Resultados finais da votação, para um total de 235 votos contabilizados:
António Lobo Xavier: 29,8%
Nenhum dos 9: 18,3%
António Pires de Lima: 13,6%
Nuno Melo: 11,9%
João Almeida: 8,9%
Diogo Feio: 6,8%
José Ribeiro e Castro: 5,1%
Pedro Moutinho: 3,8%
Telmo Correia: 1,3%
Pedro Mota Soares: 0,4%
Quantos destes potenciais presidentes foram coniventes com a aquisição de submarinos ou com o aumento em 150% do valor da colecta mínima em IRC, em 2003?
Creio que quase todos, ainda que coniventes pelo silêncio! São refinados socialistas inscritos no CDS!
A Direita quer + liberdade! O CDS passou pelo poder e os seus eleitores continuarem sem liberdade de escolha na educação ou na saúde! Portugal continuou a penalizar as famílias com filhos!: CDS, destes camaradas = socialismo.
Comentário por Libertas — Julho 8, 2008 @ 00:19
NÃO SE LAMENTEM
A Europa e o Mundo estão em crise. Portugal não é alheio ao momento e a situação interna é ainda pior do que a dos países membros da União Europeia. Políticas erradas ao longo das últimas duas décadas contribuíram para que nos encontrássemos numa situação, sem precedentes.
Admito que seja politicamente incorrecto o que vou escrever, mas a verdade dos factos não pode ser ignorada e muito menos esquecida. E não o pode ser por mim que, quase sozinho, entre 1992 e 1998, alertei e protestei contra o rumo seguido e o caminho escolhido. O Prof. Cavaco Silva tem óbvias responsabilidades na tónica que colocou nos seus governos ao apostar nas auto – estradas, no betão, nos Centros Culturais de Belém, nas infra – estruturas megalómanas, que foram sendo feitas um pouco por todo o lado à custa dos fundos comunitários. Tivemos, e ainda temos, associações empresariais, que construíram sedes, auditórios, pavilhões infindáveis, quando a sua base – as empresa – definhavam, faliam e não progrediam. Mais tarde a miragem cavaquista continuou e os estádios de futebol, a construção de mais e mais auto – estradas foram a marca dos governos sucessivos.
Ignorámos a educação, a agricultura, as pescas, a indústria e hoje somos quase nada dependentes da natureza que Deus deu e que vai permitindo sonhar com receitas de um Turismo cada vez mais volátil.
A crise é geral, mas no nosso caso muitos dos seus efeitos poderiam ter sido evitados. Sinto uma profunda revolta porque escrevi, discursei, falei, contestei e poucos – ou quase nenhuns – me quiseram ouvir. Fui insultado, rotulado de velho do Restelo, de anti – europeu, de saudosista do antigo regime, de querer um mundo acabado. E as consequências aí estão. E os eleitores que mantiveram estes políticos deveriam agora, sozinhos, pagar a crise. Porque uma democracia só tem maus políticos, e maus dirigentes, quando o país onde ela vigora tem ainda piores cidadãos.
Por isso Senhoras e Senhores que votaram sempre nos mesmos, não se lamentem. Têm o que semearam ou que permitiram ser semeado.
Manuel Monteiro
Comentário por Manuel Monteiro — Julho 8, 2008 @ 00:26