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	<title>Comentários em: direito natural</title>
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		<title>Por: Ética e Religião &#171; O Insurgente</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/04/10/direito-natural/#comment-97066</link>
		<dc:creator><![CDATA[Ética e Religião &#171; O Insurgente]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Sep 2011 10:20:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] Complementar: Liberdade e Justiça; Direito Natural (do Rui A.); Do Ser ao Dever Ser; Moral e Tolerância; You Kant always get what you want. [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Complementar: Liberdade e Justiça; Direito Natural (do Rui A.); Do Ser ao Dever Ser; Moral e Tolerância; You Kant always get what you want. [...]</p>
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		<title>Por: O direito natural e a criação de limites ao governo &#124; OrdemLivre.org/blog</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/04/10/direito-natural/#comment-52482</link>
		<dc:creator><![CDATA[O direito natural e a criação de limites ao governo &#124; OrdemLivre.org/blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 18:36:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] Direito natural. Por Rui Albuquerque. Para todos os efeitos, o direito natural foi sempre um forte entrave ao despotismo e ao totalitarismo do poder político. Ele fundamentou, no mundo antigo, a ideia de justiça, e no mundo moderno e contemporâneo a criação de limites ao governo e ao exercício dos seus poderes. Fê-lo por via da proclamação de direitos fundamentais inerentes aos cidadãos de uma comunidade política, consagrados nos textos constitucionais, eles próprios também decorrentes da preocupação de limitar e conter a soberania. [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Direito natural. Por Rui Albuquerque. Para todos os efeitos, o direito natural foi sempre um forte entrave ao despotismo e ao totalitarismo do poder político. Ele fundamentou, no mundo antigo, a ideia de justiça, e no mundo moderno e contemporâneo a criação de limites ao governo e ao exercício dos seus poderes. Fê-lo por via da proclamação de direitos fundamentais inerentes aos cidadãos de uma comunidade política, consagrados nos textos constitucionais, eles próprios também decorrentes da preocupação de limitar e conter a soberania. [...]</p>
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		<title>Por: Weslaine</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/04/10/direito-natural/#comment-37213</link>
		<dc:creator><![CDATA[Weslaine]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Oct 2008 14:40:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Olá!!!
Meu Professor de Filosofia fez uma pergunta em sala que me gerou curiosidade,pois fiquei sem saber o que responder. Adoraria receber a ajuda de vocês se possível. Obrigado, aguardo retorno!

A pergunta é: Porque a sociedade não pode corromper e nem destruir os direitos naturais?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá!!!<br />
Meu Professor de Filosofia fez uma pergunta em sala que me gerou curiosidade,pois fiquei sem saber o que responder. Adoraria receber a ajuda de vocês se possível. Obrigado, aguardo retorno!</p>
<p>A pergunta é: Porque a sociedade não pode corromper e nem destruir os direitos naturais?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: João Gonçalves</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/04/10/direito-natural/#comment-27226</link>
		<dc:creator><![CDATA[João Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2008 00:54:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Engraçado que na próxima semana terei frequência de História das Ideias Políticas.
Uma leitura por estes e outros textos que tem no seu blog será uma forma de complementar o estudo.
Os meus agradecimentos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Engraçado que na próxima semana terei frequência de História das Ideias Políticas.<br />
Uma leitura por estes e outros textos que tem no seu blog será uma forma de complementar o estudo.<br />
Os meus agradecimentos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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		<title>Por: Para ler ou reler &#171; O Insurgente</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/04/10/direito-natural/#comment-27221</link>
		<dc:creator><![CDATA[Para ler ou reler &#171; O Insurgente]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2008 22:38:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] ler ou&#160;reler Arquivado como: Política, Teoria &#8212; André Azevedo Alves @ 11:38 pm   Direito natural. Por Rui Albuquerque. Liberalismo, de sabor diferente. Por João Luís Pinto. Do sacrifício das [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] ler ou&nbsp;reler Arquivado como: Política, Teoria &#8212; André Azevedo Alves @ 11:38 pm   Direito natural. Por Rui Albuquerque. Liberalismo, de sabor diferente. Por João Luís Pinto. Do sacrifício das [...]</p>
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		<title>Por: Cesar Ramos</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/04/10/direito-natural/#comment-26890</link>
		<dc:creator><![CDATA[Cesar Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 19:12:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Kelsen de fato primeiro formulou sua Teoria Pura do Direito, para se aninhar junto aos neopositivistas; contudo, depois da bomba de Hiroshima, deitou-se em arrependimento, de tal sorte que a partir de então refutou todos os postulados elencados na sua obra-prima. Assim é que A democracia, O que é Justiça, a Ilusão da Justiça e outra que não recordo simplesmente rechaçam por completo, a faina cientificista que açambarcou o Direito desde seu berço, na Academia de Platão.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Kelsen de fato primeiro formulou sua Teoria Pura do Direito, para se aninhar junto aos neopositivistas; contudo, depois da bomba de Hiroshima, deitou-se em arrependimento, de tal sorte que a partir de então refutou todos os postulados elencados na sua obra-prima. Assim é que A democracia, O que é Justiça, a Ilusão da Justiça e outra que não recordo simplesmente rechaçam por completo, a faina cientificista que açambarcou o Direito desde seu berço, na Academia de Platão.</p>
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		<title>Por: Liberalismo, de sabor diferente &#171; O Insurgente</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/04/10/direito-natural/#comment-26837</link>
		<dc:creator><![CDATA[Liberalismo, de sabor diferente &#171; O Insurgente]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 02:42:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] mim ter a veleidade de atingir o nível de brilhantismo e de substância com que Rui de Albuquerque apresentou o Direito Natural e o defendeu como pilar do Liberalismo nesta casa, não posso contudo deixar de evitar dar o meu ponto de vista, como membro da outra facção [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] mim ter a veleidade de atingir o nível de brilhantismo e de substância com que Rui de Albuquerque apresentou o Direito Natural e o defendeu como pilar do Liberalismo nesta casa, não posso contudo deixar de evitar dar o meu ponto de vista, como membro da outra facção [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Lucia Coelho</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/04/10/direito-natural/#comment-26286</link>
		<dc:creator><![CDATA[Lucia Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2008 13:38:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A razão parece ser uma estrutura vazia. Ontologicamente, só os princípos da razão se poderiam universalizar num dado estádio da Humanidade. A lei natural, se radica na natureza humana, remete para a biologia ou filosofia. Nenhuma justifica cabalmente cada modo de raciocinar. O que se chama natureza humana, se não é biológico, se nem o instinto nos rege e, ao nascer, somos o ser mais desprovidos de tudo, direito natural é utopia de universalismo que a realidade, para o bem ou para o mal nega. Até o que é bem pode ser mal e o mal pode ser bem. O paradoxo da racionalidade não tem fundamento para o seu conteudo.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A razão parece ser uma estrutura vazia. Ontologicamente, só os princípos da razão se poderiam universalizar num dado estádio da Humanidade. A lei natural, se radica na natureza humana, remete para a biologia ou filosofia. Nenhuma justifica cabalmente cada modo de raciocinar. O que se chama natureza humana, se não é biológico, se nem o instinto nos rege e, ao nascer, somos o ser mais desprovidos de tudo, direito natural é utopia de universalismo que a realidade, para o bem ou para o mal nega. Até o que é bem pode ser mal e o mal pode ser bem. O paradoxo da racionalidade não tem fundamento para o seu conteudo.</p>
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	<item>
		<title>Por: CN</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/04/10/direito-natural/#comment-26267</link>
		<dc:creator><![CDATA[CN]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Apr 2008 17:21:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;A razão seria o instrumento indicado para alcançar a verdadeira natureza humana («Se o homem tem uma natureza, porque não há-de ser acessível à observação e reflexão racional?») e, através dela, criar uma ética objectiva para o indivíduo e a sociedade humana, baseada em «princípios de justiça absolutos». &quot;

É preciso enquadrar isto na epistemologia austriaca. Se a ciencia económica é dedutível a partir de uns quantos axiomas, porque não o será aética (o direito e a justiça).

Sem direito natural não existe direito. Todoas as formas de organização social são possiveis assim as pessoas, no uso do seus direito naturais, participem nele de forma voluntária e retenham a capacidade dele se separar (direito de secessão).

Existe quem prefire de forma declarada ou por vezes inconscientemente inplicita dizer que Direito é o Estado e que sem Estado não existe direito, caindo claro na contradição óbvia que nao existe um Estado Mundial.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A razão seria o instrumento indicado para alcançar a verdadeira natureza humana («Se o homem tem uma natureza, porque não há-de ser acessível à observação e reflexão racional?») e, através dela, criar uma ética objectiva para o indivíduo e a sociedade humana, baseada em «princípios de justiça absolutos». &#8221;</p>
<p>É preciso enquadrar isto na epistemologia austriaca. Se a ciencia económica é dedutível a partir de uns quantos axiomas, porque não o será aética (o direito e a justiça).</p>
<p>Sem direito natural não existe direito. Todoas as formas de organização social são possiveis assim as pessoas, no uso do seus direito naturais, participem nele de forma voluntária e retenham a capacidade dele se separar (direito de secessão).</p>
<p>Existe quem prefire de forma declarada ou por vezes inconscientemente inplicita dizer que Direito é o Estado e que sem Estado não existe direito, caindo claro na contradição óbvia que nao existe um Estado Mundial.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: A ler &#171; Ágora Social</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/04/10/direito-natural/#comment-26242</link>
		<dc:creator><![CDATA[A ler &#171; Ágora Social]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 14:55:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...]  direito natural por Rui [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...]  direito natural por Rui [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: HO</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/04/10/direito-natural/#comment-26231</link>
		<dc:creator><![CDATA[HO]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 13:32:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;Porque a realidade, quer gostemos dela quer não, rejeita totalmente o jusnaturalismo.&quot;

Algumas ordens formuladas a partir dele têm-se aguentado bastante aceitavelmente no mundo real. Já outras...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Porque a realidade, quer gostemos dela quer não, rejeita totalmente o jusnaturalismo.&#8221;</p>
<p>Algumas ordens formuladas a partir dele têm-se aguentado bastante aceitavelmente no mundo real. Já outras&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Pedro Sá</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/04/10/direito-natural/#comment-26204</link>
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 08:51:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Kelsen caiu na tentação. Porque a realidade, quer gostemos dela quer não, rejeita totalmente o jusnaturalismo.

A não ser que se vá pelo caminho do realismo clássico pelo qual só é Direito o que leve à Justiça. Ora...o que é justo para mim não é justo para outro e etc.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Kelsen caiu na tentação. Porque a realidade, quer gostemos dela quer não, rejeita totalmente o jusnaturalismo.</p>
<p>A não ser que se vá pelo caminho do realismo clássico pelo qual só é Direito o que leve à Justiça. Ora&#8230;o que é justo para mim não é justo para outro e etc.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Luís Aguiar Santos</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/04/10/direito-natural/#comment-26194</link>
		<dc:creator><![CDATA[Luís Aguiar Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2008 20:07:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A propósito de «cristãos protestantes» jusnaturalistas: então e Locke? E porque não falam os liberais portugueses da (boa) &quot;prata da casa&quot;? Os jusnaturalistas Silvestre Pinheiro Ferreira e António Luís de Seabra têm sempre de ser preteridos pelos Jefferson habituais?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A propósito de «cristãos protestantes» jusnaturalistas: então e Locke? E porque não falam os liberais portugueses da (boa) &#8220;prata da casa&#8221;? Os jusnaturalistas Silvestre Pinheiro Ferreira e António Luís de Seabra têm sempre de ser preteridos pelos Jefferson habituais?</p>
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