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	<title>Comentários em: Não é defesa do mercado, mas da liberdade; não se canta a eficiência, mas a autonomia; não se quer a objectividade, mas a subjectividade, com as suas consequências e riscos</title>
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		<title>Por: Não é defesa do mercado, mas da liberdade; não se canta a eficiência, mas a autonomia; não se quer a objectividade, mas a subjectividade, com as suas consequências e riscos (remake) &#171; O Insurgente</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/07/16/nao-e-defesa-do-mercado-mas-da-liberdade-nao-se-canta-a-eficiencia-mas-a-autonomia-nao-se-quer-a-objectividade-mas-a-subjectividade-com-as-suas-consequencias-e-riscos/#comment-36029</link>
		<dc:creator><![CDATA[Não é defesa do mercado, mas da liberdade; não se canta a eficiência, mas a autonomia; não se quer a objectividade, mas a subjectividade, com as suas consequências e riscos (remake) &#171; O Insurgente]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 13:19:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] Economia, Internacional, Política &#8212; Rodrigo Adão da Fonseca @ 11:10 am   Porque este texto faz mais sentido hoje do que na altura em que foi publicado, regressa, em versão [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Economia, Internacional, Política &#8212; Rodrigo Adão da Fonseca @ 11:10 am   Porque este texto faz mais sentido hoje do que na altura em que foi publicado, regressa, em versão [...]</p>
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		<title>Por: Não é defesa do mercado, mas da liberdade; não se canta a eficiência, mas a autonomia; não se quer a objectividade, mas a subjectividade, com as suas consequências e riscos (remake) &#171; O Insurgente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Não é defesa do mercado, mas da liberdade; não se canta a eficiência, mas a autonomia; não se quer a objectividade, mas a subjectividade, com as suas consequências e riscos (remake) &#171; O Insurgente]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 10:10:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] riscos&#160;(remake) Arquivado como: Diversos &#8212; Rodrigo Adão da Fonseca @ 11:10 am   Porque este texto faz mais sentido hoje do que na altura em que foi publicado, regressa, em versão [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] riscos&nbsp;(remake) Arquivado como: Diversos &#8212; Rodrigo Adão da Fonseca @ 11:10 am   Porque este texto faz mais sentido hoje do que na altura em que foi publicado, regressa, em versão [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Yet Another Blog&#187; Arquivo &#187; Sugestões de leitura (15)</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/07/16/nao-e-defesa-do-mercado-mas-da-liberdade-nao-se-canta-a-eficiencia-mas-a-autonomia-nao-se-quer-a-objectividade-mas-a-subjectividade-com-as-suas-consequencias-e-riscos/#comment-34068</link>
		<dc:creator><![CDATA[Yet Another Blog&#187; Arquivo &#187; Sugestões de leitura (15)]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 15:24:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] Não é defesa do mercado, mas da liberdade; não se canta a eficiência, mas a autonomia; não se q... [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Não é defesa do mercado, mas da liberdade; não se canta a eficiência, mas a autonomia; não se q&#8230; [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: RAF</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/07/16/nao-e-defesa-do-mercado-mas-da-liberdade-nao-se-canta-a-eficiencia-mas-a-autonomia-nao-se-quer-a-objectividade-mas-a-subjectividade-com-as-suas-consequencias-e-riscos/#comment-32096</link>
		<dc:creator><![CDATA[RAF]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 11:25:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caro ferro,

&quot;O falhado passa a ser o que não encarna o homo economicus.&quot;

Não sei porquê. Fomentar a subjectividade implica precisamente dar liberdade às pessoas de escolherem. O que não pode acontecer é que haja pessoas que cavalgam em cima do trabalho dos outros, sob a desculpa que a sua essência os afasta da natureza do &quot;homo economicus&quot;.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro ferro,</p>
<p>&#8220;O falhado passa a ser o que não encarna o homo economicus.&#8221;</p>
<p>Não sei porquê. Fomentar a subjectividade implica precisamente dar liberdade às pessoas de escolherem. O que não pode acontecer é que haja pessoas que cavalgam em cima do trabalho dos outros, sob a desculpa que a sua essência os afasta da natureza do &#8220;homo economicus&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ferro</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/07/16/nao-e-defesa-do-mercado-mas-da-liberdade-nao-se-canta-a-eficiencia-mas-a-autonomia-nao-se-quer-a-objectividade-mas-a-subjectividade-com-as-suas-consequencias-e-riscos/#comment-31969</link>
		<dc:creator><![CDATA[ferro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 10:45:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;O que nós precisamos é de cidadãos mais preparados, mais activos, mais capazes, mais inventivos, mais autónomos, que saibam governar-se, enfim, substancialmente mais livres, precisamos sobretudo de melhorar a nossa subjectividade para nos afirmarmos num mundo cada vez mais aberto e, por isso, mais competitivo, e não avançar para soluções que objetivem a pessoa, desperdiçando e concentrando as suas capacidades em entes colectivos&quot;

isto é apenas a institucionalização da desigualdade com a cassete positivista do costume. Não leva em conta que perante a mesma situação as pessoas reagem de maneira diferente. Já para não falar que a conjuntura de cada estrato social é diferenciadíssima. O falhado passa a ser o que não encarna o homo economicus.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O que nós precisamos é de cidadãos mais preparados, mais activos, mais capazes, mais inventivos, mais autónomos, que saibam governar-se, enfim, substancialmente mais livres, precisamos sobretudo de melhorar a nossa subjectividade para nos afirmarmos num mundo cada vez mais aberto e, por isso, mais competitivo, e não avançar para soluções que objetivem a pessoa, desperdiçando e concentrando as suas capacidades em entes colectivos&#8221;</p>
<p>isto é apenas a institucionalização da desigualdade com a cassete positivista do costume. Não leva em conta que perante a mesma situação as pessoas reagem de maneira diferente. Já para não falar que a conjuntura de cada estrato social é diferenciadíssima. O falhado passa a ser o que não encarna o homo economicus.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Resposta a uma pergunta, que afinal são três&#8230; &#171; O Insurgente</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/07/16/nao-e-defesa-do-mercado-mas-da-liberdade-nao-se-canta-a-eficiencia-mas-a-autonomia-nao-se-quer-a-objectividade-mas-a-subjectividade-com-as-suas-consequencias-e-riscos/#comment-31817</link>
		<dc:creator><![CDATA[Resposta a uma pergunta, que afinal são três&#8230; &#171; O Insurgente]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 14:19:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] que eu atribuo &#8220;o termo colectivismo ((&#8230;) a torto e a direito a quase tudo)&#8221;. Estive a reler o texto que serve de base à tua crítica, e o termo em questão - &#8220;colectivismo&#8221; - não aparece em lado nenhum. Apenas uso uma [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] que eu atribuo &#8220;o termo colectivismo ((&#8230;) a torto e a direito a quase tudo)&#8221;. Estive a reler o texto que serve de base à tua crítica, e o termo em questão &#8211; &#8220;colectivismo&#8221; &#8211; não aparece em lado nenhum. Apenas uso uma [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Compaixão e Dependência &#171; O Insurgente</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/07/16/nao-e-defesa-do-mercado-mas-da-liberdade-nao-se-canta-a-eficiencia-mas-a-autonomia-nao-se-quer-a-objectividade-mas-a-subjectividade-com-as-suas-consequencias-e-riscos/#comment-31777</link>
		<dc:creator><![CDATA[Compaixão e Dependência &#171; O Insurgente]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 22:47:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] como: Blogosfera, Comentário, Teoria &#8212; Miguel Botelho Moniz @ 11:47 pm   Comentando este post do RAF, o João Galamba afirma às tantas (negritos meus): «Aliás, arriscar-me-ia a dizer que o que o [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] como: Blogosfera, Comentário, Teoria &#8212; Miguel Botelho Moniz @ 11:47 pm   Comentando este post do RAF, o João Galamba afirma às tantas (negritos meus): «Aliás, arriscar-me-ia a dizer que o que o [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: cinco dias &#187; Cruzando experiências</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/07/16/nao-e-defesa-do-mercado-mas-da-liberdade-nao-se-canta-a-eficiencia-mas-a-autonomia-nao-se-quer-a-objectividade-mas-a-subjectividade-com-as-suas-consequencias-e-riscos/#comment-31751</link>
		<dc:creator><![CDATA[cinco dias &#187; Cruzando experiências]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 19:24:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] Cruzando experiências 16 Julho 2008 &#124; por João Galamba  É interessante (acho eu) cruzar o que é dito nestes dois posts. [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Cruzando experiências 16 Julho 2008 | por João Galamba  É interessante (acho eu) cruzar o que é dito nestes dois posts. [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: RAF</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/07/16/nao-e-defesa-do-mercado-mas-da-liberdade-nao-se-canta-a-eficiencia-mas-a-autonomia-nao-se-quer-a-objectividade-mas-a-subjectividade-com-as-suas-consequencias-e-riscos/#comment-31746</link>
		<dc:creator><![CDATA[RAF]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 17:22:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caro Miguel Madeira,
&quot;Divagando um pouco, diria que se se antigisse um nivel de desenvolvimento em que o único custo de produzir o iphone fosse o trabalho intelectual de se desenhar o iphone, o aparecimento da necessidade de iphones não iria causar escassez (substituir iphone por Firefox ou jogos AGS para uma melhor visão do que quero dizer)&quot;.

Esse cenário é já bem próximo daquele que vivemos hoje. O iphone é, sobretudo, um produto intelectual, o preço da sua produção é ínfimo face ao da concepção. No limite, se optassemos por não remunerar a propriedade industrial, o iphoe teria um preço muitissimo inferior, e seria acessível a um universo muito mais significativo. Só que se isso acontecesse, o iphone não existiria, pois é a perspectiva de poder valorizar o trabalho intelectual, transformando-o em lucros para a Apple e os seus trabalhadores, que motiva em grande medida a inovação.

Veja-se o caso do Iphone anterior, que com o lançamento do novo, viu esvaziado o seu carácter inovador, sendo vendido agora ao preço de 99 dólares.

Quando um dado bem se torna uma commoditie, logo ouro aparece como objecto de desejo. A escassez é a medida da insatisfação humana. Para eliminar a escassez, é preciso extinguir os seres da terra.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Miguel Madeira,<br />
&#8220;Divagando um pouco, diria que se se antigisse um nivel de desenvolvimento em que o único custo de produzir o iphone fosse o trabalho intelectual de se desenhar o iphone, o aparecimento da necessidade de iphones não iria causar escassez (substituir iphone por Firefox ou jogos AGS para uma melhor visão do que quero dizer)&#8221;.</p>
<p>Esse cenário é já bem próximo daquele que vivemos hoje. O iphone é, sobretudo, um produto intelectual, o preço da sua produção é ínfimo face ao da concepção. No limite, se optassemos por não remunerar a propriedade industrial, o iphoe teria um preço muitissimo inferior, e seria acessível a um universo muito mais significativo. Só que se isso acontecesse, o iphone não existiria, pois é a perspectiva de poder valorizar o trabalho intelectual, transformando-o em lucros para a Apple e os seus trabalhadores, que motiva em grande medida a inovação.</p>
<p>Veja-se o caso do Iphone anterior, que com o lançamento do novo, viu esvaziado o seu carácter inovador, sendo vendido agora ao preço de 99 dólares.</p>
<p>Quando um dado bem se torna uma commoditie, logo ouro aparece como objecto de desejo. A escassez é a medida da insatisfação humana. Para eliminar a escassez, é preciso extinguir os seres da terra.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernando S</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/07/16/nao-e-defesa-do-mercado-mas-da-liberdade-nao-se-canta-a-eficiencia-mas-a-autonomia-nao-se-quer-a-objectividade-mas-a-subjectividade-com-as-suas-consequencias-e-riscos/#comment-31745</link>
		<dc:creator><![CDATA[Fernando S]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 16:39:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=12848#comment-31745</guid>
		<description><![CDATA[RAF : &quot;Eu, por exemplo, a semana passada descobri que não conseguiria viver sem um iphone:).&quot;

Ainda mais significativa é a circunstancia de os filhos adolescentes dos indios da floresta amazonica ja terem descoberto isso ha umas boas semanas !... (visto numa reportagem na televisão).

MM : &quot;se se antigisse um nivel de desenvolvimento em que o único custo de produzir o iphone fosse o trabalho intelectual de se desenhar o iphone, o aparecimento da necessidade de iphones não iria causar escassez&quot;

Não consigo imaginar esse &quot;nivel de desenvolvimento&quot;. Falando de iphone, ou algo do género, para além do desenho, seria sempre necessario &quot;produzir&quot; o aparelho. Desde a concepção à respectiva materialização.

Mas, mesmo admitindo a hipotese académica de um instrumento desmaterializado, haveria sempre &quot;escassez&quot; do &quot;trabalho intelectual&quot; relativamente ao conjunto de utilizações possiveis. Os consumidores continuariam a ter de arbitrar entre satisfações multiplas e, provavelmente, efémeras e mutantes, e os produtores teriam ao mesmo tempo de tomar decisões quanto à melhor utilização do trabalho intelectual !]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>RAF : &#8220;Eu, por exemplo, a semana passada descobri que não conseguiria viver sem um iphone:).&#8221;</p>
<p>Ainda mais significativa é a circunstancia de os filhos adolescentes dos indios da floresta amazonica ja terem descoberto isso ha umas boas semanas !&#8230; (visto numa reportagem na televisão).</p>
<p>MM : &#8220;se se antigisse um nivel de desenvolvimento em que o único custo de produzir o iphone fosse o trabalho intelectual de se desenhar o iphone, o aparecimento da necessidade de iphones não iria causar escassez&#8221;</p>
<p>Não consigo imaginar esse &#8220;nivel de desenvolvimento&#8221;. Falando de iphone, ou algo do género, para além do desenho, seria sempre necessario &#8220;produzir&#8221; o aparelho. Desde a concepção à respectiva materialização.</p>
<p>Mas, mesmo admitindo a hipotese académica de um instrumento desmaterializado, haveria sempre &#8220;escassez&#8221; do &#8220;trabalho intelectual&#8221; relativamente ao conjunto de utilizações possiveis. Os consumidores continuariam a ter de arbitrar entre satisfações multiplas e, provavelmente, efémeras e mutantes, e os produtores teriam ao mesmo tempo de tomar decisões quanto à melhor utilização do trabalho intelectual !</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Miguel Madeira</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/07/16/nao-e-defesa-do-mercado-mas-da-liberdade-nao-se-canta-a-eficiencia-mas-a-autonomia-nao-se-quer-a-objectividade-mas-a-subjectividade-com-as-suas-consequencias-e-riscos/#comment-31741</link>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Madeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 15:22:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Divagando um pouco, diria que se se antigisse um nivel de desenvolvimento em que o único custo de produzir o iphone fosse o trabalho intelectual de se desenhar o iphone, o aparecimento da necessidade de iphones não iria causar escassez (substituir iphone por Firefox ou &lt;a href=&quot;http://www.bigbluecup.com/games.php&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;jogos AGS&lt;/a&gt;  para uma melhor visão do que quero dizer)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Divagando um pouco, diria que se se antigisse um nivel de desenvolvimento em que o único custo de produzir o iphone fosse o trabalho intelectual de se desenhar o iphone, o aparecimento da necessidade de iphones não iria causar escassez (substituir iphone por Firefox ou <a href="http://www.bigbluecup.com/games.php" rel="nofollow">jogos AGS</a>  para uma melhor visão do que quero dizer)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luís Marvão</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/07/16/nao-e-defesa-do-mercado-mas-da-liberdade-nao-se-canta-a-eficiencia-mas-a-autonomia-nao-se-quer-a-objectividade-mas-a-subjectividade-com-as-suas-consequencias-e-riscos/#comment-31735</link>
		<dc:creator><![CDATA[Luís Marvão]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 15:06:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=12848#comment-31735</guid>
		<description><![CDATA[&quot;Há um texto fabuloso, de tão alucinado que é, onde se diz que quando a verdadeira sociedade socialista se consolidar, o homem poderá, calmamente, dedicar-se à pesca, ou à música, pois as suas necessidades materias serão asseguradas pela poderosa organização económica e produtiva.&quot;

Penso que é o Henri Denis, na História do Pensamento Económico, baseado nos escritos de Marx acerca da Sociedade Comunista. E tem por base a frase do distinto filósofo, &quot;De cada um segundo as suas capacidades. A cada um segundo as suas necessidades&quot;. 
Pois o  Marx assume que as necessidades variam de indivíduo para indivíduo, não é assim, caro Raf?
Agora o texto ser &quot;alucinado&quot;, deixo isso para o Raf ;)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Há um texto fabuloso, de tão alucinado que é, onde se diz que quando a verdadeira sociedade socialista se consolidar, o homem poderá, calmamente, dedicar-se à pesca, ou à música, pois as suas necessidades materias serão asseguradas pela poderosa organização económica e produtiva.&#8221;</p>
<p>Penso que é o Henri Denis, na História do Pensamento Económico, baseado nos escritos de Marx acerca da Sociedade Comunista. E tem por base a frase do distinto filósofo, &#8220;De cada um segundo as suas capacidades. A cada um segundo as suas necessidades&#8221;.<br />
Pois o  Marx assume que as necessidades variam de indivíduo para indivíduo, não é assim, caro Raf?<br />
Agora o texto ser &#8220;alucinado&#8221;, deixo isso para o Raf <img src='http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: CN</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/07/16/nao-e-defesa-do-mercado-mas-da-liberdade-nao-se-canta-a-eficiencia-mas-a-autonomia-nao-se-quer-a-objectividade-mas-a-subjectividade-com-as-suas-consequencias-e-riscos/#comment-31734</link>
		<dc:creator><![CDATA[CN]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 15:05:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=12848#comment-31734</guid>
		<description><![CDATA[Errata

&quot;Cada vez menos a propriedade assume menor importância, cmpara-se com o feudalismo.&quot;

Cada vez MAIS a propriedade assume menor importância, compare-se a realidade de hoje com  a do feudalismo (e mesmo assim, nem tão má quanto a pintam).]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Errata</p>
<p>&#8220;Cada vez menos a propriedade assume menor importância, cmpara-se com o feudalismo.&#8221;</p>
<p>Cada vez MAIS a propriedade assume menor importância, compare-se a realidade de hoje com  a do feudalismo (e mesmo assim, nem tão má quanto a pintam).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: RAF</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/07/16/nao-e-defesa-do-mercado-mas-da-liberdade-nao-se-canta-a-eficiencia-mas-a-autonomia-nao-se-quer-a-objectividade-mas-a-subjectividade-com-as-suas-consequencias-e-riscos/#comment-31733</link>
		<dc:creator><![CDATA[RAF]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 14:48:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[E muito obrigado, caros CN e Ricardo Sebastião, pelos elogios ao texto:)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E muito obrigado, caros CN e Ricardo Sebastião, pelos elogios ao texto:)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: RAF</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/07/16/nao-e-defesa-do-mercado-mas-da-liberdade-nao-se-canta-a-eficiencia-mas-a-autonomia-nao-se-quer-a-objectividade-mas-a-subjectividade-com-as-suas-consequencias-e-riscos/#comment-31732</link>
		<dc:creator><![CDATA[RAF]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 14:45:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=12848#comment-31732</guid>
		<description><![CDATA[Caro Miguel Madeira,

&quot;“a propriedade só poderia ser mesmo abolida num cenário de não-escassez”.

Historicamente, um dos argumentos centrais do marxismo anda próximo dessa tua ideia; aliás, serviu, durante muito tempo, para acalentar a Utopia entre, sobretudo, alguns economistas: deslumbrados com as maravilhas da técnica, e dos ganhos de produtividade patrocinados pela introdução de tecnologia nos processos produtivos, foi ganhando espaço a tese que seria possível que a economia, desde que devidamente planeada, eliminasse a escassez e, portanto, conduzisse a um estado onde a propriedade se tornaria supérfula. O homem, aí, seria livre, para ser, em vez de ter de andar sempre preocupado com os aspectos produtivos. Para isso - e esta é a parte chata - teríamos todos de nos alinharmos perante o &quot;plano&quot;, em vez de dispersarmos energias com a satisfação das nossas vontades individuais. Há um texto fabuloso, de tão alucinado que é, onde se diz que quando a verdadeira sociedade socialista se consolidar, o homem poderá, calmamente, dedicar-se à pesca, ou à música, pois as suas necessidades materias serão asseguradas pela poderosa organização económica e produtiva. 

O problema é esta mania que o homem - e a mulher, então, nem se fala - de criar constantemente novas necessidades e estados de insatisfação. Eu, por exemplo, a semana passada descobri que não conseguiria viver sem um iphone:).]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Miguel Madeira,</p>
<p>&#8220;“a propriedade só poderia ser mesmo abolida num cenário de não-escassez”.</p>
<p>Historicamente, um dos argumentos centrais do marxismo anda próximo dessa tua ideia; aliás, serviu, durante muito tempo, para acalentar a Utopia entre, sobretudo, alguns economistas: deslumbrados com as maravilhas da técnica, e dos ganhos de produtividade patrocinados pela introdução de tecnologia nos processos produtivos, foi ganhando espaço a tese que seria possível que a economia, desde que devidamente planeada, eliminasse a escassez e, portanto, conduzisse a um estado onde a propriedade se tornaria supérfula. O homem, aí, seria livre, para ser, em vez de ter de andar sempre preocupado com os aspectos produtivos. Para isso &#8211; e esta é a parte chata &#8211; teríamos todos de nos alinharmos perante o &#8220;plano&#8221;, em vez de dispersarmos energias com a satisfação das nossas vontades individuais. Há um texto fabuloso, de tão alucinado que é, onde se diz que quando a verdadeira sociedade socialista se consolidar, o homem poderá, calmamente, dedicar-se à pesca, ou à música, pois as suas necessidades materias serão asseguradas pela poderosa organização económica e produtiva. </p>
<p>O problema é esta mania que o homem &#8211; e a mulher, então, nem se fala &#8211; de criar constantemente novas necessidades e estados de insatisfação. Eu, por exemplo, a semana passada descobri que não conseguiria viver sem um iphone:).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ricardo Sebastião</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/07/16/nao-e-defesa-do-mercado-mas-da-liberdade-nao-se-canta-a-eficiencia-mas-a-autonomia-nao-se-quer-a-objectividade-mas-a-subjectividade-com-as-suas-consequencias-e-riscos/#comment-31729</link>
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Sebastião]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 14:26:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Texto 5*****!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Texto 5*****!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: CN</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/07/16/nao-e-defesa-do-mercado-mas-da-liberdade-nao-se-canta-a-eficiencia-mas-a-autonomia-nao-se-quer-a-objectividade-mas-a-subjectividade-com-as-suas-consequencias-e-riscos/#comment-31728</link>
		<dc:creator><![CDATA[CN]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 14:22:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=12848#comment-31728</guid>
		<description><![CDATA[Faltou dizer ao raf que o texto é excelente.

O meu comentário ao Miguel Portas quanto a 

&quot;não na propriedade, ou no que se tem, mas no que se pode ser &quot;

Cada vez menos a propriedade assume menor importância, cmpara-se com o feudalismo.

E cada vez mais &quot;o que se poder ser&quot; é determinante.

Cada vez mais as boas ideias para satisfazer uma necessidade de muitos ou de minorias, conseguem ser concretizadas só tendo-se a ideia e procurando-se o financiamento.

E isto inclui a sctor cultural, etc.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Faltou dizer ao raf que o texto é excelente.</p>
<p>O meu comentário ao Miguel Portas quanto a </p>
<p>&#8220;não na propriedade, ou no que se tem, mas no que se pode ser &#8221;</p>
<p>Cada vez menos a propriedade assume menor importância, cmpara-se com o feudalismo.</p>
<p>E cada vez mais &#8220;o que se poder ser&#8221; é determinante.</p>
<p>Cada vez mais as boas ideias para satisfazer uma necessidade de muitos ou de minorias, conseguem ser concretizadas só tendo-se a ideia e procurando-se o financiamento.</p>
<p>E isto inclui a sctor cultural, etc.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Miguel Madeira</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/07/16/nao-e-defesa-do-mercado-mas-da-liberdade-nao-se-canta-a-eficiencia-mas-a-autonomia-nao-se-quer-a-objectividade-mas-a-subjectividade-com-as-suas-consequencias-e-riscos/#comment-31726</link>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Madeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 14:09:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[(o assunto é o do comentário 12)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(o assunto é o do comentário 12)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Miguel Madeira</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/07/16/nao-e-defesa-do-mercado-mas-da-liberdade-nao-se-canta-a-eficiencia-mas-a-autonomia-nao-se-quer-a-objectividade-mas-a-subjectividade-com-as-suas-consequencias-e-riscos/#comment-31725</link>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Madeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 14:08:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=12848#comment-31725</guid>
		<description><![CDATA[Já agora, uns textos (vagamente) sobre o assunto, escritos por uma espécie de marxista:

http://stumblingandmumbling.typepad.com/stumbling_and_mumbling/2008/03/against-ambitio.html

http://stumblingandmumbling.typepad.com/stumbling_and_mumbling/2008/04/last-man-standi.html]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já agora, uns textos (vagamente) sobre o assunto, escritos por uma espécie de marxista:</p>
<p><a href="http://stumblingandmumbling.typepad.com/stumbling_and_mumbling/2008/03/against-ambitio.html" rel="nofollow">http://stumblingandmumbling.typepad.com/stumbling_and_mumbling/2008/03/against-ambitio.html</a></p>
<p><a href="http://stumblingandmumbling.typepad.com/stumbling_and_mumbling/2008/04/last-man-standi.html" rel="nofollow">http://stumblingandmumbling.typepad.com/stumbling_and_mumbling/2008/04/last-man-standi.html</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: CN</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/07/16/nao-e-defesa-do-mercado-mas-da-liberdade-nao-se-canta-a-eficiencia-mas-a-autonomia-nao-se-quer-a-objectividade-mas-a-subjectividade-com-as-suas-consequencias-e-riscos/#comment-31723</link>
		<dc:creator><![CDATA[CN]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 14:00:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=12848#comment-31723</guid>
		<description><![CDATA[&quot;a propriedade (não confundir com “propriedade privada”  só poderia ser mesmo abolida num cenário de não-escassez&quot;

Nesse caso, nem sequer seria necessario sequer qualquer regra ética (direito).]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;a propriedade (não confundir com “propriedade privada”  só poderia ser mesmo abolida num cenário de não-escassez&#8221;</p>
<p>Nesse caso, nem sequer seria necessario sequer qualquer regra ética (direito).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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