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	<title>Comentários em: O &#8220;PSD autárquico&#8221; e a sua incompatibilidade com uma agenda &#8220;liberal e reformista&#8221; (2)</title>
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		<title>Por: José Barros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 01:00:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estou a ver o Bruno Alves a &quot;dar um baile&quot; ao João Miranda. É que, de facto, vem a despropósito a questão do estatismo e dos negócios dúbios a nível nacional. Pressuposto do debate é que Passos Coelho representa uma ruptura em relação a tais fenómenos, quer a nível nacional, quer a nível local. Como o pretende fazer tendo nas suas hostes os dinossauros autárquicos que sempre viveram de uma  política de clientelismo do Estado, é um mistério. Uma boa questão para a candidatura de Passos Coelho, que, a meu ver, mesmo ganhando, terá muitas dificuldades em abstrair-se das companhias de que precisa para ganhar.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estou a ver o Bruno Alves a &#8220;dar um baile&#8221; ao João Miranda. É que, de facto, vem a despropósito a questão do estatismo e dos negócios dúbios a nível nacional. Pressuposto do debate é que Passos Coelho representa uma ruptura em relação a tais fenómenos, quer a nível nacional, quer a nível local. Como o pretende fazer tendo nas suas hostes os dinossauros autárquicos que sempre viveram de uma  política de clientelismo do Estado, é um mistério. Uma boa questão para a candidatura de Passos Coelho, que, a meu ver, mesmo ganhando, terá muitas dificuldades em abstrair-se das companhias de que precisa para ganhar.</p>
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		<title>Por: Miguel Amaro</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/11/o-psd-autarquico-e-a-sua-incompatibilidade-com-uma-agenda-liberal-e-reformista-2/#comment-27499</link>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Amaro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 23:48:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A minha concordância com o Bruno Alves, nesta matéria, é total. A factualidade implícita na conduta de líderes  passados que destruíram a cúpula do poder nascendo em seu lugar um conjunto de dependências que pervertem o sentido natural de liderança. As dependências que o PSD local conquistou (por mérito próprio ou demérito alheio) tornam redundantes quaisquer ambições liberalistas que ponham em causa o status quo, até porque o projecto político está sempre refém de quem o autoriza. 

As directas, na minha modesta opinião, catalisaram estas dependências evidentes. Quem controla os cargos políticos (ou não políticos), a nível local, controla os votos.E se estes cargos deixarem de existir?

Aí o instinto de sobrevivência vem à tona.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A minha concordância com o Bruno Alves, nesta matéria, é total. A factualidade implícita na conduta de líderes  passados que destruíram a cúpula do poder nascendo em seu lugar um conjunto de dependências que pervertem o sentido natural de liderança. As dependências que o PSD local conquistou (por mérito próprio ou demérito alheio) tornam redundantes quaisquer ambições liberalistas que ponham em causa o status quo, até porque o projecto político está sempre refém de quem o autoriza. </p>
<p>As directas, na minha modesta opinião, catalisaram estas dependências evidentes. Quem controla os cargos políticos (ou não políticos), a nível local, controla os votos.E se estes cargos deixarem de existir?</p>
<p>Aí o instinto de sobrevivência vem à tona.</p>
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