Pelo que li e vi, tudo me leva crer que polícia agiu bem. O essencial era preservar a vida dos sequestrados. Julgo que é abusivo falar em “execução”. Na altura em que foram neutralizados, os assaltantes mantinha os reféns sob ameaça de morte. A função essencial do Estado deve ser a garantia da ordem e a preservação da vida humana contra aqueles que a ameaçam. Repito, tudo me leva crer que a polícia agiu bem. Ponto final.
Sobre a Ossétia do Sul. A minha simpatia fica com a Geórgia contra a ameaça imperialista da Rússia. As hipóteses de vitória são mínimas. A intervenção americana é improvável e desaconselhável. Tudo leva a crer que este será mais um marco na reconstrução do império russo
Subscrevo.
Comentário por André Azevedo Alves — Agosto 9, 2008 @ 01:38
[...] análise do desfecho da tomada de reféns no BES de Campolide, estou no essencial de acordo com o Miguel Noronha e com o Miguel Botelho [...]
Pingback por Legítima defesa e ordem pública « O Insurgente — Agosto 9, 2008 @ 02:03
[...] O Marquês da Ossétia ao Sul da Fronteira, Miguel Noronha, [...]
Pingback por Assalto e sequestro (epílogo) « bem-vindo à esfera — Agosto 10, 2008 @ 00:16
parece-me q o ditadorzinho , (estavam proibidas toda e qualquer manif seja de quem for , sob pena de prisão), esperava o apoio incondicional e militar do ocidente , prometido pelos instrutores americanos , mas o q nao esperavam era uma reação tão dura da russia. Erro de calculo foi o q foi. agora ja diz q lhe estão a destruir o pais. q idiota me saiu .
joão costa
Comentário por JOÃO COSTA — Agosto 10, 2008 @ 02:01
Essa do ditadorzinho deve ser a pensar no Putinzinho, esse grande democrata, não ? grande anedota o post anterior.Já me esquecia..a Russia não recebe lições de moral de ninguém, segundo o nosso P.M..
Comentário por jorge — Agosto 10, 2008 @ 21:48
é bom de se ver o pacifismo e o anti-imperialismo surgir dos quadrantes mais inesperados..
Comentário por ferro — Agosto 10, 2008 @ 21:58
[...] complementar: O Marquês da Ossétia ao Sul da Fronteira; [...]
Pingback por Geórgia na NATO? « O Insurgente — Agosto 11, 2008 @ 16:09
[...] complementar: O Marquês da Ossétia ao Sul da Fronteira; Baku-Tbilisi-Ceyhan; Gori; Geórgia na [...]
Pingback por Bombardeamentos russos na Geórgia « O Insurgente — Agosto 11, 2008 @ 17:05
Isto na Ossétia foi um misto de mau aconselhamento e de má interpretação da realidade. O nosso amigo georgiano pensava poder realizar na Ossétia aquilo que os russos fizeram na chechénia ou seja a incorporação de uma provincia rebelde à força e teve garantias que iria ser bem sucedido por parte dos americanos. A dureza da resposta russa (que estavam mortinhos por um pretexto oferecido assim de bandeja) surpreendeu-o e ficou com dois Kosovos dentro do pais. Que grande nabo! Foi resolver um problema à força quando o irmão mais velho estava no recreio!
Comentário por António Martins — Agosto 14, 2008 @ 12:03