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	<title>Comentários em: jusnaturalismo liberal: o que dizem os clássicos</title>
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		<title>Por: Filipe Abrantes</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/01/jusnaturalismo-liberal-o-que-dizem-os-classicos/#comment-27130</link>
		<dc:creator><![CDATA[Filipe Abrantes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 May 2008 13:32:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tirado do Corcunda:

&quot;A sociedade tem de escolher…
Fica-se sem saber como se pode numa sociedade liberal, escolher uma concepção moral que esteja acima da comunidade e não seja meramente funcionalista.

Se a sociedade humana resulta de uma selecção espontânea de procedimentos convenientes à espécie, conviria perceber porque razão é que seres humanos resolveram legitimar práticas como o homicídio ritual, o incesto religioso dos líderes, o canibalismo. Que ponto de vista pode legitimar a rejeição de tais práticas, frutos claros da ordem espontânea?

O RA arranja uma boa solução: a desumanização dos canibais, já utilizada com tão bons resultados contra judeus e inimigos do povo no século passado, não vale.&quot;]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tirado do Corcunda:</p>
<p>&#8220;A sociedade tem de escolher…<br />
Fica-se sem saber como se pode numa sociedade liberal, escolher uma concepção moral que esteja acima da comunidade e não seja meramente funcionalista.</p>
<p>Se a sociedade humana resulta de uma selecção espontânea de procedimentos convenientes à espécie, conviria perceber porque razão é que seres humanos resolveram legitimar práticas como o homicídio ritual, o incesto religioso dos líderes, o canibalismo. Que ponto de vista pode legitimar a rejeição de tais práticas, frutos claros da ordem espontânea?</p>
<p>O RA arranja uma boa solução: a desumanização dos canibais, já utilizada com tão bons resultados contra judeus e inimigos do povo no século passado, não vale.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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		<title>Por: Filipe Abrantes</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/01/jusnaturalismo-liberal-o-que-dizem-os-classicos/#comment-27129</link>
		<dc:creator><![CDATA[Filipe Abrantes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 May 2008 13:15:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11235#comment-27129</guid>
		<description><![CDATA[&quot;Não me disse como é que previne crimes se não autoriza que a pena de prisão seja maior ou menor consoante as necessidades de prevenção geral e especial.&quot;

Eu não quero nada, eu acho simplesmente que o canibalismo voluntário é legítimo e que um homicídio não é. A discussão desde início era sobre ética. Não pense que vou discutir justiça sobre pressupostos estatistas (direito público). Não me interessa. A maneira de se chegar à justiça é algo demasiado complexo para meros comentários em blog. Já li algumas teorias sobre o assunto e não sei qual a mais consistente. O seu trabalho é mais simples, define a priori que existe direito público e a partir daí a discussão a meu ver perde todo o sentido: o direito público é decidido por deputados e não há discussão que o possa influenciar efectivamente.

&quot;Da mesma forma não me explica como é que se criminaliza comportamentos e se fixa molduras penais senão através de juízos sociais sobre o quais são os bens jurídicos que devem ser protegidos, que comportamentos humanos devem ser proibidos, qual a moldura penal em que deve incorrer quem pratica o crime, qual a necessidade de punir tal crime como crime e não como ilícito meramente civil, etc, etc…&quot;

Isso não é uma solução, dizer que quem define o que é justo são as leis definidas por deputados. Discussões utilitaristas sobre direito penso que são inúteis, ou acabam em 2minutos com a conclusão que a maioria decide o que é a lei, ou nunca acabam pois o apelo às consequências e os objectivos do legislador (discussões sobre reincidência, castigo, diminuição do crime, etc) são ilimitados.

Já agora, o J.Barros também &quot;não me disse&quot; como se conseguem evitar os abusos do direito público e da sua evolução recente para a invasão cada vez maior da privacidade (lei do tabaco).]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Não me disse como é que previne crimes se não autoriza que a pena de prisão seja maior ou menor consoante as necessidades de prevenção geral e especial.&#8221;</p>
<p>Eu não quero nada, eu acho simplesmente que o canibalismo voluntário é legítimo e que um homicídio não é. A discussão desde início era sobre ética. Não pense que vou discutir justiça sobre pressupostos estatistas (direito público). Não me interessa. A maneira de se chegar à justiça é algo demasiado complexo para meros comentários em blog. Já li algumas teorias sobre o assunto e não sei qual a mais consistente. O seu trabalho é mais simples, define a priori que existe direito público e a partir daí a discussão a meu ver perde todo o sentido: o direito público é decidido por deputados e não há discussão que o possa influenciar efectivamente.</p>
<p>&#8220;Da mesma forma não me explica como é que se criminaliza comportamentos e se fixa molduras penais senão através de juízos sociais sobre o quais são os bens jurídicos que devem ser protegidos, que comportamentos humanos devem ser proibidos, qual a moldura penal em que deve incorrer quem pratica o crime, qual a necessidade de punir tal crime como crime e não como ilícito meramente civil, etc, etc…&#8221;</p>
<p>Isso não é uma solução, dizer que quem define o que é justo são as leis definidas por deputados. Discussões utilitaristas sobre direito penso que são inúteis, ou acabam em 2minutos com a conclusão que a maioria decide o que é a lei, ou nunca acabam pois o apelo às consequências e os objectivos do legislador (discussões sobre reincidência, castigo, diminuição do crime, etc) são ilimitados.</p>
<p>Já agora, o J.Barros também &#8220;não me disse&#8221; como se conseguem evitar os abusos do direito público e da sua evolução recente para a invasão cada vez maior da privacidade (lei do tabaco).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: José Barros</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/01/jusnaturalismo-liberal-o-que-dizem-os-classicos/#comment-27127</link>
		<dc:creator><![CDATA[José Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 May 2008 11:51:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11235#comment-27127</guid>
		<description><![CDATA[Repito que o J.Barros pode ter as posições que quiser sobre o que é justo, mas na sua defesa dogmática da ideia de “direito público” está dependente daquilo que os deputados em São Bento decidirem. Isso é suposto ser um garante de justiça? - Filipe Abrantes

Caro Filipe Abrantes,


Não me disse como é que previne crimes se não autoriza que a pena de prisão seja maior ou menor consoante as necessidades de prevenção geral e especial. 

Não me disse o que é que autoriza que o criminoso reincidente seja punido mais severamente do que o criminoso primário. 

Não me soube dar outra razão para o facto de embora dois crimes tenham o mesmo resultado (homicídio com tortura e acidente de viação causado por negligência do condutor) os mesmos sejam punidos de forma substancialmente diferente atendendo a juízos inevitavelmente morais do tribunal sobre o grau de ilicitude e de culpa demonstrado pelos respectivos actos. 

Da mesma forma não me explica como é que se criminaliza comportamentos e se fixa molduras penais senão através de juízos sociais sobre o quais são os bens jurídicos que devem ser protegidos, que comportamentos humanos devem ser proibidos, qual a moldura penal em que deve incorrer quem pratica o crime, qual a necessidade de punir tal crime como crime e não como ilícito meramente civil, etc, etc...

Se o Filipe Abrantes não tem uma vaga noção de como responder a estas questões, então - desculpe-me - mas o que diz são meras palavras de ordem sem conteúdo, no sentido de que não se traduzem em respostas concretas aos problemas da justiça criminal e da segurança (um tema muito liberal, by the way).]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Repito que o J.Barros pode ter as posições que quiser sobre o que é justo, mas na sua defesa dogmática da ideia de “direito público” está dependente daquilo que os deputados em São Bento decidirem. Isso é suposto ser um garante de justiça? &#8211; Filipe Abrantes</p>
<p>Caro Filipe Abrantes,</p>
<p>Não me disse como é que previne crimes se não autoriza que a pena de prisão seja maior ou menor consoante as necessidades de prevenção geral e especial. </p>
<p>Não me disse o que é que autoriza que o criminoso reincidente seja punido mais severamente do que o criminoso primário. </p>
<p>Não me soube dar outra razão para o facto de embora dois crimes tenham o mesmo resultado (homicídio com tortura e acidente de viação causado por negligência do condutor) os mesmos sejam punidos de forma substancialmente diferente atendendo a juízos inevitavelmente morais do tribunal sobre o grau de ilicitude e de culpa demonstrado pelos respectivos actos. </p>
<p>Da mesma forma não me explica como é que se criminaliza comportamentos e se fixa molduras penais senão através de juízos sociais sobre o quais são os bens jurídicos que devem ser protegidos, que comportamentos humanos devem ser proibidos, qual a moldura penal em que deve incorrer quem pratica o crime, qual a necessidade de punir tal crime como crime e não como ilícito meramente civil, etc, etc&#8230;</p>
<p>Se o Filipe Abrantes não tem uma vaga noção de como responder a estas questões, então &#8211; desculpe-me &#8211; mas o que diz são meras palavras de ordem sem conteúdo, no sentido de que não se traduzem em respostas concretas aos problemas da justiça criminal e da segurança (um tema muito liberal, by the way).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Filipe Abrantes</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/01/jusnaturalismo-liberal-o-que-dizem-os-classicos/#comment-27097</link>
		<dc:creator><![CDATA[Filipe Abrantes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 18:54:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A posição do J.Barros sobre a eutanásia em que é que difere das minhas posições sobre justiça? As minhas posições são palavras de ordem e as suas não são porquê? Repito que o J.Barros pode ter as posições que quiser sobre o que é justo, mas na sua defesa dogmática da ideia de &quot;direito público&quot; está dependente daquilo que os deputados em São Bento decidirem. Isso é suposto ser um garante de justiça?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A posição do J.Barros sobre a eutanásia em que é que difere das minhas posições sobre justiça? As minhas posições são palavras de ordem e as suas não são porquê? Repito que o J.Barros pode ter as posições que quiser sobre o que é justo, mas na sua defesa dogmática da ideia de &#8220;direito público&#8221; está dependente daquilo que os deputados em São Bento decidirem. Isso é suposto ser um garante de justiça?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: CN</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/01/jusnaturalismo-liberal-o-que-dizem-os-classicos/#comment-27076</link>
		<dc:creator><![CDATA[CN]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 11:35:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mais secessão:

&quot;Hawaiian patriots want their independence and their monarchy back (...) &quot;(via LRC).


Quanto a:

&quot;Já expliquei por que razão existem penas de prisão (prevenção de crimes e dissuassão como forma de protecção de bens individuais com importância social) ou a retribuição não pode ser o único aspecto determinante do castigo (coloca-se criminosos reincidentes no mesmo plano que criminosos primários). &quot;

Ja aí vou. Estou de passagem.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mais secessão:</p>
<p>&#8220;Hawaiian patriots want their independence and their monarchy back (&#8230;) &#8220;(via LRC).</p>
<p>Quanto a:</p>
<p>&#8220;Já expliquei por que razão existem penas de prisão (prevenção de crimes e dissuassão como forma de protecção de bens individuais com importância social) ou a retribuição não pode ser o único aspecto determinante do castigo (coloca-se criminosos reincidentes no mesmo plano que criminosos primários). &#8221;</p>
<p>Ja aí vou. Estou de passagem.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: José Barros</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/01/jusnaturalismo-liberal-o-que-dizem-os-classicos/#comment-27060</link>
		<dc:creator><![CDATA[José Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2008 23:46:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Desculpem-me os erros e as frases mal construídas. Quando escrevo depressa, é fatal como o destino.:)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpem-me os erros e as frases mal construídas. Quando escrevo depressa, é fatal como o destino.:)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: José Barros</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/01/jusnaturalismo-liberal-o-que-dizem-os-classicos/#comment-27059</link>
		<dc:creator><![CDATA[José Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2008 23:44:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11235#comment-27059</guid>
		<description><![CDATA[Sobre a eutanásia, não percebi se lhe aplica o seu raciocínio sobre o direito público. Pelo que eu percebi do raciocínio, não há motivo para que não se aplique. Ora, a eutanásia é um dos actos voluntários entre 2 pessoas onde mais facilmente se vê que não afecta a sociedade em geral. - Filipe Abrantes

Eu opinei sobre o canibalismo consentido, não sobre a eutanásia. O que disse e mantenho é que o grau de ilicitude - isto é, o desvalor moral intrínseco do canibalismo consentido, porque é isso que constitui a ilicitude - não autoriza que o mesmo seja permitido numa sociedade civilizada, ou se quiser, numa sociedade liberal como eu a entendo. 

A eutanásia é evidentemente muito menos ilícita que o canibalismo, até porque, se for &quot;morte a pedido&quot; tem, em princípio, motivação altruística. Nesse sentido, não se trata de um caso em que eu considere que a descriminalização ameace a sociedade, no sentido de atropelar os valores que têm de existir para as pessoas continuarem a conviver pacificamente. 

Mas lá está, isto pressupôe a &quot;heresia&quot; de se aceitar que na decisão de criminalização / descriminalização - e depois na punição, como demonstrei -  intervêm juízos sociais sobre a moralidade ou imoralidade de um comportamento humano (&quot;rectius&quot;, uma decisão ética tomada pela sociedade através dos seus representantes). Eu aceito isso com naturalidade da mesma forma que aceito que se deve atender ao grau de ilicitude e de culpa que o acto criminoso revela e não apenas ao resultado do acto. E com a mesma naturalidade, direi ainda, como vejo isso reflectido nos escritos dos liberais clássicos que não me parecem autores à procura da infalibilidade, mas sim, pessoas cheias de dúvidas. Nesse sentido, a eutanásia é um &quot;hard case&quot; em relação ao qual não tomei qualquer decisão. Ainda assim, muito diferente do do &quot;canibalismo consentido&quot;.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre a eutanásia, não percebi se lhe aplica o seu raciocínio sobre o direito público. Pelo que eu percebi do raciocínio, não há motivo para que não se aplique. Ora, a eutanásia é um dos actos voluntários entre 2 pessoas onde mais facilmente se vê que não afecta a sociedade em geral. &#8211; Filipe Abrantes</p>
<p>Eu opinei sobre o canibalismo consentido, não sobre a eutanásia. O que disse e mantenho é que o grau de ilicitude &#8211; isto é, o desvalor moral intrínseco do canibalismo consentido, porque é isso que constitui a ilicitude &#8211; não autoriza que o mesmo seja permitido numa sociedade civilizada, ou se quiser, numa sociedade liberal como eu a entendo. </p>
<p>A eutanásia é evidentemente muito menos ilícita que o canibalismo, até porque, se for &#8220;morte a pedido&#8221; tem, em princípio, motivação altruística. Nesse sentido, não se trata de um caso em que eu considere que a descriminalização ameace a sociedade, no sentido de atropelar os valores que têm de existir para as pessoas continuarem a conviver pacificamente. </p>
<p>Mas lá está, isto pressupôe a &#8220;heresia&#8221; de se aceitar que na decisão de criminalização / descriminalização &#8211; e depois na punição, como demonstrei &#8211;  intervêm juízos sociais sobre a moralidade ou imoralidade de um comportamento humano (&#8220;rectius&#8221;, uma decisão ética tomada pela sociedade através dos seus representantes). Eu aceito isso com naturalidade da mesma forma que aceito que se deve atender ao grau de ilicitude e de culpa que o acto criminoso revela e não apenas ao resultado do acto. E com a mesma naturalidade, direi ainda, como vejo isso reflectido nos escritos dos liberais clássicos que não me parecem autores à procura da infalibilidade, mas sim, pessoas cheias de dúvidas. Nesse sentido, a eutanásia é um &#8220;hard case&#8221; em relação ao qual não tomei qualquer decisão. Ainda assim, muito diferente do do &#8220;canibalismo consentido&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: José Barros</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/01/jusnaturalismo-liberal-o-que-dizem-os-classicos/#comment-27058</link>
		<dc:creator><![CDATA[José Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2008 23:33:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11235#comment-27058</guid>
		<description><![CDATA[Caro CN,

Penso que interpretou menos bem o meu comentário. Eu não disse que o liberalismo contrapôe o indivíduo à sociedade e até começo o meu comentário por dizer que não é essa a sensação que tenho a ler os liberais clássicos. Muito pelo contrário. O que eu digo e mantenho é que muitos liberais são mais nozickianos do que liberais clássicos e que é essa tensão que se reflecte na discussão entre o Rui A. e outras pessoas.  Por outras palavras, o que se discute é se, como o Adam Smith diz na frase citada, a sociedade pode subsistir quando se &quot;rompem os seus elos&quot;. Estes &quot;elos&quot; são os tais valores, não só partilhados, como protegidos pelo aparelho de Estado. Que valores são esses? Vida, liberdade, propriedade, mas enquanto bens jurídicos e não apenas direitos individuais livremente disponíveis.

Já expliquei por que razão existem penas de prisão (prevenção de crimes e dissuassão como forma de protecção de bens individuais com importância social) ou a retribuição não pode ser o único aspecto determinante do castigo (coloca-se criminosos reincidentes no mesmo plano que criminosos primários). 

A tudo isto o CN e o Filipe Abrantes preferiram não contestar a minha explicação desses fenómenos, o que pressuporia que estivessem dispostos a dizer  que não aceitam que pelo mesmo crime A e B sejam condenados com penas diferentes em atenção a aspectos como a reincidência, o móbil do crime, a culpa, etc...é que lá está todos estes aspectos pressupôem um juízo social emitido por um terceiro (o tribunal em nome da sociedade) sobre um conflito entre particulares. As próprias sanções pressupôem a defesa da segurança dos cidadãos em contraponto com o também necessário e imprescindível ressarcimento das vítimas. Em suma, com o devido  respeito,  o CN e o Filipe Abrantes não me ofereceram uma teoria alternativa, limitando-se a proferir &quot;palavras de ordem&quot;  de um liberalismo que, muitas vezes, me parece vazio para lá do verniz das palavras. 

Filosofar, caro CN, pressupôe que a pessoa não fique apenas pelo que se diz   &quot;em tese&quot;, mas também com a resolução de problemas concretos num esquema de subsunção do caso concreto à hipótese teórica que se defende. Como comecei por  dizer há que tentar &quot;falsificar&quot; as teses que defendemos através de exemplos concretos e foi isso que pretendi fazer nesta série de comentários.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro CN,</p>
<p>Penso que interpretou menos bem o meu comentário. Eu não disse que o liberalismo contrapôe o indivíduo à sociedade e até começo o meu comentário por dizer que não é essa a sensação que tenho a ler os liberais clássicos. Muito pelo contrário. O que eu digo e mantenho é que muitos liberais são mais nozickianos do que liberais clássicos e que é essa tensão que se reflecte na discussão entre o Rui A. e outras pessoas.  Por outras palavras, o que se discute é se, como o Adam Smith diz na frase citada, a sociedade pode subsistir quando se &#8220;rompem os seus elos&#8221;. Estes &#8220;elos&#8221; são os tais valores, não só partilhados, como protegidos pelo aparelho de Estado. Que valores são esses? Vida, liberdade, propriedade, mas enquanto bens jurídicos e não apenas direitos individuais livremente disponíveis.</p>
<p>Já expliquei por que razão existem penas de prisão (prevenção de crimes e dissuassão como forma de protecção de bens individuais com importância social) ou a retribuição não pode ser o único aspecto determinante do castigo (coloca-se criminosos reincidentes no mesmo plano que criminosos primários). </p>
<p>A tudo isto o CN e o Filipe Abrantes preferiram não contestar a minha explicação desses fenómenos, o que pressuporia que estivessem dispostos a dizer  que não aceitam que pelo mesmo crime A e B sejam condenados com penas diferentes em atenção a aspectos como a reincidência, o móbil do crime, a culpa, etc&#8230;é que lá está todos estes aspectos pressupôem um juízo social emitido por um terceiro (o tribunal em nome da sociedade) sobre um conflito entre particulares. As próprias sanções pressupôem a defesa da segurança dos cidadãos em contraponto com o também necessário e imprescindível ressarcimento das vítimas. Em suma, com o devido  respeito,  o CN e o Filipe Abrantes não me ofereceram uma teoria alternativa, limitando-se a proferir &#8220;palavras de ordem&#8221;  de um liberalismo que, muitas vezes, me parece vazio para lá do verniz das palavras. </p>
<p>Filosofar, caro CN, pressupôe que a pessoa não fique apenas pelo que se diz   &#8220;em tese&#8221;, mas também com a resolução de problemas concretos num esquema de subsunção do caso concreto à hipótese teórica que se defende. Como comecei por  dizer há que tentar &#8220;falsificar&#8221; as teses que defendemos através de exemplos concretos e foi isso que pretendi fazer nesta série de comentários.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: CN</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/01/jusnaturalismo-liberal-o-que-dizem-os-classicos/#comment-27056</link>
		<dc:creator><![CDATA[CN]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2008 23:10:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quanto ao comentario sobre &quot;bullet proof&quot;.

 A consistencia nao é prova de verdade, mas a verdade tem necessariamente de ser consistente.

Ao contrario do que JB diz, o liberalismo nao opoe o individuo á comunidade.

É o Estatismo que promove sim o individuo acima dos seus lacos de responsabilidade com a sua familia e comunidade próxima.

O Estatismo promove um individuo que recebe tudo do poder e ao poder tudo deve. O Estatismo &quot;liberta&quot; o individuo dos seus lacos com as hierarquias da comunidade e dá-lhe educacão, saúde, subsidio de emprego e pensao. O individuo deixa de ter necessidade das estruturas intermedias da soc. civil e até da familia.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quanto ao comentario sobre &#8220;bullet proof&#8221;.</p>
<p> A consistencia nao é prova de verdade, mas a verdade tem necessariamente de ser consistente.</p>
<p>Ao contrario do que JB diz, o liberalismo nao opoe o individuo á comunidade.</p>
<p>É o Estatismo que promove sim o individuo acima dos seus lacos de responsabilidade com a sua familia e comunidade próxima.</p>
<p>O Estatismo promove um individuo que recebe tudo do poder e ao poder tudo deve. O Estatismo &#8220;liberta&#8221; o individuo dos seus lacos com as hierarquias da comunidade e dá-lhe educacão, saúde, subsidio de emprego e pensao. O individuo deixa de ter necessidade das estruturas intermedias da soc. civil e até da familia.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: CN</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/01/jusnaturalismo-liberal-o-que-dizem-os-classicos/#comment-27053</link>
		<dc:creator><![CDATA[CN]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2008 22:38:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11235#comment-27053</guid>
		<description><![CDATA[Escreve-se &quot;... e nao de outra coisa qualquer&quot;

Bem, acho que um pensador sincero reconhecera que mesmo um Estado Minmo incorre em incompatibilidades com o direito natural, mas essa conclusao nao deve ser exigida aos liberais classicos (embora Burke tenha tido a coragem de o evidenciar na sua primeira obra).

Mas hoje sim, sera exigivel para quem tenha ambicao de profundidade.

Mas como digo e repito, a redencao e compatibilizacao entre liberalismo classico e digamos a Ordem Natural, sera o direito de secessao.

Assim o exista e seja reconhecido e estamos todos de acordo.

Dado o presente consenso sobre Tibete, Kosovo, etc, e tendencias como Escocia, Catalunha, etc, e o estado de Anarquia internacional aumenta o que retorna a questao sobre o que é o direito se cada um é soberano para o decidir (mesmo que ao nivel de Estados cada vez mais pequenos).

Bem, quanto mais descentralizada essa decisao mais provavel se torna a emergencia do direito natural.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Escreve-se &#8220;&#8230; e nao de outra coisa qualquer&#8221;</p>
<p>Bem, acho que um pensador sincero reconhecera que mesmo um Estado Minmo incorre em incompatibilidades com o direito natural, mas essa conclusao nao deve ser exigida aos liberais classicos (embora Burke tenha tido a coragem de o evidenciar na sua primeira obra).</p>
<p>Mas hoje sim, sera exigivel para quem tenha ambicao de profundidade.</p>
<p>Mas como digo e repito, a redencao e compatibilizacao entre liberalismo classico e digamos a Ordem Natural, sera o direito de secessao.</p>
<p>Assim o exista e seja reconhecido e estamos todos de acordo.</p>
<p>Dado o presente consenso sobre Tibete, Kosovo, etc, e tendencias como Escocia, Catalunha, etc, e o estado de Anarquia internacional aumenta o que retorna a questao sobre o que é o direito se cada um é soberano para o decidir (mesmo que ao nivel de Estados cada vez mais pequenos).</p>
<p>Bem, quanto mais descentralizada essa decisao mais provavel se torna a emergencia do direito natural.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Filipe Abrantes</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/01/jusnaturalismo-liberal-o-que-dizem-os-classicos/#comment-27046</link>
		<dc:creator><![CDATA[Filipe Abrantes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2008 18:50:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11235#comment-27046</guid>
		<description><![CDATA[José Barros, 

Sobre a eutanásia, não percebi se lhe aplica o seu raciocínio sobre o direito público. Pelo que eu percebi do raciocínio, não há motivo para que não se aplique. Ora, a eutanásia é um dos actos voluntários entre 2 pessoas onde mais facilmente se vê que não afecta a sociedade em geral.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>José Barros, </p>
<p>Sobre a eutanásia, não percebi se lhe aplica o seu raciocínio sobre o direito público. Pelo que eu percebi do raciocínio, não há motivo para que não se aplique. Ora, a eutanásia é um dos actos voluntários entre 2 pessoas onde mais facilmente se vê que não afecta a sociedade em geral.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Filipe Abrantes</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/01/jusnaturalismo-liberal-o-que-dizem-os-classicos/#comment-27045</link>
		<dc:creator><![CDATA[Filipe Abrantes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2008 18:45:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11235#comment-27045</guid>
		<description><![CDATA[Há tempos li pelo corcunda precisamente a tese de que a democracia só ilusoriamente permite uma apuração da moral e o conservadorismo, pelos mecanismos do sufrágio que apela às emoções mais que à razão.

Eu penso, por exemplo, que o multiculturalismo (no sentido de pluralismo) permite a longo prazo sociedades mais conservadoras, i.e., sociedades com moral mais apurada. Um exemplo: com a total liberalização das drogas, penso que rapidamente se veria o quão são más para o desenvolvimento e prosperidade da sociedade. Hoje, graças à proibição, mantém-se em grande parte, e sobretudo nos jovens, a ideia de que a droga traz liberdade e prazer, que não tem efeitos assim tão negativos quanto isso.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Há tempos li pelo corcunda precisamente a tese de que a democracia só ilusoriamente permite uma apuração da moral e o conservadorismo, pelos mecanismos do sufrágio que apela às emoções mais que à razão.</p>
<p>Eu penso, por exemplo, que o multiculturalismo (no sentido de pluralismo) permite a longo prazo sociedades mais conservadoras, i.e., sociedades com moral mais apurada. Um exemplo: com a total liberalização das drogas, penso que rapidamente se veria o quão são más para o desenvolvimento e prosperidade da sociedade. Hoje, graças à proibição, mantém-se em grande parte, e sobretudo nos jovens, a ideia de que a droga traz liberdade e prazer, que não tem efeitos assim tão negativos quanto isso.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Filipe Abrantes</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/01/jusnaturalismo-liberal-o-que-dizem-os-classicos/#comment-27044</link>
		<dc:creator><![CDATA[Filipe Abrantes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2008 18:39:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;um crime é um acto contra a sociedade e não apenas contra a vítima e que, portanto, na punição entram em conta muito mais considerações de prevenção e defesa dos “elos da sociedade” do que propriamente a retribuição do “pecado”.&quot;

É essa ideia que tem permitido todo o tipo de atropelos. Lei do tabaco, &quot;lei do piercing&quot;, etc. 

A questão problemática, a meu ver, é que a ideia de &quot;crime contra a sociedade&quot; só tem consistência dentro da aceitação da arbitrariedade do &quot;legislador&quot;, que pretensamente representa a vontade geral da comunidade. Ora, basta olharmos para o &quot;legislador&quot; e, com honestidade, vermos que não há ali nada de &quot;representativo&quot;, &quot;jusnaturalista&quot;, de &quot;conservador&quot;. A existir, será mera coincidência.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;um crime é um acto contra a sociedade e não apenas contra a vítima e que, portanto, na punição entram em conta muito mais considerações de prevenção e defesa dos “elos da sociedade” do que propriamente a retribuição do “pecado”.&#8221;</p>
<p>É essa ideia que tem permitido todo o tipo de atropelos. Lei do tabaco, &#8220;lei do piercing&#8221;, etc. </p>
<p>A questão problemática, a meu ver, é que a ideia de &#8220;crime contra a sociedade&#8221; só tem consistência dentro da aceitação da arbitrariedade do &#8220;legislador&#8221;, que pretensamente representa a vontade geral da comunidade. Ora, basta olharmos para o &#8220;legislador&#8221; e, com honestidade, vermos que não há ali nada de &#8220;representativo&#8221;, &#8220;jusnaturalista&#8221;, de &#8220;conservador&#8221;. A existir, será mera coincidência.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: José Barros</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/01/jusnaturalismo-liberal-o-que-dizem-os-classicos/#comment-27042</link>
		<dc:creator><![CDATA[José Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2008 17:27:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[«(…) A sociedade, entretanto, não pode subsistir entre os que estão sempre prontos a se ferir e ofender mutuamente. No momento em que tem início a ofensa, no momento em que se instalam ressentimento e animosidade mútuos, rompem-se todos os elos da sociedade (…)» (P. II, S. II, C. III);

Ora aqui está - na frase citada - a ideia que tenho defendido: um crime é um acto contra a sociedade e não apenas contra a vítima e que, portanto, na punição entram em conta muito mais considerações de prevenção e defesa dos &quot;elos da sociedade&quot; do que propriamente a retribuição do &quot;pecado&quot;. Nunca me pareceu - lendo alguns dos escritos dos liberais clássicos - que o atomismo individualista nunca foi uma consequência lógica do liberalismo. É por isso que tenho algumas dificuldades em entender alguns liberais - da minha idade, é certo - que me parecem, ao fim ao cabo, defender teses que colocam a sociedade e o indivíduo, a cultura e a liberdade, como pólos opostos, impossíveis de conciliar. Enfim, parece-me que laboram num falso dilema e na ideiam um pouco ingénua, de que uma teoria política tem de ser &quot;bullet proof&quot; de uma maneira que nem as teorias científicas revelam ser.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>«(…) A sociedade, entretanto, não pode subsistir entre os que estão sempre prontos a se ferir e ofender mutuamente. No momento em que tem início a ofensa, no momento em que se instalam ressentimento e animosidade mútuos, rompem-se todos os elos da sociedade (…)» (P. II, S. II, C. III);</p>
<p>Ora aqui está &#8211; na frase citada &#8211; a ideia que tenho defendido: um crime é um acto contra a sociedade e não apenas contra a vítima e que, portanto, na punição entram em conta muito mais considerações de prevenção e defesa dos &#8220;elos da sociedade&#8221; do que propriamente a retribuição do &#8220;pecado&#8221;. Nunca me pareceu &#8211; lendo alguns dos escritos dos liberais clássicos &#8211; que o atomismo individualista nunca foi uma consequência lógica do liberalismo. É por isso que tenho algumas dificuldades em entender alguns liberais &#8211; da minha idade, é certo &#8211; que me parecem, ao fim ao cabo, defender teses que colocam a sociedade e o indivíduo, a cultura e a liberdade, como pólos opostos, impossíveis de conciliar. Enfim, parece-me que laboram num falso dilema e na ideiam um pouco ingénua, de que uma teoria política tem de ser &#8220;bullet proof&#8221; de uma maneira que nem as teorias científicas revelam ser.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/01/jusnaturalismo-liberal-o-que-dizem-os-classicos/#comment-27041</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Azevedo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2008 17:14:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;Citações que falam d’Ele como referência são excelentes em que sentido?&quot;

Por serem elucidativos sobre as bases jusnaturalistas do liberalismo clássico.

Mas se o problema é Deus, pode sempre ficar-se &quot;pelos vice-reis que Ele instalou dentro de nós&quot;.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Citações que falam d’Ele como referência são excelentes em que sentido?&#8221;</p>
<p>Por serem elucidativos sobre as bases jusnaturalistas do liberalismo clássico.</p>
<p>Mas se o problema é Deus, pode sempre ficar-se &#8220;pelos vice-reis que Ele instalou dentro de nós&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Filipe Abrantes</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/01/jusnaturalismo-liberal-o-que-dizem-os-classicos/#comment-27039</link>
		<dc:creator><![CDATA[Filipe Abrantes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2008 17:07:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;Excelente escolha de citações&quot;

Porquê excelente? Citações que falam d&#039;Ele como referência são excelentes em que sentido?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Excelente escolha de citações&#8221;</p>
<p>Porquê excelente? Citações que falam d&#8217;Ele como referência são excelentes em que sentido?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/01/jusnaturalismo-liberal-o-que-dizem-os-classicos/#comment-27033</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Azevedo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2008 14:48:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;O que eu penso sobre o assunto segue dentro de momentos.&quot;

Ficamos a aguardar. :)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O que eu penso sobre o assunto segue dentro de momentos.&#8221;</p>
<p>Ficamos a aguardar. <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André Azevedo Alves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/05/01/jusnaturalismo-liberal-o-que-dizem-os-classicos/#comment-27032</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Azevedo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2008 14:47:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11235#comment-27032</guid>
		<description><![CDATA[Excelente escolha de citações.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente escolha de citações.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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