<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
		>
<channel>
	<title>Comentários em: ordem espontânea</title>
	<atom:link href="http://oinsurgente.org/2008/05/05/ordem-espontanea/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://oinsurgente.org/2008/05/05/ordem-espontanea/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Sun, 12 Feb 2012 02:09:27 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
	<item>
		<title>Por: A ler &#171; Ágora Social</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/05/ordem-espontanea/#comment-27244</link>
		<dc:creator><![CDATA[A ler &#171; Ágora Social]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2008 14:11:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11317#comment-27244</guid>
		<description><![CDATA[[...] ordem espontânea por Rui Albuquerque. [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] ordem espontânea por Rui Albuquerque. [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: CN</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/05/ordem-espontanea/#comment-27191</link>
		<dc:creator><![CDATA[CN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2008 11:29:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11317#comment-27191</guid>
		<description><![CDATA[Parece-me ímportante separar duas análises:

* a capacidade da razão para inquirir sobre os direitos naturais

e

I ) a incapacidade da razão para tentar adivinhar que instituições sociais resultarão do exercício e interacção desses direitos naturais

II) a incapacidade da razão para decidir que comandos compulsórios devem ser desenhados para melhorar o suposto resultado imperfeito de uma &quot;ordem natural&quot;

Esta última é o fundamento liberal para desconfiar de toda a acção (incluindo o regime democrático) potencialmente violadora dos tais direitos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parece-me ímportante separar duas análises:</p>
<p>* a capacidade da razão para inquirir sobre os direitos naturais</p>
<p>e</p>
<p>I ) a incapacidade da razão para tentar adivinhar que instituições sociais resultarão do exercício e interacção desses direitos naturais</p>
<p>II) a incapacidade da razão para decidir que comandos compulsórios devem ser desenhados para melhorar o suposto resultado imperfeito de uma &#8220;ordem natural&#8221;</p>
<p>Esta última é o fundamento liberal para desconfiar de toda a acção (incluindo o regime democrático) potencialmente violadora dos tais direitos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: CN</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/05/ordem-espontanea/#comment-27184</link>
		<dc:creator><![CDATA[CN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2008 08:40:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11317#comment-27184</guid>
		<description><![CDATA[Pessoalmente, acho que se relativizarmos (ou a tratarmos como uma mera discussão de curiosidade) a questão do direito natural, arriscamo-nos a ficar sem nada (ver o puritanismo crescente sobreo tabaco, fat-food, etc).

A separação ente Ética (o que deve ser o Direito universal) e Moral (o que devem ser auto-regulado) joga-se aí. 

O eficientismo de Chicago (como gosto de lhe chamar) afastou muita gente da área liberal porque transformar a questão liberal num &quot;ordem de eficiência-eficácia&quot; [ainda por cima baseada num empiricismo-positivista (e Popper contribui para essa falha) epistemologicamente oposta aos &quot;austriacos&quot;].

Nenhum movimento popular genuino por uma ordem livre (natural) nascerá de considerações meramente de eficiência. E diria que mesmo o conceito de &quot;espontâneo&quot; de Hayek (ou Pessoa como se vê) vai muito para além do &quot;mercado&quot;.


&quot;a boa organização política de uma sociedade livre deverá respeitar o princípio da subsidiariedade: apenas intervém onde não pode deixar à liberdade individual a justa composição dos seus interesses&quot;

Sim, o  princípio é excelente porque deixa em aberto se existe mesmo alguma limitação à liberdade individual, porque ninguém sabe o que é onde começa e para o &quot;apenas intervém&quot; (e já agora com que legitimidade.).

E se alguém fôr capaz de provar esse limite que o faça.

O Soberano a partir de certa altura começou a divinizar a sua legitimidade. Hoje não se anda muito longe disso, utilizam-se expressões abastractas &quot;a justa composição dos seus interesses&quot; para expressar algo que ninguém sabe bem o que é, ou antes, sabemos:

quando é preciso usar a compulsão remete-se para uma razão abstracta algo mistica, evitando-se sequer põr em questão (um caso extremo será o serviço militar obrigatório em caso de guerra - ou não) tal legitimidade divina.

O soberano mudou mas os processos mantêm-se. Aos menos os Reis (mesmo os absolutistas) tinham uma cara. No limite, arrsicavam a ser mortos. Agora não.

A única revolução agora possível (e felizmente) é a secessão.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoalmente, acho que se relativizarmos (ou a tratarmos como uma mera discussão de curiosidade) a questão do direito natural, arriscamo-nos a ficar sem nada (ver o puritanismo crescente sobreo tabaco, fat-food, etc).</p>
<p>A separação ente Ética (o que deve ser o Direito universal) e Moral (o que devem ser auto-regulado) joga-se aí. </p>
<p>O eficientismo de Chicago (como gosto de lhe chamar) afastou muita gente da área liberal porque transformar a questão liberal num &#8220;ordem de eficiência-eficácia&#8221; [ainda por cima baseada num empiricismo-positivista (e Popper contribui para essa falha) epistemologicamente oposta aos "austriacos"].</p>
<p>Nenhum movimento popular genuino por uma ordem livre (natural) nascerá de considerações meramente de eficiência. E diria que mesmo o conceito de &#8220;espontâneo&#8221; de Hayek (ou Pessoa como se vê) vai muito para além do &#8220;mercado&#8221;.</p>
<p>&#8220;a boa organização política de uma sociedade livre deverá respeitar o princípio da subsidiariedade: apenas intervém onde não pode deixar à liberdade individual a justa composição dos seus interesses&#8221;</p>
<p>Sim, o  princípio é excelente porque deixa em aberto se existe mesmo alguma limitação à liberdade individual, porque ninguém sabe o que é onde começa e para o &#8220;apenas intervém&#8221; (e já agora com que legitimidade.).</p>
<p>E se alguém fôr capaz de provar esse limite que o faça.</p>
<p>O Soberano a partir de certa altura começou a divinizar a sua legitimidade. Hoje não se anda muito longe disso, utilizam-se expressões abastractas &#8220;a justa composição dos seus interesses&#8221; para expressar algo que ninguém sabe bem o que é, ou antes, sabemos:</p>
<p>quando é preciso usar a compulsão remete-se para uma razão abstracta algo mistica, evitando-se sequer põr em questão (um caso extremo será o serviço militar obrigatório em caso de guerra &#8211; ou não) tal legitimidade divina.</p>
<p>O soberano mudou mas os processos mantêm-se. Aos menos os Reis (mesmo os absolutistas) tinham uma cara. No limite, arrsicavam a ser mortos. Agora não.</p>
<p>A única revolução agora possível (e felizmente) é a secessão.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

