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	<title>Comentários em: Liberdade de ensino</title>
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		<title>Por: Qual é a tua ó meu? &#171; (Re)Flexões</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/16/liberdade-de-ensino/#comment-27854</link>
		<dc:creator><![CDATA[Qual é a tua ó meu? &#171; (Re)Flexões]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 May 2008 19:13:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] do CDS, a iniciativa do Fórum para a Liberdade de Educação, mas também o que se vai escrevendo neste blogue ou neste aqui, apenas como alguns exemplos [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] do CDS, a iniciativa do Fórum para a Liberdade de Educação, mas também o que se vai escrevendo neste blogue ou neste aqui, apenas como alguns exemplos [...]</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Miguel Almeida</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/16/liberdade-de-ensino/#comment-27814</link>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 21:15:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caro AAA,
 Concordo em absoluto com o seu post. Mas as duas primeiras medidas a serem feitas para promover a educação antes de tudo são:

1ª - acabar com o ensino público. 
2ª - acabar com a escolaridade obrigatória.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro AAA,<br />
 Concordo em absoluto com o seu post. Mas as duas primeiras medidas a serem feitas para promover a educação antes de tudo são:</p>
<p>1ª &#8211; acabar com o ensino público.<br />
2ª &#8211; acabar com a escolaridade obrigatória.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Augusto Emilio</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/16/liberdade-de-ensino/#comment-27810</link>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Emilio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 20:03:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Eu nem defendo o cheque-ensino, apenas acho que é uma solução melhor que a actual. Quanto à proposta de Paulo Portas, é evidentemente má, se o cheque vai para uns deve ir para todos, e cada um escolhe onde e como gastar.
Lamento Cam, mas fugimos realmente ao assunto do cheque-ensino, dado o André ter referido o assunto. De qualquer forma não me pareceria inusitado referi-lo, quando o tema é a liberdade de educação, e sobretudo num blogue que não apregoa a rigidez do que cada um comenta.

Bem-haja!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu nem defendo o cheque-ensino, apenas acho que é uma solução melhor que a actual. Quanto à proposta de Paulo Portas, é evidentemente má, se o cheque vai para uns deve ir para todos, e cada um escolhe onde e como gastar.<br />
Lamento Cam, mas fugimos realmente ao assunto do cheque-ensino, dado o André ter referido o assunto. De qualquer forma não me pareceria inusitado referi-lo, quando o tema é a liberdade de educação, e sobretudo num blogue que não apregoa a rigidez do que cada um comenta.</p>
<p>Bem-haja!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: joão campos</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/16/liberdade-de-ensino/#comment-27809</link>
		<dc:creator><![CDATA[joão campos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 18:47:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[*concelho, e não conselho, evidentemente.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>*concelho, e não conselho, evidentemente.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: joão campos</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/16/liberdade-de-ensino/#comment-27808</link>
		<dc:creator><![CDATA[joão campos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 18:47:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[e é precisamente isso que o cheque ensino poderia resolver, Cam.... 

...pelo menos para quem tem a opção, por motivos geográficos, de inscrever os filhos numa escola privada. porque qual é a escola privada, afinal, que se vai instalar num conselho cujos alunos mal conseguem encher uma escola pública?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>e é precisamente isso que o cheque ensino poderia resolver, Cam&#8230;. </p>
<p>&#8230;pelo menos para quem tem a opção, por motivos geográficos, de inscrever os filhos numa escola privada. porque qual é a escola privada, afinal, que se vai instalar num conselho cujos alunos mal conseguem encher uma escola pública?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cam</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/16/liberdade-de-ensino/#comment-27807</link>
		<dc:creator><![CDATA[Cam]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 18:00:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11562#comment-27807</guid>
		<description><![CDATA[Francamente uma escola que ensine um programa radicalmente diferente do estabelecido pelo ministerio da educação não deve estar aberta, com ou sem cheque-ensino, com ou sem liberdade de escolha por parte dos pais. Deve existir uma maior liberdade para as escolas escolherem os seus programas e metodos mas com alguns limites estabelecidos pelo estado. Mesmo que os pais pagassem para que lhes fosse ensinado o criacionismo e não os dados cientificos que sustentão a teoria da evolução tal não deveria ser permitido. 
Agora isto pouco tem a ver com uma eventual implementação do cheque-ensino. Assim como a selecção que as escolas privadas podem ou não fazer dos estudantes não depende directamente da possibilidade de escolha dos pais, do eventual cheque ensino ou não. 
Dizer que este &quot; a maior parte das pessoas não podem inscrever os seus filhos numa escola privada porque essas escolas selecionam as inscrições que aceitam.&quot; é viver fora da realidade. A maior parte das pessoas não pode inscrever os filhos numa escola privada porque não têm possiblidades economicas para isso.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Francamente uma escola que ensine um programa radicalmente diferente do estabelecido pelo ministerio da educação não deve estar aberta, com ou sem cheque-ensino, com ou sem liberdade de escolha por parte dos pais. Deve existir uma maior liberdade para as escolas escolherem os seus programas e metodos mas com alguns limites estabelecidos pelo estado. Mesmo que os pais pagassem para que lhes fosse ensinado o criacionismo e não os dados cientificos que sustentão a teoria da evolução tal não deveria ser permitido.<br />
Agora isto pouco tem a ver com uma eventual implementação do cheque-ensino. Assim como a selecção que as escolas privadas podem ou não fazer dos estudantes não depende directamente da possibilidade de escolha dos pais, do eventual cheque ensino ou não.<br />
Dizer que este &#8221; a maior parte das pessoas não podem inscrever os seus filhos numa escola privada porque essas escolas selecionam as inscrições que aceitam.&#8221; é viver fora da realidade. A maior parte das pessoas não pode inscrever os filhos numa escola privada porque não têm possiblidades economicas para isso.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luís Lavoura</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/16/liberdade-de-ensino/#comment-27806</link>
		<dc:creator><![CDATA[Luís Lavoura]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 17:15:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11562#comment-27806</guid>
		<description><![CDATA[Faço notar que aquilo que o projeto-lei do CDS previa - a avaliar por aquilo que ouvi Paulo Portas dizer na Assembleia - era que as escolas privadas que se comprometessem a fazer serviço público (de educação) pudessem ser financiadas por isso.

Paulo Portas foi bem claro: o financiamento não seria concedido a qualquer escola privada, mas apenas àquelas que se comprometessem a prestar um serviço público.

Ora, é evidente que ensinar às crianças outra coisa que não aquilo que está no programa escolar público, não é fazer serviço público.

É evidente que ensinar às crianças aquilo que nos dá na real gana - por exemplo, o Pentateuco, o Novo Testamento, ou o Corão - não é fazer serviço público, nem deve poder, de acordo com o projeto-lei do CDS, ser financiado pelo Estado.

É claro que os pais têm o direito de fazer ensinar aos filhos essas coisas numa escola privada qualquer; mas não a expensas dos contribuintes!!!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Faço notar que aquilo que o projeto-lei do CDS previa &#8211; a avaliar por aquilo que ouvi Paulo Portas dizer na Assembleia &#8211; era que as escolas privadas que se comprometessem a fazer serviço público (de educação) pudessem ser financiadas por isso.</p>
<p>Paulo Portas foi bem claro: o financiamento não seria concedido a qualquer escola privada, mas apenas àquelas que se comprometessem a prestar um serviço público.</p>
<p>Ora, é evidente que ensinar às crianças outra coisa que não aquilo que está no programa escolar público, não é fazer serviço público.</p>
<p>É evidente que ensinar às crianças aquilo que nos dá na real gana &#8211; por exemplo, o Pentateuco, o Novo Testamento, ou o Corão &#8211; não é fazer serviço público, nem deve poder, de acordo com o projeto-lei do CDS, ser financiado pelo Estado.</p>
<p>É claro que os pais têm o direito de fazer ensinar aos filhos essas coisas numa escola privada qualquer; mas não a expensas dos contribuintes!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: LA</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/16/liberdade-de-ensino/#comment-27802</link>
		<dc:creator><![CDATA[LA]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 14:54:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Leia-se &quot;chamemos-lhes&quot;; há ali uns smiles a mais, oferta do wordpress.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Leia-se &#8220;chamemos-lhes&#8221;; há ali uns smiles a mais, oferta do wordpress.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: LA</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/16/liberdade-de-ensino/#comment-27801</link>
		<dc:creator><![CDATA[LA]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 14:47:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;em que escola “A” vai andar&quot;

Miguel,
Assumindo que &quot;A&quot; é uma criança ou adolescente, dependente e a cargo dos pais, penso que é relevante afirmar que estes (chamemo-lhes &quot;B&quot;) têm para além da obrigação perante &quot;A&quot;, o direito de perante &quot;C&quot; (chamemo-lhes os funcionários públicos do ministério da educação) fazer valer as suas opções sobre o que melhor convém a &quot;A&quot;.

Quando &quot;A&quot; progredir na sua vida académica e se como jovem adulto escolher licenciar-se (ou não...) num qualquer curso à sua escolha, terá hipótese de o fazer sem ligar patavina aos conselhos de &quot;B&quot; e exigindo que &quot;C&quot; lhe assegure, qualquer que seja essa escolha, que o emprego-para-a-vida será garantido.

Simples, como o A, B, C. :)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;em que escola “A” vai andar&#8221;</p>
<p>Miguel,<br />
Assumindo que &#8220;A&#8221; é uma criança ou adolescente, dependente e a cargo dos pais, penso que é relevante afirmar que estes (chamemo-lhes &#8220;B&#8221;) têm para além da obrigação perante &#8220;A&#8221;, o direito de perante &#8220;C&#8221; (chamemo-lhes os funcionários públicos do ministério da educação) fazer valer as suas opções sobre o que melhor convém a &#8220;A&#8221;.</p>
<p>Quando &#8220;A&#8221; progredir na sua vida académica e se como jovem adulto escolher licenciar-se (ou não&#8230;) num qualquer curso à sua escolha, terá hipótese de o fazer sem ligar patavina aos conselhos de &#8220;B&#8221; e exigindo que &#8220;C&#8221; lhe assegure, qualquer que seja essa escolha, que o emprego-para-a-vida será garantido.</p>
<p>Simples, como o A, B, C. <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Augusto Emilio</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/16/liberdade-de-ensino/#comment-27800</link>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Emilio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 14:45:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O que se pretende é isso mesmo, que cada um decida, em liberdade, que escola e que tipo de ensino quer. E o comentário foi à limitação da liberdade, proposta por LL, para variar.

&quot;A liberdade tem que ter limites, não se pdoe permitir que os adultos (pais e/ou professores) lixem as crianças fornecendo-lhes uma educação vil, que lhes oculta a verdade e lhes enche as cabeças de mitos.&quot;

Bem-haja!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que se pretende é isso mesmo, que cada um decida, em liberdade, que escola e que tipo de ensino quer. E o comentário foi à limitação da liberdade, proposta por LL, para variar.</p>
<p>&#8220;A liberdade tem que ter limites, não se pdoe permitir que os adultos (pais e/ou professores) lixem as crianças fornecendo-lhes uma educação vil, que lhes oculta a verdade e lhes enche as cabeças de mitos.&#8221;</p>
<p>Bem-haja!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: miguelmadeira</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/16/liberdade-de-ensino/#comment-27798</link>
		<dc:creator><![CDATA[miguelmadeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 14:29:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;LL prendou-nos mais uma vez com o seu fabuloso discurso de quem tem a clarividência de saber, não só como gerir a sua vida, mas também de como devemos viver a nossa, limitando-nos a liberdade de acordo com a sua sapiência, para que não erremos&quot;

Esse conversa faria sentido se estivessemos a falar do direito de cada individuo escolher em que escola quer andar.

Mas não é isso que está em causa - dum lado, temos os que defendem que a pessoa mais indicada para decidir em que escola &quot;A&quot; vai andar é &quot;B&quot;; do outro, temos os que defendem que é &quot;C&quot; - ou seja, temos apenas uma luta entre facções rivais de candidatos a &quot;ditador benevolente&quot;.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;LL prendou-nos mais uma vez com o seu fabuloso discurso de quem tem a clarividência de saber, não só como gerir a sua vida, mas também de como devemos viver a nossa, limitando-nos a liberdade de acordo com a sua sapiência, para que não erremos&#8221;</p>
<p>Esse conversa faria sentido se estivessemos a falar do direito de cada individuo escolher em que escola quer andar.</p>
<p>Mas não é isso que está em causa &#8211; dum lado, temos os que defendem que a pessoa mais indicada para decidir em que escola &#8220;A&#8221; vai andar é &#8220;B&#8221;; do outro, temos os que defendem que é &#8220;C&#8221; &#8211; ou seja, temos apenas uma luta entre facções rivais de candidatos a &#8220;ditador benevolente&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: joão campos</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/16/liberdade-de-ensino/#comment-27797</link>
		<dc:creator><![CDATA[joão campos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 14:25:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[augusto emílio,

concordo consigo quando diz que, quando a situação é má, uma pequena melhoria é melhor do que nada (passe a redundância). o meu receio é que estando algumas escolas em piores condições para melhorar devido ao facto de estarem no interior e de terem menos recursos se esteja a promover uma desigualdade no acesso a oportunidades. apenas isso.

é que, nesse caso, não está em causa a questão do mérito individual dos alunos (que deve ser estimulado por um sistema de ensino decente). está, sim, o facto de alguns alunos, devido à zona onde vivem, poderem estar limitados a um ensino de pior qualidade do que o dos seus colegas que vivam em lisboa ou no porto.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>augusto emílio,</p>
<p>concordo consigo quando diz que, quando a situação é má, uma pequena melhoria é melhor do que nada (passe a redundância). o meu receio é que estando algumas escolas em piores condições para melhorar devido ao facto de estarem no interior e de terem menos recursos se esteja a promover uma desigualdade no acesso a oportunidades. apenas isso.</p>
<p>é que, nesse caso, não está em causa a questão do mérito individual dos alunos (que deve ser estimulado por um sistema de ensino decente). está, sim, o facto de alguns alunos, devido à zona onde vivem, poderem estar limitados a um ensino de pior qualidade do que o dos seus colegas que vivam em lisboa ou no porto.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Augusto Emilio</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/16/liberdade-de-ensino/#comment-27795</link>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Emilio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 13:28:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11562#comment-27795</guid>
		<description><![CDATA[LL prendou-nos mais uma vez com o seu fabuloso discurso de quem tem a clarividência de saber, não só como gerir a sua vida, mas também de como devemos viver a nossa, limitando-nos a liberdade de acordo com a sua sapiência, para que não erremos. Do alto da sua pilosidade guevarica (quem sabe um dia se não estaremos todos sob a égide do delfim), vai mostrando que de liberal nada tem, mas que o socialismo não perdoa.

Caro João Campos, com toda a certeza que existiriam escolas que pouco ou nada mudariam, mas com o actual sistema nenhuma melhora. Quanto à liberdade de ensino, trata-se disso mesmo, de dar liberdade às escolas e universidades para ensinarem o que achassem conveniente, e os pais e alunos escolherem o que se adequa aos seus objectivos. Haveria espaço para os que pretendem um ensino mais pragmático, induzido pelo mercado, um ensino mais filosófico, moral ou cultural requerido pelos estudantes. E se quando não houver nada que lhe agrade, pode sempre criar a sua instituição ou leccionar os seus próprios filhos. A isso se chama liberdade de ensino, e muito importante – liberdade de aprendizagem.

Num sistema ideal, nem se poria a questão de cheques ou pagamentos estatais, cada um seria responsável por proporcionar aos seus, o que não é dever dos outros.

Bem-haja!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>LL prendou-nos mais uma vez com o seu fabuloso discurso de quem tem a clarividência de saber, não só como gerir a sua vida, mas também de como devemos viver a nossa, limitando-nos a liberdade de acordo com a sua sapiência, para que não erremos. Do alto da sua pilosidade guevarica (quem sabe um dia se não estaremos todos sob a égide do delfim), vai mostrando que de liberal nada tem, mas que o socialismo não perdoa.</p>
<p>Caro João Campos, com toda a certeza que existiriam escolas que pouco ou nada mudariam, mas com o actual sistema nenhuma melhora. Quanto à liberdade de ensino, trata-se disso mesmo, de dar liberdade às escolas e universidades para ensinarem o que achassem conveniente, e os pais e alunos escolherem o que se adequa aos seus objectivos. Haveria espaço para os que pretendem um ensino mais pragmático, induzido pelo mercado, um ensino mais filosófico, moral ou cultural requerido pelos estudantes. E se quando não houver nada que lhe agrade, pode sempre criar a sua instituição ou leccionar os seus próprios filhos. A isso se chama liberdade de ensino, e muito importante – liberdade de aprendizagem.</p>
<p>Num sistema ideal, nem se poria a questão de cheques ou pagamentos estatais, cada um seria responsável por proporcionar aos seus, o que não é dever dos outros.</p>
<p>Bem-haja!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: joão campos</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/16/liberdade-de-ensino/#comment-27792</link>
		<dc:creator><![CDATA[joão campos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 12:57:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11562#comment-27792</guid>
		<description><![CDATA[bem visto, luís lavoura.

em teoria (como já aqui escrevi uma vez, num comentário), o cheque-ensino agrada-me. na prática, encontro alguns problemas. no fundo, a escolha da escola só iria realmente acontecer nas maiores cidades. nas zonas rurais, em que para uma grande área (mal servida de transportes) já é difícil encontrar alunos que mantenham uma escola básica ou secundária, nunca iria haver liberdade de escolha porque uma segunda escola seria inviável. e as alternativas seriam inacessíveis para a maior parte das famílias.

ou seja, estas escolas não iriam ter concorrência - logo, por aí não iriam melhorar o seu serviço.

quanto à liberdade dos programas, tenho algumas reservas. sim, creio que as escolas deviam ter mais liberdade na escolha dos seus programas - mas até que ponto? se estivermos a falar de uma escola secundária poder diversificar os seus conteúdos de forma a oferecer, digamos, mais idiomas, ou que em filosofia uma escola entenda leccionar hume em vez de nietsche, parece-me bem. mas não terá de haver um ponto comum? é que haverá certamente disciplinas que não poderão ser descuradas - como a matemática, o português, o inglês, a história. e estas cadeiras &quot;nucleares&quot; terão de ter um tronco mais ou menos comum a todos, ou corre-se o risco de se criarem muitas desigualdades.

voltando ao argumento acima, se uma escola do interior não consegue (porque a quantidade de alunos que tem, e consequentemente a quantidade de cheques que iria receber seria menor) recursos suficientes para contratar melhores professores e ter mais meios, os alunos que por falta de alternativas tenham de estudar nela poderão acabar, no acesso à universidade, em grande desvantagem face a alunos de cidades, com melhores ofertas educativas. será? é que se for, me parece justo, uma vez que não haverá igualdade de oportunidades (o que é fundamental, todos terem iguais oportunidades para acederem ao sistema de ensino). 

quanto à questão religiosa, tenho algumas reservas. se tivesse filhos, gostaria de os poder colocar na melhor escola disponível, e sei que actualmente o &quot;top&quot; é ocupado por colégios católicos. mas não gostaria que a escola promovesse uma autêntica evangelização (apesar de nada me mover contra a religião católica, apesar de não ser praticante). é um assunto um pouco mais complicado, a meu ver.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>bem visto, luís lavoura.</p>
<p>em teoria (como já aqui escrevi uma vez, num comentário), o cheque-ensino agrada-me. na prática, encontro alguns problemas. no fundo, a escolha da escola só iria realmente acontecer nas maiores cidades. nas zonas rurais, em que para uma grande área (mal servida de transportes) já é difícil encontrar alunos que mantenham uma escola básica ou secundária, nunca iria haver liberdade de escolha porque uma segunda escola seria inviável. e as alternativas seriam inacessíveis para a maior parte das famílias.</p>
<p>ou seja, estas escolas não iriam ter concorrência &#8211; logo, por aí não iriam melhorar o seu serviço.</p>
<p>quanto à liberdade dos programas, tenho algumas reservas. sim, creio que as escolas deviam ter mais liberdade na escolha dos seus programas &#8211; mas até que ponto? se estivermos a falar de uma escola secundária poder diversificar os seus conteúdos de forma a oferecer, digamos, mais idiomas, ou que em filosofia uma escola entenda leccionar hume em vez de nietsche, parece-me bem. mas não terá de haver um ponto comum? é que haverá certamente disciplinas que não poderão ser descuradas &#8211; como a matemática, o português, o inglês, a história. e estas cadeiras &#8220;nucleares&#8221; terão de ter um tronco mais ou menos comum a todos, ou corre-se o risco de se criarem muitas desigualdades.</p>
<p>voltando ao argumento acima, se uma escola do interior não consegue (porque a quantidade de alunos que tem, e consequentemente a quantidade de cheques que iria receber seria menor) recursos suficientes para contratar melhores professores e ter mais meios, os alunos que por falta de alternativas tenham de estudar nela poderão acabar, no acesso à universidade, em grande desvantagem face a alunos de cidades, com melhores ofertas educativas. será? é que se for, me parece justo, uma vez que não haverá igualdade de oportunidades (o que é fundamental, todos terem iguais oportunidades para acederem ao sistema de ensino). </p>
<p>quanto à questão religiosa, tenho algumas reservas. se tivesse filhos, gostaria de os poder colocar na melhor escola disponível, e sei que actualmente o &#8220;top&#8221; é ocupado por colégios católicos. mas não gostaria que a escola promovesse uma autêntica evangelização (apesar de nada me mover contra a religião católica, apesar de não ser praticante). é um assunto um pouco mais complicado, a meu ver.</p>
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	<item>
		<title>Por: LA</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/16/liberdade-de-ensino/#comment-27791</link>
		<dc:creator><![CDATA[LA]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 12:50:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11562#comment-27791</guid>
		<description><![CDATA[&quot;Temos observado recentemente variados exemplos deste facto, desde a Joana no Algarve até ao senhor Fritzl na Áustria.&quot;

&quot;A liberdade tem que ter limites, não se pdoe permitir que os adultos (pais e/ou professores) lixem as crianças fornecendo-lhes uma educação vil, que lhes oculta a verdade e lhes enche as cabeças de mitos.&quot;

Tenho a certeza que o Sr. Lavoura leva muito a sério as suas próprias palavras.
Bem haja pelo serviço que presta às posições e argumentos que pretende criticar.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Temos observado recentemente variados exemplos deste facto, desde a Joana no Algarve até ao senhor Fritzl na Áustria.&#8221;</p>
<p>&#8220;A liberdade tem que ter limites, não se pdoe permitir que os adultos (pais e/ou professores) lixem as crianças fornecendo-lhes uma educação vil, que lhes oculta a verdade e lhes enche as cabeças de mitos.&#8221;</p>
<p>Tenho a certeza que o Sr. Lavoura leva muito a sério as suas próprias palavras.<br />
Bem haja pelo serviço que presta às posições e argumentos que pretende criticar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luís Lavoura</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/16/liberdade-de-ensino/#comment-27789</link>
		<dc:creator><![CDATA[Luís Lavoura]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 11:28:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11562#comment-27789</guid>
		<description><![CDATA[&quot;são os pais quem deseja o melhor para o futuro [dos seus filhos]&quot;

Isso pode ser verdade para alguns pais, mas não é, de forma nenhuma, infelizmente, verdade para todos. Temos observado recentemente variados exemplos deste facto, desde a Joana no Algarve até ao senhor Fritzl na Áustria.

&quot;Mais escolas para que os preços baixem e a qualidade melhore&quot;

E acima de tudo para que haja efetiva liberdade de escolha da escola. Atualmente a maior parte das pessoas não podem inscrever os seus filhos numa escola privada porque essas escolas selecionam as inscrições que aceitam. Atualmente a liberdade de educação é em grande parte eliminada pelas próprias escolas privadas, que se arrogam o direito de selecionar os alunos que aceitam. Só podem fazer isso devido à falta de concorrência e de alternativas.

&quot;Uma boa forma de começar seria permitindo que as escolas católicas tenham total liberdade para decidirem o que vão leccionar&quot;

Nem pensar. Daqui a mais teríamos liberdade de os pais escolherem porem os seus filhos numa madrassa, como aquelas que há no Paquistão, a decorarem e recitarem o Corão. A liberdade tem que ter limites, não se pdoe permitir que os adultos (pais e/ou professores) lixem as crianças fornecendo-lhes uma educação vil, que lhes oculta a verdade e lhes enche as cabeças de mitos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;são os pais quem deseja o melhor para o futuro [dos seus filhos]&#8221;</p>
<p>Isso pode ser verdade para alguns pais, mas não é, de forma nenhuma, infelizmente, verdade para todos. Temos observado recentemente variados exemplos deste facto, desde a Joana no Algarve até ao senhor Fritzl na Áustria.</p>
<p>&#8220;Mais escolas para que os preços baixem e a qualidade melhore&#8221;</p>
<p>E acima de tudo para que haja efetiva liberdade de escolha da escola. Atualmente a maior parte das pessoas não podem inscrever os seus filhos numa escola privada porque essas escolas selecionam as inscrições que aceitam. Atualmente a liberdade de educação é em grande parte eliminada pelas próprias escolas privadas, que se arrogam o direito de selecionar os alunos que aceitam. Só podem fazer isso devido à falta de concorrência e de alternativas.</p>
<p>&#8220;Uma boa forma de começar seria permitindo que as escolas católicas tenham total liberdade para decidirem o que vão leccionar&#8221;</p>
<p>Nem pensar. Daqui a mais teríamos liberdade de os pais escolherem porem os seus filhos numa madrassa, como aquelas que há no Paquistão, a decorarem e recitarem o Corão. A liberdade tem que ter limites, não se pdoe permitir que os adultos (pais e/ou professores) lixem as crianças fornecendo-lhes uma educação vil, que lhes oculta a verdade e lhes enche as cabeças de mitos.</p>
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