas talvez seja eu que tenha preferências estetico-urbanisticas um bocado peculiares (a respeito de outro país árabe, uma amiga uma vez disse-me &quot;aquilo é muito desorganizado, muito sujo, tu devias adorar!&quot;)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Diga-se que, quando vejo imagens do Dubai na televisão, acho aquilo horroroso (faz-me lembrar Vilamoura, que também não gosto), mas talvez seja eu que tenha preferências estetico-urbanisticas um bocado peculiares (a respeito de outro país árabe, uma amiga uma vez disse-me &#8220;aquilo é muito desorganizado, muito sujo, tu devias adorar!&#8221;)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Miguel Madeira</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/19/1-ano-de-medio-oriente-o-motor-de-crescimento/#comment-34231</link>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Madeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 10:38:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Diga-se de passagem que, quando vejo imagens do Dubai na televisão, acho aquilo horroroso (faz-me lembrar Vilamoura, de que também não gosto), mas eu provavelmente tenho gostos estético-urbanisticos um bocado peculiares (após visitar outro país árabe, uma amiga disse-me - a respeito desse outro país - &quot;aquilo é muito desorganizado, muito sujo, tu devias adorar!&quot;)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Diga-se de passagem que, quando vejo imagens do Dubai na televisão, acho aquilo horroroso (faz-me lembrar Vilamoura, de que também não gosto), mas eu provavelmente tenho gostos estético-urbanisticos um bocado peculiares (após visitar outro país árabe, uma amiga disse-me &#8211; a respeito desse outro país &#8211; &#8220;aquilo é muito desorganizado, muito sujo, tu devias adorar!&#8221;)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Miguel Madeira</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/19/1-ano-de-medio-oriente-o-motor-de-crescimento/#comment-34230</link>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Madeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 10:26:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;Não se pense porém que estas ideias são financiadas por dinheiros públicos. Na altura em que escrevo este post, ainda este desenvolvimento imobiliário está só no papel e já foi pago quase na íntegra por investidores privados.&quot;

A ideia que eu tinha era que grande parte do desenvolvimento imobiliário do Dubai era por iniciativa de empresas mais ou menos estatais (se calhar estava completamente enganado).

É verdade que iniciativa estatal e investimento privado não são necessariamente contradiórias (podemos ter empresas estatais a lançar projectos e a arranjar sócios privados para entrarem com o capital).

Será que o Carlos poderia dar-me alguma luz sobre o assunto?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Não se pense porém que estas ideias são financiadas por dinheiros públicos. Na altura em que escrevo este post, ainda este desenvolvimento imobiliário está só no papel e já foi pago quase na íntegra por investidores privados.&#8221;</p>
<p>A ideia que eu tinha era que grande parte do desenvolvimento imobiliário do Dubai era por iniciativa de empresas mais ou menos estatais (se calhar estava completamente enganado).</p>
<p>É verdade que iniciativa estatal e investimento privado não são necessariamente contradiórias (podemos ter empresas estatais a lançar projectos e a arranjar sócios privados para entrarem com o capital).</p>
<p>Será que o Carlos poderia dar-me alguma luz sobre o assunto?</p>
]]></content:encoded>
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