Global Warming and the Price of a Gallon of Gas. Por John Coleman, fundador do The Weather Channel.
Worldwide there was a significant natural warming trend in the 1980’s and 1990’s as a Solar cycle peaked with lots of sunspots and solar flares. That ended in 1998 and now the Sun has gone quiet with fewer and fewer Sun spots, and the global temperatures have gone into decline. Earth has cooled for almost ten straight years. So, I ask Al Gore, where’s the global warming?
The cooling trend is so strong that recently the head of the United Nation’s Intergovernmental Panel on Climate Change had to acknowledge it. He speculated that nature has temporarily overwhelmed mankind’s warming and it may be ten years or so before the warming returns. Oh, really. We are supposed to be in a panic about man-made global warming and the whole thing takes a ten year break because of the lack of Sun spots. If this weren’t so serious, it would be laughable.
Now allow me to talk a little about the science behind the global warming frenzy. I have dug through thousands of pages of research papers, including the voluminous documents published by the United Nations Intergovernmental Panel on Climate Change. I have worked my way through complicated math and complex theories. Here’s the bottom line: the entire global warming scientific case is based on the increase in carbon dioxide in the atmosphere from the use of fossil fuels. They don’t have any other issue. Carbon Dioxide, that’s it.
Hello Al Gore; Hello UN Intergovernmental Panel on Climate Change. Your science is flawed; your hypothesis is wrong; your data is manipulated. And, may I add, your scare tactics are deplorable. The Earth does not have a fever. Carbon dioxide does not cause significant global warming.
The focus on atmospheric carbon dioxide grew out a study by Roger Revelle who was an esteemed scientist at the Scripps Oceanographic Institute. He took his research with him when he moved to Harvard and allowed his students to help him process the data for his paper. One of those students was Al Gore. That is where Gore got caught up in this global warming frenzy. Revelle’s paper linked the increases in carbon dioxide, CO2, in the atmosphere with warming. It labeled CO2 as a greenhouse gas.
Charles Keeling, another researcher at the Scripps Oceanographic Institute, set up a system to make continuous CO2 measurements. His graph of these increases has now become known as the Keeling Curve. When Charles Keeling died in 2005, his son Ralph, also at Scripps, took over the measurements. Here is what the Keeling curve shows: an increase in CO2 from 315 parts per million in 1958 to 385 parts per million today, an increase of 70 parts per million or about 20 percent.
All the computer models, all of the other findings, all of the other angles of study, all come back to and are based on CO2 as a significant greenhouse gas. It is not.
Here is the deal about CO2, carbon dioxide. It is a natural component of our atmosphere. It has been there since time began. It is absorbed and emitted by the oceans. It is used by every living plant to trigger photosynthesis. Nothing would be green without it. And we humans; we create it. Every time we breathe out, we emit carbon dioxide into the atmosphere. It is not a pollutant. It is not smog. It is a naturally occurring invisible gas.
Let me illustrate. I estimate that this square in front of my face contains 100,000 molecules of atmosphere. Of those 100,000 only 38 are CO2; 38 out of a hundred thousand. That makes it a trace component. Let me ask a key question: how can this tiny trace upset the entire balance of the climate of Earth? It can’t. That’s all there is to it; it can’t.
The UN IPCC has attracted billions of dollars for the research to try to make the case that CO2 is the culprit of run-away, man-made global warming. The scientists have come up with very complex creative theories and done elaborate calculations and run computer models they say prove those theories. They present us with a concept they call radiative forcing. The research organizations and scientists who are making a career out of this theory, keep cranking out the research papers. Then the IPCC puts on big conferences at exotic places, such as the recent conference in Bali. The scientists endorse each other’s papers, they are summarized and voted on, and voila, we are told global warming is going to kill us all unless we stop burning fossil fuels.
(…)
So how has the entire global warming frenzy with all its predictions of dire consequences, become so widely believed, accepted and regarded as a real threat to planet Earth? That is the most amazing part of the story.
To start with global warming has the backing of the United Nations, a major world force. Second, it has the backing of a former Vice President and very popular political figure. Third it has the endorsement of Hollywood, and that’s enough for millions. And, fourth, the environmentalists love global warming. It is their tool to combat fossil fuels.
(…)
So the Global warming frenzy is, indeed, threatening our civilization. Not because global warming is real; it is not. But because of the all the horrible side effects of the global warming scam.
Sobre esta questão o economista Bjorn Lomborg tem uma opinião bastante interessante. Não sei até que ponto sera verdade isto do aquecimento global. É necessário mais debate na comunidade científica
Comentário por Tiago Moreira Ramalho — Junho 22, 2008 @ 11:06
Imitador!
http://aartedafuga.blogspot.com/2008/06/arrefecimento-global.html
Comentário por Adolfo Mesquita Nunes — Junho 22, 2008 @ 11:59
Este artigo começa de forma completamente falaciosa. É incrível como o André Azevedo Alves continua a difundir lixo desta forma.
Para começar é notória a orientação do artigo, é o Al Gore para aqui e o Al Gore para acolá. O Al Gore não é a ciência, de ciência não percebe nada e nada tem a ver com o IPCC. O IPCC nao tem culpa que os suecos tenham posto no mesmo patamar o Al Gore e o IPCC, mas o nobel da paz é um prémio político e a academia já no passado mostrou quanto lamentáveis são algumas das suas escolhas políticas.
De seguida o artigo começa a falar do actual arrefecimento e de que o IPCC o teve que aceitar. Isto nem corresponde à verdade. Eu vou tentar novamente explicar algo que seja útil aos que pouco ou nada percebem disto e que continuam a despejar lixo sobre o assunto neste blogue.
O clima está sujeito a variabilidades naturais e a alterações naturais, que no fundo não passam de “ruído” na tendência climática global e a longo prazo. Actualmente estamos a sair duma fase fria do ENSO (La Nina) bastante forte bem como estamos numa fase fria do PDO. Isto conjugado com um mínimo solar bastante prolongado pois o ciclo solar 24 está atrasado.
O facto de por exemplo as previsões do IPCC não terem estas oscilações ou não terem previsto a actual estagnação das temperaturas é perfeitamente normal, pois são ciclos que não conseguimos prever com exactidão o momento em que ocorrem e quanto tempo duram. Tal como não podemos prever uma erupção vulcânica tropical que pode arrefecer o planeta se esta lançar muita cinza para os niveis altos da atmosfera. Tal como não podemos prever um mínimo solar prolongado.
Mas isso não invalida as previsões do IPCC. Aliás, basta olhar para as temperaturas. O John Coleman fala do cooling e aqui tantas vezes fala-se do cooling sempre que está frio nalgum lado. Mas que cooling é este ? Não é nada de especial, é mais correcto falar numa estagnação ou numa pausa do aquecimento, e não num arrefecimento. É isso que os dados demonstram, mesmo as medições de satélite para os que desconfiam das medições à superficie.
O que acontece com o clima quando temos fases como La Nina ou o El Nino na teoria do aquecimento antropgénico? Como estamos numa tendência de aquecimento há muitas décadas os El Nino’s tendem a exagerar brutalmente o aquecimento (como sucedeu em 1998) e as La Nina’s atenuam-no. Ora, é precisamente isso que está a suceder agora.
É preciso uma La Nina forte, uma fase fria do PDO e até um mínimo solar invulgarmente longo para fazer o quê ? Para arrefecer significativamente ? Não, está a ser incapaz de arrefecer por exemplo para as temperaturas de umas décadas atrás. Mesmo com estes factores todos conjugados ficamo-nos apenas por uma “pausa” no aquecimento. Deveriam reflectir um pouco nisto, pois isto são factos, não é lixo retórico. Mesmo com vários factores a empurrar para o frio limitamo-nos a uma pausa. O que sucederá já para o ano com o fim da La Nina ? O que sucederá quando tivermos um novo El Nino a coincidir com um máximo solar ? Teremos certamente mais uma violenta subida das temperaturas, o regresso consistente da tendência de aquecimento.
O André Azevedo Alves faz o quê ? Será economista ? Imaginemos que o André faz o seu planeamento da gestão da sua empresa. Com todos os elementos que tem disponiveis faz as suas previsões em que confia. O André sabe que apesar de ter todo o seu planeamento correcto, sabe que podem surgir incertezas sobre o qual não tem controlo (uma erupção vulcânica, um minimo solar prolongado, uma La Nina mais duradoura) mas isso não quer dizer que os fundamentos do seu planeamento ( a teoria económica, o conhecimento de gestão, a matemática, as fórmulas, as leis do mercado, etc) e das suas previsões estivessem errados. Muito menos quer dizer que as deva deixar de fazer e que se limite a uma gestão passiva sem planeamento a viver o seu dia a dia sem gestão.
Penso que isto é fácil de compreender, mas parece que por aqui não o é.
PS: Também detesto o Al Gore, só serve para lançar lixo sobre este assunto e parece-me que o André também se está nas tintas para o assunto e que só lhe interessa também a vertente retórica e política sobre a questão. É pena, pois isto é um assunto sério de mais para se perder tempo com estas discussões.
Comentário por Liz — Junho 22, 2008 @ 13:06
A evolução das temnperaturas nos ultimos anos:
http://data.giss.nasa.gov/gistemp/tabledata/GLB.Ts+dSST.txt
Realmente houve um pico em 1998, mas acho que não se pode dizer que a partir daí tenha havido um arrefecimento (há uns anos mais quantes, outros mais frios, mas sempre com teperaturas superiores Às ocorridas, p.ex., nos anos 80
Comentário por Miguel Madeira — Junho 22, 2008 @ 13:13
A respeito da panico do aquecimento global estar a por em perigo a civilização: acham que, se os combustuveis fósseis se esgotassem, isso poria em perigo a civilização, ou apenas levaria ao desenvolvimento de tecnologias alternativas, sem grandes consequências no longo prazo?
É que, se a vossa resposta for a segunda, então dificilmente poderão achar que limitações legais (em vez de naturais) ao consumo de combustiveis fósseis possam por em perigo a civilização (afinal, o mecanismo de adaptação é essencialmente o mesmo).
Comentário por Miguel Madeira — Junho 22, 2008 @ 13:16
Por exemplo, imaginemos que Portugal iria reduzir as suas emissões de CO2 em 10% (tenho uma vaga ideia que se fala muito em reduzir as emissões globais de CO2 em valores próximos dos 10%)
Na pior das hipoteses, isso levaria a uma redução do PIB em 10% (a redução deveria ser menor, já que provavelmente, como se passa com quase todos os factores produtivos, a elasticidade produto/emissões de CO2 deve ser menor que 1). Isso (repito, na pior das hipoteses) levaria a termos um nivel de vida comparável com o que tinhamos para aí há uns 7 anos atrás (mais ano, menos ano).
Seria mau? Seria.
Seria o fim da civilização? Nada que se parecesse com isso.
Comentário por Miguel Madeira — Junho 22, 2008 @ 13:39
Pelos vistos o a idade das trevas ainda ainda sobrevive no século XXI. Parece ser mais fácil acreditar no Pai Natal e no professor Bambo do que no consenso científico. Não percebo como é que se pode dar tanta importância e credibilidade a alguém que só é famoso por aparecer na televisão. O Sr John Coleman não apresenta no seu CV um único artigo cientifico publicado em revista com per review, e muito menos sobre as alterações climáticas. Lembro só que as conclusões básicas sobre o aquecimento global são apoiadas por mais de 30 sociedades e academias de ciências dos países mais industrializados, pela NASA – Goddard Institute for Space Studies e claro pelo Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC) das Nações Unidas.
Comentário por Pedro M Sousa — Junho 22, 2008 @ 13:50
««Mas isso não invalida as previsões do IPCC. »»
Mas há algum facto que possa invalidar as previsões do IPCC?
Comentário por JoãoMiranda — Junho 22, 2008 @ 14:14
O/A Liz, como muitos defensores do IPCC faz uma defesa que coloca a instituição em cheque. Aquilo que se pede ao IPCC é que siga o método científico e baseie as suas recomendações no método científico. Ao defender-se que 10 anos de arrefecimento não invalidam as previsões do IPCC está a defender-se que na prática o IPCC não segue o método científico. O IPCC não faz previsões falsificáveis num prazo razoável de tempo. Teremos que esperar dezenas de anos para saber se as previsões do IPCC estão ou não de acordo com a realidade. Isso coloca a actividade do IPCC fora do escrutínio pelo método científico das ciências empíricas. As previsões do IPCC não são portanto diferentes das previsões de longo prazo das ciências sociais. o que implica que têm o mesmo baixo grau de fiabilidade.
Comentário por JoãoMiranda — Junho 22, 2008 @ 14:20
Não vou dizer que nunca vi tanto disparate junto, porque infelizmente já vai sendo habitual, mas de facto isto não tem ponta por onde se lhe pegue, para além de estar factualmente errado! Recomendo que deixem a obsessão pelo Al Gore e tratem de estudar as coisas com alguma seriedade!
Comentário por José M. Sousa — Junho 22, 2008 @ 14:34
“Ao defender-se que 10 anos de arrefecimento”
Vamos ver a evolução das temperaturas no mês de Maio (de 1999 a 2008) – os dados estão no tal link que ainda deve estar preso no filtro.
Em 1999 – queda de 4º
2000 – aumento de 0,8º
2001 – + 2,2º
2002 – + 0,5º
2003 – - 0,5º
2004 – - 1,4º
2005 – + 1,8º
2006 – - 1,3º
2007 – + 1,4º
2008 – - 2,0
Eu conto 5 anos de arrefecimento e 5 de aquecimento.
Se usássemos outro mês em vez de Maio, os resultados talvez fossem diferentes, mas duvido que mudassem muito.
Comentário por Miguel Madeira — Junho 22, 2008 @ 15:37
Mas há algum facto que possa invalidar as previsões do IPCC?
Comentário por JoãoMiranda — Junho 22, 2008 @ 2:14 pm
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Caro João Miranda, claro que há.
O IPCC ou a ciência não são detentores da verdade absoluta, pode haver erros (e até pessoas menos sérias no meio disto tudo). Agora os erros, se há são corrigidos. Isso acontece sem dramas mas os erros (naturais em ciência) são logo amplificados e usados de forma abusiva pelos deniers. Quer um exemplo ? O estudo sobre furacões publicado há poucos meses. O mesmo autor que suportou a teoria que os furacões podiam aumentar a intensidade dos furacões publicou outro estudo de que afinal não tem a certeza disso, depende das regiões e que é necessário estudar mais. Repare que o estudo nem põe em causa o aquecimento global mas foi citado por toda a blogosfera negacionista que cita a ciência quando gosta das conclusões e ataca-a quando não concorda.
O que pode invalidar as previsões ? Olhe, por exemplo as temperaturas descerem durante vários anos como foi 2007 e 2008 sem que exista explicação para isso, ou seja, não termos nem La Ninã’s ou vulcões ou outra coisa qualquer. Mas agora existem explicações para o que está a suceder.
Ao defender-se que 10 anos de arrefecimento não invalidam as previsões do IPCC está a defender-se que na prática o IPCC não segue o método científico. O IPCC não faz previsões falsificáveis num prazo razoável de tempo
Comentário por JoãoMiranda — Junho 22, 2008 @ 2:20 pm
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Mas JM, não entendo. Existe determinada previsão das temperaturas para os próximos 10 anos do IPCC. Se daqui a 2 anos por exemplo ocorrer uma ou várias erupções vulcânicas tropicais significativas com impacto no clima é claro que as previsões vão falhar. Mas não significa que estavam erradas.
Mas voltando ao “cooling”, que 10 anos de arrefecimento são esses que refere ? Não há 10 anos de arrefecimento, há 10 anos de estagnação no máximo se olhar apenas para os últimos 10 anos, isto nas medições de satélite, porque à superficie não é tanto assim. Eu nem vou por aí que isso é matéria que acaba nas conspirações do GISS de inflacionar artificialmente as temperaturas. Mas olhe apenas para as de satélite então e diga-me, são 10 anos de arrefecimento ?
http://www.woodfortrees.org/plot/rss/every/plot/uah/every
À superficie temos dados desde o século 18 ou 19, de satélite temos dados desde a década de 70 do século XX. Você olha para os gráficos e o que vê ? Vê uma pausa, uma pausa se considerar os dados só das últimas décadas. Onde está o arrefecimento dos últimos 10 anos ? Com toda a sinceridade parece-lhe que se acabar a Ninã, se o ciclo solar 24 iniciar, se não houver erupções, acha que as temperaturas vão descer daqui ? A La Nina está acabar, estamos a entrar já numa fase neutra. O PDO para já mantem-se na fase fria, vamos ver se é realmente uma verdadeira entrada num ciclo frio prolongado ou é apenas falso alarme como há poucos anos atrás.
As previsões do IPCC não são portanto diferentes das previsões de longo prazo das ciências sociais. o que implica que têm o mesmo baixo grau de fiabilidade.
Comentário por JoãoMiranda — Junho 22, 2008 @ 2:20 pm
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Se quer a minha opinião, se calhar é verdade. Há incertezas que diminuem a fiabilidade das previsões mas não invalidam o efeito do aquecimento global antropogénico nem inviabilizam a necessidade de se tomarem medidas. JM, você ou eu em tudo o que faz e tudo o que o rodeia lida com imensas incertezas. Eu daqui a pouco quando for tomar um café posso ser atropelado, mas isso não faz com que eu decida deixar de pagar ao banco o empréstimo da minha casa por tal possibilidade.
Comentário por Liz — Junho 22, 2008 @ 15:59
“O clima está sujeito a variabilidades naturais e a alterações naturais, que no fundo não passam de “ruído” na tendência climática global e a longo prazo.”
Até parece que a tendência climática global não está sujeita a variabilidades naturais e está descoberta a longo prazo.
Então porque é que o IPCC não previu tal coisa. Não conhecia a La Nina?o Sol?… Quando se faz previsões não se projecta variabilidade? Vulcões são capazes de destruir a previsão!? seria admissível se fosse uma erupção extraordinária, mas tal não aconteceu.
O CO2 partes por milhão tem aumentado na atmosfera. No entanto a subida temperatura estagna(isto a confiar nas medições de que eu tenho muitas dúvidas – basta saber a quantidade de estações sobre o mar 70% da terra…). Apesar do consumo de energia de combustiveis fósseis ter disparado. Então como fica o IPCC na imagem?
Comentário por lucklucky — Junho 22, 2008 @ 17:22
http://gristmill.grist.org/story/2008/6/17/235739/259
A climate hero: The testimony
A look back at James Hansen’s seminal testimony on climate, part two.
(…)To build upon Hansen’s announcement, Wirth used the summer’s record heat to his advantage. “We did agree that we should figure out when it’d be really hot in Washington,” says David Harwood, a legislative aide for Wirth. “People might be thinking of things like what’s the climate like.”
They agreed upon June 28. When the day of the hearing arrived, the temperature in the nation’s capital peaked at 101 degrees Fahrenheit (38 degrees Celsius). The stage was set.(…)
Comentário por lucklucky — Junho 22, 2008 @ 17:55
Não era suposto ter o smile no fim, è só um fechar de parentisis.
Comentário por lucklucky — Junho 22, 2008 @ 17:57
‘No concrete global warming proof in polar region’
Published: 21 Jun 08 13:03 CET
Are the ices of the Arctic north about to melt away for good? Rami Abdelrahman gets the views of a range of Swedish researchers.
Royals join forces on Arctic expedition (22 Jun 08)
Crown Princess’s boyfriend moves closer to Royals (20 Jun 08)
Princess admits to kissing a frog (15 Jun 08)
Sweden’s Crown Princess Victoria is one of a number of Scandinavian royals making for the Arctic archipelago on the Swedish ice-breaker Oden this weekend to participate in an event to coincide with and promote International Polar Year.
But will there even be a need for such ice-breaking vessels in years to come? Many commentators would have us believe that glaciers and ocean ice are about to go the way of the dodo.
Upon their arrival at Svalbard in Norway, however, the royals are likely to be informed by Swedish polar researchers that there is in fact very little concrete proof tying global warming to climate changes in the Arctic and sub-Arctic regions. Some indeed argue that there is more change in today’s political rhetoric than there is in the environment.
Last year Sweden invested more than 33 million kronor ($5 million) on research in the Arctic region, which covers almost one quarter of the nation’s landmass. Most of the Swedish funding, according to many researchers, goes mainly toward surveying the effects of climate change on glaciers and wildlife.
Professor Göran Ericsson from Umeå University will head a research delegation this summer to the Arctic north. His particular task is to study patterns of moose migration as they relate to climate change. Ericsson can literally “ring up a moose.”
“We have attached GPS trackers on more than 40 moose. Once you dial the code to the GPS tracker, you can find the exact location of the animal,” he says.
“Humans sweat when they get warm, but moose cannot do that. If the weather gets warmer they move towards colder places, often risking food shortages,” he tells The Local.
Ericsson says moose have always moved about in the sub-Arctic regions of the Swedish north. But what researchers are testing now is whether the animals are moving further north due to climate change. “Sometimes this proves right, and sometimes it proves wrong.”
Tomas Berg works with the Fjällräv (mountain fox) project, a venture aiming to preserve wildlife in the region. He too says it is difficult to ascertain what is really happening when it comes to climate change.
“We know that there is change, but we do not know in which direction. For example, the weather in the mountains might be warmer now, but in the long run it could get colder,” he says.
Cecilia Johansson from Uppsala University is equally unwilling to link milder weather in the Arctic with more general climate fluctuations. A lecturer in meteorology, Johansson flies to the Arctic region twice a year to study the effects of climate change on snow patterns.
“When it comes to weather and climate there are so many interrelated factors, triggering a chain of effects. For example, we had a warm winter in Sweden, but it was quite cold in the Mediterranean region. So we have to look at global warming from a global perspective.”
Every researcher seems to display a similar reticence when it comes to drawing far-reaching conclusions…
http://www.thelocal.se/12580/20080621/
Comentário por lucklucky — Junho 22, 2008 @ 18:06
Não conhecia a La Nina?o Sol?…
Sim, claro que conhece. Mas como disse mais acima a ocorrência, duração e intensidade não. A mesma coisa com outras coisas. Quanto ao sol, as previsões dos ciclos solares são uma coisa que se limita a ser uma previsão estatistica, ninguém faz a mínima ideia do que se passa amanhã mas parte-se do princípio de que continuará a seguir determinado padrão. Este súbito fascínio pelo sol é porque coincide agora um periudo de estagnação (ou de arrefecimento como gostam) com o mínimo solar ? E os restantes ciclos, onde está a relação ? É daquelas teorias em que dão imenso destaque aos pontos onde existe uma relação mas ignoram as restantes. Mais um pouco e relacionam o arrefecimento com a chegada do Socrates ao poder.
O CO2 partes por milhão tem aumentado na atmosfera. No entanto a subida temperatura estagna(isto a confiar nas medições de que eu tenho muitas dúvidas – basta saber a quantidade de estações sobre o mar 70% da terra…). Apesar do consumo de energia de combustiveis fósseis ter disparado. Então como fica o IPCC na imagem?
Tem a ver com o rúido que falei. As temperaturas não progridem de forma linear. O clima é um sistema complexo e dinâmico e tem que isolar ciclos naturais. Não pode olhar apenas para o que se passa durante meia dúzia de meses ou anos. O facto de haver factores que atenuam, neutralizam ou exageram o efeito do CO2 não significa que ele não exista.
Já que gosta tanto do sol, dou-lhe aqui uma oportunidade para ver como funciona na prática a pseudociência que pululula por aí:
Leia por exemplo aqui este ensaio sobre alguém que descobriu o santo grall e topou a relação dos ciclos solares com a temperatura global, num blogue actualmente muito popular entre os deniers:
The Solar to Global Warming Connection – A short essay
http://wattsupwiththat.wordpress.com/2008/03/22/the-solar-to-global-warming-connection-a-short-essay/
Evidence of a Significant Solar Imprint in Annual Globally Averaged Temperature Trends – Part 2
http://wattsupwiththat.wordpress.com/2008/03/30/evidence-of-a-significant-solar-imprint-in-annual-globally-averaged-temperature-trends-part-2/
Mas leia agora também com atenção como é feita a desconstrução de tal texto pelo Tamino que classifica tudo como lixo cheio de erros primários de estatísitica. Julgue por si.
How Not to Analyze Data, part 1
http://tamino.wordpress.com/2008/03/27/how-not-to-analyze-data-part-1/
How Not to Analyze Data, part Deux
http://tamino.wordpress.com/2008/03/30/how-not-to-analyze-data-part-deux/
How Not to Analyze Data, part 3
http://tamino.wordpress.com/2008/04/01/how-not-to-analyze-data-part-3/
Cumprimentos.
Comentário por Liz — Junho 22, 2008 @ 18:09
In 2007, a moderately strong La Niña event put a chill on the eastern Pacific Ocean, and the Sun was near the low spot in its 11-year cycle of variability. Nevertheless, global average surface temperature in 2007 was still tied for the second warmest year in the instrumental record compiled by scientists at NASA’s Goddard Institute for Space Studies, which goes back to 1880. The record warmest year was 2005, with 1998—now tied with 2007—in second place. The global average temperature anomaly for 2007 was 0.57 degrees Celsius (about 1 degree Fahrenheit) above the 1950-1980 baseline.
Comentário por José M. Sousa — Junho 22, 2008 @ 18:17
Lucklucky , eu já lhe respondi a um post anterior mas o comentário não aparece, deve ter ficado retido por causa dos links.
Quanto à notícia que colocou, mais uma vez estamos a atirar areia para os olhos.
«No concrete global warming proof in polar region» ? Acha isto sério ? É precisamente este tipo de lixo que tenho vindo a criticar. O Ártico tem vindo a perder gelo de ano para ano, mas ao longo do ano passa por máximos e mínimos. O artigo até fala de algumas coisas que tenho vindo a referir. Pode haver aquecimento mas estar frio na Escócia, pode haver arrefecimento e estar calor na Suécia. Isso é ruido, no entanto artigos destes abundam. Está frio no meu quintal portanto o aquecimento global é uma treta.
Este ano esteve frio no Ártico, esteve sim senhor. O gelo recuperou bastante, mas mesmo assim com este frio todo, com as La Nina’s e com os minimos solares que tantas vezes falam, estamos neste momento com mais de 1,000,000 de km2 de gelo a menos que a média das últimas décadas. Em Maio perdeu 300,000km2 da recuperação do Inverno. Se estamos com mais de um milhão de quilometros a menos como é que alguém pode escrever um título desses ? É lixo. Desinformação. No polo sul estamos com gelo acima da média. Mas o que sucederá quando acabar a La Ninã ? Qual é o seu palpite ?
Comentário por Liz — Junho 22, 2008 @ 18:29
Se há aquecimento, há aquecimento. Se há arrefecimento, há aquecimento. Se há cientistas que o afirmam, há aquecimento. Se há cientistas que duvidam, há aquecimento.
Comentário por Adolfo Mesquita Nunes — Junho 22, 2008 @ 20:11
“Se há aquecimento, há aquecimento. Se há arrefecimento, há aquecimento. Se há cientistas que o afirmam, há aquecimento. Se há cientistas que duvidam, há aquecimento.”
Ainda bem que já percebeste Adolfo…
Isto para já nem falar no ponto mais frágil de toda a indústria do aquecimento global: admitindo que há mesmo aquecimento global, o que se deve fazer? Provavelmente muito pouco (ou nada) do que defendem os eco-alarmistas…
Comentário por André Azevedo Alves — Junho 22, 2008 @ 21:08
“admitindo que há mesmo aquecimento global, o que se deve fazer? Provavelmente muito pouco (ou nada) do que defendem os eco-alarmistas…”
Nesse caso, se existir mesmo aquecimento-global-provocado-pela-acção-humana, o que vocês acham que se deve fazer?
[Se algum de vocês responder algo como "talvez nada, já que os custos de combater o aquecimento global podem ultrapassar os custos do aquecimento global", estão conscientes que essa resposta é talvez a mais colectivista que podem dar]
Comentário por Miguel Madeira — Junho 22, 2008 @ 21:59
Se hovesse aquecimento provacado por humanos não se faria nada, nem é seria preciso fazer nada. A humanidade sempre viveu melhor e evoluíu mais rápidamaente com o clima quente do que com frio.
Comentário por zeca — Junho 22, 2008 @ 23:17
“A humanidade sempre viveu melhor e evoluíu mais rápidamaente com o clima quente do que com frio.”
Completamente errado
Comentário por miguelmadeira — Junho 22, 2008 @ 23:29
Além do mais, com climas quentes não precisamos de tanta energia, logo menos consumo de petróleo, logo menos CO2 e ficamos todos felizes
.
Comentário por zeca — Junho 22, 2008 @ 23:45
“Além do mais, com climas quentes não precisamos de tanta energia, logo menos consumo de petróleo, logo menos CO2 e ficamos todos felizes”
Precisamos sim, para fazer funcionar o ar condicionado e a ventoinha; até precisaremos mais nos climas quentes do que nos frios – num clima frio, temos sempre a opção de vestir roupas mais grossas, por mais uma manta na cama, etc.
Pelo contrário, num clima quente, chega um altura em que já não podemos tirar mais roupa ou lençóis, e temos mesmo que ligar o ar condicionado.
Comentário por miguelmadeira — Junho 22, 2008 @ 23:50
admitindo que há mesmo aquecimento global, o que se deve fazer? Provavelmente muito pouco (ou nada) do que defendem os eco-alarmistas…
Comentário por André Azevedo Alves — Junho 22, 2008 @ 9:08 pm
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Mas você tem dúvidas que há aquecimento global ? Bolas homem, pode duvidar de muita coisa, se é natural ou não, se é inédito ou não, mas caramba, se o seu estado de negação chega a este ponto de duvidar se há aquecimento a coisa é mais grave do que pensava.
Quanto ao que pode fazer, aleluia, isso já é abordar uma questão importante, eu próprio duvido que se consiga fazer muito. Como disse um seu colega de blogue há dias, provavelmente a alta do petróleo conseguirá fazer muito mais que as vontades políticas.
Comentário por Liz — Junho 23, 2008 @ 00:04
“Mas você tem dúvidas que há aquecimento global ?”
Antropogénico, sim.
Que há – e sempre houve – variações do clima na Terra, não.
Comentário por André Azevedo Alves — Junho 23, 2008 @ 01:11
“Nesse caso, se existir mesmo aquecimento-global-provocado-pela-acção-humana, o que vocês acham que se deve fazer?”
http://oinsurgente.org/2006/10/22/alteracoes-climaticas-e-cepticismo-economico/
Comentário por André Azevedo Alves — Junho 23, 2008 @ 01:15
A minha resposta ao artigo do AAA
Comentário por Miguel Madeira — Junho 23, 2008 @ 13:53
Num aparte, que raio de filtro que vocês têm, que trava links sob a forma de URL, mas já não os trava se forem embebidos…
Comentário por Miguel Madeira — Junho 23, 2008 @ 13:54
Queria referir só mais um aspecto muito importante e que geralmente é erradamente referido. O IPCC não faz ciência! O IPCC não tem um único laboratório! O IPCC não faz investigação! O IPCC faz apenas o review da bibliografia científica publicada em revistas da especialidade. Se não existem artigos científicos que refutem as suas conclusões principais que mais pode o painel escrever? Será que os +2000 cientistas que assinaram o relatório são todos iletrados?
Comentário por Pedro M Sousa — Junho 23, 2008 @ 15:45