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	<title>Comentários em: O eco-fanatismo como justificação para o proteccionismo</title>
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		<title>Por: Nuno</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/12/o-eco-fanatismo-como-justificacao-para-o-proteccionismo/#comment-34050</link>
		<dc:creator><![CDATA[Nuno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 10:12:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Só se for proteccionismo do ambiente.

Ainda se envia tudo e mais alguma coisa por avião inclusive culturas que prosperam em pouco espaço em Portugal num quintal ou numa varanda como recentemente os alhos e cebolas vindos da China (!?).

Com esta medida passa a haver algum critério para as exportações. Países como o Quénia podem facilmente mudar das luxuosas orquídeas cultivadas apenas para exportação para culturas alimentares dirigidas para o seu mercado interno ou regional (julgo que em África existe a necessidade de um mercado alimentar gerido localmente). 

Países europeus férteis como Portugal podem tomar a iniciativa e preencher o vazio criado pelas restrições. Esta lei não impede um mercado competitivo mas pode ser antes uma oportunidade directa para os produtores europeus e indirecta para os antigos exportadores que podem assim recuperar um pouco de controlo sob a sua produção nacional. 

Na perspectiva ainda do ambiente e da saúde pública (dos eco-fanáticos e não só) se se consumisse o que é cultivado localmente toda a gente tinha acesso a um mercado local ou regional que apoia a comunidade local e que forneceria alimentos sem conservantes, reduzindo-se drasticamente todas as emissões. 
Infelizmente a maioria dos consumidores querem alimentos e plantas exóticas e não fazem a mínima ideia do que é consumir comida fresca e dentro da época. 

A medida não é negativa ou positiva, é puro bom senso.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só se for proteccionismo do ambiente.</p>
<p>Ainda se envia tudo e mais alguma coisa por avião inclusive culturas que prosperam em pouco espaço em Portugal num quintal ou numa varanda como recentemente os alhos e cebolas vindos da China (!?).</p>
<p>Com esta medida passa a haver algum critério para as exportações. Países como o Quénia podem facilmente mudar das luxuosas orquídeas cultivadas apenas para exportação para culturas alimentares dirigidas para o seu mercado interno ou regional (julgo que em África existe a necessidade de um mercado alimentar gerido localmente). </p>
<p>Países europeus férteis como Portugal podem tomar a iniciativa e preencher o vazio criado pelas restrições. Esta lei não impede um mercado competitivo mas pode ser antes uma oportunidade directa para os produtores europeus e indirecta para os antigos exportadores que podem assim recuperar um pouco de controlo sob a sua produção nacional. </p>
<p>Na perspectiva ainda do ambiente e da saúde pública (dos eco-fanáticos e não só) se se consumisse o que é cultivado localmente toda a gente tinha acesso a um mercado local ou regional que apoia a comunidade local e que forneceria alimentos sem conservantes, reduzindo-se drasticamente todas as emissões.<br />
Infelizmente a maioria dos consumidores querem alimentos e plantas exóticas e não fazem a mínima ideia do que é consumir comida fresca e dentro da época. </p>
<p>A medida não é negativa ou positiva, é puro bom senso.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Carlos Duarte</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/08/12/o-eco-fanatismo-como-justificacao-para-o-proteccionismo/#comment-34046</link>
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 08:23:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=14165#comment-34046</guid>
		<description><![CDATA[Caro AAA,

Não percebo (sinceramente) a indignação. Trata-se pura e simplesmente (como já vem sido discutido há bastantes anos) em contabilizar os custos resultantes da emissão de CO2 (ao abrigo do ETS) nos vôos comerciais, como já é feito para as restantes industrias! A aviação é que estava a sofrer uma &quot;isenção&quot; de ser incluído no ETS e que - isso sim - distorcia o mercado. Essa distorção vai ser eliminada. Óptimo!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro AAA,</p>
<p>Não percebo (sinceramente) a indignação. Trata-se pura e simplesmente (como já vem sido discutido há bastantes anos) em contabilizar os custos resultantes da emissão de CO2 (ao abrigo do ETS) nos vôos comerciais, como já é feito para as restantes industrias! A aviação é que estava a sofrer uma &#8220;isenção&#8221; de ser incluído no ETS e que &#8211; isso sim &#8211; distorcia o mercado. Essa distorção vai ser eliminada. Óptimo!</p>
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