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	<title>Comentários em: E se Marcelo vier a ser o líder do PSD?</title>
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		<title>Por: E se Marcelo vier a ser o líder do PSD? (2) &#171; O Insurgente</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/04/07/e-se-marcelo-vier-a-ser-o-lider-do-psd/#comment-26119</link>
		<dc:creator><![CDATA[E se Marcelo vier a ser o líder do PSD? (2) &#171; O Insurgente]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 21:27:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] do PSD?&#160;(2) Arquivado como: Política, Portugal &#8212; André Azevedo Alves @ 9:27 pm   Comentário de Gabriel Silva ao post E se Marcelo vier a ser o líder do PSD?: Caro Bruno, Estou quase tentado [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] do PSD?&nbsp;(2) Arquivado como: Política, Portugal &#8212; André Azevedo Alves @ 9:27 pm   Comentário de Gabriel Silva ao post E se Marcelo vier a ser o líder do PSD?: Caro Bruno, Estou quase tentado [...]</p>
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		<title>Por: Gabriel Silva</title>
		<link>http://oinsurgente.org/2008/04/07/e-se-marcelo-vier-a-ser-o-lider-do-psd/#comment-26102</link>
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 16:43:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caro Bruno, 
Estou quase tentado a dizer: amen.

Sucede que entretanto fui vendo de modo diferente algumas coisas. Por exemplo, o que entender mais importante? Que o psd deixe de uma vez por todas de tentar ser social-democrata ou acreditar que de lá poderá sair um bom primeiro-ministro?

Estou actualmente em crer que a primeira é mais importante. E dessa forma, há que reconhecer que a actual liderança tem feito um notável e imprescindivel papel, como eu vaticinei. Ou seja, creio bem que apenas quando o psd for mesmo ao fundo, tocar a baixaria mais reles e levar com uma derrota histórica e uma perspectiva de mais 4 anos «a seco» é que haverá meia dúzia de corajosos a dizer: basta de socialismo. 

É que nos últimos 20 anos, o psd é simplesmente um partido de poder, pouco interessado, seja no bem do país, seja em algum tipo de projecto político, seja com alguma ideologia. Os detentores do poder interno, os pequenos poderes designados por «bases», tem aderido, quais adesivos a qualquer líder que pareça poder vir a alcançar o poder. O povo eleitor interno não muda, é apenas desejoso de voltar ás benesses e ao pequeno poder. Tudo aceita ou tudo rejeita em nome de dar condições ao líder do momento para vencer.
Estou em crer que depois do verão, se Marcelo quiser, pode alcançar novamente a sua hora. Ou Rio, quando quiser. 
Mas verdadeiramente, o que tal poderia implicar? As mesmas pessoas serrariam fileiras em volta do D. Sebastião em boa hora retornado. Ainda que tais líderes viessem a ter uma actuação condigna, ainda que alcançassem o poder (e não duvido que até poderiam ter um desempenho razóavel), nada de substancial mudaria, pois a base de poder interno sempre seria a mesma e nenhum líder poderia a ela ser indiferente, tendo de contemporizar e satisfazê-la. Sob pena de ser apeado. Uma mudança estrutural não se alcançaria com a liderança, e estou convicto que tal apenas poderá suceder pela derrota final, ou seja pelo fim do psd. Assim seja.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Bruno,<br />
Estou quase tentado a dizer: amen.</p>
<p>Sucede que entretanto fui vendo de modo diferente algumas coisas. Por exemplo, o que entender mais importante? Que o psd deixe de uma vez por todas de tentar ser social-democrata ou acreditar que de lá poderá sair um bom primeiro-ministro?</p>
<p>Estou actualmente em crer que a primeira é mais importante. E dessa forma, há que reconhecer que a actual liderança tem feito um notável e imprescindivel papel, como eu vaticinei. Ou seja, creio bem que apenas quando o psd for mesmo ao fundo, tocar a baixaria mais reles e levar com uma derrota histórica e uma perspectiva de mais 4 anos «a seco» é que haverá meia dúzia de corajosos a dizer: basta de socialismo. </p>
<p>É que nos últimos 20 anos, o psd é simplesmente um partido de poder, pouco interessado, seja no bem do país, seja em algum tipo de projecto político, seja com alguma ideologia. Os detentores do poder interno, os pequenos poderes designados por «bases», tem aderido, quais adesivos a qualquer líder que pareça poder vir a alcançar o poder. O povo eleitor interno não muda, é apenas desejoso de voltar ás benesses e ao pequeno poder. Tudo aceita ou tudo rejeita em nome de dar condições ao líder do momento para vencer.<br />
Estou em crer que depois do verão, se Marcelo quiser, pode alcançar novamente a sua hora. Ou Rio, quando quiser.<br />
Mas verdadeiramente, o que tal poderia implicar? As mesmas pessoas serrariam fileiras em volta do D. Sebastião em boa hora retornado. Ainda que tais líderes viessem a ter uma actuação condigna, ainda que alcançassem o poder (e não duvido que até poderiam ter um desempenho razóavel), nada de substancial mudaria, pois a base de poder interno sempre seria a mesma e nenhum líder poderia a ela ser indiferente, tendo de contemporizar e satisfazê-la. Sob pena de ser apeado. Uma mudança estrutural não se alcançaria com a liderança, e estou convicto que tal apenas poderá suceder pela derrota final, ou seja pelo fim do psd. Assim seja.</p>
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