Depois de algumas controvérsias já tive a oportunidade de conhecer o Filipe Moura. Já lá vão, creio, mais de dois anos. O que aprecio no Filipe é, fundamentalmente, a sua boa vontade. Infelizmente, o excesso de boa vontade, sem rumo e sem nexo, leva aos totalitarismos. E eu acho que o Filipe não é um totalitário. Pelo menos quando não devaneia.
Julho 4, 2008
4 Comentários »
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A conversa do post do amigo que refere é de pouca inteligência, peço desculpa. E pelos termos, não merece muito respeito. Se a pessoa é boa, como diz, então escorrega muito para a parvoíce.
Comentário por Ângelo Eduardo Ferreira — Julho 4, 2008 @ 13:57
Bem, esse post do tal Filipe Moura não tem ponta por onde se pegue sinceramente. É que nem 1 linha se aproveita tal é o rol de baboseiras!
Comentário por Ricardo Sebastião — Julho 4, 2008 @ 14:47
“E eu acho que o Filipe não é um totalitário. ”
Não o é facticamente, mas está lá o potencial. É um “bem intencionado”, cheio de si mesmo e convencido que está do lado do “bem”. Não difere de Robespierre ou de Pol-Pot, nesse campo.
Só uma coisa o separa de ser facticamente aquilo que já é transcendentalmente: o poder.
Só é ridículo porque não o tem.
Felizmente…
Comentário por Lidador — Julho 4, 2008 @ 15:57
o seu “amigo” mostra o mesmo “respeito” pelo que é de outrém como os “verde eufémia” e quejandos… será que mais de 30 anos de democracia não ensinou nada a esta gente ou são uma consequência natural da democracia aleijada e desiquilibrada para a esquerda que temos?
Comentário por caodeguarda — Julho 4, 2008 @ 16:01