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	<title>Comentários em: Strange economics</title>
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		<title>Por: Helder</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/09/strange-economics/#comment-27450</link>
		<dc:creator><![CDATA[Helder]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2008 22:37:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;...era melhor se não tivesse fundamentado o que escreveu com o marginalismo neoclássico.&quot;

Eu acho que é de propósito. Dá um ar científico ao argumento. 

&quot;Todo o argumento depende da existência de concorrência perfeita no mercado de trabalho&quot;

O André já respondeu e é indiferente. O facto de serem ou não &quot;overpaid&quot; na realidade, não muda a validade do argumento e explica algumas coisas.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;&#8230;era melhor se não tivesse fundamentado o que escreveu com o marginalismo neoclássico.&#8221;</p>
<p>Eu acho que é de propósito. Dá um ar científico ao argumento. </p>
<p>&#8220;Todo o argumento depende da existência de concorrência perfeita no mercado de trabalho&#8221;</p>
<p>O André já respondeu e é indiferente. O facto de serem ou não &#8220;overpaid&#8221; na realidade, não muda a validade do argumento e explica algumas coisas.</p>
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		<title>Por: Gorgulho 33</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/09/strange-economics/#comment-27449</link>
		<dc:creator><![CDATA[Gorgulho 33]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2008 21:55:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;In short, this belief makes sense only if most workers are overpaid.&quot;

Pois acontece que são mesmo &#039;overpaid&#039;.
As inúmeras distorções do mercado de trabalho, tais como a fixação de um salário mínimo e a existência de sindicatos, levam claramente a que muitos trabalhadores sejam pagos bem acima do salário de equilíbrio. Em Portugal, e já agora na França, esta situação atinge larga proporção da força de trabalho. 

Os empregadores, por regra, &quot;não empregam por filantropia&quot;, mas são privados artificialmente da possibilidade de reduzir a massa salarial por estas distorções. É isto que explica os altos níveis de desemprego da Europa, não o que pelos vistos defendem os tais &#039;esquerdistas&#039; (devem ser fracos esses esquerdistas). E a entrada é também coxa, reitero.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;In short, this belief makes sense only if most workers are overpaid.&#8221;</p>
<p>Pois acontece que são mesmo &#8216;overpaid&#8217;.<br />
As inúmeras distorções do mercado de trabalho, tais como a fixação de um salário mínimo e a existência de sindicatos, levam claramente a que muitos trabalhadores sejam pagos bem acima do salário de equilíbrio. Em Portugal, e já agora na França, esta situação atinge larga proporção da força de trabalho. </p>
<p>Os empregadores, por regra, &#8220;não empregam por filantropia&#8221;, mas são privados artificialmente da possibilidade de reduzir a massa salarial por estas distorções. É isto que explica os altos níveis de desemprego da Europa, não o que pelos vistos defendem os tais &#8216;esquerdistas&#8217; (devem ser fracos esses esquerdistas). E a entrada é também coxa, reitero.</p>
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		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/09/strange-economics/#comment-27444</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Azevedo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2008 21:03:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;Todo o argumento depende da existência de concorrência perfeita no mercado de trabalho&quot;

Claro que não depende. O argumento central é perfeitamente válido independentemente disso: a visão esquerdista sobre os despedimentos pressupõe que os trabalhadores pouco ou nada contribuem para as empresas e que estas os empregam por filantropia. 

A fundamentação marginalista neoclássica é que é infeliz (e desnecessária).]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Todo o argumento depende da existência de concorrência perfeita no mercado de trabalho&#8221;</p>
<p>Claro que não depende. O argumento central é perfeitamente válido independentemente disso: a visão esquerdista sobre os despedimentos pressupõe que os trabalhadores pouco ou nada contribuem para as empresas e que estas os empregam por filantropia. </p>
<p>A fundamentação marginalista neoclássica é que é infeliz (e desnecessária).</p>
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		<title>Por: Gorgulho 33</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/09/strange-economics/#comment-27443</link>
		<dc:creator><![CDATA[Gorgulho 33]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2008 20:56:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Fraquito. Todo o argumento depende da existência de concorrência perfeita no mercado de trabalho: só assim o salário marginal corresponde exactamente à dita contribuição marginal do trabalhador para os lucros. Dado que este requisito não se verifica na prática, o argumento central da etrada, que nada traz de novo, cai por terra. Aliás a ideia tm barbas (pelo menos as de Marshall) e se pensarmos no poder de monopsónio regional de muitos empregadores (exemplo Woolmart vs Coroa, Ontário 199?) vemos que o autor tenta reinventar a roda, mas que esta lhe sai quadrada. 

G33]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fraquito. Todo o argumento depende da existência de concorrência perfeita no mercado de trabalho: só assim o salário marginal corresponde exactamente à dita contribuição marginal do trabalhador para os lucros. Dado que este requisito não se verifica na prática, o argumento central da etrada, que nada traz de novo, cai por terra. Aliás a ideia tm barbas (pelo menos as de Marshall) e se pensarmos no poder de monopsónio regional de muitos empregadores (exemplo Woolmart vs Coroa, Ontário 199?) vemos que o autor tenta reinventar a roda, mas que esta lhe sai quadrada. </p>
<p>G33</p>
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		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/09/strange-economics/#comment-27440</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Azevedo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2008 20:36:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A ideia central do post está correcta, mas era melhor se não tivesse fundamentado o que escreveu com o marginalismo neoclássico.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A ideia central do post está correcta, mas era melhor se não tivesse fundamentado o que escreveu com o marginalismo neoclássico.</p>
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