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	<title>Comentários em: Telhados de vidro</title>
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		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/12/telhados-de-vidro/#comment-27603</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Azevedo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 May 2008 00:00:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;não me parece que tenha sido um intervenção particularmente utilitária…&quot;

A bondade da intervenção é outra questão. Mas comprometi-me a ser comedido em público nas apreciações que faço relativamente da intervenção e tenciono fazer o possível por cumprir... ;)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;não me parece que tenha sido um intervenção particularmente utilitária…&#8221;</p>
<p>A bondade da intervenção é outra questão. Mas comprometi-me a ser comedido em público nas apreciações que faço relativamente da intervenção e tenciono fazer o possível por cumprir&#8230; <img src='http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/12/telhados-de-vidro/#comment-27602</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Azevedo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 23:58:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;Sim, mas sendo Fátima (por tradição) um local de celebração essencialmente campal&quot;

Uns argumentarão que por tradição, outros que por necessidade.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Sim, mas sendo Fátima (por tradição) um local de celebração essencialmente campal&#8221;</p>
<p>Uns argumentarão que por tradição, outros que por necessidade.</p>
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		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/12/telhados-de-vidro/#comment-27601</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Azevedo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 23:57:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;que embate com a própria evolução da conjuntura social&quot;

Quanto à &quot;evolução da conjuntura social&quot; não sou capaz de extrair ensinamentos directos para o caso concreto. Quanto à conjuntura do Santuário e da devoção a Nossa Senhora de Fátima acho que está bem e recomenda-se.

Vinha mesmo a calhar era um aeroporto low-costo Leiria-Fátima. Saía baratinho e podia fazer parte de uma rede alternativa ao novo monstro planeado para Lisboa...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;que embate com a própria evolução da conjuntura social&#8221;</p>
<p>Quanto à &#8220;evolução da conjuntura social&#8221; não sou capaz de extrair ensinamentos directos para o caso concreto. Quanto à conjuntura do Santuário e da devoção a Nossa Senhora de Fátima acho que está bem e recomenda-se.</p>
<p>Vinha mesmo a calhar era um aeroporto low-costo Leiria-Fátima. Saía baratinho e podia fazer parte de uma rede alternativa ao novo monstro planeado para Lisboa&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/12/telhados-de-vidro/#comment-27600</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Azevedo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 23:54:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;Só não me parece que, no caso concreto de Fátima, essas necessidades estivessem assim tão desatendidas, e que esse dinheiro (ou melhor, o esforço de mobilização)&quot;

Não sei se o que fizeram foi ou não uma melhoria substancial, mas creio que era mais ou menos consensual entre os devotos que o Santuário estava bastante necessitado de melhoramentos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Só não me parece que, no caso concreto de Fátima, essas necessidades estivessem assim tão desatendidas, e que esse dinheiro (ou melhor, o esforço de mobilização)&#8221;</p>
<p>Não sei se o que fizeram foi ou não uma melhoria substancial, mas creio que era mais ou menos consensual entre os devotos que o Santuário estava bastante necessitado de melhoramentos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: António José</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/12/telhados-de-vidro/#comment-27597</link>
		<dc:creator><![CDATA[António José]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 23:11:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[....Por outro lado o edifício garante melhores condições de abrigo em dias menos bons, se bem que particularmente pense que é uma tolice, o mito de Fátima.
Porém, como democrata, aceito que façam o que entenderem com dinheiros próprios, uma vez que são milhões as pessoas que lá vão.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230;.Por outro lado o edifício garante melhores condições de abrigo em dias menos bons, se bem que particularmente pense que é uma tolice, o mito de Fátima.<br />
Porém, como democrata, aceito que façam o que entenderem com dinheiros próprios, uma vez que são milhões as pessoas que lá vão.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Luís Pinto</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/12/telhados-de-vidro/#comment-27596</link>
		<dc:creator><![CDATA[João Luís Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 23:09:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;Já agora, mais um reparo, ainda que lateral: o facto de ser um “local de culto mais que instalado” (o que é verdade), com milhões de visitantes e uma dinâmica de crescente popularidade e notoriedade internacional leva a que melhorias marginais produzam grandes benefícios totais, precisamente por ser um “local de culto mais que instalado”.&quot;

Sim, mas sendo Fátima (por tradição) um local de celebração essencialmente campal, não me parece que tenha sido um intervenção particularmente utilitária...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Já agora, mais um reparo, ainda que lateral: o facto de ser um “local de culto mais que instalado” (o que é verdade), com milhões de visitantes e uma dinâmica de crescente popularidade e notoriedade internacional leva a que melhorias marginais produzam grandes benefícios totais, precisamente por ser um “local de culto mais que instalado”.&#8221;</p>
<p>Sim, mas sendo Fátima (por tradição) um local de celebração essencialmente campal, não me parece que tenha sido um intervenção particularmente utilitária&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Luís Pinto</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/12/telhados-de-vidro/#comment-27595</link>
		<dc:creator><![CDATA[João Luís Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 23:06:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;A justificação essencial para o investimento nos templos é, naturalmente, atender às necessidades espirituais.&quot;

Concordo. Eu não sou &lt;i&gt;tout-court&lt;/i&gt; crítico da construção de templos, estruturas, ou obras de arte orientadas para a &quot;satisfação de necessidades religiosas&quot;. Ainda mais como sendo actos de liberdade de instituições privadas, que fazem o que bem entenderem com o seu dinheiro.

Só não me parece que, no caso concreto de Fátima, essas necessidades estivessem assim tão desatendidas, e que esse dinheiro (ou melhor, o esforço de mobilização) não pudesse ter sido utilizado noutras acções mais consentâneas com as preocupações enunciadas por D. Saraiva Martins.

É só esse o juízo de &quot;prioridade&quot; que fiz. Independentemente do juízo de que, pela construção do tempo se irá ter, em última instância, melhor culto e melhor supressão das necessidades dos que precisam (que é discutível mas que aceito como ponto de discussão) do que se fossem atendidas tão somente essas necessidades, parece-me que essa decisão, que embate com a própria evolução da conjuntura social, é pelo menos passível de crítica moral.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A justificação essencial para o investimento nos templos é, naturalmente, atender às necessidades espirituais.&#8221;</p>
<p>Concordo. Eu não sou <i>tout-court</i> crítico da construção de templos, estruturas, ou obras de arte orientadas para a &#8220;satisfação de necessidades religiosas&#8221;. Ainda mais como sendo actos de liberdade de instituições privadas, que fazem o que bem entenderem com o seu dinheiro.</p>
<p>Só não me parece que, no caso concreto de Fátima, essas necessidades estivessem assim tão desatendidas, e que esse dinheiro (ou melhor, o esforço de mobilização) não pudesse ter sido utilizado noutras acções mais consentâneas com as preocupações enunciadas por D. Saraiva Martins.</p>
<p>É só esse o juízo de &#8220;prioridade&#8221; que fiz. Independentemente do juízo de que, pela construção do tempo se irá ter, em última instância, melhor culto e melhor supressão das necessidades dos que precisam (que é discutível mas que aceito como ponto de discussão) do que se fossem atendidas tão somente essas necessidades, parece-me que essa decisão, que embate com a própria evolução da conjuntura social, é pelo menos passível de crítica moral.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/12/telhados-de-vidro/#comment-27594</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Azevedo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 22:59:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;estamos a falar da construção de uma igreja num local de culto mais que instalado, com um incremento pouco mais do que marginal&quot;

Já agora, mais um reparo, ainda que lateral: o facto de ser um &quot;local de culto mais que instalado&quot; (o que é verdade), com milhões de visitantes e uma dinâmica de crescente popularidade e notoriedade internacional leva a que melhorias marginais produzam grandes benefícios totais, precisamente por ser um &quot;local de culto mais que instalado&quot;.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;estamos a falar da construção de uma igreja num local de culto mais que instalado, com um incremento pouco mais do que marginal&#8221;</p>
<p>Já agora, mais um reparo, ainda que lateral: o facto de ser um &#8220;local de culto mais que instalado&#8221; (o que é verdade), com milhões de visitantes e uma dinâmica de crescente popularidade e notoriedade internacional leva a que melhorias marginais produzam grandes benefícios totais, precisamente por ser um &#8220;local de culto mais que instalado&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/12/telhados-de-vidro/#comment-27593</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Azevedo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 22:57:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;É que a mobilização de receitas para ajudar os necessitados como mecanismo de potenciar a construção de melhores edifícios de culto parece-me um bocado perverso…&quot;

O teu comentário permite-me uma clarificação ao que escrevi: quando digo que ambas as formas de mobilização são complementares, não estou a sugerir uma leitura utilitarista nem num sentido nem no outro. Estou simplesmente a tentar realçar o facto de não ser apropriado ver a situação em termos de &quot;escolha de prioridades&quot;.

A justificação essencial para o investimento nos templos é, naturalmente, atender às necessidades espirituais.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;É que a mobilização de receitas para ajudar os necessitados como mecanismo de potenciar a construção de melhores edifícios de culto parece-me um bocado perverso…&#8221;</p>
<p>O teu comentário permite-me uma clarificação ao que escrevi: quando digo que ambas as formas de mobilização são complementares, não estou a sugerir uma leitura utilitarista nem num sentido nem no outro. Estou simplesmente a tentar realçar o facto de não ser apropriado ver a situação em termos de &#8220;escolha de prioridades&#8221;.</p>
<p>A justificação essencial para o investimento nos templos é, naturalmente, atender às necessidades espirituais.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/12/telhados-de-vidro/#comment-27592</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Azevedo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 22:53:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;E, já agora, eu acho a melhoria notável&quot;

Sobre isso sé me pronuncio depois de ver in loco, o que ainda não tive oportunidade de fazer.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;E, já agora, eu acho a melhoria notável&#8221;</p>
<p>Sobre isso sé me pronuncio depois de ver in loco, o que ainda não tive oportunidade de fazer.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Luís Pinto</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/12/telhados-de-vidro/#comment-27591</link>
		<dc:creator><![CDATA[João Luís Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 22:52:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;A mobilização num domínio potencia o outro (e vice-versa).&quot;

Certo (apesar da leitura potencialmente materialista e pouco consentânea com um discurso religioso que se possa retirar do facto!).

Mas esse mecanismo um potenciação de um pelo outro é tão somente uma consequência autónoma de uma das linhas de actuação, ou só se depreende que esse mecanismo de potenciação exista pelo conhecimento antecipado da outra?

É que a mobilização de receitas para ajudar os necessitados como mecanismo de potenciar a construção de melhores edifícios de culto parece-me um bocado perverso... ;-)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A mobilização num domínio potencia o outro (e vice-versa).&#8221;</p>
<p>Certo (apesar da leitura potencialmente materialista e pouco consentânea com um discurso religioso que se possa retirar do facto!).</p>
<p>Mas esse mecanismo um potenciação de um pelo outro é tão somente uma consequência autónoma de uma das linhas de actuação, ou só se depreende que esse mecanismo de potenciação exista pelo conhecimento antecipado da outra?</p>
<p>É que a mobilização de receitas para ajudar os necessitados como mecanismo de potenciar a construção de melhores edifícios de culto parece-me um bocado perverso&#8230; <img src='http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Azevedo Fernandes</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/12/telhados-de-vidro/#comment-27590</link>
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 22:52:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&lt;i&gt;&quot;A mobilização num domínio potencia o outro (e vice-versa)&lt;/i&gt;

Ora nem mais. :-)
(E, já agora, eu acho a melhoria notável, como relatei &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/3048&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>&#8220;A mobilização num domínio potencia o outro (e vice-versa)</i></p>
<p>Ora nem mais. <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /><br />
(E, já agora, eu acho a melhoria notável, como relatei <a href="http://www.porto.taf.net/dp/node/3048" rel="nofollow">aqui</a>.)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/12/telhados-de-vidro/#comment-27589</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Azevedo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 22:44:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;O meu ponto era que, havendo essa capacidade, a escolha de prioridades é criticável.&quot;

Sendo complementares, não será um jogo de soma nula, pelo que não me parece adequado colocar a coisa em termos de &quot;escolha prioridades&quot;. A mobilização num domínio potencia o outro (e vice-versa).]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O meu ponto era que, havendo essa capacidade, a escolha de prioridades é criticável.&#8221;</p>
<p>Sendo complementares, não será um jogo de soma nula, pelo que não me parece adequado colocar a coisa em termos de &#8220;escolha prioridades&#8221;. A mobilização num domínio potencia o outro (e vice-versa).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Luís Pinto</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/12/telhados-de-vidro/#comment-27588</link>
		<dc:creator><![CDATA[João Luís Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 22:41:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11479#comment-27588</guid>
		<description><![CDATA[André,

O meu ponto era que, havendo essa capacidade, a escolha de prioridades é criticável.

Afinal, estamos a falar da construção de uma igreja num local de culto mais que instalado, com um incremento pouco mais do que marginal (à face das objectivas necessidades) das condições de culto existentes anteriormente.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>André,</p>
<p>O meu ponto era que, havendo essa capacidade, a escolha de prioridades é criticável.</p>
<p>Afinal, estamos a falar da construção de uma igreja num local de culto mais que instalado, com um incremento pouco mais do que marginal (à face das objectivas necessidades) das condições de culto existentes anteriormente.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/12/telhados-de-vidro/#comment-27586</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Azevedo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 22:35:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;Mal estaria a Igreja Católica se a sua capacidade de mobilizar os seus fiéis nesse montante se restringisse a objectivos de construção de igrejas. Digo eu…&quot;

João,

Acho que o ponto aqui é que mobilizar as pessoas para um fim não é substituto do outro, mas sim complementar. 

Isto independentemente das declarações de D. Saraiva Martins.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Mal estaria a Igreja Católica se a sua capacidade de mobilizar os seus fiéis nesse montante se restringisse a objectivos de construção de igrejas. Digo eu…&#8221;</p>
<p>João,</p>
<p>Acho que o ponto aqui é que mobilizar as pessoas para um fim não é substituto do outro, mas sim complementar. </p>
<p>Isto independentemente das declarações de D. Saraiva Martins.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Luís Pinto</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/12/telhados-de-vidro/#comment-27584</link>
		<dc:creator><![CDATA[João Luís Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 22:30:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11479#comment-27584</guid>
		<description><![CDATA[Caro Tiago Azevedo Fernandes,

Mal estaria a Igreja Católica se a sua capacidade de mobilizar os seus fiéis nesse montante se restringisse a objectivos de construção de igrejas. Digo eu...

Cumprimentos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Tiago Azevedo Fernandes,</p>
<p>Mal estaria a Igreja Católica se a sua capacidade de mobilizar os seus fiéis nesse montante se restringisse a objectivos de construção de igrejas. Digo eu&#8230;</p>
<p>Cumprimentos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Azevedo Fernandes</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/12/telhados-de-vidro/#comment-27582</link>
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 22:13:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11479#comment-27582</guid>
		<description><![CDATA[... para um destino &lt;b&gt;diferente&lt;/b&gt; ...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230; para um destino <b>diferente</b> &#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Azevedo Fernandes</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/12/telhados-de-vidro/#comment-27581</link>
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 22:12:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11479#comment-27581</guid>
		<description><![CDATA[Vamos imaginar que eu agora abro uma conta no banco para angariar fundos para uma causa qualquer (apoio às vítimas das cheias não-sei-onde). Recolho as massas e depois, em vez disso, digo: não, afinal vai para as crianças famintas noutro lado qq. Podem até as causas ser nobres, mas eu não tenho o direito de desviar as verbas para um destino daquele para o qual foram recolhidas. Bom, em resumo: foi um post infeliz. Saudações!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos imaginar que eu agora abro uma conta no banco para angariar fundos para uma causa qualquer (apoio às vítimas das cheias não-sei-onde). Recolho as massas e depois, em vez disso, digo: não, afinal vai para as crianças famintas noutro lado qq. Podem até as causas ser nobres, mas eu não tenho o direito de desviar as verbas para um destino daquele para o qual foram recolhidas. Bom, em resumo: foi um post infeliz. Saudações!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: António José</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/12/telhados-de-vidro/#comment-27580</link>
		<dc:creator><![CDATA[António José]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 21:44:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11479#comment-27580</guid>
		<description><![CDATA[80 milhões é muita guita.

Mas quem é rico, é assim.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>80 milhões é muita guita.</p>
<p>Mas quem é rico, é assim.</p>
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		<title>Por: João Luís Pinto</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/12/telhados-de-vidro/#comment-27579</link>
		<dc:creator><![CDATA[João Luís Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 21:43:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Bem, julgo que tanto património como &lt;i&gt;cash&lt;/i&gt; são igualmente válidos como património.

Aliás, a generalidade das grandes fortunas mundiais não se materializa na forma de &quot;dinheiro no banco&quot;...

&quot;Ricos com pouco dinheiro no banco, infelizmente.&quot;

A ICAR tem um pouco mais do que que isso... pelo menos tem até um próprio &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Vatican_Bank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;banco&lt;/a&gt;! ;-)

De qualquer modo esse juízo é, para a discussão em causa, inteiramente irrelevante. Há pelo menos uma coisa que se pode ter a certeza: que a ICAR dispôs de (pelo menos) 80 milhões de Euros em dinheiro que preferiu utilizar como utilizou. Fossem todas as organizações assim tão pobres...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, julgo que tanto património como <i>cash</i> são igualmente válidos como património.</p>
<p>Aliás, a generalidade das grandes fortunas mundiais não se materializa na forma de &#8220;dinheiro no banco&#8221;&#8230;</p>
<p>&#8220;Ricos com pouco dinheiro no banco, infelizmente.&#8221;</p>
<p>A ICAR tem um pouco mais do que que isso&#8230; pelo menos tem até um próprio <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Vatican_Bank" rel="nofollow">banco</a>! <img src='http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>De qualquer modo esse juízo é, para a discussão em causa, inteiramente irrelevante. Há pelo menos uma coisa que se pode ter a certeza: que a ICAR dispôs de (pelo menos) 80 milhões de Euros em dinheiro que preferiu utilizar como utilizou. Fossem todas as organizações assim tão pobres&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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